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Concelho de Calheta
Por entre vales e montanhas muitas belezas naturais há para descobrir... e redescobrir.
Neste Concelho em que não falta o verde da terra e o azul do céu e do mar, são muitas as possibilidades de passeios a pé para um final de tarde ou um fim-de-semana diferente.

O Concelho da Calheta é o mais extenso de todos os Concelhos da Região Autónoma da Madeira, já que abrange cerca de 116 Km2, o que corresponde a 15% da superfície total da Ilha da Madeira.
Situado entre o Sul e o extremo Oeste da Ilha, este Concelho é composto por oito Freguesias: Arco da Calheta, Calheta, Estreito da Calheta, Jardim do Mar, Paúl do Mar, Prazeres, Fajã da Ovelha e Ponta do Pargo.
A Calheta de outros tempos, isolada e distante da capital, já não existe. Hoje convida a passeios a pé ou de carro por entre os recortes das suas encostas, que oferecem soberbas vistas panorâmicas sobre esta bela paisagem.
A cerca de 25’ do Funchal e a 40’ do Aeroporto, com cerca de 11870 habitantes (Censos de 2001), a Calheta é um espaço privilegiado para quem lá vive e para quem a visita.
Com um clima ameno ao longo de todo o ano, boas condições hoteleiras, tradição de bem receber, este local, onde se sente tranquilidade e segurança, tem a particularidade de oferecer ainda uma Madeira por descobrir, onde se mistura, em harmonia, o antigo com o moderno.

Igreja Matriz do Espírito Santo
Em termos patrimoniais, o Concelho da Calheta é um dos mais ricos da Região Autónoma da Madeira, apresentando belíssimos e interessantes exemplares quer de arquitectura civil, quer de arquitectura religiosa, reflectido nas múltiplas igrejas e capelas espalhadas pelo Concelho.
De entre o seu património edificado, merece destaque a Igreja Matriz do Espírito Santo, cuja construção remete aos finais do século XV ou inícios do século XVI, como comprovam a extraordinária cruz processional, oferta do monarca D. Manuel I, o portão principal e o magnífico tecto hispano-árabe, elementos manuelinos que chegaram até nós. Na capela do santíssimo Sacramento, brilha uma extraordinária peça de ourivesaria sacra: um sacrário em ébano e prata, datável do fim do século XVI. Este sacrário foi, segundo a tradição, oferecido pelo rei D. Manuel I à Calheta. Este imóvel, localizado na Vila da Calheta, foi classificado de interesse público pelo Decreto n.º 129/77 de 29 de Setembro.

Praia de areia amarela da Calheta
A Calheta apostou forte nos melhoramentos dos seus recursos naturais e concebeu uma praia artificial cujo maior atributo assenta na areia amarela, trazida de Marrocos e da Figueira da Foz, o que a torna a primeira e única na Ilha da Madeira, e constitui, sem dúvida um forte ponto de atracção.
Localizada na Vila da Calheta, próximo do porto de recreio e com um solário na ordem dos 7.300 metros quadrados e uma área de 28.550 metros quadrados, a praia da Calheta regista muita afluência ao longo de todo o ano.
Esta praia oferece aos banhistas além das suas águas mornas e limpas, uma grande variedade de actividades náuticas (canoagem, aluguer de pranchas de windsurf e catamarans), estruturas de apoio como duches, balneários, aluguer de espreguiçadeiras e guarda-sóis, estacionamentos, área de restauração, nadador-salvador e posto de primeiros socorros, condições necessárias para que lhe fosse atribuída a Bandeira Azul.

Gastronomia
A forte ligação à terra e ao mar reflecte-se, como não podia deixar de ser, em toda a cultura calhetense. A Gastronomia não é excepção.
Aqui se podem degustar diversas especialidades gastronómicas, de qualidade, e de agrado certo, proporcionando uma bela refeição quer de carne ou de peixe, que pode ser iniciada com o famoso e delicioso “bolo do caco”, tostado com manteiga de alho, e à sobremesa poderá degustar o pudim de maracujá, saladas e gelados de frutos tropicais (pitanga, pêra abacate, papaia, manga).
Os amantes de carne encontram na Calheta uma variedade de pratos, dos quais se destacam a tradicional espetada de carne de vaca em espeto de louro, a carne de vinho e alhos, o picado e pratos de carne grelhada.
Os amantes do peixe encontram bons restaurantes especializados, que servem iguarias como o bacalhau, as grelhadas mistas de peixe, pratos com os mais variados mariscos, caramujos, lapas grelhadas, filete de peixe espada preto acompanhado com banana, o polvo e as lulas.

 
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Concelho de Camara de Lobos

Miradouros
Em Câmara de Lobos existem diversos miradouros, nomeadamente em locais de interesse turístico de que são exemplo os seguintes: Miradouro do Salão Ideal, Miradouro do Pico da Torre, Miradouro do Teleférico, Miradouro do Cabo Girão, Miradouro da Eira do Serrado, Miradouro da Corrida e Miradouro da Boca dos Namorados.


Jardins
Nos últimos anos foram construídos alguns novos jardins que fazem com que a cidade de Câmara de Lobos se apresente mais verde e mais colorida, são eles o Jardim do Ilhéu e o Jardim da Av. Nova Cidade. O Jardim de S. Francisco foi requalificado e ao longo de todas as novas estradas têm sido sempre plantadas plantas ornamentais.


Levadas
As levadas são canais de transporte de água para a agricultura, construídos alguns deles há séculos, que hoje servem de pretexto a caminhadas por parte da população local e dos turistas, pois permitem observar paisagens deslumbrantes.

Praias
Câmara de Lobos possui um Complexo Balnear e uma praia de acesso livre.
O Complexo Balnear das Salinas, fica localizado junto à orla marítima de Câmara de Lobos, a leste da Baia de Câmara de Lobos, é composto por duas piscinas, balneários e vestiários e um bar de apoio. A montante deste situa-se um auto-silo e um restaurante.
A Praia do Vigário, situada a sul da Praça da Autonomia, na cidade de Câmara de Lobos, é composta de calhau miúdo e alguma areia preta, conta com um solário, duches e sanitários e um campo de areia. Junto à praia situa-se um restaurante especializado em peixe e a montante localiza-se um auto-silo.



PATRIMÓNIO


Edifícios
Câmara de Lobos possui um vasto património edificado, no qual se destacam as Quintas senhoriais, as igrejas e capelas, o convento de S. Bernardino, o Forno da Cal, os Fontanários e entre outros, o Coreto de Câmara de Lobos.


Esculturas
São diversas as obras escultóricas que o município possui em espaços públicos das diversas freguesias, resultado de diversas iniciativas realizadas nas últimas duas décadas como foi a Semana da Pedra (1997) e o SINEP-2004 (Simpósio Internacional de Escultura em Pedra).



TRADIÇÕES


Eventos
A par dos tradicionais eventos religiosos, muito vividos pela população local, Câmara de Lobos oferece outros e diversificados como seja a Festa das Vindimas, na freguesia do Estreito, Festa da Cereja, na freguesia do Jardim da Serra, a Festa da Castanha, na freguesia do Curral das Freiras, e, entre outros, o Festival musical ARTMar, na cidade de Câmara de Lobos.


Gastronomia
A Gastronomia é um dos pretextos turísticos que Câmara de Lobos oferece, para o qual contribui a existências de muitos restaurantes de peixe e carne, com particular destaque para a tradicional espetada, nomeadamente na vila do Estreito de Câmara de Lobos, a Poncha e a Niquita, são bebidas características e muito apetecidas.


 
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Concelho do Funchal
Visitar o Monte
O Monte é um dos locais mais aprazíveis da Madeira.
Com uma localização privilegiada no anfiteatro da cidade do Funchal, a freguesia do Monte, localizada a cerca de 9 Km do centro. e a 550 m acima do nível do mar é, sem dúvida, um dos locais do Funchal a visitar.
Com uma vegetação luxuriante e vistas soberbas sobre o anfiteatro e baía do Funchal, foi, desde os primórdios do turismo na ilha, o local de eleição dos visitantes da Madeira.

O Culto a Nossa Senhora do Monte
O culto a Nossa Senhora do Monte vem de tempos imemoriais.
Quando Adão Gonçalves Ferreira mandou construir a primitiva Ermida de Nossa Senhora da Incarnação, em 1470, nasceu, ali, o culto mariano em honra e louvor àquela que, noventa e cinco anos depois teria o titulo de Nossa Senhora do Monte.
À Virgem Miraculosa é atribuída a lendária cena da aparição e obtidos outros favores celestiais solicitados, à Virgem, em ocasiões aflitivas da população madeirense. Esse mesmo culto foi-se, a pouco e pouco, expandido e generalizado por toda ilha, passando, depois, a muitos outros recantos do mundo, onde se encontram imigrantes madeirenses. Esse culto religioso acentuou-se, ainda mais, quando, em 1950, foi instituída a «Confraria dos Escravos de Nossa Senhora do Monte».
São várias as lendas de Nossa Senhora do Monte que passaram, de geração em geração, desde os primórdios do povoamento até aos nossos dias.

Carros de Cesto
É sem dúvida o meio de transporte mais típico da Madeira.
Por 12,50 € por pessoa faça uma descida de 2 km, cheia de emoções, do Monte ao Livramento, Funchal.

Horário:
2ª a Sáb. das 9 às 18h
Dom das 9 às 13h

Encerrado:
Dias 14 e 15 de Agosto
Dia 25 Dezembro
Dia 1 de Janeiro

Mais Informações:
Carreiros do Monte – Telefone: 291 78 39 19


Caminhar do longo de "Levadas"
Nada melhor para gozar a deslumbrante paisagem da Madeira do que percorrer os seus trilhos e “levadas”.
São mais de 200 as “levadas” que atravessam a Ilha. A maioria destes surpreendentes percursos são acessíveis, existindo, no entanto, vários graus de dificuldade, pelo que se aconselha que contacte um Agente de Viagens ou uma Empresa de Animação Turística.
Os Passeios a Pé devem ser devidamente acompanhados por um Guia de Montanha. Em caso algum deverá efectuar, sozinho, estes percursos e deve levar sempre água, um farnel, calçado apropriado, uma lanterna e um agasalho.

A Reserva Natural Parcial do Garajau situada entre o cais do Lazareto e a Ponta da Oliveira tem uma área de 376ha. Devido à sua localização geográfica, riqueza biológica e clareza das suas águas oferece condições únicas como espaço protegido com grande interesse do ponto de vista científico, recreativo e turístico. www.pnm.pt

As Selvagens fazem parte do concelho do Funchal. Situadas a cerca de 163 milhas da Ilha Madeira, são constituídas por dois grupos de pequenas Ilhas, das quais se destacam a Selvagem Grande, a Selvagem Pequena e o Ilhéu de Fora.
A Reserva Natural das Ilhas Selvagens foi criada em 1971, sendo uma das mais antigas Reservas Naturais de Portugal. Actualmente é a única reserva portuguesa galardoada com o Diploma Europeu do Conselho Europa.
A sua criação ficou a dever-se à necessidade de defender a flora e a avifauna marinha aí nidificante, de destacar a Cagarra, contra a intensa predação humana que se intensificou sobremaneira com o aparecimento, cada vez, em maior número de barcos de pesca a motor.
Em virtude das condições que estas ilhas apresentam para a nidificação de aves marinhas são, vulgar e justamente, consideradas como um “ santuário ornitológico”.

Museus
O Concelho do Funchal é já possuidor de uma razoável variedade de espaços museulógicos, contudo já se justificava a ampliação e melhoramento, sobretudo ao nível dos processos museulógicos, ou mesmo o desdobramento em novos pólos.

Assumem particular destaque:
Museu Henrique e Francisco Franco: Tutelado pela Câmara Municipal do Funchal, o Museu Henrique e Francisco Franco, situado num edifício dos anos 40 à Rua João de Deus, Funchal, reúne uma valiosa colecção de desenhos, gravuras e esculturas de Francisco Franco e pinturas a óleo, desenhos e pequenos frescos de Henrique Franco.
Museu de Arte Sacra: fundado em 1955 é rico em pintura flamenga e portuguesa dos séculos XV e XVI, ourivesaria, estatuária e paramentos;
Museu da Quinta das Cruzes: fundado em 1953, possuí secções de pintura, artes decorativas, mobiliário, cerâmica, marfim e ourivesaria;
Museu Municipal de História Natural: fundado em 1933 e instalado no Palácio de S. Pedro exibe a riqueza da fauna e flora madeirenses;
Photografia-Museu Vicentes: é constituído pelo estúdio Fotografia Vicentes, o mais antigo da ilha;
Museu de Arqueologia: onde se encontra o espólio das escavações que se tem levado a efeito nas casas de João Esmeraldo;
Museu Frederico de Freitas: localizado na Calçada de Sta Clara é uma Casa Museu, tendo um espaço dedicado a exposições temporárias e um outro que é a casa propriamente dita com o seu recheio e obras de arte.
Museu do Vinho da Madeira: localizado atrás do Tribunal, junto à Ribeira de Santa Luzia.
Espaço Museulógico do Forte de Santiago.
Museu da Electricidade

Teleférico do Jardim Botânico
O Teleférico do Jardim Botânico situa-se na Quinta do Bom Sucesso - Ilha da Madeira - a dez minutos do centro do Funchal. É uma viagem de sonho, desfrutando a Natureza sobre o vale da Ribeira de João Gomes, local de rara e exótica beleza natural e terminando no Largo das Babosas - Monte. Todo este projecto obedeceu aos mais elevados parâmetros de qualidade e segurança, de acordo com as normas europeias e internacionais.

Horário de funcionamento:
Aberto todo o Ano das 9:30h às 17h45
Encerrado: 25 Dezembro

Informações:
Avenida do Mar e das Comunidades Madeirenses, 14-A Sé 9000-054 Funchal

www.telefericojardimbotanico.com
[email protected]

Contactos: 291 21 02 90

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Património Arqueológico

A abordagem individualizada do património arqueológico visa, acima de tudo, evitar que o desenvolvimento se realize à custa da destruição das memórias do passado, que devem ser entendidas como o orgulho do Concelho.

Uma das medidas mais importantes, é sem dúvida, a sensibilização da população para a importância de todo um espólio móvel e imóvel, que constitui a memória dos povos que nos precederam. A Câmara Municipal, juntamente com a Direcção Regional dos Assuntos Culturais poderá desempenhar um importante papel na defesa do património e na construção e preservação da integridade histórica do seu Concelho, mediante a sensibilização da população, evitando ainda, que interesses especulativos provoquem não só demolições e revolvimentos, mas também a construção de edifícios de qualidade duvidosa.

O material existente, embora apenas tenha como base achados fortuitos ou escavações científicas avulsas, permite desde já um conhecimento razoável da evolução e povoamento do Concelho, contudo é natural que novas prospecções tragam à luz do dia mais locais de interesse arqueológico, e consequentemente novos dados.

Seria merecedora de estudo toda linha defensiva que outrora a cidade teve, muralhas, portas da cidade e conjunto de fortificações.

Independentemente do seu valor científico e do seu estado de conservação, todo o sítio arqueológico é único por si mesmo, reflectindo a história de uma comunidade. Assim, uma vez que outros lugares estão por descobrir, importa referir, mais uma vez, que a informação relativa aos sítios arqueológicos é decisiva para prevenir o aniquilamento da herança cultural do Concelho e da Ilha.


PATRIMONIO RELIGIOSO

Sé Catedral
Construída em 1514, possui um dos mais belos tectos de Portugal feito em madeira da Ilha.
A beleza arquitectónica desta catedral está associada às suas linhas hispano-árabes e romano-góticas.
O cadeiral da capela-mor, baseada no estilo flamengo, a porta principal, com linhas góticas e as peças de talha dourada do séc XVII evidenciam algumas das características arquitectónicas do período manuelino.
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Igreja do Carmo
Embora construída em meados do séc. XVIII, sofreu alterações ao longo dos anos. Esta igreja possui algumas belas peças de ourivesaria sacra e imaginária dos séculos XVII e XVIII. É de realçar o trabalho de talha dourada e os azulejos, historiados, do séc. XVIII que revestem as paredes.
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Igreja de São João Evangelista (Igreja do Colégio)
Esta igreja, Jesuíta, estilo maneirista, do século XVII, com uma só nave, transepto falso e uma capela-mor perfeitamente evidenciada, apresenta um esquema arquitectónico, um dos mais divulgados na história, levado a cabo pelos missionários Jesuítas que expandiram a Palavra de Cristo pelo mundo.
No seu interior encontramos várias pinturas do século XVII e XVIII, com molduras de talha dourada, datadas de 1660.

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Igreja de São Pedro
A sua construção, ordenada em 1590, passou por várias alterações, ficando definitivamente concluída em 1743, com a construção do Altar do Santíssimo. O interior da igreja é decorado com azulejos do século XVII, que cobrem quase a totalidade das paredes da nave, capela-mor e sacristia. Merece aqui especial destaque osaltares de talha do final do século XVII.
A sua decoração, geral, é composta por: Pinturas, peças de Ourivesaria e Mobiliário dos séculos XVII, XVIII, XIX e XX.
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Igreja de Santa Clara
A igreja de Santa Clara, datada do século XV, foi mandada edificar por João Gonçalves Zarco,descobridor da Madeira e primeiro Capitão Donatário do Funchal. Foi aumentada, no final do mesmo século, para ficar integrada no Convento de Santa Clara, daí, possuir elementos artísticos e arquitectónicos dos séculos XV, XVI e XVII. Da primitiva construção preserva-se o portal gótico, em mármore, de duas arquivoltas e o túmulo de Martim Mendes Vasconcelos, falecido em 1493. Do séculoXVII destacamos: o sacrário de prata, executado por ourives madeirenses em 1671, a pintura decorativa da igreja e o revestimento parietal com padrões de tapete policromos.
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Igreja Inglesa
Construída em 1822, a igreja Anglicana no Funchal possui uma planta quadrada, uma fachada clássica, 4 colunas e uma cúpula elegantemente pintada.
A igreja Anglicana no Funchal, planta quadrada , foi construída em 1822. Este Templo apresenta uma fachada clássica, com 4 colunas, encimada por uma cúpula elegantemente pintada.
No seu jardim podemos encontrar um busto de D. Filipa de Lencastre, mulher do Rei de Portugal, D. João I.
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Igreja do Socorro
Igreja de S. Tiago situada no actual Largo do Socorro a sua edificação está ligada a um voto feito pela população do Funchal em 1523 devido a um surto de peste. No século XVII efectuaram-se novas e importantes reparações. Foi totalmente demolida em 1752, para aí se erguer uma nova e maior igreja, cujas obras se concluíram em 1768.

Capela do Corpo Santo
A sua edificação data do século XV e embora esteja bastante adulterada, constitui uma das poucas construções quatrocentistas que chegaram até nós. Foi construída graças à devoção dos pescadores da Zona.

Capela da Boa Viagem
Com as alterações sofridas no povoado de Santa Maria nos Séculos XVI e XVII temos a Construção da Capela de Nossa Senhora da Redenção. No pórtico pode se observar a data de 1683.

Passo da Procissão
A antiga procissão dos Passos do Senhor que no seu percurso se detinha em frente de cada um dos Passos grandes oratórios com retábulos alusivos à Paixão de Cristo.

 

 

 
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Concelho do Machico

Clima e Paisagem »

Machico apresenta temperaturas amenas ao longo de todo o ano, com amplitudes reduzidas e cuja variação depende da altitude (seguindo as tendências que se verificam em toda a ilha). Devido à sua localização e características morfológicas, a ilha da Madeira apresenta uma complexa estrutura climática, cuja variação é acentuada, mesmo em locais geograficamente muito próximos.

Relativamente ao relevo, o concelho apresenta dominância de declives médios, com uma excepção notável – o vale de Machico (onde os declives são suaves e moderados), formado por duas cadeias de montanhas, a Este o Pico do Facho, a Oeste o planalto da Queimada, (onde os declives são suaves e moderados). Ainda de realçar duas zonas onde o declive se atenua consideravelmente sendo moderado a sul do Porto da cruz (na bacia hidrográfica da Ribeira do Juncal) e na zona do Caniçal (sobretudo na bacia da Ribeira da Palmeira).

Praias »


Praia Areia Amarela Freguesia de Machico
Possui:
-Balneários e W.C. (Junto à Marina e Junto ao Docas Bar)
-Duches (na praia)
-Acessos melhorados
-Estacionamento



Praia de Machico
Freguesia de Machico
Possui:
-Balneários
-Duches e W.C.
-Bar de apoio
-Acessos melhorados
-Estacionamento no Fórum Machico



Praia da Ribeira de Natal
Freguesia do Caniçal
Possui:
-Balneários
-Duches e W.C.
-Bar de apoio
-Acessos melhorados
-Aluguer de espreguiçadeiras e guarda-sóis fixos
-Parque de estacionamento



Praia da Prainha
Freguesia do Caniçal
Possui:
-Balneários
-Duches e W.C.
-Bar de apoio
-Acessos melhorados
-Aluguer de espreguiçadeiras e guarda-sóis fixos
-Parque de estacionamento



Complexo de Piscinas do Caniçal
Freguesia do Caniçal
Possui:
-bar de apoio
-balneários
-solário
-espreguiçadeiras
-chapéus
-duas escadas de acesso ao mar.
As entradas são 1 euro para adultos
0,50 cêntimos para crianças, estudantes
e cartão 65.



Complexo de Piscinas do Porto da Cruz
Freguesia do Porto da Cruz
Possui:
-Balneários
-Duches e W.C.
-Bar de apoio
-Acessos melhorados
-Aluguer de espreguiçadeiras e guarda-sóis fixos
-Estacionamento na via pública



Praia da Lagoa
Freguesia do Porto da Cruz
Possui:
-Balneários
-Duches e W.C.
-Bar de apoio
-Acessos melhorados
-Aluguer de espreguiçadeiras e guarda-sóis fixos
-Estacionamento na via pública

 
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Concelho da Ponta do Sol

“… Ponta do Sol se chama assi por ter uma ponta ao Occidente da villa que tem o parecer… aonde também dá o sol primeiro que na villa quando nace”, assim descreve o cronista Gaspar Frutuoso nas suas “Saudades da Terra”.



A localidade da Ponta do Sol começa a ser arroteada por volta do ano de 1440 e com a introdução da lucrativa cana sacarina vai tornar-se num dos principais centros produtores de açúcar. Diversos povoadores nacionais e estrangeiros vão ser atraídos por estas terras férteis.

Entre os vários colonizadores desta destacam-se nomes como os de Rodrigues Anes, o Coxo, um dos principais povoadores da vila da Ponta do Sol; Rui Pires de Canha, que deu o nome è freguesia dos Canhas; Henrique Alemão, o suposto Rei da Polónia, que se instalou na Madalena do Mar; e o opulento mercador flamengo João Esmeraldo possuidor da Lombada da Ponta do Sol que produzia uma considerável quantidade de arrobas de açúcar por ano.

É graças ao grande desenvolvimento económico, proveniente da intensa actividade açucareira, que a Ponta do Sol vai ser elevada à categoria de Vila, a 2 de Dezembro de 1501, por despacho do Rei D. Manuel I.

Desses tempos áureos ainda nos restam testemunhos, a par de outros mais recentes, que vos propomos percorrer para melhor conhecer.

O concelho da Ponta do Sol possuí, actualmente, três freguesias: Ponta do Sol, sede de concelho, Canhas e Madalena do Mar.

Situado na costa sul da Ilha da Madeira, é limitado a Este pela Ribeira Brava, a Oeste pela Calheta, a Norte por S. Vicente e Porto Moniz e a Sul pelo oceano Atlântico.

Hoje, a localidade percorre a contemporaneidade convivendo com as heranças.

Numa terra virada para o mar, as heranças empurram-nos de encontro a um enredo de patrimónios partilháveis, onde a frescura do mar e a brandura da terra quente, faz descortinar um universo imensurável de habitabilidade. Vale a pena visitar e percorrer os seus caminhos! Vale a pena agir em cidadania na defesa e salvaguarda do seu Património Cultural.

 

 
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Concelho de Porto Moniz

Para um visitante da Madeira um dos poucos lugares incontornáveis é o Porto Moniz. As rotas dos turistas incluem por isso, quase de forma obrigatória, um passeio ao norte da ilha, onde este concelho se localiza.

Mas se são as suas piscinas naturais, brindadas pela beleza do mar, o detalhe mais fotografado, é importante ter em conta que o Porto Moniz é um concelho diversificado, que se estende do mar à serra e ondas as actividades são muitas, desde os passeios a pé nas levadas, pelo campo, em plena floresta Laurissilva, Património Mundial Natural da Humanidade e ainda os banhos, a pesca e as actividades náuticas.

Mas se o tempo estiver de mau humor pode sempre recorrer a uma piscina coberta, aquecida, localizada na vila.

A distância é apenas um aspecto do Porto Moniz. De facto é uma das localidades mais afastadas do Funchal, mas as boas vias de comunicação garantem uma viagem rápida, de apenas 35 minutos até ao centro da principal cidade da Região. O Porto Moniz está por isso a uma distância adequada para o repouso necessário, e suficientemente perto para poder sair e conhecer o resto da ilha.

As infra-estruturas são uma garantia de qualidade e segurança. Os hotéis são modernos e bem equipados. Os espaços de restauração são diversos e com propostas variadas. Os equipamentos públicos são de elevada qualidade e os cuidados de saúde são assegurados por um serviço de urgência que funciona 24 horas por dia.

Locais de interesse

Quando visitar o Porto Moniz, não deixe de visitar o Aquário da Madeira. O áquario está instalado num edifício que constitui uma réplica do forte de São João Baptista, que havia sido erguido no mesmo local como defesa dos habitantes locais contra ataques de piratas. No aquário, terá oportunidade de observar a diversidade de espécies da fauna marinha regional.

O centro de Ciência Viva, com as suas exposições interactivas, merece a sua visita, certamente um ponto de visita obrigatório.

O Teleférico das Achadas da Cruz é igualmente um atractivo local. Responsável pela ligação entre as Achadas da Cruz e o mar, proporciona panorâmicas inesquecíveis.

O Chão da Ribeira, situado num grande vale sobranceiro à freguesia do Seixal, encontra-se envolto por uma riquíssima variedade de plantas e arbustros pertencentes à floresta Laurisilva.

O leito da ribeira encontra-se ocupado por terrenos agrícolas e respectivas casas de alfaias, apresentando um cenário verdadeiramente rural.


PISCINAS NATURAIS


Aberta durante todo o ano

Nadadores salvadores durante todo o ano

Bandeira Azul

Vestiários e balneários durante todo o ano

Snack-bar aberto na estação de verão

Cofres para guarda de pequenos valores

Espreguiçadeiras (aluguer)

Guarda-sóis (aluguer)

Piscina para crianças

3800 Metros quadrados de área de natação

3217 Metros quadrados de área de solários



Teleférico Achadas da Cruz

Um moderno e atraente meio de transporte liga Achadas da Ccruz ao mar e a locais quase inalcansáveis. Uma forma diferente de descobrir a beleza de Porto Moniz, de uma forma confortável e segura. Entre o verde das serras e o azul do mar destacam-se os passeios a pé pelas muitas levadas e veredas.

Venha connosco, descobrir tudo o que temos para si. Desde o montanhismo, à pesca, ao mergulho, à natação, à canoagem, ao surf, aos passeios em BTT ou Todo-o-Terreno turístico.

 

 

Veja mais no site do Município de Porto Moniz
 
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Concelho de Porto Santo

A qualidade desta praia impoluta, a tranquilidade que os visitantes podem usufruir num ambiente calmo e repousante, é completamente oposta àquela que se verifica em destinos semelhantes, turisticamente mais explorados. A juntar a tudo isto, a praia é banhada por um mar de águas calmas e cristalinas, cuja temperatura é agradável em qualquer altura do ano.

Mas não só pelos 9 Km de areal e águas limpas e amenas é famosa a praia do Porto Santo. As qualidades terapêuticas das suas areias são, hoje, um facto cientificamente comprovado que, ano após ano, tem atraído à ilha várias pessoas com problemas dos foros ortopédico e reumático.

O clima é seco e estável, com pouca variação térmica entre as Estações, pelo que é normal fazer praia durante todo o ano.

LOCAIS DE INTERESSE



Cidade do Porto Santo
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Quem visita a cidade do Porto Santo, que durante séculos foi denominada Vila Baleira, logo reconhece no seu sossego e simpatia uma das suas principais qualidades. Ali se conserva a casa onde terá vivido Cristóvão Colombo, a Igreja Matriz e alguns prédios de fachadas sóbrias, mas alegres.

O centro histórico da cidade, recentemente fechado ao trânsito automóvel, os seus jardins e monumentos e um grande anfiteatro ao ar livre, fazem dela, sem dúvida, um espaço bastante aprazível. Os simpáticos cafés e alguns bares ali situados, ladeados de robustas e exóticas palmeiras, oferecem aos habitantes e turistas momentos de convívio e de lazer. E o que aqui se diz é válido tanto para o dia como para a noite.

Museu Cardina
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Sedeado no sítio da Camacha, o Museu Cardina é uma das ofertas culturais mais procuradas por todos aqueles que nos visitam. Este museu etnográfico, inaugurado em 2006, dispõe de um vasto espólio, onde se pode encontrar diferentes tipos de peças e artefactos que retratam o dia-a-dia da população do Porto Santo desde os tempos do povoamento. Os afazeres domésticos, a agricultura, a lavoura, a pesca, os fontanários, os ofícios, de tudo um pouco pode ser visto neste museu, cuja maioria das peças foram concebidas pelo portossantense José Cardina, que é também o proprietário do museu.

Miradouro do Pico do Castelo


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No Pico do Castelo, cujo ponto mais alto atinge os 430 metros, podemos encontrar as ruínas de uma fortaleza do século XVI, na qual se refugiava a população aquando dos ataques de piratas e corsários.

Veredas de pedra ladeadas de pinheiros são o único caminho para se chegar ao seu cume, de onde se desfruta de uma vista sobre quase toda a ilha. Quase no cimo deste pico está o busto de Schiappa de Azevedo, o impulsionador da arborização da montanha que até ao primeiro quartel do século XX fora praticamente despida de árvores.

Miradouro da Portela
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A paisagem que se descobre do Miradouro da Portela é igualmente esplêndida. Esta colina encontra-se a Este da cidade do Porto Santo e guarda alguns velhos moinhos, outrora utilizados para moer o trigo e outros cereais. É também deste ponto que se costuma realizar o espectáculo pirotécnico da passagem de ano.

Miradouro do Pico das Flores

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Deste local, situado na extremidade Oeste da Ilha, podemos ver praticamente todo o Porto Santo. Ao longe, é possível avistar as Ilhas Desertas e a Ilha da Madeira. Adjacente, está o sítio dos Morenos, lugar aprazível onde podem ser realizados piqueniques e outros divertimentos.

Ponta da Calheta
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No Porto Santo é imperioso ver, e estar, na Ponta da Calheta, situada na extremidade Sul da ilha. Um estreito canal separa esta local do Ilhéu de Baixo deixando ver, não raras vezes, os contornos rochosos da vizinha Ilha da Madeira.

Fonte de Areia
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Sobre a costa Norte eleva-se a Fonte de Areia, perto das falésias que dominam a costa rochosa. A grande quantidade de areia ali existente, o que atesta a antiguidade geológica do Porto Santo, muito anterior à da vizinha Madeira, foi o motivo que lhe deu o nome.

Ilhéu de Baixo ou da Cal
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Outrora neste Ilhéu, o maior do Porto Santo, fazia-se a exploração de pedra calcária que depois de extraída era utilizada para o fabrico de cal, material usado no revestimento de edifícios. Fonte de tragédias e de sustento, o Ilhéu da Cal é hoje um dos grandes atractivos naturais da Ilha Dourada, estando mesmo em fase de execução um projecto de exploração turística do local.

Pedreira do Pico da Ana Ferreira
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Impropriamente chamada de Pedreira, esta rara disjunção colunar de basalto forma um conjunto de colunas e disjunções prismáticas de vários metros de altura. Situa-se numa das extremidades do Pica da Ana Ferreira, também, famoso pelas suas grutas.

Zimbralinho
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É um pequeno porto de abrigo de rara beleza, com águas límpidas e sem areia branca. Diz-se ter sido o primeiro local da Ilha pisado pelos navegadores portugueses aquando da sua descoberta em 1418.


Quinta das Palmeiras
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Há vários anos que a Quinta das Palmeiras se impôs como pólo de atracção turística no Porto Santo. Localizada no sítio dos Linhares, numa colina do centro oeste da ilha, este mini-zoo e mini-jardim botânico tem para oferecer aos seus visitantes um vasto número de espécies ornitológicas e vegetais. Ocupando uma área total de 5380 metros quadrados, este luxuriante espaço faz inveja às paisagens porto-santenses, as quais são predominantemente agrestes.

Passeios a pé
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Não sendo muito extensa a Ilha do Porto Santo possui elevações e locais recônditos que proporcionam deslumbrantes passeios pedestres por meio de veredas seguras. Eis alguns dos mais recomendados.


Pico Branco – Terra Chã
4 km de extensão
2 horas
Moledo - Pico do Castelo
4 km de extensão
2 horas
Fonte da Areia
0,5 km de extensão
15 minutos

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ENTRE OUTROS MONUMENTOS, NÃO DEIXE DE VER

Igreja Matriz
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Um dos principais monumentos porto-santenses é a Igreja Matriz (também chamada Igreja de Nossa Senhora da Piedade), situada no Largo do Pelourinho em plena cidade do Porto Santo, a qual, por várias vezes, foi incendiada por piratas e corsários que aportavam na Ilha. Hoje, conserva no seu interior belíssimos altares e telas, da autoria de Martim Conrado e Max Romer, cuja arte prende a atenção de todos os que visitam este templo.

Casa-Museu de Cristóvão Colombo
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Junto à Igreja Matriz encontra-se a Casa, hoje Museu, que consta ter sido a moradia do navegador genovês Cristóvão Colombo, aquando da sua passagem pela Ilha.

Mas as ligações do descobridor das Américas à Ilha não se ficam pela mera especulação, pois é certo que Colombo contraiu matrimónio com Filipa Moniz, filha de Bartolomeu Perestrelo, 1º Capitão Donatário do Porto Santo, o que por si só torna credível a teoria daqueles que defendem que a viagem da descoberta da América teria aqui sido preparada. Dentre diversos objectos de grande interesse, como mapas, instrumentos de navegação e iluminuras, podemos apreciar a sua figura num busto esculpido que se encontra no pátio da casa.

 

Veja mais no site do Município de Porto Santo
 
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Concelho da Ribeira Brava

LOCAIS A VISITAR


" Ribeira Brava, onde o mar vem beijar a vila ... ...onde a estrada se vira e se revira para o oceano tinto de azul celeste."

Guido de Monterey; Madeira e Porto Santo, duas ilhas em contaste; Edição do Autor (1977)


O Forte da Ribeira Brava (Actual Posto de Informações)
Aberto de Segunda à Sexta das 9 as 12 e das 14 as 17. Aos sábados das 9:30 as 17 horas. A defesa da Ilha foi sempre uma das preocupações constantes, tanto por parte dos reis, como dos donatários da ilha. Assim era necessária a defesa da costa perante os inimigos.

Em 1815 há referências sobre a um pequeno forte triangular junto à embocadura da ribeira, e um outro denominado de Forte de S.º Sebastião, que foram ambos arruinados pelo aluvião de 1803 e não restaram vestígios. Um outro forte é o Forte de S.º Bento, que naquela época estava arruinado. Em 1916 adiantavam-se obras para a sua recuperação e embelezamento do hoje Forte da Ribeira Brava. Hoje perfeitamente adaptado ao contexto visual da vila, o forte serve de Posto de Informações.

O Mercado Municipal
Rua Gago Coutinho e Sacadoura Cabral
Situado junto ao Forte, encontramos o Mercado Municipal. A Ribeira Brava desde muito cedo revelou-se um local sobretudo comercial, onde se efectuavam trocas e vendas de Produtos vindos das zonas limítrofes.
Aqui podemos encontrar para além do artesanato regional, os géneros alimentares frescos, resultantes da actividade agrícola e piscatória regional.


A Igreja Matriz da Ribeira Brava
Rua do Visconde
Subindo a rua do Visconde encontramos a Igreja Matriz. Tendo com orago a S.º Bento, a Igreja é dotada de um portal de três arquivoltas góticas, dotados de capiteis historiados, praticamente sem paralelo na ilha. A sua construção data do Séc. XVI, sendo modificada através dos séculos até chegar ao edifício actual.
No seu interior, a igreja possui três altares principais: o altar-mor e outros dois laterais. A capela-mor é denominada por um magnifico retábulo de talha dourada e policromada dos finais do séc. XVII, atribuído à oficina da Manuel Pereira de Almeida, igualmente responsável pelos outros dois altares.
Poderá encontrar também no conjunto interessantes de imagens, uma imagem monumental da Nossa Senhora do Rosário, de produção flamenga, talvez das oficinas da Antuérpia, datável de cerca de 1520. A matriz ainda possui uma magnifica tábua atribuída ao pintor flamengo, Francisco Henriques, representando Nossa Senhora. S.º Bento e S.º Bernardo.
No seu interior podemos encontrar trabalhos manuelinos como os capiteis, o púlpito da Matriz e a pia baptismal (oferta de D. Manuel I).

Núcleo de Pratas
Rua do Visconde
A cruz processional, datada de 1584 é atribuída a Marcos Agostinho sendo uma das grandes peças, entre outras atribuídas ao mesmo autor que se pode ver neste pequeno núcleo.
Num espólio de 66 peças, existem castiçais em prata, coroas, varas, galhetas, cálices, caldeirinhas e outro materiais em prata datados do séc. XVI, XVII.


Câmara Municipal
Rua do Visconde ou Rua dos Camachos
Ao lado da Igreja podemos encontrar a antiga moradia do fundador do Concelho, o Visconde da Ribeira Brava, Francisco Correia Herédia.
A Câmara Municipal possui no seu interior um magnifico jardim, com inúmeras espécies naturais. É um local ideal para um pequeno passeio acompanhado pela beleza da natureza.


Museu Etnográfico da Madeira
Rua de S.º Francisco, 24, Ribeira Brava
Terças aos Domingos das 10:00 12:00 e das 14:00 as 18:00

Subindo a Rua do Visconde e pela rua de S.º Francisco encontrá a antiga capela e solar de S.º José. O edifício do actual Museu Etnográfico da Madeira era moradia do Capitão Luís Gonçalves da Silva.
Anos mais tarde o velho solar foi convertido em uma unidade industrial, com um engenho de moer canas, de tracção animal, e um alambique de destilação (alguns destes elementos ainda estão visíveis no interior do museu). O engenho sofreu diversos melhoramentos na década de 60, designadamente a utilização da energia hidráulica .
No ano de 1983, o Governo Regional decidiu instalar o museu etnográfico da Madeira neste local. Hoje já restruturado é palco de várias exposições temporárias e permanentes com temas relacionados com a cultura madeirense.


Farol
Junto à Entrada do Tunel para o Caís
Acabada a visita do núcleo, é altura de regressar. Nesta altura aproveite a paisagem do passeio junto ao caudal da ribeira não esquecendo de observar a ponte velha.
Chegados à marginal junto ao mar prossiga a caminhada em direcção ao farol, onde poderá vislumbrar a magnifica vista sobre o mar e a vila.

Caís
Atravessando o túnel, encontra-se o caís onde poderá visualizar mais uma vez as magnificas paisagens da Madeira. Devido à difícil orografia da Madeira, cedo o mar se tornou a via utilizada para transportar os géneros produzidos no meio rural com destino ao Funchal inclusive produtos vindos do norte da ilha. A Ribeira Brava era, ao mesmo tempo, um lugar de passagem dos que cruzavam a ilha pela costa, daqueles que iam para do Sul para o Norte, e ainda daqueles que cá chegavam de barco e seguiam o restante a pé. Assim o porto tornou-se o ponto fulcral dessa comunicação.


Miradouro de Sº Sebastião
Estrada Regional 101 - Direcção Ribeira Brava - Funchal
Situada entre um vale, a ribeira brava, possui um magnifico miradouro, de onde se pode observar desde a extensão de toda a vila, bem como a costa marítima, obtendo-se deste local magnificas paisagens.



Igreja de São Bento

Não se sabe ao certo a data da fundação da antiga capela de São Bento, que foi a sede da paróquia e da colegiada, devendo a sua existência remontar ao segundo quartel do século XV. Esta capela sofreu varias alterações e reparos até que se construiu a actual igreja paroquial. É um dos mais antigos templos rurais desta diocese, tendo passado por diversos acrescentos e modificações, mas a sua primeira edificação não deve ser posterior à segunda metade do século XVI.

No entanto, numa análise sobre a igreja hoje existente, chega-se à conclusão de ter sido um pequeno templo com um interessante portal pré-manuelino, em princípio, hoje colocado como portal da capela do Santíssimo. Trata-se de um portal de três arquivoltas góticas, dotados de capitéis historiados, praticamente sem paralelo na ilha. Por outro lado, podemos atribuir a essa pequena escola manuelina os trabalhos da pia baptismal e do púlpito da matriz, havendo, na inscrição da pia, a indicação de ser oferta do rei D. Manuel I.

Tendo com orago a S. Bento, a Igreja é dotada de um portal de três arquivoltas góticas, dotados de capitéis historiados, praticamente sem paralelo na ilha. A sua construção data do Séc. XVI, sendo modificada através dos séculos até chegar ao edifício actual.

No seu interior, a igreja possui três altares principais: o altar-mor e outros dois laterais. A capela-mor é denominada por um magnífico retábulo de talha dourada e policromada dos finais do séc. XVII, atribuído à oficina da Manuel Pereira de Almeida, igualmente responsável pelos outros dois altares.

Poderá encontrar também no conjunto interessante de imagens, uma imagem monumental da Nossa Senhora do Rosário, de produção flamenga, talvez das oficinas da Antuérpia, datada de cerca de 1520. A matriz ainda possui uma magnífica tábua atribuída ao pintor flamengo, Francisco Henriques, representando Nossa Senhora. S. Bento e S. Bernardo.

No seu interior podemos encontrar trabalhos manuelinos como os capitéis, o púlpito da Matriz e a pia baptismal (oferta de D. Manuel I), bem com de um pequeno núcleo possuindo um espólio de 66 peças, no qual existem castiçais em prata, coroas, varas, galhetas, cálices, caldeirinhas e outros materiais em prata datados do séc. XVI, XVII.


 

 
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Concelho de Santa Cruz

Situado na costa sul da Região Autónoma da Madeira, o Concelho de Santa Cruz, com uma área de 95,9 Km2, incluindo as Ilhas Desertas, que se impõem em frente no seu horizonte, compreende cinco freguesias: Santa Cruz (sede do Município) e Caniço localizadas no Litoral, Gaula, Camacha e Santo António da Serra, situadas no Interior.

O número de habitantes, segundo os dados dos Censos 2001 é de cerca de 30 mil habitantes.

O Município de Santa Cruz, tem evidenciado nos últimos anos, um elevado dinamismo, que se materializa no acréscimo demográfico e económico, a par das grandes potencialidades ao nível turístico e da oferta de um variado leque de atracções que se estende desde os seus aspectos históricos e culturais, aos seus recursos naturais e paisagísticos, entre os quais, destaque para a orla marítima e algumas áreas florestais ao interior, que transforma-o hoje, num Concelho de referência.

Assumindo um ciclo de investimentos que ultrapassam as meras exigências básicas, a sua afirmação no contexto regional como um pólo de desenvolvimento próspero e de inovação que aposta na qualidade, tem sido feita, ano após ano, através do empenho e rigor dos trabalhos realizados no Concelho por gestão camarária, aos mais diversos domínios.

Condensar neste curto espaço todo o desenvolvimento autárquico concretizado, é impraticável, mas, numa retrospectiva, apontaremos as estratégias de actuação em que apostámos para que se atingisse um Concelho em que se vive avanços ao nível da qualidade de vida.

No que concerne à renovação, reabilitação e requalificação do Município, o ritmo de realizações é inquestionável, pela revitalização dos espaços verdes (parques, jardins, novo equipamento urbano), pelas novas acessibilidades (arruamentos e caminhos municipais), pelo trabalho empreendido no sector da Educação, da Cultura, da Acção Social, da Habitação, do Ambiente e do Desporto, sendo que a área do Recreio e Lazer traduzem alguns desses importantes saltos qualitativos, no Município bem como na qualificação da sua orla marítima. De acrescentar que temos vindo também a assumir um grande volume de investimentos em Infra-estruturas de saneamento básico e de água potável, em todas as freguesias, incluindo as zonas mais altas do Concelho. Redimensionar alguns sectores da rede de saneamento básico e continuar a instalar outros, para que se atinja a totalidade do território saneado e em funcionamento pleno no Município de Santa Cruz, tem sido o objectivo da Câmara Municipal.

 

Veja mais no site da Câmara Municipal de Santa Cruz
 
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Entre outras actividades podemos sugerir as Caminhadas a Pé...

Fajã da Nogueira

A Fajã da Nogueira é uma das áreas extremamente belas que a Madeira guarda no seu interior. Este percurso tem o seu início no Ribeiro Frio, na levada que nos leva em direcção aos Balcões.
Neste percuso, com as condições climatéricas razoáveis, podemos observar grande parte da cordilheira central da Ilha, belo vale da Ribeira da Metade e maciço rochoso da Penha D´Águia mergulhando no grande Atlântico, que completa o grandioso panorama geológico que o miradouro dos balcões nos oferece.
Continuando pela mesma levada da Serra do Faial, poderá chegar à Central Hidroeléctrica da Fajã da Nogueira ou, cerca de 500 metros depois dos Balcões poderá deixar a levada e descer para uma estreita vereda, por entre tis, faias, paus brancos, urzes, folhados e bastantes carvalhos, atingirá, ao fim de uma hora uma pequena casa à beira do caminho que nos leva até a central.
Para poder regressar, deverá descer o caminho em terra até a Ponte da Ribeira da Metade e ai sim terá facilidade em apanhar transporte público.

Informações úteís:
Extensão: 14Km (aproximadamente)Ribeiro Frio-Balcões-Central da Hidroeléctrica da Fajã da Nogueira- Estrada Regional (Cruzinhas);
Tempo: 8 horas;
Grau de Perigosidade: Moderado - recomendado a Adultos;
Equipamento adequado: Botas de montanha, Impermeável, Mochila, Bordão.
Natureza do piso: Descida com piso coberto de folhas de loureiro, o que o torna deveras escorregadio. O restante piso é regular.

Flora: Plantas endémicas: Vaccinium Padifolium (Uveira da Serra),
Plantas indígenas: Laurus Azorica (Loureiro);
Ocotea Foetens (Til);
Myrica Faya (Faias das Ilhas), etc...

Fauna:Buteo Buteo Harteti (Manta);
Columba Trocaz (Pombo Trocaz);
Motacilla Cinerea Schumitzi (Lavandeira);
Rugulus Ignicapillus Madeirensis (Bis bis), etc....


Ribeiro Frio-Portela
Este percurso pode ser feito sem riscos por qualquer pessoa, também ele realizado na levada da Serra do Faial, desde o Ribeiro Frio até ao miradouro da Portela. A maior parte do percurso está protegida por varandas e sebes naturais.
Neste percurso, poderá saborear a grandiosidade do relevo e as delicadas formas de seres vivos, o passeio na levada da serra do Faial permite, também, constatar quão difícil foi a abertura dos canais para transporte de água desde as nascentes da vertente norte até as terras sequiosas do Litoral Sul.
O percurso desde a Levada do Ribeiro Frio até à divisória das águas é praticamente plano, daqui até à portela é sempre a descer mas muito acentuado. Cerca de 200 metros abaixo, há o posto florestal dos Lamaceiros e depois é só seguir as indicações até ao miradouro da Portela. No entanto, pode optar por ir para Santo da Serra, e logo mais abaixo tem ainda a possbilidade de escolher a descida para a Referta no Porto da Cruz.


Informações úteís:
Extensão: 10Km (aproximadamente)Ribeiro Frio-Posto Florestal dos Lamaceiros-Portela;
Tempo: 4 horas;
Grau de Perigosidade: Moderado - recomendado a Adultos;
Equipamento adequado: Botas de montanha, Impermeável, Mochila, Bordão.
Natureza do piso: Descida para a portela acentuada e não oferece qualquer perigo.


Flora: Plantas endémicas: Vaccinium Padifolium (Uveira da Serra),
Plantas indígenas: Laurus Azorica (Loureiro);
Ocotea Foetens (Til);
Myrica Faya (Faias das Ilhas), etc...

Fauna:Columba Trocaz (Pombo Trocaz);
Motacilla Cinerea Schumitzi (Lavandeira);
Rugulus Ignicapillus Madeirensis (Bis bis), etc....

Pico Ruivo-Encumeada
Deixando o carro na Achada do Teixeira, e antes de iniciar o percurso em direcção ao Pico Ruivo, convidamos a ver, a bonita e fantástica elevação basáltica que resistiu à força erosiva das águas de escorrência, chamada o “Homem em Pé”.
Subindo em direcção ao seu destino, poderá apreciar as bacias de recepção da Ribeira de São Jorge, a poente, e da Ribeira Seca do Faial, a nascente, ao cabo de uma hora chega-se a casa de Abrigo do Pico Ruivo, construída em 1939.

Já no Pico Ruivo podemos apreciar o que de grandioso a Natureza apresenta, só por si justificando esta visita. À nossa volta podemos avistar o extremo da Ponta de São Lourenço, o planalto do Paul da Serra, o Pico da Torres, o Pico do Areeiro e o recorte do Porto Santo, caso o nevoeiro não pregue a partida. Continuando em direcção à Encumeada, logo que começa a descida, pode-se ver lá no fundo os sítios: Curral de Cima, Fajã dos Cardos. Só bastante mais à frente se avistará a Achada do Curral com igreja e as casas agrupadas à sua volta. Entretanto, vão passando sem dar-se de conta os quilómetros. A atenção divide-se entre as formas grandiosas do esqueleto vulcânico da ilha e os pequenos elementos da sua epiderme vegetal.
Centenas de Orquídeas da Serra, manchas de Estreleiras de flores brancas e os Massarocos de inflorescência lilases decoram os paredões rochosos, enquanto o chão da vereda se atapeta com o aromático Alecrim da Serra de flores brancas e cor-de-rosa.
A biodiversidade de espécies que nos extremos deste caminho habitam é de uma riqueza inquestionável.

Informações úteis:
Extensão: 18Km - Achada do Teixeira-Pico Ruivo(3 km) -Encumeada (+16km);
Tempo: 8 horas;
Grau de Perigosidade: Acidentado - recomendado a Adultos;
Equipamento adequado: Agasalhos quentes, Botas de montanha, Impermeável, Mochila, Bordão, e é conviniente levar água, porque entre o Pico Ruivo e Encumeada só existe uma pequena fonte.
Natureza do piso: Desde da Achada do Teixeira até ao Pico Ruivo é muito bom e mesmo apreciando a paisagem não se gasta 1 hora (3km).
Do Pico Ruivo à Encumeada são aproximadamente 16 km, com mais descidas do que subidas(1850 metros-1000 metros). Logo no ínicio da descida o troço tem o piso de areão onde é preciso bastante cuidado, depois o piso melhora, mas nunca esquecendo as pedras soltas na vereda que podem causar alguma supresa.
A parte mais difícil do percurso é a comprida e íngreme subida desde as Torrinhas até ao cimo do Pico Jorge.

Flora: Plantas endémicas: Clethra Arborea (folhado);

Plantas indígenas: Laurus Azorica (Loureiro);
Ocotea foetens (Til);
Myrica faya (Faias das Ilhas), etc...

Fauna:Columba Trocaz (Pombo Trocaz);
Motacilla Cinerea Schumitzi (Lavandeira);
Rugulus Ignicapillus Madeirensis (Bis bis), etc....



 

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GRUTAS

As grutas proporcionam uma visita muito bem organizada, com uma duração de cerca de 30 minutos, devidamente conduzida por guias especializadas. A visita suplementa a monotonia repetitiva de uma pouco diversificada oferta visual, com a criação de um percurso misterioso, adequadamente iluminado, referenciando-o com música bem escolhida e uma certa iluminação com arquitecturas mágicas e, principalmente, com o imaginário telúrico do Centro da Terra.

Por outro lado, a existência de pequenos lagos de água transparente e de algumas câmaras mais vastas muito bem integradas no circuito expositivo proporcionam imagens muito belas e permitem associar sempre às grutas, à força e ao mistério da Natureza e, neste caso, à convulsão vulcânica que deu origem à Ilha da Madeira.

As grutas de São Vicente formaram-se a partir de uma erupção vulcânica há 890 mil anos atrás, no Paul da Serra, que veio descendo até o mar, a parte exterior ficou exposta a temperaturas mais baixas que solidificou rapidamente, enquanto que por dentro a lava continuava a correr com muitos gases, formando assim uma série de tubos de lava, que constituem as grutas de São Vicente, onde é possível caminhar sobre eles. Este conjunto de oito "túneis vulcânicos" apresenta um desenvolvimento total de mai s de 1000 metros de comprimento, cuja altura máxima varia ente 5 a 6 metros, e é o maior que se conhece, até agora, na Ilha da Madeira.

As marcas deixadas pela actividade vulcânica do último período eruptivo extinta há milénios, onde a lava em fusão atingia a temperatura de 1200ºC, podem ser constatadas ao longo de aproximadamente 700 metros de percurso subterrâneo que resultou da escavação, para dar acesso aos vários tubos ou canais naturais que constituem os 1000 metros. Esta escavação ocasionou um desnível máximo de cerca de 19 metros em relação à entrada.

Divulgadas pela primeira vez em 1885, pela população local, cuja curiosidade foi despertada através da sua abertura. Maravilhados com o que encontraram, rapidamente espalharam a sua descoberta e mereceram um estudo pelo inglês James Yates Jonhson e a elaboração de um projecto integrado para o seu aproveitamento.

Inauguradas a 1 de Outubro de 1996, são as primeiras grutas de génese vulcânica abertas ao público em Portugal.

Visita às Grutas de São Vicente - Uma Viagem ao Interior da Terra

Constituídas por três galerias, sendo a maior a galeria denominada de Lago dos Desejos, os visitantes desfrutam de um espectáculo deslumbrante numa viagem ao interior da Terra, onde podem observar-se as estalactites vulcânicas, as escorrências de lava denominadas por pingos de lava, as acumulações de lava ou “bolo de lava” (representa o fim de uma corrente de lava lenta) e o “bloco errante", uma rocha que é transportada pela lava, mas que devido às suas dimensões e a temperatura relativamente baixa ficou preso no interior de um dos tubos lávicos. Nesta vista é ainda possível ver alguns dos muitos aspectos que a lava pode ter uma vez derramada à superfície, como seja a lava encordoada e lava escoriácea. No decorrer do percurso, as plantas dão o ar da sua graça, sobretudo os fetos, que não tiveram qualquer intervenção humana, mas quer o ar, quer a água e mesmo os próprios visitantes são os possíveis transportadores dessas “sementes” que, uma vez na presença de luz, desencadeiam o processo de fotossíntese, processo este fundamental para o desenvolvimento das plantas. A água que nos acompanha ao longo de toda a visita é proveniente de nascentes. A sua temperatura varia entre os 12 e 13ºC e pode ser consumida. A temperatura ambiente ao longo do percurso é constante e ronda os 16 a 17ºC.

As Grutas constituem assim, um elemento que torna única a sua visita a este Concelho. Visitar as grutas de São Vicente é fazer uma autêntica viagem ao interior da terra e tomar conhecimento da sua dinâmica e beleza.

Inauguradas a 1 de Outubro de 1996, são as primeiras grutas de génese vulcânica abertas ao público em Portugal.

Na ligação entre as Grutas e o Centro de Vulcanismo, os visitantes podem deslumbrar-se com o espectacular espelho de água que está sobre o Centro de Vulcanismo, seguindo-se um corredor que nos leva ao interior do mesmo.

CENTRO DE VULCANOLOGIA

O Centro do Vulcanismo está localizado junto às Grutas de São Vicente, na falésia do lado oposto à Ribeira de São Vicente numa encantadora Vila da Costa Norte da Madeira, no fundo do vale, onde se iniciou a formação da Ilha. Alia a cultura e o conhecimento ao lazer e à animação, num pavilhão que permite que os cerca de 90 visitantes possam assistir, de uma forma pedagógica e lúdica, aos espectáculos audiovisuais que fazem a recriação da evolução geológica das grutas, à erupção dum vulcão e ainda à simulação do nascimento do Arquipélago da Madeira. Este espaço pretende, assim, complementar a visita às Grutas, explicando-as enquanto exemplo de formação geológica da Madeira, e difundir informação técnica e científica enquanto centro agregador deste conhecimento. O Jardim com predominância das plantas endémicas, percorrido por uma série de percursos pedonais, onde os elementos florestais e os cursos de água se compatibilizam em harmonia, procuram fazer uma homenagem à água e à vida.

Visita ao Pavilhão do Centro de Vulcanismo

Constituído por 3 salas e um elevador simulador, tem capacidade para cerca de 90 pessoas em simultâneo, com uma dimensão de 12 metros de comprimento por 7 metros de altura e 10 de largura.

Na primeira sala do Pavilhão – Os Vulcões os Dragões da Terra, encontra-se uma exposição composta por painéis ilustrativos e informativos, tendo em vista a divulgação e valorização dos processos geológicos, dos célebres da vulcanologia, dos tipos de erupções vulcânicas, da localização mundial da actividade vulcânica através de um mapa mundo, dos mitos, das crenças, do poder de criação e destruição de um vulcão.

Em relação ao célebres da vulcanologia, Gaspar Frutuoso foi considerado um dos primeiros vulcanólogos do mundo civilizado no século XVI, já no século XX, foram Zbyzewski, José Agostinho, Mendonça Dias, etc. No entanto, os vulcões sempre fascinaram os grandes filósofos gregos, como Heraclito, Pitágoras, Platão, Aristóteles, Empédocles e Plínio, sendo estes considerados os Pais da Vulcanologia. O jesuíta alemão Kircher, Déodat de Gratet de Dolomieu e Lord Hamilton, foram considerados os percursores da Vulcanologia no século XVIII e o vulcanólogo Francês Alfred Lacroix no século XX, por ter investigado a erupção na Montanha Pelada, em Martinica, que provocou uma “nuvem ardente” devastadora. Saber sobre os vulcanólogos Contemporâneos (Haroun Tazzief e o casal francês Maurice e Katia Krafft) é também possível nesta sala.

A constituição e os tipos de erupções vulcânicas como seja o Havaiana, Stromboliana, Pliniana e Vulcaniana; os vulcões como fontes de vida, as erupções históricas (Pompeia em vinte e quatro de Agosto de 1979, Pinatubo nas Filipinas em quinze de Junho de 1991, entre outras); o poder de criação e destruição que têm os vulcões; os benefícios para o homem a nível da saúde (fontes termais) e como fonte de energia (Central da Ribeira Grande em São Miguel); na produção de geoprodutos (enxofre, bórax, rochas ígneas e pedras preciosas como o diamante, quartzo, feldspato e ao olivina) e o fenómeno do Vulcão dos Capelinhos na Ilha do Faial, a 27 de Setembro de 1957, são temas que estão muito bem evidenciados nesta sala. Sala esta que desvenda e permite ver de perto toda a actividade vulcânica mundial representada num mapa mundo. A mitologia e as crenças destes fenómenos são também temas que não faltam nesta visita como seja a Hekla considerada a Porta dos Infernos na Islândia; o Hefesto, Deus do Fogo na Grécia; O Pele, a Deusa do Fogo no Havai; o Lengai, o Dono da Vida e da Morte na África; o Castigo de Bromo na Indonésia e o Fujiama, o Protector no Japão. Ver e conhecer de perto o material projecto por um vulcão é também possível nesta sala, com a exposição de cinzas, lapilli, pedra-pomes, lava encordoada, disjunção colunar, obsidiana, etc.

Saber sobre a Origem e a Evolução do Sistema Solar e da Terra, só é possível se atravessarmos o Túnel do Tempo situado no Pavilhão, onde explica todo este processo ocorrido há cerca de 4550 milhões de anos. Este Túnel leva-nos a uma segunda sala onde a Origem e a Evolução do Arquipélago da Madeira está particularmente bem evidenciado, onde proporciona a realização de um espectáculo audiovisual com duração de 10 minutos, que, de uma forma pedagógica e lúdica, explica a forma do nascimento da Terra, nomeadamente das Ilhas da Madeira, Porto Santo, Desertas e Selvagens, resultantes da recriação de erupções vulcânicas. O espectáculo pretende ser complementar à visita das Grutas, explicando-as enquanto exemplo da geologia da Madeira.

O longo processo evolutivo, que deu lugar à extraordinária variedade de seres vivos que constituem a flora e a fauna madeirense que hoje povoam, reforça o atractivo natural e o valor ecológico desta Terra é demonstrado através de painéis devidamente elaborados ao pormenor, onde é possível observar as jóias nativas, como o Pombo trocaz (Columba trocaz H.), o Bis-bis (Regulus ignicapillus madeirensis H.), o Tentilão (Fringilla coelebs madeirensis S.), a lesma (Phaenacolimax madeirovitrina ruivensis), um molusco gastrópode terrestre que usa a sua língua serrada para cortar os alimentos, a lagartixa (Lacerta dugesii M.) e ainda espécies endémicas de insectos caracterizam um ecossistema insular atípico e por isso ainda mais interessante. Em relação à flora, apenas estão expostas as árvores predominantes da Laurissilva como, o Loureiro (Laurus azorica S.), o Til (Ocotea foetens Ait.), o Vinhático (Persea indica L.) e o Barbusano (Appollonias barbujana ssp. barbujana Cav.). Em suma, não é só um tesouro natural de grande valor ecológico, mas também um belo e surpreendente mosaico onde a vida adopta formas que não se encontram em nenhum outro lugar do mundo e a sua importância económica-social, quer no regime hidrológico da Ilha, quer na sua valorização paisagística, já tiveram reconhecimento internacional, de que resultam as honrosas classificações de Reserva Biogenética do Conselho da Europa em 1992 e de Património Mundial Natural sob a égide UNESCO em 1999.

Conhecer ao pormenor e ver de perto as magníficas paisagens do Vale de São Vicente que proporcionam um vista esplendorosa sobre o mar e sobre terra, descobrir onde se encontram as mais antigas formações da ilha (sítio dos Lameiros), que emergiram há mais de 5 milhões de anos é agora possível através de uma maqueta (1/2400) do Vale de São Vicente presente no Centro de Vulcanismo.

A terceira sala do Pavilhão permite-nos conhecer a enorme riqueza natural do Arquipélago da Madeira, que só é comparável à sua beleza - as Reservas Naturais da Ilha da Madeira como seja, a Reserva Natural das Ilhas Desertas, a Reserva Natural das Ilhas Selvagens, a Reserva Natural do Garajau, a Reserva Natural da Rocha do Navio e a Floresta Laurissilva estão muito bem conseguidas através de uma projecção audiovisual, cujo objectivo é aprender, conhecer e preservá-las.

Quem nunca desejou descobrir o que está para além da superfície terrestre? Agora é possível dar largas ao espírito aventureiro e ir até onde ninguém se atreveu a ir até hoje e sentir o pulsar das profundezas da Ilha numa fantástica viagem ao interior da Terra. Atingir o núcleo da Terra só é possível através da descida simulada do elevador, que proporciona ao visitante o atravessamento de um tubo de lava incandescente. Chegado ao núcleo da Terra, constituído essencialmente por ferro, níquel e alguns sulfuretos, é possível verificar as diferentes reacções que o constituem através de um jogo de espelhos. Todo este percurso pretende simular uma distância de 3000 km, que pretende caracterizar as diferentes unidades terrestres: a Crosta (superfície da Terra), o Manto e o Núcleo.

A visita ao Pavilhão de Vulcanismo termina com uma projecção audiovisual muito bem concebida, onde estão recriados todos os passos necessários para o entendimento das próprias Grutas. A recriação desta espectacular e moderna projecção contempla os seguintes momentos: o Big Bang; a Formação do Universo; a Formação da Terra; os Oceanos; os Vulcões; a Ilha; a Água; os Seres Vivos, a Vida e a Madeira de hoje.

A visita ao Centro de Vulcanismo termina com a vista para o grande jardim das plantas endémicas.

MIRADOUROS
Para um concelho que é todo ele um autêntico regalo à vista, os pontos panorâmicos podem proporcionar verdadeiros momentos de contemplação que nos despertam sentimentos por vezes esquecidos. Desde a Encumeada, Bica da Cana, Boca das Voltas e a partir de inúmeros pontos por todo o concelho, é possível desfrutar de excelentes panorâmicas sobre os vales e vertentes que caracterizam o concelho de São Vicente.

Venha deslumbrar-se com as nossas paisagens...
Caramujo
Cardais
Chão dos Louros
Encumeada
Fajã do Amo
Feiteiras
Lombada
Lombadinha
Lombo Garcês
Passo
Pico
Quebradas
Santinha
Terra-Chã
Vista do Bom-Jesus

 

 
 
 
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