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ALVAIÁZERE ÍLHAVO PENACOVA
ANADIA LEIRIA PENELA
ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
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Concelho de Águeda
História

Águeda, sede de concelho desde 1834 e cidade desde 1985, deve a sua fundação aos celtas, Túrdulos e Gregos remontando ao ano de 370 Ac.

A antiguidade da ocupação desta região é revelada por diversos monumentos megalíticos e pelo Cabeço do Vouga, importante estação arqueológica localizada junto do trajecto da via militar romana de Olissipo a Bracara.

No século XI, Águeda é um burgo próspero, com um comércio desenvolvido e o seu porto movimentado, abastecendo-se a si e às populações vizinhas de além Alcoba (hoje Caramulo). É referida, em documentos de 1050 e 1077, tanto pelo seu nome primitivo Casal Lousado (lat. Casal Lousato) como pelo seu nome próprio latinizado Anegia, Agatha e Ágada.

Á gueda não teve foral na Idade Média, ao contrário de outras povoações vizinhas, por ser terra reguenga e couto dos mosteiros de Lorvão e Vacariça.

Á gueda era ponto de apoio dos caminhos de Santiago. Na sua albergaria ter-se-á recolhido em 1325 a Rainha Santa Isabel, quando se dirigia em peregrinação para Santiago de Compostela.

Em 1834, Águeda ascende à categoria de sede de concelho, por consequência da revolução liberal dando-se uma reforma administrativa devido à sua capital importância na estratégia político-militar da resistência, à 2ª invasão francesa, pois possuía um hospital militar que socorria os feridos provenientes das batalhas. Desde que foi elevada à categoria de concelho, Águeda começou a ter uma vida política bastante movimentada, mas foi sempre muito bem representada por nomes influentes da terra.

No dia 8 de Julho de 1985, a vila de Águeda é elevada à categoria de cidade.

Á gueda actua como fronteira entre o mar e a serra devido à sua privilegiada situação geográfica, sendo servida por vias rodoviárias e ferroviárias de fácil acesso.

Hoje, Águeda é uma cidade em franco desenvolvimento económico e social, sendo uma das cidades mais industrializadas do pais.




(Veja tambem em Câmara Municipal de Águeda)

 
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Concelho de Albergaria-a-Velha

Locais de Interesse

Pateira de Frossos

A Pateira de Frossos é um espelho de água que se forma nos terrenos baixos do Vouga e que esconde imensos encantos. Entra-se por caminhos de terra batida, atravessando as pastagens verdejantes, que acompanham o rio até à foz. Durante o percurso é possível observar algumas aves, tais como cegonhas ou garças, que por aí vagueiam, bem como vacas e cavalos que, ora se alimentam, ora repousam ao sol. É um local muito agradável para piqueniques e para jogos, como o futebol ou o jogo da malha... E há mesmo quem leve a toalha de praia e o guarda-sol e passe a tarde longe da confusão!


Nossa Senhora do Socorro

A Capela de Nossa Senhora do Socorro foi erguida em 1856 como forma de agradecimento pela protecção da Virgem durante um grande surto de cólera no concelho de Albergaria-a-Velha. Hoje em dia, a grande fama dos milagres desta Santa atrai para o Monte muitos visitantes que vêm de diversos sítios para agradecer à Consoladora dos Aflitos a sua celestial protecção. Do alto do Monte, o ar é puro e a paisagem circundante é deslumbrante. O ambiente é de calma e silêncio, à excepção do terceiro Domingo de Agosto, pois nesta data, todos os caminhos vão dar à ermida para a celebração da Festa da Nossa Senhora do Socorro. Neste dia, os romeiros sobem a encosta com as suas famílias e amigos, levam o farnel para o almoço e aproveitam a ocasião para agradecer à Santa, participando na missa e procissão solene.

Rio Vouga

O Rio Vouga é um dos rios portugueses mais importantes, sendo admirado pela variedade de paisagens que forma ao longo do seu curso de cerca de 140 km. Nasce na Serra da Lapa (Distrito de Viseu), a uma altitude de 950 metros e corre no sentido geral Este-Oeste até desaguar perto do Oceano Atlântico no famoso acidente lagunar denominado “Ria de Aveiro”. Em Albergaria-a-Velha, o Vouga flúi devagar e sereno. Nos vários parques ribeirinhos, pode-se praticar actividade física, conviver com amigos à volta de um belo piquenique ou simplesmente contemplar a serena paisagem.

 
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Concelho de Alcobaça
Geologia

No Concelho de Alcobaça afloram essencialmente rochas sedimentares, como calcários, margas, arenitos e argilas, podendo também ser observado um afloramento de brechas vulcânicas.

Extracto das Cartas Geológicas de Portugal, escala 1:50000, Folhas 22-D (Marinha Grande), 26-B (Alcobaça), 27-A (Vila Nova de Ourém) e 26-D (Caldas da Rainha), dos Serviços Geológicos de Portugal, Direcção-Geral de Minas e Serviços Geológicos.

Em termos litológicos podem delimitar-se várias áreas onde afloram nomeadamente:
Aluviões ocorrem ao longo das principais linhas de água e são formadas por areias e pequenos seixos rolados. A sua extensão lateral está directamente relacionada com o grau de encaixe das linhas de água, correspondendo geralmente ao leito de cheias destas. Estas formações são facilmente reconhecidas por se encontrarem nas zonas baixas e serem frequentemente ocupadas por culturas agrícolas.
Areias de praia correspondem aos depósitos arenosos que preenchem uma estreita faixa litoral mais ou menos contínua, com pequenas interrupções, entre a Praia de Água de Madeiros e a Praia da Falca, Praia do Salgado, Praia da Gralha e Praia de S. Martinho do Porto.
Dunas e areias de dunas são compostas por areias de granulometria fina. Localizam-se no Norte do Concelho, com uma extensão que atinge os 5 km de largura, entre o litoral e o paralelo de Pataias (zona de pinhal) e mais a Sul, com menor expressão, em torno da “concha” de S. Martinho do Porto.
Complexo essencialmente arenoso, com alguns seixos e raras bancadas de calcário gresoso e conglomerados do Pliocénico. Encontra-se nas zonas baixas de Alfeizerão e de Cela Velha e na área de Alpedriz e Pisões.
Complexos greso-argiloso com intercalações calcárias datados do Miocénico, Oligocénico, Eocénico e Cretácico que constituem o núcleo do sinclinal Alpedriz-Porto Carro, aflorando também nas arribas das praias de Mina, Vale Furado e Légua;
Complexo de grés e argilas, do Jurássico Superior, corresponde à formação com maior expressão no Concelho. Estende-se de forma contínua entre Maiorga, Benedita, Casal Pardo e Évora de Alcobaça e reconhece-se pela topografia mais acidentada.
Calcários compactos e margas, datados do Jurássico, encontram-se na Serra dos Candeeiros e na Serra dos Mangues e na faixa de Ataíja de Cima até Venda das Raparigas. Nesta formação encontram-se diversas cavidades cársicas e registos paleontológicos.

Lagoa de Pataias

A lagoa de Pataias localiza-se na Zona Norte do Concelho de Alcobaça, freguesia de Pataias.

É uma zona húmida que surge no meio da vasta área de pinhal bravo que ocupa esta região do litoral Português e, portanto, é ocupada por Fauna e Flora distintas de toda a envolvente.

Face a usos indevidos no passado, a água encontra-se poluída por nutrientes que promovem o crescimento excessivo de matéria vegetal com consequente falta de oxigénio na água (Eutroficação). A Eutroficação é típica das zonas húmidas interiores e, normalmente, conduz à sua mutação para ecossistemas terrestres. Neste caso concreto, o processo foi acelerado pela acção antrópica.

A dependência exclusiva da precipitação, juntamente com a situação de seca extrema em 2005, culminaram na evaporação de toda a água, uma situação que não sucedia desde 1944. Para além do desaparecimento da ictiofauna, a falta de água criou pressões enormes em outros grupos como os anfíbios, mamíferos e aves, em termos de alterações do habitat, indisponibilidade de água e/ou de alimento. Os nutrientes presentes na água acumularam-se nos sedimentos do fundo: estes, juntamente com grandes extensões de macrófitas aquáticas, foram removidos mecanicamente de forma a evitar que, após outra época de chuvas, a qualidade da água voltasse a piorar.

Após um Inverno chuvoso, a cota da lagoa recuperou ao ponto de poderem equacionar-se os repovoamentos com ruivacos: estes peixes, outrora muito comuns na lagoa de Pataias, foram dizimados por espécies indesejáveis introduzidas (carpa, perca e gambúsia). O plano de gestão da lagoa de Pataias vê assim mais uma etapa cumprida, mas, no contexto de alterações climáticas globais, este ecossistema requererá cuidados continuados no futuro.

A gestão desta lagoa remete-nos para os elevados custos de remediação dos serviços dos ecossistemas. É por isso sempre melhor evitar a degradação da Natureza e, neste sentido, desde 2003 que o Projecto de Educação Ambiental do Município dá especial relevância a esta zona única no concelho.

Litoral

A contrastar com um vasto campo de dunas e uma baía calma em S. Martinho do Porto surge a costa Norte do Concelho: são cerca de 12 Km de falésias de altura considerável, areais a perder de vista e mar revolto. As praias são delimitadas por pinhal e, em alguns locais, os pinheiros-bravos assumem formas invulgares devido à intensidade dos ventos atlânticos. É também no pinhal que a acácia, Acacia longifolia, e o chorão, Carpobrotus edulis, se têm instalado progressivamente e têm vindo a desalojar as camarinhas, Corema alba, um endemismo da Península Ibérica. Estas espécies exóticas têm sido alvo de controlo localizado e experimental.
Entre S. Martinho do Porto e a costa Norte do concelho e, a contrastar com todos os outros locais, existe na Serra dos Mangues, a praia da Gralha.

Lista de Praias (de Norte para Sul)


Água de Madeiros
Pedra do Ouro
Polvoeira
Paredes da Vitória
Mina
Vale Furado
Vale Pardo
Légua
Falca
Gralha
S. Martinho do Porto

Vale da Ribeira do Mogo

O Vale da Ribeira do Mogo localiza-se na Freguesia de Prazeres de Aljubarrota.
É um vale muito encaixado, com morfologia cársica e vegetação tipicamente mediterrânica onde o carrasco e o carvalho-cerquinho têm muita expressão: estas características promovem a existência de fauna diversa que antigamente ocupava a região, como a raposa, a geneta, variadíssimas aves florestais e até rapinas. Este seria também o habitat do emblemático lince-ibérico mas a desflorestação e o progressivo isolamento da área bem como, a caça de presas inviabilizou a permanência desta espécie na maior parte do território português.
Apesar de não estar incluída na área do Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, o vale da Ribeira do Mogo é fisicamente muito semelhante e reúne todas as potencialidades para vir a obter um estatuto de protecção.

Sofia Quaresma

 



(Mais informações em Câmara Municipal de Alcobaça)

 
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Concelho de Alvaiázere
Natureza

Rios: Os cursos de água mais importantes do Concelho são a Ribeira de Alge, o Rio Nabão e também o Rio Tordo, este último tem a sua nascente no Concelho e é digna de visita.

Serra: A Serra de Alvaiázere, localizada na Orla Mesocenozóica Ocidental Portuguesa, corresponde à maior elevação do Maciço de Sicó (Cunha, 1990) com os seus 618 metros de altitude. Sendo uma serra calcária, dominam os processos cársicos, os quais estiveram na sua origem e condicionam a sua evolução (Cunha & Vieira, 2004), onde o desenvolvimento dos solos, vegetação e mesmo as actividades humanas são condicionados fortemente pelos elementos geomorfológicos, o que resulta num elemento paisagístico a vários níveis notável.

São vários os elementos a nível paisagístico, mas não só, que se podem encontrar nesta Serra de Alvaiázere, integrada na Rede Natura 2000, esta serra possui uma biodiversidade assinalável, bem como aspectos geomorfológicos importantíssimos como o campo de lapiás, grutas e algares, escombreiras de gravidade, uma dolina, entre muitos outros exemplos ali existentes.Em termos paisagísticos outro elemento notável é a antiga muralha de povoamentos da idade do bronze, que se estende por centenas de metros, sendo apenas um dos aspectos a nível arqueológico importantíssimos que ali se encontram.

Fauna: A riqueza da fauna deve muito à diversidade de ecossistemas que aqui se preservam. (...)

Flora: Uma série de espécies florísticas encontraram nesta zona o seu refúgio. (...)

Arqueologia

São inúmeros os artefactos pré-históricos e Sítios arqueológicos dispersos um pouco por todo o Concelho. De todos eles, salientamos os mais representativos do ponto de vista arquitectónico, nomeadamente as Antas do Ramalhal, a Rominha e o povoado da Serra de Alvaiázere.

Antas do Ramalhal - A Anta 1, 2 e 3 do Rego da Murta ficam situadas a cerca de 500 metros da aldeia do Ramalhal – S. Pedro do Rego da Murta, numa planície povoada por eucaliptos na margem direita da Ribeira do Rego da Murta. Além dos referidos monumentos, existem outros dispersos por toda a área envolvente que, pelas suas características, evidenciam uma paisagem com intensas referências culturais que engrandecem o Concelho de Alvaiázere no panorama arqueológico Nacional e Internacional.


Rominha – Localizada numa planície de grande fertilidade e clima agradável, esta zona, conjuntamente com a Vila Nova, Casal Novo e Farroeira escondem no seu subsolo histórias de um passado que o tempo procurou esquecer.

Outrora, em cada um dos referidos lugares, foram encontrados pedras aparelhadas, tijolos, fragmentos de diferentes dimensões de tegulae e imbrices, fundos de ânforas, bordos, bojos, asas, entre outros achados do período romano.


Em Julho de 1999, ao abrirem-se alicerces para a construção de uma casa, foram encontrados no Cerejeiral – Rominha - diversas estruturas (alicerces, paredes e muros executados com pedra calcária da região), fragmentos de cerâmica, tegulae e imbrices romanas e uma moeda de bronze de difícil datação, dado o seu elevado nível de corrosão.


Actualmente, as lavouras continuam a trazer à superfície inúmeros materiais romanos que testemunham a importância do Sítio arqueológico.


Povoado da Serra de Alvaiázere – Localizado na freguesia e Concelho de Alvaiázere, a 600 metros de altitude, este Sítio arqueológico é caracterizado por um povoado fortificado de grandes dimensões com duas cinturas de muralhas parcialmente derrubadas: uma exterior e outra interior, aparentemente circular, com cerca de 100 metros de diâmetro, ambas visíveis por fotografia área.


Cronologicamente, a sua localização geográfica e a sua posição estratégica, as cinturas de muralhas e os artefactos encontrados inserem-no no tipo de povoados da Idade do Bronze.


Do espólio encontrado até ao momento, quer em prospecções de campo, quer em escavações arqueológicas, salientamos o conjunto de bronzes, os fragmentos de cerâmica decorada e os materiais líticos de diferentes tipologias.

Gatronomia

Inicie uma viagem gastronómica petiscando um diverso leque de ofertas: chouriço, morcela, queijo e azeitonas. Após estes petiscos prove a sopa de chicharo e siga para um dos ex-libris gastronómicos do concelho: Cabrito assado no forno com batata assada e migas de chicharo.
Se não aprecia cabrito não há problema, o leitão assado no forno, a carne de alguidar, o cozido, o bacalhau e o polvo à lagareiro são igualmente boas opções. A acompanhar experimente o vinho Tinto ou Branco das Terras de Sicó e vai ver que não se arrepende. Termine a viagem gastronómica com o obrigatório doce de chicharo.
E não deixe de provar também o tradicional bolo de casamento.


 



(Veja Mais em Câmara Municipal de Alvaiázere)

 
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Concelho de Anadia

Termas da Curia – Buvette Albano Coutinho
Aquae Curiva era o nome conhecido ao tempo da ocupação da Península Ibérica pelos Romanos, que conheciam as nascentes e as exploravam.
Em 1900 foi fundada a Sociedade das Águas da Curia, por iniciativa de Albano Coutinho.
As águas desta Estância Termal são aconselhadas no tratamento de doenças metabólico-endócrinas, cálculos renais, infecções urinárias, hipertensão arterial, doenças reumáticas e musculo-esquelécticas.
O Parque da Curia, para além do balneário termal, possui ainda um hotel e um lago artificial.


Termas de Vale da Mó

As Termas do vale da Mó são conhecidas pela qualidade das suas águas, ricas em ferro e magnésio, o que as tornam únicas na Europa.
As suas águas são indicadas no tratamento de doenças do foro digestivo, doenças do sangue (anemia e outras por carência de ferro) e nas denominadas doenças de civilização (depressão nervosa, fadiga e stress)
Estas termas atingiram o seu auge no ínicio do século XX, graças ao hotel “Novo Hotel Union” (1906), que ardeu, e ao mercado que se realizava duas vezes por semana.
Actualmente encontram-se sob a tutela da Câmara Municipal de Anadia.


Mais Património Natural

Parque da Curia
O Parque da Curia, para além do Hotel, possui um lago artificial, onde é possível passear numa embarcação, com pedais, para duas pessoas (gaivotas), diversas pontes, campos de jogos e casa de chá. O estilo do parque inspira um ambiente romântico com jardins, um lago central, e junto à buvette, sob uma escadaria, uma pequena gruta, proporcionando aos visitantes, longos e saudáveis passeios ao ar livre, em contacto com a natureza.

Barragem da Gralheira
A Barragens da Gralheira encontra-se situada na freguesia da Moita, concelho de Anadia.
Trata-se de um ponto de água e de lazer.
A Barragem da Gralheira está equipada com forno, churrasqueiras, parque de merendas e parque infantil.

Barragem do Porcão
A Barragens do Porcão encontra-se situada na freguesia de Vila Nova de Monsarros, concelho de Anadia.
Construí-se com o objectivo servir como regadio dos terrenos agrícolas da Várzea de Algeriz e Vila Nova de Monsarros.

Barragem do Saidinho
A Barragens do Saidinho encontra-se situada na freguesia da Moita, concelho de Anadia.
Trata-se de um ponto de água e de lazer.

Lagoa do Paul de Ancas

Mancha Vitícola – Paredes do Bairro
A mancha vitícola que atravessa a freguesia de Paredes do Bairro é uma das paisagens mais bonitas que se pode apreciar no concelho de Anadia.

Lagoa de Torres
Situada em Torres, freguesia de Vilarinho do Bairro.

Lagoa do Olho de Aguim


Património Arquitectónico

Palace Hotel da Curia
O Palace Hotel da Curia surgiu no início da década de 20 do século XX, a partir da transformação de dois edifícios banais, pelas mãos do Arquitecto Norte Júnior. No interior pode-se observar um elevador, em arte-nova, da mesma época.
Este edíficio encontra-se em fase de classificação como imóvel de Interesse público.


Estação Vitivinícola da Bairrada
A Estação Vitivinícola da Bairrada foi fundada a 30 de Junho de 1887 com a denominação de Escola Prática de Viticultura e Pomologia da Bairrada. O seu primeiro director, o Eng.º Agrónomo José Maria Tavares da Silva, durante os 11 anos que permaneceu em Anadia, preocupou-se por cumprir o objectivo principal pelo qual foi criado o estabelecimento vitivinícola da Bairrada - “Estabelecer e arranjar novas práticas de cultura da vinha e valorizar os seus produtos”. Nestas instalações, em 1890, surgiu o primeiro espumante natural na Bairrada, produzido por este engenheiro agrónomo. Actualmente, a Estação Vitivinícola da Bairrada, continua a desenvolver trabalhos de investigação e experimentação com vista ao melhoramento dos meios de produção.


Estação de Caminhos-de-ferro da Curia
O Edifício da Estação de Caminhos-de-ferro da Curia foi projectado por Cottinelli Telmo e inaugurado em 1944. Este edifício guarda quatro painéis de azulejos elaborados por Jorge Barradas, em 1945.


Paço de Óis do Bairro
O Paço de Óis do Bairro encontra-se classificado como imóvel de interesse público.
O estilo arquitectónico predominante é do século XVIII, época em que foi reconstruído devido ao incêndio que o destruiu parcialmente, tendo sido restaurada com base na parte mais antiga (século XVII), que se conservou intacta.
Esta Casa Senhorial ostenta, ainda, elementos do século XIX.


Paço da Graciosa
O Paço da Graciosa foi construído no último terço do século XVIII. Em finais do século XIX (cerca de 1896) procedeu-se ao levantamento de uma estrutura, em estilo neo-manuelino, suportada por colunas do século XVII, provenientes das demolições da cidade de coimbra, as quais ostentam alguns capiteis oriundos da Igreja de S. Cristóvão (Coimbra).
Pensa-se que José de Melo Sampaio Pereira de Figueiredo tenha sido quem mandou erigir este edifício, actualmente classificado como Imóvel de Interesse Público.


Casa do Pintor Fausto Sampaio
Situada em Anadia, na Avenida José Luciano de Castro, a Casa onde viveu o Pintor Fausto Sampaio está classificada como Património de Valor Concelhio.

 
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Concelho de Ansião
Embora as primeiras referências a Ansião datem de 1175, só em 1514 D. Manuel a eleva a vila, e lhe outorga foral. O pelourinho, já do século XVII, testemunha na sua inscrição latina a doação da vila a D.Luiz de Menezes, Conde da Ericeira, como prova de agradecimento régio pela sua valorosa participação na Batalha do Ameixial. A ponte da Cal de seiscentos, a Igreja Matriz de construção austera do século XVII, as Capelas da Misericórdia e do Senhor do Bonfim, e o Museu Municipal não poderão ser esquecidas nesta viagem pela História. Uma viagem que pode começar milénios antes ali bem perto: a existência de uma Anta na Atalaia, outra em Alto do Pisca e a localização de um castro da Idade do Ferro no Escampado de S. Miguel são disso testemunho. Um tesouro de denários encontrado junto do castro de Trás de Figueiró, e a possibilidade de a Via Romana que de Sellium se dirigia a Conímbriga atravessar estas terras, parece ficar provada em Santiago da Guarda.

A Residência Senhorial dos Condes de Castelo Melhor com a sua torre quatrocentista conta muito da história destes lugares:

As pedras desta construção integram diversos materiais do tempo da dominação Romana, nomeadamente uma inscrição que indica a existência de uma aldeia que, ao tempo, deveria pagar os seus impostos ao município vizinho.

E esta viagem deve continuar por Alvorge e Torre de Vale Todos e Lagarteira, povoações que se situariam na área da Ladeia, linha de fronteira entre cristãos e mouros nos séculos XII e XIII. Também Medieval é o forno do Avelar. Forno que, pela Senhora da Guia em Setembro, cozia o "Bolo" que era distribuído ao povo. Muitos séculos depois, em 1933, José Malhoa pintava um belíssimo retábulo dedicado a Nossa Senhora da Consolação, que está no altar-mor da Igreja Matriz de Chão de Couce.



Património do Concelho

Igreja Matriz de Ansião
Capela da Constantina
Igreja Matriz de Alvorge
Capela da Misericórdia
Capela da Ateanha
Igreja N. Sra. da Graça
Igreja Matriz de Santiago da Guarda
Igreja de S. Domingos
Igreja Matriz da N. Sra. da Guia
Igreja Matriz de Chão de Couce
Capela N. Sra. do Pranto
Igreja N. Sra. das Neves
Ruínas da Torre da Ladeira

Residência Senhorial dos Condes de Castelo Melhor

O Paço de Vasconcelos ou Residência Senhorial dos Condes de Castelo Melhor, conhecido a nível local pelo "castelo de Santiago", é um importante exemplar dos antigos paços senhoriais rurais, da região entre Coimbra e Leiria.

Monumento atribuído aos Vasconcelos Ribeiros e Sousas do Prado, manteve-se na posse desta família desde o século XVI até à segunda metade do século XIX. Nos finais desse século, com o advento da Revolução Liberal e a consequente extinção dos Morgadios, passou a ser utilizado para fins diferentes daqueles para os quais fora construído. Iniciou-se assim um processo de degradação contínua que se acentuou ao longo do século XX mas que não impediria, em 1978, a sua classificação como Monumento Nacional.

Manteve-se em mãos privadas até 1996, ano em que a Câmara Municipal de Ansião adquiriu o imóvel, condição que se viria a revelar fundamental para a sua posterior reabilitação.

A par de toda a intervenção arquitectónica, cuja planificação então se iniciou e que actualmente se encontra concluída, iniciou-se também em 2002 um trabalho de pesquisa arqueológica no local. Um local onde, ferira-se, já existiam indícios de presença romana, nomeadamente uma pedra com inscrição latina na fachada da Torre. Essa intervenção arqueológica viria a revelar, dentro das paredes da residência Senhorial, a "pars urbana" (área onde habitava o proprietário) de uma villa tardo-romana do século IV/V, onde foram postos a descoberto pavimentos musivos de excepcional valor e que se destacam no panorama nacional. Quanto à existência, num mesmo local, de uma residência senhorial do Séc. XVI e de uma villa Romana, é mesmo considerada única na Península Ibérica.

 
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ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
ESTARREJA OLIVEIRA DO BAIRRO  
     
     
Concelho de Arganil

O Concelho de Arganil, enquadrado no território da Região Centro de Portugal, integra, também, a designada sub-região do Pinhal Interior Norte, composta por catorze concelhos. Situado na província da Beira Litoral e pertencente ao Distrito de Coimbra, é delimitado a Norte pelos Concelhos de Penacova, Tábua e Oliveira do Hospital, a Sul confronta com os Concelhos de Góis e Pampilhosa da Serra, a Este com os Concelhos de Seia e Covilhã e a Oeste com o Concelho de Vila Nova de Poiares.

O enquadramento geográfico do Concelho de Arganil determinou uma grande heterogeneidade no que concerne ao relevo que o caracteriza. Aliada à paisagem característica das bacias hidrográficas do Rio Alva e do Rio Ceira, que delimitam o Concelho a Norte e a Sul respectivamente, surge com maior predominância a paisagem serrana, dominada pela sumptuosa Serra do Açor, situada em plena Cordilheira Central.

“…os vales fundos em que normalmente o rio se espraia alternam com serras abruptas, umas vezes agrestes, outras repletas de vegetação.”

Regina Anacleto

Os principais cursos de água existentes no Município – Rio Alva e Rio Ceira – e os seus afluentes apresentam-se como extraordinárias condições naturais que permitiram o surgimento de diversas praias fluviais, localizadas em diferentes pontos do Concelho de Arganil, as quais constituem locais muito aprazíveis para os apreciadores.

Na Serra do Açor o xisto prevalece e apresenta-se como um elemento fundamental que em muito contribui para, por força natural ou por obra do Homem, moldar a beleza da paisagem, que é fortalecida pela presença em alguns locais, de espécies características da flora outrora predominante nas encostas xistosas do Centro de Portugal, como sejam o castanheiro, o sobreiro, o carvalho, a aveleira, a nogueira e a cerejeira.

A Mata da Margaraça, integrada na Área de Paisagem Protegida da Serra do Açor está classificada como Reserva Natural da Rede Nacional de Áreas Protegidas e Reserva Biogenética do Conselho da Europa, e constitui uma relíquia da cobertura florística da região. A Área de Paisagem Protegida compreende igualmente a Fraga da Pena, recanto de rara beleza que as majestosas quedas de água enaltecem, e que está classificada como Reserva de Recreio.

As inúmeras referências históricas ao Concelho de Arganil levam-nos ao seu passado ancestral e longínquo, existindo testemunhos arqueológicos que remontam a uma das mais antigas fases da história da humanidade, o Calcolítico – Necrópole dos Moinhos de Vento - e à Época Romana – Acampamento Militar Romano da Lomba do Canho.

O primeiro foral de Arganil data de 25 de Dezembro de 1114, tendo sido atribuído por D. Gonçalo, Bispo de Coimbra. Em 08 de Junho de 1514, aquando da reforma dos forais, o rei D. Manuel concedeu nova carta de foral a Arganil.

A atestar a história de Arganil está, também, o seu património arquitectónico com particular evidência para a Capela de São Pedro – classificada como Monumento Nacional -, o Mosteiro de Folques, o Túmulo de Mateus da Cunha (na Igreja Matriz de Pombeiro da Beira) e a Igreja Matriz de Vila Cova de Alva, classificados como Imóveis de Interesse Público. Para além destes, também a Aldeia Histórica do Piódão (Imóvel de Interesse Público), a Benfeita (localidade que integra a Rede de Aldeias do Xisto), os Centros Históricos de Arganil, Coja e Vila Cova de Alva constituem núcleos arquitectónicos de relevante valor, sem esquecer a importância afectiva que o Santuário de Nossa Senhora do Mont'Alto tem para todos os arganilenses.

Abrangendo uma superfície aproximada de 332 Km2, o Concelho de Arganil compreende dezoito freguesias, nomeadamente, Anseriz, Arganil, Barril de Alva, Benfeita, Celavisa, Cepos, Cerdeira, Coja, Folques, Moura da Serra, Piódão, Pomares, Pombeiro da Beira, São Martinho da Cortiça, Sarzedo, Secarias, Teixeira e Vila Cova do Alva.

 

(mais informação em breve)

(Veja Mais em Câmara Municipal de Arganil)

 
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Distrito de Aveiro
     
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Concelho de Aveiro
Sol & Mar
CONHECA AS PRAIAS DE AVEIRO!

Por via terrestre, Aveiro tem um acesso directo à fronteira com Espanha pela A25, a qual atravessa Portugal de Oeste a Este. É já sabido que o TGV irá ter uma paragem obrigatória em Aveiro, passando a dispor de uma ligação ferroviária de grande velocidade ao país vizinho de Espanha. As praias de Aveiro.


A Ria – porta aberta para o Oceano – e a sua estreita ligação ao mar influenciaram, desde sempre, Aveiro. Falar da Ria é falar de Aveiro do seu sal e das suas marinhas, do moliço e do barco moliceiro, cujo colorido das proas e das rés dá outra vida à própria laguna.
Na região podemos desfrutar de paisagens maravilhosas, nomeadamente um local único na Região de Aveiro, S. Jacinto.
Em S. Jacinto reside a melhor praia do Concelho de Aveiro, com um extenso areal, com balneários totalmente equipados, apoio de praia (café) e acesso para pessoas com limitações físicas, a Praia de S. Jacinto é única na Região.
Começando pelos acessos. S. Jacinto está limitado a Este pela Ria, a Oeste pelo Oceano Atlântico e a Norte pela Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto. Situação que lhe confere características únicas, pois para chegar a esta localidade tem de ir de autocarro até ao Forte da Barra, seguindo uma travessia lindíssima na Ria de Aveiro de Lancha ou de Ferry-Boat (onde é possível fazer a travessia com o automóvel).

Um dos encantos de Aveiro é a sua praia, óptimo local de lazer e excelente espaço para férias em qualquer época do ano. A praia de S. Jacinto é uma das mais famosas praias do litoral português.

Turismo de natureza
Aveiro possui imensas potencialidades ao nível do ECOTURISMO.
Nesta categoria, Aveiro possui um conjunto de espaços fantásticos para o usufruto da natureza, da paisagem, da fauna e flora característica local.
Para o efeito, recomendamos a visita:
Reserva Natural das Dunas de S. Jacinto;
Salgado Aveirense;
Pateira de Requeixo;
Baixo Vouga Lagunar;
Frente urbano-ribeirinha da cidade;
entre muitos outros.
Para grupos que preferem a visita acompanhada, recomendamos que consultem as Rotas e Circuitos de Aveiro, pois aí apresentam-se diversas empresas de Animação turística que possuem pacotes fixos e outros que podem ser "feitos à medida" da vontade do cliente.
Conheça o nosso Concelho, muita diversidade e singularidade no desenvolvimento do Turismo de Natureza.
Para mais informações, contacte os Serviços de Turismo do Município de Aveiro.

in AVEIRO TURISMO


+ Locais a visitar

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O Cais da Fonte Nova
A Universidade de Aveiro
As Salinas
Os barcos Moliceiros
Jardim D.Pedro V
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Distrito de Leiria
     
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Concelho de Batalha

Lendas e Tradições

Num Concelho com largos séculos de história, várias e encantadoras lendas e tradições foram nascendo com o tempo, perpetuando-se até hoje na memória local. Muitos costumes religiosos e seculares foram entrando no quotidiano popular, traduzindo-se em diversas manifestações culturais.

A escolha do local onde se encontra o Mosteiro de Santa Maria da Vitória surgiu, diz o povo, depois de D. Nuno Álvares Pereira ter arremessado a sua espada na referida direcção. O lugar onde a mesma parou foi o local escolhido para a construção do monumento.

Os nomes das aldeias são, com frequência, justificados por lendas. Reza a história que a localidade da Rebolaria terá nascido do "rebolar" de uma bola ou de pedras em direcção ao Mosteiro.
A lenda da origem das Alcanadas refere-se aos tempos do Dilúvio. O patriarca Noé, ao passar com a sua arca por estas paragens, perguntou: "Arca, nadas ou já estamos em terra firme?", surgindo assim o nome desta localidade.

Na Quinta do Sobrado, aldeia da Freguesia da Batalha, até há algum tempo atrás, mantinha-se a tradição de festejar o São João em volta do Penedo, um rochedo localizado junto deste lugar e da localidade de Brancas, considerado um guardião de lendas sobre mouras encantadas e potes de ouro e venenos escondidos. Pelo São João iniciava-se a época balnear e, nas Brancas, ía-se ao banho nas termas de água salgada ali existentes.

Na Freguesia de Reguengo do Fetal, existe uma lenda segundo a qual Nossa Senhora terá aparecido a uma jovem pastora, lenda que levou à construção da Capela da Memória. A dita aparição trouxe ao local muitos fiéis o que levou à construção de uma casa de peregrinos.
Ainda na localidade de Reguengo do Fetal, a N. Sr.ª da Consolação é conhecida por curar as verrugas. Segundo a tradição, os crentes atiram pela janela aberta junto ao pavimento tantas pedras ou tantos grãos de trigo, quantas verrugas pretendem retirar. A cura fica completa com a lavagem das mãos na água da fonte sobre a qual está construída a capela da memória.

No dia de Todos-os-Santos, 1 de Novembro, em todo o Concelho as crianças pedem o bolinho, também conhecido como "Santoro". No dia seguinte vela-se pelas Almas, em celebrações religiosas nos cemitérios do Concelho.

O ano termina com uma celebração de Natal, que, no Reguengo do Fetal constitui uma oferta de géneros e produtos ao Deus Menino. Esta tradição de oferecer presentes ao Menino Jesus era comum em toda a região.


A Região

O Concelho da Batalha está integrado numa zona turística com um diversificado valor patrimonial, região que integra alguns dos monumentos mais visitados do nosso país.
Na Região de Turismo Leiria-Fátima, rica em património, estão representados vários concelhos como Alcobaça, Batalha, Leiria, Marinha Grande, Nazaré, Pombal, Porto de Mós e Ourém.
Conheça os magníficos monumentos que reflectem uma nação com quase nove séculos de História. Destacamos muito sumariamente o Mosteiro de Alcobaça - berço da cultura portuguesa, passando pela pérola da arquitectura gótica do Mosteiro da Batalha. De seguida percorra o mundo dos antigos cavaleiros nos castelos medievais de Leiria, Ourém, Pombal e Porto de Mós.
Já na Marinha Grande, prossiga à descoberta da nossa região conhecendo e apreciando a Rota do Vidro.
Descubra, depois, os caminhos da Fé que conduzem ao Altar do Mundo, Fátima, onde se encontra um conjunto de lugares místicos e repousantes que esperam por si...
Experimente os prodígios da paisagem natural, ao caminhar pelos vales perfumados das Serras de Aire e Candeeiros, conhecendo o seu Parque Natural, as deslumbrantes grutas naturais, os trilhos pedestres e os vestígios do mundo dos dinossáurios. Já pelo Pinhal do Rei, na faixa litoral de Leiria, estende-se um manto verde que se perde ao encontro do oceano atlântico.
Nas bucólicas margens do Rio Lis, desfrute dos inesquecíveis momentos de prazer e descanso que lhe proporcionam as nascentes curativas das Termas de Monte Real.
Por entre cerca de 57 quilómetros de linha de costa, usufrua do magnífico sol e mar das praias típicas e animadas como a Nazaré, Vieira e Pedrógão, e também das refinadas e cosmopolitas como São Pedro de Moel e São Martinho do Porto.
Oito concelhos divididos entre a Serra e o Mar, salpicados pelas cores que se transformam na imaginação, como que talhados por mãos hábeis, fazem da Região de Turismo Leiria/Fátima um local especial e... único.






(Veja Mais em Câmara Municipal de Batalha)

 
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Distrito de Leiria
     
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Concelho de Bombarral

Património Arqueológico

Gruta Nova da Columbeira



Situa-se numa encosta do Vale do Roto, próximo da povoação da Columbeira e foi descoberta em 1962. È uma das poucas grutas portuguesas com ocupações do paleolítico médio e uma das duas que forneceu testemunhos arqueológicos atribuídos ao ao homem de Neanderthal. As datações obtidas permitem situar as ocupações paleolíticas de época mustierense em cerca de 30.000 anos a.C.
A indústria lítica encontrada revela que a gruta foi ocupada longa e intensamente pelas populações da época, por vezes como residência permanente e outras vezes em curtos períodos sazonais. Da fauna recolhida destacam-se a hiena das cavernas, o lobo, o urso pardo, o veado, a cabra montês e o auroque.

Gruta da Lapa do Suão



Também situada no Vale do Roto, mais acima da Gruta Nova, julga-se que foi Carlos Ribeiro, por volta de 1880, o seu primeiro escavador.
Esta gruta contém ocupações humanas que se desenvolveram ao longo de milhares de anos. Além do Paleolítico Superior, existem níveis do Neolítico, que forneceram importante espólio, como machados de pedra polida, ídolos-placa decorados, pequenas estatuetas zoomórficas de coelhos e uma estatueta antropomórfica em terracota.
Outro material poderá ser atribuído à Idade do Cobre. Existe ainda um importante nível tumular da Idade do Bronze constituído por ossos humanos carbonizados, muitos vasos de cerâmica e uma taça decorada no interior com ornatos brunidos formando um motivo floral.

Castro da Columbeira



O monte onde se situa o Castro, chamado “Serra do Castelo”, está sobranceiro à povoação da Columbeira. Trata-se de um importante povoado da Idade do Cobre com cerca de 4.000 anos. Tem duas cinturas de muralhas reforçadas com torres. A fortificação central, de formato quadrangular, apresenta torres circulares, bastiões semi-circulares e uma entrada virada para sudeste.
Os materiais encontrados, que permitem integrar este povoado na Idade do Cobre inicial, constam vasos cerâmicos, alguns decorados, pontas de seta e lâminas em sílex, machados de pedra polida, utensílios em osso e pesos de tear. Os seus habitantes desenvolviam actividades agrícolas e pastorícias

(mais informação em breve)

 
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Distrito de Leiria
     
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Concelho do Caldas da Rainha

As Caldas da Rainha são conhecidas especialmente pela sua loiça característica e pela sua gastronomia. Mas não é só isso que a cidade tem para oferecer. Nela encontramos vários locais importantes relativos à sua história, locais de lazer, etc. Aqui podemos conhecer um pouco melhor cada um desses locais e o que têm para nos oferecer.

Praça da fruta

A cidade tem como “ex-libris” desde há muitos anos o seu Mercado Diário, a tão conhecida “Praça da Fruta”.
De manhã as frutas, legumes e flores dão um colorido invulgar e inesquecível a esta praça.
Á tarde, vazia de mercado, o contraste negro e branco do empedrado salta à vista. Quadrados pretos alternam com quadrados brancos e como cada quadrado mede um metro de lado é essa a área ocupada pelas bancas dos vendedores. Entre as filas de quadrados, enfeitando os sítios por onde passa o comprador, linhas curvas, flores e estrelas de pedra negra. É um espaço óptimo para as crianças gastarem energia, saltitando entre as pedras brancas e negras, contando estrelas e flores.

Igreja de Nossa Senhora do Pópulo


A Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, matriz das Caldas da Rainha, é considerado um Monumento Nacional.
De início construída como capela do primitivo Hospital Termal, a Igreja de Nossa Senhora do Pópulo, teve a sua conclusão em 1500, sendo-lhe anexada a torre sineira entre 1500 e 1505.
A sua autoria é atribuída a Mateus Fernandes (pai), mestre das obras da Batalha.
Neste edifício conjugam-se elementos do tardo-gótico europeu com outros de características mais locais (mudéjares e manuelinos). Possui o revestimento interior em azulejos seiscentistas, mantendo da construção primitiva painéis azulejares hispano-árabes nos altares laterais. Localizado sobre o arco triunfal, o tríptico da Paixão tem motivado o interesse de investigadores, quando à sua autoria e localização original.

Hospital Termal

O Hospital Termal das Caldas da Rainha, à sombra do qual nasceu a povoação, foi fundado em 1485 pela Rainha D. Leonor. Contruído sobre as nascentes de águas sulfúreas, representa o mais antigo Hospital Termal do mundo. Com as suas 110 camas, foi o primeiro dos hospitais modernos surgidos em Portugal, contando com assistência médica permanente.
As águas termais caldenses têm suscitado, desde o século XVI, a atenção da Química e da Medicina. A sua natureza e composição, bem como os seus efeitos, deram origem a uma extensa bibliografia publicada em Portugal e no estrangeiro.
No séc. XVIII, quando por toda a Europa se assistia a um renascimento do interesse pelo aquinismo, o rei D. João V, ele próprio frequentador assíduo do hospital caldense, ordenou a sua reedificação. As obras tiveram Manuel da Maia como arquitecto responsável.
No século seguinte, o aumento e diversificação social da afluências aos banhos das Caldas, foram acompanhados por significativas inovações. O Hospital foi integrado no património do estado, modernizou as suas instalações e equipamentos e dotou-se de um conjunto de estruturas de apoio aos tempos livres dos termalistas, entendidas como meios complementares de terapêutica hidrológica. Estão neste caso o Parque D. Carlos I, com o seu lago e campos de jogos, o Clube, os novos pavilhões hospitalares e balneário termal.
A água mineral natural das Termas das Caldas mantém, ainda hoje, intactas as suas virtudes terapêuticas. Sendo de natureza sulfúrea, as águas termais estão particularmente recomendadas no tratamento das doenças reumáticas e musculo-esqueléticas e na recuperação de situações pós-traumáticas.

Museu De José Malhoa

O Museu José De Malhoa situa-se no belo Parque D. Carlos I, nas Caldas da Rainha. Fundado em 1934, foi provisoriamente instalado no "Pavilhão Rainha D. Leonor" antiga "Casa dos Barcos", sendo o edifício definitivo, da autoria dos arquitectos Eugénio Correia e Paulino Montês, inaugurado em 1940 e ampliado em 1950 e 1955. António Montês, primeiro director do Museu e um dos seus fundadores, dirigiu ao pintor José Malhoa, natural das Caldas da Rainha, o pedido de um quadro para a sua terra natal, tendo o artista oferecido em 1926 o retrato da Rainha D. Leonor, padroeira da cidade.
Em torno desta obra de José Malhoa, criou-se a colecção do Museu por ofertas do Mestre e de numerosos particulares.

Museu da Cerâmica

O Museu da Cerâmica encontra-se instalado na Quinta Visconde de Sacavém, situado numa das principais zonas históricas das Caldas da Rainha. Mandada construir pelo Visconde de Sacavém em 1892, a quinta foi adquirida pelo Estado em 1981 e transformada em museu em 1983.
Um Palacete de arquitectura típica do fim do século passado e jardins frondosos compõem a Quinta que representa, além de lagos e floreiras, profusa decoração cerâmica. Os jardins e o Palacete oferecem assim uma panorâmica da história dos azulejos em Portugal: desde os hispanos-mouriscos do séc. XVI, polícromos do séc. XVII, painéis historiados do séc. XVIII, e relevados do séc. XIX - XX.
A faiança Caldense encontra-se amplamente representada no primeiro andar com uma panorâmica da evolução deste centro: iniciado com a escola dita da "Maria dos Cacos", figura lendária que teria trabalhado durante a primeira metade so séc. XIX e à qual se atribui peças utilitárias de pequena dimensão num estilo ingénuo e caricatural.
Em salas anexas figuram exemplares significativos do Atelier Cerâmico e outros da autoria do escultor Costa Motta.
No segundo andar é digno de menção a colecção de miniatura do Mestre F. Elias (1869-1937) e de José da Silva Pedro (1907-1981) que trabalhou em Sacavém sob a influência do primeiro.

in: http://caldasdarainha.com.sapo.pt

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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Concelho do Cantanhede

Turismo em Cantanhede

Quem visita o Concelho de Cantanhede é confrontado com um vasto leque de experiências no contacto com uma natureza estimulante pela sua riqueza e diversidade ou na convivência com uma realidade sócio-cultural unificada em torno das referências e dos valores patrimoniais que consubstanciam as vivências peculiares das três regiões naturais que constituem o território: a Gândara, espraiada sobre o mar; a Bairrada, no interior, onde as estações do ano se contam pelo crescer da vinha; e o Baixo Mondego, a Sul, num vale contíguo às pedreiras da famosa pedra de Ançã.

Na Gândara, com um horizonte entrecortado pelas nuances cromáticas da floresta e dos milheirais, é possível usufruir dos recantos bucólicos das nascentes, na Fervença ou em muitos outros locais, desfrutar do branco macio dos areais e do cheiro a maresia de praias que conservam intactas as suas tradições de arte xávega e apreciar os sabores apaladados da caldeirada, do robalo ou da sardinha assada na telha.

Na Bairrada, que tem no leitão assado a melhor iguaria da sua rica tradição gastronómica e no vinho de Cantanhede o mais precioso néctar desta região demarcada, persistem ainda as referências a um amanho cuidado das encostas solarengas que fazem parte do imaginário colectivo.

No Baixo Mondego, depois da passagem pelo relevo escarpado das pedreiras, onde surgem amiúde marcas das actividades relacionadas com a extracção da pedra de Ançã tão apreciada pelos mais proeminentes escultores dos séculos XV e XVI, estende-se um vale fértil e alagadiço que integra os Campos do Mondego.

Com uma paisagem urbana marcada por uma certa dispersão, o Concelho de Cantanhede mantém visíveis componentes características das ancestrais formas de organização social relacionadas com actividades agrícolas de outros tempos. A este nível, perduram ainda exemplos notáveis da popular casa gandaresa, verdadeiro ex libris da arquitectura tradicional portuguesa, ou das moradias solarengas, com janelas manuelinas trilobadas ou de avental recortado, escadas de tradição setecentista e portas decoradas com brasões sabiamente esculpidos.

Do ponto de vista do património edificado, há um conjunto significativo de igrejas e capelas que conservam no interior inúmeras referências dos estilos manuelino, renascentista e maneirista, também visíveis em alguns elementos das suas fachadas.

Por outro lado, os inúmeros exemplos de estatuária de grande valor artístico e histórico constituem um precioso testemunho de uma actividade escultórica praticada no Concelho desde há alguns séculos, o que não terá sido alheio ao facto de a famosa pedra de Ançã possuir características desde sempre muito apreciadas pelos escultores nacionais e internacionais.

Enquadramento Histórico
Embora não existam elementos que nos conduzam a uma data certa da fundação de Cantanhede, há alguns importantes achados arqueológicos que dão conta da presença humana no território pelo menos no Paleolítico Médio, cujo terminus ocorre por volta de 30.000 a 28.000 a.C..
Durante este período, o Homem de Neanderthal ocupou esta região e foi responsável pelos inúmeros artefactos em sílex encontrados em diversas estações arqueológicas de freguesias como Ançã, Outil e Portunhos. Esses achados, recolhidos ao longo de anos pelo arqueólogo Carlos Cruz, estão hoje em exposição no Museu da Pedra e compilados na Carta Arqueológica do Concelho de Cantanhede, recentemente editada pelo Município de Cantanhede.

O topónimo Cantanhede vem da raiz celta cant, que significa “pedra grande”, e relaciona-se com as pedreiras existentes na região. Daqui nasceu o primitivo “Cantonieti”, mencionado na documentação dos séculos XI, XII e XIII também com as grafias “Cantoniedi”, “Cantonidi” e “Cantonetu”.

As suas primeiras referências históricas remontam a 1087, data em que D. Sisnando, governador de Coimbra, a teria mandado fortificar e povoar. Segundo alguns autores, D. Afonso II terá dado foral a Cantanhede, posteriormente confirmado pelo foral outorgado por D. Manuel I, em 20 de Maio de 1514.

Foram seus donatários os Meneses, tendo sido D. Pedro de Meneses o primeiro Conde de Cantanhede, título nobiliárquico criado por D. Afonso V por carta datada de 6 de Julho de 1479. O título seria depois renovado por Filipe II, em 1618, na pessoa de seu neto e pai de D. António Luís de Meneses, 3.º Conde de Cantanhede e 1.º Marquês de Marialva, que se notabilizou nas Batalhas de Linhas de Elvas e Montes Claros e que foi um dos vultos mais importantes da Restauração de 1640.

À família dos Meneses se ficaram a dever alguns exemplares da arte do Renascimento existentes no Concelho, e a casa que perpetua a sua memória acolhe as sessões de Câmara desde 1805, embora a fixação definitiva da sede municipal da autarquia no edifício só tenha ocorrido em finais dessa centúria.

Das personalidades de vulto associadas a Cantanhede merecem ainda referência o Capitão Pedro Teixeira, conquistador da Amazónia, D. João Crisóstomo de Amorim Pessoa, prelado, distinto orador sacro e Arcebispo Primaz de Braga entre 1876 e 1883, Jaime Cortesão, médico, historiador e ensaísta, Carlos de Oliveira, escritor e poeta, António de Lima Fragoso, pianista e compositor emérito, Augusto Abelaira, escritor, e Maria Amélia de Magalhães Carneiro, pintora.

 

 
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Concelho da CASTANHEIRA PÊRA

Em Castanheira de Pera, em plena Serra da Lousã, vale a pena subir até à Ermida de Santo António da Neve. Aqui, não é só a grandeza da paisagem que nos impressiona. É também a história que nos faz recuar até ao ano de 1787, ano em que o Neveiro - Mor da Casa de Sua Majestade, Júlio Pereira de Castro, mandou erguer a Ermida de Santo António da Neve próximo dos antigos poços do Neveiro Real. Mas em Castanheira de Pera não é só o Santo António da Neve e a Serra da Lousã que nos maravilham. Vale a pena descobrir, a partir do Coentral, as margens da Ribeira das Quelhas ou aproveitar as ondas artificiais da Praia Fluvial das Rocas. Depois, há também circuitos para jeeps. Chamam-lhe, Romaria ao Santo António da Neve, em homenagem à Romaria que as gentes da Serra da Lousã aqui faziam. E quando admiramos, perto do Coentral, o Vale da Ribeira de Pêra, é impossível não recordar a importância que os lanifícios tiveram na História de Castanheira de Pera. Sabemos que entre 1864 e 1879 existiam onze Fábricas de Lanifícios. Destes áureos tempos que marcaram o desenvolvimento de Castanheira de Pera, resta-nos uma Fábrica em Safrujo. A verde e vermelho produz barretes de Campino. Depois, em Castanheira de Pera, há o prazer de descobrir as ruas, a Igreja Matriz de traços setecentistas, os recantos floridos e, quando é Verão e o calor aperta, a Praia Fluvial do Poço da Corga. E há para delícia do nosso paladar um fabuloso arroz de miúdos de cabrito acompanhado do mesmo. Não faltam os grelos frescos e o pão caseiro. Quando chega a hora do açúcar, o arroz doce faz uma entrada triunfal.

in: Regiao de Turismo de Centro

 


(Veja ainda Câmara Municipal de Castanheira de Pera)

 
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Distrito da Coimbra
     
ÁGUEDA FIGUEIRA DA FOZ OURÉM
ALBERGARIA-A-VELHA FIGUEIRÓ VINHOS OVAR
ALCOBAÇA GÓIS PEDRÓGÃO GRANDE
ALVAIÁZERE ÍLHAVO PENACOVA
ANADIA LEIRIA PENELA
ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
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Concelho de Coimbra

Monumentos da cidade de Coimbra

Carta dos Monumentos e Imóveis de Interesse Público
Carta dos Imóveis de Interesse Arquitectónico
Arco e Torre de Almedina
Casa Medieval
Colégio São Pedro
Hospital Real
Igreja da Graça
Igreja de Santa Cruz
Igreja de Santa Justa
Igreja de São Bartolomeu
Igreja de São Salvador
Igreja de São Tiago
Igreja de Santo António dos Olivais
Igreja e Colégio do Carmo
Jardim da Manga
Santa Clara-a-Nova
Mosteiro Santa Clara-a-Velha
Pelourinho
Sé Nova
Sé Velha




História do Fado de Coimbra
Canção de Coimbra
Uma definição e Quatro Momentos

A Canção de Coimbra é um género musical enraizado num folclore urbano (o da cidade de Coimbra), de duplo filão (o popular e o académico), que entronca na Música Tradicional da cidade (daí as suas influências regionais e locais) e que tem na Serenata a sua expressão artística mais genuína.
São de considerar quatro momentos fundamentais na evolução académica desta Canção no século XX:

1º momento (anos 20). Com Edmundo de Bettencourt (1899-1973), cantor e poeta da presença, surge a Escola Modernista na Canção de Coimbra.
2º momento (anos 60). José Afonso (1929-1987), libertando-se da guitarra como acompanhamento, recupera a viola para essa função, acabando por influenciar um Canto de Intervenção, com Adriano Correia de Oliveira (1942-1982) e António Bernardino (1941-1996).
3º momento (anos 60). Abre-se o Ciclo Nuno Guimarães (1942-1973), guitarrista e poeta, de 1963-66, renovando-se a linha mais tradicional deste Cantar Académico, que se irá reflectir no canto de José Manuel dos Santos (1943-1989), Mário Soares da Veiga e António Bernardino.
4º momento (anos 60/70). Luís Goes (n. 1933), sendo aquele que melhor assimilou e assumiu a importância de Edmundo de Bettencourt na redefinição da Canção de Coimbra, origina, a partir de 1967, um Novo Canto, surgindo, assim, com a Escola Goesiana, o Neo-Modernismo na Canção de Coimbra que vai influenciar os anos 80 e 90 (gerações do pós-modernismo).
Após o ressurgimento da Canção de Coimbra (1978/80), as referências deixam de ser individuais para surgir o grupo como identidade colectiva do desempenho de todos. Contam-se por dezena e meia os grupos de estudantes que desde então surgiram.

 

 

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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Concelho de Condeixa-a-Nova

O Sítio de Conímbriga, que teria sido habitado desde o Neolítico, tem presença humana segura no Calcolítico e na Idade do Bronze, épocas originárias dos testemunhos mais antigos que até nós chegaram. É certo que os Celtas aqui estiveram: os topónimos terminados em “briga” são testemunho claro dessa presença. Conímbriga era portanto um castro quando os Romanos em 138 a.C. aqui chegaram e se apoderaram do oppidum(1).

O conjunto das Ruínas de Conímbriga, do Museu Monográfico — construído na sua imediata proximidade — e do castellum de Alcabideque consubstanciam um complexo arqueológico de peso, que permite reconstituir uma célula importante do grandioso império romano. A imponência e pragmatismo da arquitectura romana estão aqui bem representados, assim como a superioridade da sua acção civilizadora, que sobreleva dos mais diversos pormenores do quotidiano.
Porquanto, conforme elucida o texto em epígrafe, tivesse sido habitada desde tempos muito recuados, a fundação de Conímbriga e da maioria das construções nela erigidas remonta ao tempo do Imperador Augusto (sécs I a.C. — I d.C.).
As escavações arqueológicas puseram a descoberto uma parte muito significativa do traçado desta cidade possibilitando, ao visitante das Ruínas, a comprovação de uma planificação urbanística laboriosa e atenta a todas as necessidades: o fórum, o aqueduto, os bairros de comércio, indústria e habitação, uma estalagem, várias termas, o anfiteatro, as muralhas para circunscrição e defesa da cidade. Deste conjunto, sobressai um bairro de ricas casas senhoriais — que se opõe diametralmente às insulae da plebe, pela complexidade da sua construção e requinte decorativo — donde se destaca “A Casa dos Repuxos”, de grande peristilo ajardinado e pavimentada com mosaicos policromos, preservados in situ, exibindo motivos mitológicos, geométricos, ou representando, muito simplesmente, o real quotidiano.

· Visitar website: http://www.conimbriga.pt

Conheça ainda os Monumentos

Igreja Matriz de Condeixa
Palácio dos Almadas
Palácio dos Figueiredos
Palácio dos Sás
Palácio Conde de Podentes
Palácio de Sotto Mayor
Castellum de Alcabideque
Igreja Matriz da Ega
Paço dos Comendadores
Pelourinho da Ega

e outros Locais de Interesse

 

 
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Distrito de Aveiro
     
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CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
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Concelho de Estarreja

Estarreja é uma cidade portuguesa, localizada no Distrito de Aveiro, na Região Centro e sub-região do Baixo Vouga, com cerca de 7 800 habitantes.

É sede de um município com 108,4 km² de área, 28 332 habitantes (2006) [1] e densidade populacional de 261,4 habitantes/km², estando subdividido em 7 freguesias. É limitado a norte pelo município de Ovar, a nordeste por OLIVEIRA AZEMÉIS, a sudeste por Albergaria-a-Velha e a oeste pela Murtosa.

Estarreja situa-se na freguesia de Beduído, na margem direita do Rio Antuã, próximo da Ria de Aveiro. Foi elevada a cidade em 9 de Dezembro de 2004, sendo a única localidade do município com essa categoria.

O Foral do Antuã (antigo nome de Estarreja) foi atribuído por D. Manuel I, em Évora, a 15 de Novembro de 1519.

in: http://pt.wikipedia.org

 

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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Concelho de Figueira da Foz


PATRIMONIO NATURAL

Praias


Nos 15km de praias douradas da Figueira da Foz encontra estados de mar multi-facetados, que permitem responder ao apelos mais exigentes.


Serra da Boa Viagem


Equipamentos: parques infantis, parques de merendas, miradouros e circuito geo-botânico (início a partir do miradouro da Bandeira).

Falésias do Cabo Mondego

Cabo Mondego – Serra da Boa Viagem
Figueira da Foz

A história geológica do nosso país, durante os tempos do Jurássico Médio e Superior, está inscrita nestas falésias situadas no sector ocidental da Serra da Boa Viagem, pelos muitos vestígios de fósseis e pegadas de dinossauros atribuídas a megalosaurídeos. Geo-monumento em vias de classificação.



PATRIMONIO CULTURAL

Mosteiro de Seiça

Seiça – Paião
Figueira da Foz

O primitivo mosteiro beneditino e respectiva igreja mandados construir por D. Afonso Henriques (séc. XII) nas imediações de uma ermida dedicada a Nossa Senhora, teve um papel importante nos progressos agrícolas da região do Baixo Mondego. Em 1195 D. Sancho I filia o Mosteiro de Seiça no de Alcobaça. No séc. XVI, D. João III suprime-o e entrega os seus rendimentos às Ordens de Avis e de Cristo, para novamente ser restituído à Ordem de Cister por D. Sebastião. Beneficiou de inúmeros privilégios reais, episcopais e pontifícios. Da reedificação a que foi sujeito no séc. XVII resta hoje a imponente fachada com suas torres laterais.

Igreja de S. Julião

Largo de S. Julião
Figueira da Foz
Tel.: 233 422 325

A mais antiga referência data de 1096, pouco se conhecendo do edifício até à sua reedificação que teve início em 1716. A Igreja apresenta uma fachada delimitada por duas torres e um interior tipicamente setecentista, embora remodelado já no séc. XIX, destacando-se o altar principal e uma das capelas laterais, onde pode ser apreciado um pequeno retábulo em pedra do séc. XVI.

Convento de Santo António

Rua Gonçalo Velho
Figueira da Foz

Foi fundado em 1527, por Frei António de Buarcos, com o apoio de D. João III e a benemerência de António Fernandes de Quadros, Senhor de Tavarede. Sacrificado em diferentes épocas devido a condicionalismos políticos e sociais, como a dominação filipina, sofreu profundas transformações, sobretudo em termos arquitectónicos, com realce para a grande remodelação de 1725. Como espaço religioso apenas resta a Igreja de Santo António, dado que todos os outros edifícios foram submetidos a outras funções. Pode-se admirar uma construção com frontaria exterior de grande elegância e um interior mais austero, completado por obras de escultura e pintura. Anexa-se a esta edificação a Capela de S. Francisco, pertencente à Ordem Terceira, cuja construção se situa no início do séc. XIX.

Forte e Capela de Santa Catarina

Avenida de Espanha
Figueira da Foz

Constituiu um dos elementos de defesa do litoral, em conjunto com a Fortaleza de Buarcos e o Fortim de Palheiros. O início da sua construção situar-se-á possivelmente nos finais do séc. XVI, embora só tenha sido concluída no século seguinte. Perde a sua função militar no séc. XIX, mantendo-se apenas em funcionamento o seu farolim, como auxílio à navegação e à entrada de embarcações na barra. No seu interior existe uma pequena capela do séc. XVII, dedicada a Santa Catarina, com um típico oratório das fortalezas. São classificados como Imóveis de Interesse Público, desde 1961.

in: http://www.figueiraturismo.com

 

 

 

 
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Distrito de Leiria
     
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BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
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Concelho de FIGUEIRÓ VINHOS

Praias Fluviais
O Concelho de FIGUEIRÓ VINHOS possuidor de um significativo património natural e paisagístico, com uma densa mancha florestal e várias ribeiras e espelhos de água, é uma referência para o Turismo Ambiental e de Natureza na Região em que se insere, onde se evidenciam pela sua beleza e qualidade as suas Praias Fluviais, todas elas com excelentes condições naturais, permitindo usufruir de águas límpidas, de uma paisagem envolvente bastante acolhedora e de equipamentos complementares de apoio.


Praia Fluvial das Fragas de S. Simão
Um local de beleza ímpar, com águas límpidas rodeadas de imensas fragas, que lhe dão o nome e que possibilitam a realização de desportos radicais, para além do simples lazer.
Acesso: Partindo de FIGUEIRÓ VINHOS, deverá seguir na direcção de Aldeia Ana de Aviz; a cerca de 3 km vire à esquerda, via EN 237, e siga no sentido das placas que indicam Fragas de S. Simão (cerca de 5 km) até encontrar um pequeno parque calcetado e com uma cerca de madeira.
Instalações de apoio: bar, parque de merendas, instalações sanitárias e balneários.

Praia Fluvial de Aldeia Ana de Aviz
Com uma represa que sustém a água da ribeira e forma um local de ambiente aprazível para tomar banho e desfrutar do sol, é reconhecida a nível nacional pelas suas condições excepcionais.
Acesso: Saindo da vila de Figueiró e seguindo na direcção de Aldeia Ana de Aviz, encontrará a praia logo à entrada desta localidade.
Instalações de apoio: bar, parque de merendas, instalações sanitárias e balneários.
Praia Acessível
Bandeira Azul

Praia Fluvial de Alge
Situada mais ao norte do concelho, ali se encontra uma represa que sustem a água da ribeira e forma um local de ambiente aprazível para tomar banho e desfrutar do sol.
Acesso: Partindo de Campelo, tome a EN 347 (Castanheira – Penela) e seguindo as placas encontrará este espaço de lazer.
Instalações de apoio: parque de merendas, instalações desportivas e balneários.


Foz de Alge
Nascendo no norte do concelho, a Ribeira de Alge desagua no rio Zêzere onde a Albufeira do Castelo de Bode começa a tomar forma. Neste local poderá praticar diversos desportos aquáticos, deliciar-se com as artes da pesca e com os sabores da gastronomia ou desfrutar do simples lazer.
Acesso: Estando no centro da vila deve tomar a ex EN 350 em direcção a Arega, na povoação de Enchecamas deverá virar à esquerda, tomando o Caminho Municipal n.º 1142 (recentemente beneficiado), em direcção à Foz de Alge.
Instalações de apoio: restaurantes, sede do Clube Náutico e Parque de Campismo.


Jardim Parque Municipal
No centro da Vila, o Parque Municipal é orgulho de todos os figueiroenses. A sua construção teve início em 1930. Ao descer as suas escadarias, é com gosto que se apreciam os vários canteiros primorosamente traçados e cuidados ao longo de todo o ano. Aqui as crianças têm o seu espaço, gozando de equipamentos lúdicos onde podem brincar e encantar. Existem ainda instalações desportivas e um bar-esplanada.
Uma avenida de Plátanos majestosos separa este Parque Municipal do Jardim situado na parte superior deste espaço verde. Dominado por um grande lago, concilia as mais variadas plantas com a sua arquitectura geométrica.
A beleza deste Jardim e todo o encanto da vila permitiram que em 1998 FIGUEIRÓ VINHOS fosse premiado com a Medalha de Prata no “Concurso Europeu Cidades e Vilas Floridas”. Desde esta altura a autarquia promove todos os anos o concurso “Figueiró Mais Florido”, incentivando o colorido das flores em cada janela e jardim.


Cabeço do Peão
A Mata Municipal do Cabeço do Peão, com uma área aproximada de 33,6 hectares é uma área de propriedade municipal de dimensão significativa, atendendo à sua localização adjacente à zona urbana da Vila, assumindo-se como o pulmão de FIGUEIRÓ VINHOS, o que a vocaciona para uma zona de recreio e lazer. O seu ponto mais alto ronda os 500 metros, no local onde se situa a Capela de St.º António. Em toda a sua área abundam espécies florestais, em que domina o eucalipto e o pinheiro bravo, mas onde ainda se podem referenciar carvalhos, azinheiras, loureiros, medronheiros, para além de espécies arbustivas como a urze branca, a giesta amarela e a carqueja que emprestam à paisagem belas tonalidades. A zona dispõe de parque de merendas, circuito de manutenção, parque infantil, campos de ténis e de uma rede de caminhos vocacionada para a prática do pedestrianismo, factores que configuram excelentes momentos de recreação e repouso à sombra do frondoso arvoredo que protege do Sol em dias de Verão.

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
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Concelho de Gois

Alvares

Património Histórico-Cultural

Pedra Letreira – Arte Rupestre - Na localidade de Cabeçadas encontra-se a designada Pedra Letreira, monumento de arte rupestre classificado como IIP – Imóvel de Interesse Público, no ano de 1997. O monumento é composto por uma plataforma de xisto rebaixada, disposta horizontalmente, na superfície da qual foram esculpidas diversas gravuras, com um machado de pedra polida, através da técnica de abrasão. Neste conjunto figuram, entre outras representações, um arco e flecha, motivos reticulados, pontas de seta e alabardas, e ainda figuras antropomórficas.

Igreja Matriz de Alvares - É um edifício simples e possui portas de grés rosado claro, sendo a principal emoldurada nas ombreiras e no arco, apresentando a data de 1616 entre desenhos vegetais populares. Possui um púlpito externo, cilíndrico, encostado a um cunhal. O altar principal é seiscentista, armado em quatro colunas coríntias. Nos intercolúnios abrigam-se duas esculturas de madeira de Santo Agostinho e de Santo António. A imagem do padreiro S. Mateus é do tipo setecentista encontram-se ainda, na arrecadação, três imagens de pedra: a Virgem com o Menino do séc. XV, S. Mateus manuelino do séc. XVI e Santa Isabel, mãe do Baptista, do séc. XVI.

Capela de S. Sebastião - Monumento que remonta a 1805. Ao Mártir os habitantes de Alvares prometeram um bodo, se ele acabasse com a peste que tantas vítimas fazia. Como tal aconteceu, ainda hoje, no domingo que se segue ao S. Mateus, se realiza a festa da comida com tremoços e carcaça grande, benzida na capela. Esta tradição também se verifica também noutras terras do concelho.

Pelourinho - Pelourinho de estilo manuelino cuja data deve remontar ao período quinhentista em que a freguesia foi concelho.

Ponte Filipina sobre o Sinhel - Ponte, sobre a Ribera do Sinhel, constituída por dois arcos de volta inteira.

Espaço museológico Casa do Ferreiro - Este Espaço Museológico está localizado em Alvares. A casa, constituída por duas divisões, era o local de trabalho de um ferreiro. Aqui é possível ver as várias ferramentas usadas nesta arte, assim como outros objectos antigos aí encontrados.

Espaço museológico de Arte Sacra - Este espaço museológico está localizado, provisoriamente, na Igreja Matriz de Alvares. Futuramente, as peças de arte sacra serão mudadas para as novas instalações.

Património Natural - Praia Fluvial da Ribeira do Sinhel | Piscina Fluvial em Amiosinho | Albufeira do Cabril

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Cadafaz

Património Cultural

Lagar de Azeite comunitário - Neste lagar podemos ver como funciona o velho sistema de "varas", mecanismo que ajuda a extraír da azeitona o seu saboroso óleo, o azeite. Todos os anos, na poca da apanha da azeitona, este lagar é colocado a funcionar para fins turísticos. No final da actividade os visitantes têm ainda a oportunidade de saborear a tibornada (prato típico) bem regada de azeite.

Moinho da Cabreira (interior) - Moinho de água, localizado junto ao lagar, usado para moer milho, daí o fabrico da farinha. Esta farinha é posteriormente usada para fazer a broa de milho.

Ponte sobre o Rio Ceira


Capela de Santo António - Reformada no séc. XVIII, apresenta ainda na verga da porta a data de 1505. Tem o alpendre e o tecto pintado, representa doze cenas do Velho e Novo Testamento. Possui ainda imagens do padroeiro, em pedra, e o retábulo é de talha barroca do século XVII/ VIII. Esta Capela fica no extremo norte da povoaçãp de Cadafaz.

Capela da Candosa


Igreja Paroquial de Cadafaz - A igreja do século XVI, restaurada e ampliada nos séculos seguintes, fica no meio da povoação e tem na porta as seguintes datas 1686 e 1815, bem como, ao lado, uma torre isolada. No interior possui altar-mor de talha "Rococó" e dois colaterais ambos do Século XVIII. A ornamentá-los está uma Nossa Senhora ads Neves e outra de S. Sebastião ambas renascentistas. Possui boas alfaias e um magnífico orgão de pau preto, oferta do Barão do Louredo, Manuel Lourenço Baeta Neves.

Capela da Nossa Srª da Conceição (Corterredor)


Capela de Santa Luzia (Relvas)

Pedra Riscada – Arte Rupestre

Lagar de Azeite comunitário da Candosa

Moinho de água junto ao rio

Património Natural - Praia Fluvial da Cabreira


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Colmeal

Património Cultural

Igreja Paroquial dedicada ao culto de S. Sebastião
Igreja de proporções modestas e com uma pequena torre do lado direito. Os dois sinos são da oficina de Cantanhede de Sebastião Sorilha e estão datados de 1836 e 1858. Esta igreja foi construída em xisto, no lugar de uma antiga Capela dedicada a S. Sebastião, que ficou orago da freguesia. Tem três altares e uma capela moderna do lado direiro e a imagem antiga do padroeiro é gótica, de pedra .

Capela do N. Sr. da Amargura


Espaço Museológico do Soito - Na bonita localidade de Soito, freguesia de Colmeal, encontra-se o Núcleo Museológico do Soito. Aqui encontrará peças que lhe proporcionarão uma viagem ao passado!


Património Natural - Praia Fluvial da Ponte

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Góis

Património Cultural

Igreja Matriz e Túmulo de D. Luís da Silveira - Edifício de arquitectura religiosa, localizado no extremo sul da vila, classificado como Monumento Nacional, desde 1910. Templo dedicado a Santa Maria Maior, padroeira da freguesia de Góis, cuja construção corresponde a diferentes momentos, nomeadamente aos séculos XV, XVI e XIX. De planta longitudinal composta por nave, capela-mor, duas capelas laterais (do lado esquerdo temos a Capela de S. José; do lado direito a Capela das Almas), sacristia e antiga sacristia.
No interior, destaca-se, entre outras obras de arte de grande relevância, o imponente túmulo de D. Luís da Silveira. Esta obra atribui-se a Diogo de Castilho e Diogo de Torralva. A torre sineira da igreja, de planta quadrada, encontra-se à esquerda do templo, separada do seu corpo principal.


Ponte Real e Capela do Mártir S. Sebastião - A Ponte Real da vila de Góis foi mandada edificar por D. João III em 1533, como atesta o alvará editado pelo monarca a 20 de Abril desse ano. À entrada da ponte, na base do morro do Castelo, levanta-se a Capela do Mártir S. Sebastião, do séc. XVIII, vincada de cantarias nas esquinas, entablamento e fogaréus, pequeno campanário à direita, portal armado, cúpula com fecho de pedra.

O conjunto é classificado como IIP – Imóvel de Interesse Público.

Capela do Castelo - Ermida a Nossa Senhora da Assunção construída no século XVI, por vontade de D. Luís da Silveira, 17º Senhor de Góis e 1º Conde de Sortelha. De estilo manuelino, a capela sofreu, no entanto, uma série de transformações aquando da sua recuperação, na primeira metade de novecentos. Assume posição de destaque do alto do morro do Castelo, de onde pode apreciar-se bela vista sobre a Vila de Góis e as montanhas que a rodeiam. No seu interior, encontra-se a imagem de Nossa Senhora de Fátima, que é usada todos os anos na Procissão das Velas, que se realiza nos dias 1 e 31 de Maio: no dia 1 a imagem é transportada até à Igreja Matriz, no dia 31 a imagem regressa ao local de origem.

Curiosidade: Diz-se que a Capela foi construída com os antigos materiais de uma fortaleza que ali existiu.


Paços do Concelho (antiga Casa da Quinta) - Edifício classificado como Imóvel de Interesse Público. É uma das casas nobres edificadas na vila beirã durante o século XVII. A casa pertenceu à família Barreto Chichorro, uma das mais importantes da Vila de Góis no século XVII, instituidora de uma capela na Igreja Matriz, onde estão sepultados alguns dos seus membros. No interior, destacam-se as decorações das aberturas do alçado principal e os quatro notáveis tectos de masseira, com caixotões pintados, provavelmente, na mesma época da construção, de autor desconhecido. O edifício seiscentista tem adossadas, de ambos os lados, duas construções recentes, sem valor arquitectónico.

"Largo Francisco Inácio Dias Nogueira" (antigo Largo do Pombal) - Nos finais da Monarquia e inícios da I República, destaca-se a figura de Francisco Inácio Dias Nogueira, como político e empresário.
Funda a Companhia de Papel de Góis, consolidando a indústria de papel, então já existente, e instala a Central Hidroeléctrica de Monte Redondo, obra arrojada para a época, que permitiu à vila de Góis ter sido uma das terras pioneiras a ter iluminação eléctrica pública, ainda antes da cidade-mãe Coimbra.

Curiosidade:O seu busto, erguido por iniciativa popular e por subscrição pública, aliás o único da vila de Góis, encontra-se no centro do largo que tem o seu nome.


Igreja da Misericórdia - Igreja de planta longitudinal composta por nave única e capela-mor semicircular. No alçado lateral direito tem adossadas a Casa do Despacho e a sacristia. De construção quinhentista, mas profundamente alterada por vários restauros no século XIX, apresenta tipologia original adulterada.
Segundo documentos da época, o processo para a construção da Misericórdia de Góis foi iniciado em 1596 e, com o contributo e ajuda do povo, é criada em 1598. Segundo o Arquivo Histórico de Góis, a construção original sofreu alterações, no entanto, as datas e o tipo de modificações são difíceis de precisar.
Sabe-se que em 1867 se procedeu ao início das obras para lá se colocar o relógio, onde ainda hoje se encontra, obras essas que se prolongaram até 1887.

Hoje podemos encontrar, no Largo Francisco Inácio Dias Nogueira, um edifício do século XIX com uma tribuna lateral, cujas imagens são Santa Rita talhada em madeira, que remonta ao século XVI, e ainda Nossa Senhora da Conceição, do século XVIII.


Fonte do Pombal - A construção actual, de meados do século XIX, encontra-se por cima do que resta da antiga fonte. Esta fonte de duas bicas é também denominada de Fonte do Jogo por nesse largo se ter jogado o Jogo da Bola.

Curiosidade: Há quem diga que se estiverem a beber água, em cada uma das bicas, um homem e uma mulher, se estes olharem um para o outro ao mesmo tempo, ficam apaixonados para sempre.

Cisterna do Pombal- Cisterna de planta quadrangular simples, com cobertura piramidal, apresentando abertura em arco com porta envidraçada. No interior, as paredes estão totalmente revestidas de azulejos hispano-árabes de aresta, policromos (verde, azul, amarelo e manganés), com cercadura e diferentes padrões de tema geométrico, destacando-se o círculo, a formar uma rosácea na parede do fundo.

Curiosidade:

No século XVI, Sevilha era o grande produtor de cerâmica e de lá vinham as grandes encomendas para o distrito de Coimbra.

Casa de Alice Sande - Neste local, conforme a documentação histórica e a recente pesquisa arqueológica, ter-se-á erguido, em tempos remotos, o primeiro paço dos senhores de Góis – os “Paços velhos”. A casa actual poderá manter alguns vestígios do antigo palácio, no entanto, à primeira vista, dessa construção, actualmente, pouco resta. Hoje, a casa pertence à Câmara Municipal de Góis, por doação, em legado testamentário, da última proprietária, Alice Sande, pintora e miniaturista, com raízes familiares na terra, que passou parte da sua vida em Góis. O compromisso da Autarquia é abrir ao público a Casa-Museu Alice Sande. Actualmente, está a decorrer o trabalho de inventário do espólio doado pela artista ao Município.


Antigo Hospital de Góis - O antigo hospital de Góis situa-se em pleno centro histórico da Vila, voltado para a Praça da República. Contígua ao edifício do hospital encontra-se a antiga capela do Espírito Santo. A construção do conjunto edificado corresponde a uma vontade de D. Diogo da Silveira, 2º Conde de Sortelha e 18º Senhor de Góis, na segunda metade do século XVI. (…)
No ano de 2003, o Município de Góis adquire o conjunto edificado, antigos hospital e capela, com a intenção de aí instalar o futuro museu municipal, onde poderá expor as diversas colecções que possui, nomeadamente de ourivesaria, mobiliário, arte sacra e louça, na sua esmagadora maioria resultado de doações efectuadas ao Município. Nesse âmbito, destacam-se o Legado Dr. Alfredo Simões Travassos, o espólio legado pela Arq.ª Margarida Coelho, bem como as ofertas da Sr.ª Enf.ª Fátima Jesus Neves. Para a implementação do espaço museológico, o Município tem vindo a desenvolver uma intervenção prévia de carácter histórico e arqueológico, de modo a enriquecer o programa museológico e com vista à criação de projecto de arquitectura de recuperação e reabilitação do edificado.
Actualmente, verificamos que a descoberta de património arqueológico inédito na área correspondente à antiga claustra do hospital veio, inegavelmente, confirmar a importância do local e enriquecer o património cultural já existente.
O Município de Góis tem em preparação o projecto de recuperação e reabilitação do conjunto edificado, de modo a preservar o património arquitectónico, histórico e arqueológico existente e a receber, condignamente, as colecções dos bens que lhe foram legados.


Capela de Santo António - Situada junto ao Parque do Cerejal, a capela constitui um exemplo manuelino popular com o seu arco ruzeiro e esquina externa lavrada em corda. O pequeno retábulo deverá remontar à segunda metade do século XVIII.

Curiosidade: O solo é revestido de tijolo e azulejo sevilhano do séc. XVI.

Solar Beirão da Quinta da Capela - Situado fora de Góis, o solar, classificado como Imóvel de Interesse Público, era pertença dos Barreto Chichorro, uma das mais importantes famílias da Vila no século XVII. A designação pela qual a quinta é conhecida deve-se à existência de uma capela, que se encontra num plano mais elevado.

Central hidroeléctrica de Carcavelos

Núcleo Museológico do Esporão

Na localidade de Esporão poderá visitar este simpático espaço museológico. Na sala principal, dedicada à terra, podem admirar-se peças ligadas ao quotidiano, bem como fotografias antigas e objectos de alguma raridade. Também pode visitar-se uma sala de exposições temporárias.

Aldeias do Xisto


Pena | Aigra Nova | Aigra Velha | Comareira

As gentes destas povoações cultivam as terras, dedicam-se à criação de cabras e, em tempos passados, também à criação de bois. Viviam de uma agricultura de subsistência, cultivando principalmente milho, batatas e feijões. Os habitantes destas aldeias, por vezes, vinha a Góis a pé para fazer compras ou vender os produtos da sua horta, como o milho.

No verão, estas aldeias enchem-se de vida: os que delas saíram há muitos anos à procura de melhores condições de vida regressam agora para matar saudades...


Ver website: http://www.aldeiasdoxisto.pt


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Vila Nova do Ceira

Património Cultural

Ermida de Nª Sr.ª da Candosa - Construida em 1898, numa fraga de quartzito, no Cerro da Candosa.

Aqui realiza-se todos os anos, a 15 de Agosto, a romaria em honra da Nª Srª da Candosa.

Igreja Matriz dedicada ao culto de S. Pedro - Foi construída em 1665 e, posteriormente, no ano de 1881, foi restaurada pelo povo. Recorrendo a comparticipação do Estado, que para isso recorreu ao "Cofre das Bulas", a 25 de Dezembro de 1885 é inaugurada e entregue ao culto, sendo esse o edifício actual. Os altares são modernos, o mesmo não se passando com uma imagem de São Pedro, de aspecto renascentista. A igreja possui no seu espólio alfaias antigas, uma cruz processional de prata branca do século XVI, um véu de ombros de seda branca com flores matizadas do século XVIII, e também uma casula roxa, oferta da paróquia de Badalona (Barcelona, Espanha) a Leão XVIII.


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Património Natural - Cerro da Candosa | Praia Fluvial das Canaveias


 
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Distrito de Aveiro
     
ÁGUEDA FIGUEIRA DA FOZ OURÉM
ALBERGARIA-A-VELHA FIGUEIRÓ VINHOS OVAR
ALCOBAÇA GÓIS PEDRÓGÃO GRANDE
ALVAIÁZERE ÍLHAVO PENACOVA
ANADIA LEIRIA PENELA
ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
ESTARREJA OLIVEIRA DO BAIRRO  
     
     
Concelho de Íhavo

O Concelho de Ílhavo localiza-se a Sul do Distrito de Aveiro e faz parte da Região Centro (NUT 1) e do Baixo Vouga (NUT II).
Os 37.209 residentes distribuem-se numa área territorial de 75km2 e por quatro freguesias: S. Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo, registando-se uma densidade populacional de 496hab/km2.
Do Concelho destaca-se a Freguesia de S. Salvador (sede de Concelho), como a mais populosa (16.760 habitantes) e a Freguesia da Gafanha da Nazaré como a mais densa (899 hab/km2). O Concelho possui duas cidades, a Cidade de Ílhavo (13 de Julho de 1990) e a jovem Cidade da Gafanha da Nazaré (19 de Abril de 2001).
O Concelho é atravessado no sentido Norte-Sul pelos Canais de Mira e de Ílhavo (Canal do Boco), que definem uma divisão tripartida do território: uma estreita faixa litoral entre o Mar e o Canal de Mira, uma área central, entre este canal e o Canal de Ílhavo e uma área interior, a nascente do Canal de Ílhavo.

Demografia

De acordo com os Resultados Definitivos dos Censos 2001, no Concelho de Ílhavo teremos uma população residente constituída por 37.209 indivíduos, sendo 18.036 do sexo masculino e 19.173 do sexo feminino e distribuídos da seguinte forma pelas quatro freguesias: Gafanha do Carmo – 1.521, Gafanha da Encarnação – 4.907, Gafanha da Nazaré – 14.021, S. Salvador – 16.760. A população não residente, nomeadamente com os fluxos da época balnear das praias da Barra e da Costa Nova, atinge o valor de 50.000 habitantes.
Segundo os Censos de 2001 a densidade populacional era de 521 hab/km2 naquela data. Refira-se que no ano de 2004 existiam registados no Centro de Saúde do Concelho de Ílhavo 39396 utentes.
No que toca à distribuição da população por grupos etários, podemos constatar que o grosso da população (20.512 indivíduos) se encontra na faixa etária entre os 25 e os 64 anos.
Se fizermos um análise comparativa da evolução da população registada através dos anos 1960, 1970, 1981, 1991 e 2001, poderemos concluir que a população decresceu entre as décadas de 60 e 70, muito provavelmente devido à onda de emigração a que se assistiu neste período, sendo que, a partir da década de 80 este decréscimo viria a ser superado e, a partir daí, a população tem vindo a assumir uma tendência de constante crescimento.

Classificação Climática

Segundo Thornthwaite (Ferreira, 1965), pode descrever-se a região como apresentando um clima pouco húmido, temperado, com défice de água moderado no Verão e eficácia térmica no Verão nula ou pequena.
Segundo Koppen, Ílhavo tem um clima temperado oceânico de influência mediterrânica, ou seja, está numa faixa de transição dos climas temperado mediterrânico para o oceânico propriamente dito.

Geologia e Geomorfologia

A região que corresponde ao Concelho de Ílhavo, situa-se na Orla Litoral Mesocenozoica. Esta área geográfica corresponde a uma zona baixa e aplanada, sobressaindo como elementos impressionantes da paisagem os braços da ria. A zona baixa e aplanada corresponde a uma zona de dunas e areais eólicas.
Os pontos mais altos do Concelho situam-se a SE.
Com frequência aparecem as formações aluvionares, sendo as mais importantes as do Rio Boco e as do Canal de Mira (Ria de Aveiro). Os depósitos de praias antigas aparecem na parte Nascente do Concelho, sendo sulcados por várias formações do Maestrichtiano.
A rede de drenagem natural apresenta-se fundamentalmente numa direcção, para Norte, dirigindo-se para a Ria de Aveiro. O encaixe e declive dos vales dão de modo geral muito pouco acentuados, proporcionando um escoamento lento das águas.

Localização e Caracterização do maciço florestal do Concelho de Ílhavo

A Mata Nacional das Dunas da Gafanha, localiza-se na parte ocidental do Concelho de Ílhavo, na região das Gafanhas. Esta região situa-se entre dois canais da Ria de Aveiro, o Canal de Ílhavo (também conhecido por Rio Boco), a nascente e o Canal de Mira a poente. Esta mancha florestal tem aproximadamente 1.250 há (aprox. 50 há da Colónia Agrícola) fazendo fronteira a Norte com o A25 (antigo IP5), a Sul com a Mata Nacional e o Perímetro Florestal das Dunas de Vagos e a nascente e a poente com terrenos particulares.

 

 

 
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Distrito de Leiria
     
ÁGUEDA FIGUEIRA DA FOZ OURÉM
ALBERGARIA-A-VELHA FIGUEIRÓ VINHOS OVAR
ALCOBAÇA GÓIS PEDRÓGÃO GRANDE
ALVAIÁZERE ÍLHAVO PENACOVA
ANADIA LEIRIA PENELA
ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
ESTARREJA OLIVEIRA DO BAIRRO  
     
     
Concelho de Leiria
Leiria - A História de muitas histórias...

Ainda hoje o Castelo de Leiria permanece indelével símbolo monumental da história da Cidade. Guarda no interior das imponentes muralhas os vestígios das diversas fases de ocupação: desde fortaleza militar a palácio real.
No entanto, a história da ocupação humana junto às margens do rio Lis e seus afluentes é muito anterior à Idade Média. Há centenas de milhar de anos, durante os primórdios da ocupação humana na Península Ibérica, quando os instrumentos principais eram feitos de pedra, o homem deixou-se encantar por estas paisagens envolventes, entre o mar e a serra...
Do variado e interessante espólio arqueológico da nossa região destaca-se a descoberta de artefactos feitos em pedra lascada, datados do Paleolítico Inferior e Médio (400 mil a 35 mil anos). Mas o achado mais interessante, encontrado num vale encantado que representa a riqueza natural da região, foi uma sepultura com 25 mil anos – O Menino do Lapedo, assim designado por se tratar de uma criança com cerca de quatro anos.
Desde então, esta região nunca mais deixaria de ser habitada. Assim o comprovam os contíguos indícios arqueológicos, desde as primeiras épocas de sedentarização do homem, em que aparece a cerâmica, passando pela vulgarização do uso dos metais até à intensa romanização, culminando com a ocupação persistente e definitiva do morro do Castelo durante a Idade Média.
Entre o Castelo e o rio Lis nasceu e cresceu a cidade de Leiria. A sua fundação medieval surge no movimento da reconquista cristã aos muçulmanos, protagonizado pelo primeiro rei português – D. Afonso Henriques. Foi precisamente na dinâmica das conquistas territoriais para a fundação do reinado de Portugal, que o rei Conquistador mandou edificar o Castelo, ainda na primeira metade do século XII.
Este foi, definitivamente, o ponto de partida para o intenso povoamento da região de Leiria.
Após a fundação do Castelo, com o aumento da população, a vila expande-se para fora das muralhas. Em 1545 é elevada a Cidade e Diocese.
A paisagem envolvente é fortemente marcada por extensos pinhais que se estendem até à Costa Atlântica. O reinado de D. Dinis (1285-1324) ficou célebre por diversas obras em Leiria, que fundamentam o cognome “Lavrador” - a sementeira do “Pinhal de Leiria” e a secagem de pântanos nas margens do Lis para fins agrícolas, dando origem ao fertilíssimo vale que se estende desde Leiria à sua foz.
Localizada no centro litoral do País, a região de Leiria reúne um conjunto de recursos naturais que consolidam a dinâmica económica ainda hoje evidente. Desde a época dos Descobrimentos Portugueses (Séculos XV / XVI) em que as madeiras do Pinhal de Leiria foram determinantes para a construção naval, passando pelas indústrias vidreiras (Séculos XVIII / XX) até à diversidade industrial contemporânea.


O Concelho de Leiria ocupa uma posição privilegiada no quadro do nosso País e particularmente no regional. Estende-se numa área entre os 38º 38’ 07’’ e os 39º 37’ 49’’ de latitude Norte e os 8º 58’ e os 8º 37’ 19’’ de longitude Oeste. Confina a Norte com o Concelho de Pombal, a Este também com o de Pombal e Ourém, a Sul com o da Batalha e de Porto de Mós, a Oeste é limitado pelo Concelho da Marinha Grande e pelo Oceano Atlântico.
Fica inserido na Região Centro e situa-se na Zona do Pinhal Litoral, apresentando-se como área de grande influência sócio - económica e fortemente representativa do total da Região, com os seus 120 mil habitantes e uma densidade populacional de 210habitantes/Km2
A cidade de Leiria, sede de Concelho e capital de Distrito, fica a uma distância de 146 quilómetros de Lisboa e de 72 quilómetros de Coimbra, sendo a sua localização um dos elementos principais que concorre para o seu crescimento e desenvolvimento; sendo a área urbana um importante nó viário resultante do cruzamento de algumas das principais estradas do País. Aqui se cruzam e sobrepõem o IC2, a A1 e, proximamente, a A17 e as EN 109, 242 e 113.
Além da rede rodoviária referida que concorre para aumentar o papel da região de Leiria no contexto regional, o caminho de ferro aparece também como meio de comunicação alternativo, apesar de insuficiente.
Leiria é o centro de uma região que junta à agricultura e à pecuária tradicionais as indústrias de moldes, alimentos compostos para animais, moagem, serração de madeiras, resinagem, cimentos, metais, serração de mármores, construção civil, o comércio e, mais recentemente, o turismo.
O clima da região de Leiria é temperado marítimo, embora numa faixa de transição para o clima mediterrânico, que se faz sentir com maior intensidade a Sul. Caracteriza-se por ser bastante ameno, com Invernos pouco rigorosos, pois as temperaturas não acusam valores muito mais baixos que 10ºC em média, enquanto a pluviosidade pode ser superior a 140mm (totais mensais). Os verões apresentam temperaturas médias que oscilam pelos 20ºC, sendo a pluviosidade quase nula. A um Verão quente e com pouca precipitação opõe-se um Inverno com temperaturas suaves e bastante chuvoso. No centro da cidade de Leiria, devido à abertura dos vales do Lis e Lena e aos morros do Castelo, de S. Miguel e da Senhora da Encarnação, podemos encontrar um microclima que apesar de marítimo devido à humidade sempre presente, apresenta características continentais sendo os Verões quentes e os invernos rigorosos com temperaturas por vezes negativas.
A pluviosidade e a temperatura andam associadas ao facto de na região os ventos dominantes soprarem dos quadrantes Norte e Noroeste, exactamente no sentido da mais fácil penetração das correntes marítimas húmidas, dada a disposição do relevo com uma dominância para a orientação Sudoeste. O lado Este e Sul do Concelho apresentam as maiores altitudes, sendo o Cabeço da Carapinha, a Sul e com os seus 419 metros, o ponto mais elevado.
O Rio Lis é a principal linha fluvial, que drena a maior parte do Concelho, correndo de Sul para Norte, estando ao longo das suas margens as terras mais férteis, sendo o “campo” uma autêntica obra de engenharia rural, com as sua valas de enxugo e rega para a agricultura de regadio.
O Concelho aparece no contexto regional, e mesmo nacional, como uma região rica em história e cultura, em variedade geográfica e localismo, mas ao mesmo tempo unida na solidariedade e hospitalidade, não fosse um concelho de forte acolhimento de gente imigrante que aqui procura trabalho e uma vida melhor, graças à grande força expansiva dos seus núcleos urbanos e ao dinamismo e empreendimento da sua gente. Esta é uma região rica de contactos, de permutas fecundas, de redemoinho de gente, de um comércio activo e constante de bens e de cultura.


Termas de Monte Real

As Termas de Monte Real, das mais importantes da Região Centro, situadas no coração de Monte Real, entre Leiria e a Praia da Veira, são bastante ricas em águas medicinais. O seu ambiente é muito aprazível reforçado por um jardim imenso e convidativo.
Existem vestígios de que os romanos já conheciam os efeitos terapêuticas das águas e o local da nascente seria mesmo um local de culto à Deusa Fontana. Mas só com D. Dinis é que Monte Real se tornou um núcleo populacional com alguma importância, com a edificação dos Paços Reais e a estadia, quase permanente, da Rainha Santa Isabel neste local.
A época termal é de Março a Outubro e as suas águas são indicadas para doenças reumáticas e músculo-esqueléticas e do aparelho digestivo. Para quem procura outras actividades para além do termalismo, encontra piscinas, ténis, praias, entre outros.

Praia de Pedrógão

Em direcção à costa litoral, encontramos a Praia do Pedrógão, banhada pelo Oceano Atlântico, com um nome adquirido por ter junto ao mar grandes rochas escalvadas. Única estância balnear do Concelho de Leiria, foram recentemente descobertos vestígios que revelam ter sido aquela zona ocupada desde a pré-história.
Em 1385 dois lavradores abastados de Coimbrão, José Gaspar e José Duarte Ferreira, resolveram montar uma ‘companha’ de pesca do arrasto (conhecida com ‘arte xávega’, que utiliza barcos a remos, estreitos e em forma de meia lua, especialmente adaptados ao mar ondulado característico daquela costa) num extenso areal, iniciando a exploração industrial da sardinha. Não existiam nem casas, nem ruas... nada. Só pedras e dunas. Para movimentar o barco, procuraram 40 homens nas praias mais a Norte. Esses pescadores fixaram-se e fizeram as suas barracas de madeira muito rudimentares. Foram esses os primeiros habitantes do Pedrógão dos tempos modernos. Era uma gente pobre, um estatuto que poucas alterações sofreu ao longo de muitas décadas e que só a emigração do princípio dos anos 60 veio alterar.
Com o passar dos séculos, as companhas sucederam-se e, no início do século, aquela praia chegou a ser uma das maiores abastecedoras de peixe da região.
Com as modernas e inovadoras técnicas de pesca e as agressivas e eficazes formas de distribuição comercial do pescado, a pesca na Praia do Pedrógão perdeu definitivamente a sua importância industrial e comercial. Actualmente a ‘arte xávega’ tem uma importância residual na economia dos habitantes da povoação e constitui uma das maiores atracções turísticas.
Após o 25 de Abril de 1974, e com a melhoria das condições de vida da generalidade da população – e o consequente maior acesso a alguns bens –, a praia viu substancialmente aumentado o número dos seus frequentadores, oferecendo hoje uma série de infra-estruturas de apoio que possibilitam um melhor usufruto do seu areal e do mar.
Mais recentemente ainda, recebeu o galardão “Praia acessível”, resultado dos investimentos realizados pela autarquia no âmbito do acesso à praia por pessoas portadoras com mobilidade reduzida. Encontram-se, assim, disponíveis um tiralô (pequeno veículo não motorizado, para facilidade de mobilidade de pessoas com deficiência motora ou paralisia cerebral), e sinalética em braille para indicação de instalações sanitárias e balneários, a cegos e amblíopes.
Vale ainda a pena referir a existência de um Parque de Campismo dotado de todas as infra-estruturas necessárias e de um ‘Centro azul’, estrutura onde se prestam informações e se realizam acções de educação ambiental, especialmente vocacionado para a temática do litoral.

 
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Distrito da Coimbra
     
ÁGUEDA FIGUEIRA DA FOZ OURÉM
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ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
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Concelho de Lousã

Falar na Lousã, em termos turísticos, equivale a referir monumentos, história, belezas paisagísticas e, designadamente, montanha, para além da sua proximidade geográfica a outros centros turísticos.
De facto, a Lousã, situada no centro de Portugal, caracteriza-se por ser um concelho com bastantes motivos de interesse, quer ao nível da sua história, quer no que respeita aos espaços naturais e respectiva utilização, como sejam os desportos de aventura, cujo palco privilegiado é a Serra da Lousã, que se assume como ex libris deste concelho.

Trata-se, pois, de um concelho, cujo ex-líbris, é o turismo de montanha, e cujas potencialidades já em 1929, eram reconhecidas, tendo-lhe sido atribuída a classificação de "Estância de Repouso e Turismo".

O caso, por exemplo, do complexo natural e paisagístico, da Srª da Piedade, vale quase encantado, onde junto ao rio que ali corre, se erguem escarpas altivas, encimadas por um complexo religioso de grande beleza, a cujos pés se destacam as piscinas fluviais, cuja outra margem se encontra marcada pela existência de um morro encimado por um castelo medieval, que remonta ao século XI. Mas se a Serra da Lousã, nos proporciona as riquezas naturais mencionadas, chegados ao vale amplo e verdejante, ergue-se uma vila pujante de desenvolvimento, e em que a harmonia entre o novo e o histórico, é característica principal.

Destacam-se neste aglomerado habitacional, como aliás pontificam noutros locais do concelho, a excelência da arquitectura dos seculos XVIII e XIX, cuja manifestação por excelência, surge corporizada nos vários solares e palácio existentes na parte velha da vila.
Destaque especial merece, igualmente, o pelourinho existente nos Paços do Concelho, zona de transição entre a parte antiga e nova do aglomerado urbano, o qual se encontra, conjuntamente com o castelo, classificado como monumento nacional.



Fauna e Flora

As zonas ribeirinhas da Serra da Lousã, são caracterizadas, por possuírem aspectos naturais muito particulares: flora diversificada, - incluindo espécies exóticas, que só são mencionadas como exemplo do que a monocultura (eucalipto) e as pragas florestais (acácia), podem fazer à biodiversidade das espécies - assim como algumas espécies sempre verdes (a Laurisilva), cada vez mais raras, no nosso território.


Clima

Características marcadamente mediterrâneas. Chuva e neve frequentes no Outono, Inverno e princípios da Primavera (precipitação média anual entre os 1000-1800 mm).

Percursos da Serra da Lousã

Os percursos pela serra da Lousã, passando pelas aldeias serranas podem ser feitos a título individual, mas para uma melhor interpretação do espaço permitindo uma experiência completa e agradável é aconselhável recorrer às empresas da zona especializadas neste tipo de actividade.

Rede das "Aldeias do Xisto "

A arquitectura das aldeias serranas tem como principal elemento o xisto, predominante na geologia da serra. Na construção das casas é ligado por argamassas de argila ou simplesmente apoiado por sobreposição, sendo esta última técnica frequente no caso dos currais, espaços para guarda de animais. Para a estrutura das coberturas é utilizada madeira de castanho e pinho revestida depois com colmo e lagetas de xisto, mais recentemente com telha de canudo. As portas, janelas e soalhos do piso superior são igualmente construídos em madeira. Este piso era amplo e escuro, com bancos compridos e uma lareira cujo calor era aproveitado para secar a castanha disposta num tecto falso de ripas de madeira – o “caniço”.Geralmente as construções estão intimamente ligadas ao acidentado do terreno que lhes serve de suporte, apresentando um ou dois pisos e muitas vezes sobrepondo-se entre si. Criam-se assim formas irregulares que lhe conferem uma imagem singular pela sua diversidade e riqueza. Era costume encontrar à porta das casas entre uma e três pedras em bico que serviam para afastar o mal.

 
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Distrito de Leiria
     
ÁGUEDA FIGUEIRA DA FOZ OURÉM
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ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
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ESTARREJA OLIVEIRA DO BAIRRO  
     
     
Concelho de Marinha Grande

Marinha Grande
Um concelho agradável, acolhedor e animado aguarda-o à beira do Atlântico. Visite-nos e coloque os seus sentidos à prova.
Deixe-se fascinar com o sol, a praia e a mata, tire o máximo partido do clima ameno durante a maior parte do ano e pratique o seu desporto predilecto. Conheça de perto a sua história, a sua cultura e gentes. Passeie pelos seus espaços verdes, à beira do rio ou do mar, repouse nas suas fontes e percorra os seus trilhos…
Desfrute de uma viagem através do vasto e característico património histórico, natural e artístico desta região singular.

Situada no litoral da região centro de Portugal, no distrito de Leiria, a 10km do oceano, a Marinha Grande está implantada numa extensa planície, cercada por um horizonte de pinheiros do majestoso Pinhal do Rei, também conhecido por Pinhal de Leiria ou Mata Nacional de Leiria.
Local de expressiva beleza natural, caracterizado pela trilogia pinhal, ribeiro, oceano, oferece-nos uma paisagem única exemplarmente preservada. É esta imensa diversidade que constitui o principal atractivo desta região, única do género em Portugal. A grande singularidade e qualidade do seu património Natural, Cultural e Industrial, conferem-lhe condições de excepção para uma descoberta que associa o Turismo Ambiental ao Cultural e ao de Negócios.

O mar, o pinhal e os demais recursos geológicos existentes ofereceram, durante séculos, matérias-primas e combustível para diferentes tipos de indústrias - nomeadamente de serração de madeira, de extracção e transformação de produtos resinosos, e de vidro - e constituíram a base das actividades económicas mais importantes do concelho, facilitando o estabelecimento e desenvolvimento de várias comunidades e povoações ao longo de séculos.
Ao longo de aproximadamente 700 anos, o Pinhal do Rei cresceu, foi explorado e ordenado, sendo a principal fonte de recursos naturais que desencadeou o aparecimento da maior parte das povoações que hoje existem nas suas proximidades. O desenvolvimento posterior destas deveu-se essencialmente à instalação da Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande, em 1747, ao redor da qual surgiram outras fábricas e indústrias que motivaram o crescimento do concelho e que foram determinantes na evolução da sua história, cultura, sociedade e economia.

Património Natural


Ribeiro de São Pedro de Moel - Fonte da Felícia
Situada nas vertentes abruptas que constituem as margens do Ribeiro de Moel, a região denominada Felícia surge como um dos locais ideais para a realização de passeios pedestres e de bicicleta, onde se podem contemplar algumas espécies representativas da flora autóctone do país. A água é um bem precioso e também nesta zona, bem como em toda a extensão do Pinhal, é possível encontrar diversas fontes que oferecem água potável.
Nesta zona que margina o ribeiro, coexiste um dos maiores bosquetes mistos de caducifólias introduzido pela acção humana, onde se destaca o carvalho alvarinho pela sua abundância. Também o carrasco, existente em zonas de menor humidade, está presente nas vertentes mais elevadas. Para além destas espécies, surgem no estrato arbustivo e sub-arbustivo, a gilbardeira, o loureiro, o folhado, entre outras espécies em que dominam o feto real, o polipódio - sobre os troncos caídos em decomposição - e a erva pinheirinha.
Do ponto de vista faunístico, este local adquire naturalmente importância, uma vez que constitui uma área de grande biodiversidade, proporcionando alimento e refúgio para diversas espécies de répteis, aves e mamíferos, destacando-se o gaio e a geneta - espécie protegida, incluída no anexo III da Convenção de Berna - que em visitas ocasionais à mata, selecciona preferencialmente este habitat.
(a 6 km de Pedreanes, sentido sul em direcção à EN242-2 para S.Pedro de Moel, depois da ponte, virar à direita no cruzamento Ponte Nova e a cerca de 1,2km, virar novamente à direita)

Património Histórico e Industrial

Museu do Vidro
O Museu do Vidro está instalado no Palácio Stephens, edifício de inspiração Neoclássica, construído na segunda metade do séc. XVIII e classificado de interesse público.
Este palácio foi a antiga residência do industrial inglês Guilherme Stephens, que em 1769 obtém, através de Alvará Régio, o restabelecimento da Real Fábrica de Vidros da Marinha Grande.
Criado por decreto lei em 1954, o Museu do Vidro é inaugurado a 13 de Dezembro de 1998, pelo Sr. Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, no ano em que a cidade da Marinha Grande comemorou 250 anos da Indústria Vidreira


Museu Joaquim Correia

Antiga residência de uma das famílias de maior destaque da Marinha Grande, este edifício de meados do século XIX acolhe o espólio artístico de um filho da terra, o Professor Escultor Joaquim Correia.
Nascido em 1920 numa família de artistas vidreiros, Joaquim Correia estudou escultura na Escola Superior de Belas Artes do Porto e, depois, na congénere de Lisboa. Foi discípulo de grandes nomes como Simões de Almeida (sobrinho), Francisco Franco, Barata Feyo e António Duarte. O Museu Joaquim Correia foi inaugurado a 5 de Dezembro de 1997.

Largo 5 Outubro
Telf 244 568 801
encerra à 2ª feira e feriados
Outubro a Maio 14h-18h ( semana)
14h-19h ( fim de semana)
Junho a Setembro
14h-19h


Casa do Vidreiro - Alpendrada

Esta casa é um dos últimos exemplares de uma traça muito característica da Marinha Grande, retirando o nome do alpendre de entrada.
Recentemente reconstruída, recolhe o ambiente e os objectos que se encontravam em qualquer habitação de vidreiros das primeiras décadas do século.

Largo 5 de Outubro


 


 

 
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Distrito de Aveiro
     
ÁGUEDA FIGUEIRA DA FOZ OURÉM
ALBERGARIA-A-VELHA FIGUEIRÓ VINHOS OVAR
ALCOBAÇA GÓIS PEDRÓGÃO GRANDE
ALVAIÁZERE ÍLHAVO PENACOVA
ANADIA LEIRIA PENELA
ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
CASTANHEIRA PÊRA NAZARÉ VAGOS
COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
ESTARREJA OLIVEIRA DO BAIRRO  
     
     
Concelho de Mealhada
Convento de Santa Cruz do Bussaco

Depois de escolhido o lugar para a instalação do primeiro Deserto Carmelita em Portugal em umas matas e umas terras na serra do Luso a que chamam Bussaco, para ali se dirigiram os primeiros operários da obra. Eram Frei Tomás de S. Cirilo, primeiro vigário, Frei João Baptista e Alberto da Virgem, arquitecto.
Saíram de Aveiro a 29 de Junho de 1628 e hospedaram-se no Luso. A 25 de Julho, juntaram-se-lhes mais três companheiros, Frei António do Espírito Santo, Frei Bento dos Mártires e o irmão António das Chagas, oficial de alvenaria.
Lançaram a primeira pedra do mosteiro no dia 7 de Agosto de 1628 e a 28 de Fevereiro de 1629 adoraram o SS na casa da livraria, de que fizeram igreja provisória e logo no dia 19 de Março de 1630 deram inicio á vida regular da comunidade. Porém, a sagração solene do convento e a primeira missa só teria lugar a 3 de Maio de 1639 e o Deserto tomava o nome de Convento de Santa Cruz do Bussaco.
De construção simples e pobre, o cenóbio era a expressão da austeridade religiosa da Ordem, apostada nas coisas do espirito e da salvação da alma, mais que na ilusória riqueza dos bens materiais do mundo.
Á rea de acesso reservado a quantos procuravam a oração e a penitência, coube a esses monges do carmelo murar os 105 hectares da sua devoção edificar ermidas e capelas, preservar a rica flora nativa e acrescentar-lhe espécies trazidas de todas as partes do mundo traduzidas em grande variedade de espécies exóticas que fazem hoje do parque botânico do Buçaco uma referencia única.
Em 21 de Setembro de 1810, durante a terceira invasão francesa, o general inglês Wellington ficou alojado no convento, bem como todo o seu estado maior que ocupou quase todas as celas dos frades.
Em 1834, com a extinção das ordens religiosas, o Convento e todo o património existente, incorporou-se nos bens nacionais. Foi a 16 de Junho daquele ano que as autoridades do então concelho da Vacariça compareceram no Bussaco fazendo o auto de apreeensão perante o último prior, Frei António de Santa Luzia, dando a todo o património existente o valor de 8000 reis.


MUSEU MILITAR DO BUÇACO

O Museu Militar do Buçaco foi inaugurado em 27 de Setembro de 1910, por ocasião do 1º centenário da Batalha do Buçaco, que sintetiza a valentia e a acção heróica do exército anglo-luso durante o período da Guerra Peninsular. Ampliado e remodelado em 1962, dispõe de valiosas colecções de armas, uniformes e equipamentos utilizados na Batalha, de que se destaca uma peça de artilharia com a respectiva guarnição.
Em paineis, aludindo aos brilhantes feitos de armas praticados, recorda-se com emoção e gratidão o comportamento corajoso e determinado de todas as Unidades portuguesas que tomaram parte na Guerra Peninsular (1808-1814). Á sua acção se ficou devendo a defesa da identidade e independência nacionais.

Horário: Terça a domingo das 10 ás 17 horas
Encerrado á segunda-feira e nos dias 1 de Janeiro e domingo
de Páscoa.
Gratuito ás 4ª feiras para adultos com mais de 65 anos e
Jovens dos 10 aos 18 anos.

Entradas: Adultos 1 euro, jovens até 18 anos 0, 75 cêntimos
Maiores de 65 anos 0, 50 cêntimos.
Grupos escolares 5 euros (25 alunos)


Informações : Museu Militar do Buçaco Telf.: 213 939310


Situado no pequeno lugar de Almas do Encarnadouro, na Serra do Buçaco, o Museu Militar recolhe nas suas salas o espólio da Batalha do Buçaco travada em 27 de Setembro de 1810 entre as tropas napoleónicas sob o comando do Marechal Massena e as anglo-lusos, comandadas pelo Duque de Wellington.
Estava-se então no coração da Terceira Invasão Francesa, com os franceses a percorrerem a margem direita do Mondego em direcção a Coimbra e Lisboa, depois da tomada de Cuidad Rodrigo, Almeida e Viseu.
Wellington, com o seu exército estendido pelos cumes da Serra do Buçaco entre a Senhora do Monte Alto (Penacova) e o Ninho da Águia (Aljeriz), resolve aproveitar a posição vantajosa que detinha nas alturas escarpadas da serra para fazer frente ao inimigo e infligir-lhe uma das primeiras derrotas do Império de Napoleão. Com efeito, na noite de 27 de Setembro, as tropas francesas forçaram a passagem pelas estradas que de Viseu conduziam a Coimbra atravessando os altos do Buçaco e foram de pronto repelidos com valentia e audácia pelo exército anglo-luso.
O Museu Militar do Buçaco, criado e inaugurado em 1910 quando do lº Centenário do acontecimento com a presença do Rei D. Manuel II, mostra nas suas salas o rico legado da época, nomeadamente peças militares do principio do Séc XIX, figuras uniformizadas, guiões e medalhas, material e equipamento diversos, uniformes, gravuras, uma peça de campanha de 9 libras que tomou parte na batalha e respectiva guarnição, evocações miniaturizadas e uma completa maquete mostrando as posições das forças em combate.
Outros locais históricos a visitar : Capela de Nª Srª da Victória, que serviu de hospital de sangue durante a batalha, Obelisco Comemorativo da Guerra Peninsular, Posto de Comando do Marechal Duque de Wellington, Moinho de Sula, Ruinas do Moinho da Moura, posto de comando do Marechal André Massena.
O Museu encerra às 2ªs feiras.

(...)

GASTRONOMIA

O Leitão Assado à Bairrada

Uma delícia única. Um manjar digno dos deuses !!!!
Amarelo e apaladado por séculos de tradição, o leitão da Mealhada é a maior riqueza gastronómica do concelho.
Com o peso em vivo a oscilar entre os 6 e os 10 quilos, um mês, mês e meio de idade, o leitão sai do leite materno para se transformar numa iguaria impar que chama á fileira da estrada nacional 1, que percorre o concelho de norte a sul, milhares de veneráveis apreciadores.
Temperado á boa maneira da tradição, enfiado no espeto durante duas horas em forno a lenha pelas mãos de especialistas nas voltas e mais voltas da sua confecção, amarelo como ouro na sua pintura a calor lento, o leitão é verdadeiramente um manjar divino, apreciado pelos inúmeros adoradores na verdadeira sala de jantar de Portugal, a Mealhada.
Acompanhado pelo não menos saboroso pão da Mealhada, de fabrico tradicional e pelos bons vinhos dos produtores locais…

( Receita Conventual de 1743, compilada por António de Macedo Mengo )

Pelado e aberto por uma ilharga, se lhe tirem as tripas e a fressura... e também picarão toucinho e umas cabeças de alho, cravo inteiro e pizado, pimenta inteira e pizada, cuminhos, sal, folha de louro, um pouco de vinho e algum vinagre. Mexa-se tudo isto muito bem, e se metta dentro do leitão, de sorte que não leva môlho; e cosendo a abertura, espetarão o leitão em espeto de pau, e o untarão com manteiga de porco.
Isto feito, ponha-se a assar, que será devagar, e emquanto se for assando se tirará fóra algumas vezes para tomar ar e côr. E, quando começar a levantar empollas na pelle, se lhe irá dando com um panninho molhado com água e sal.
Quando estiver assado, o que commummente leva duas horas, terá então os couros bem córados e vidrentos; e logo se porá na ponta de um espeto um pedaço de toucinho, que assando-o se irá pingando com elle o leitão. E depois de bem pingado irá á mesa, servindo-se com laranja, pimenta e sal.

Rota do Vinho da Bairrada

Situada no coração duma Bairrada vinhateira de grande qualidade, ao que alia uma riqueza gastronómica impar, a Mealhada faz parte dessa jovem instituição que se chama Rota do Vinho da Bairrada e honra-se de ver aberto o seu primeiro posto informativo nas instalações da antiga Destilaria da Junta Nacional do Vinho, um imóvel recuperado para ser palco previlegiado da promoção dos seus produtos.
Outros lugares são no entanto de visita obrigatória para os ‘chamados’ adoradores do vinho, e esses locais são precisamente as vinhas, as caves ou as adegas dos seus primeiros aderentes, os verdadeiros santuários onde se cria e faz a volumetria do néctar final.
Assim, é sempre de aconselhar uma passagem pelas Caves Messias no coração da vila da Mealhada, ou pela renovada Quinta do Valdoeiro, na freguesia da Vacariça, vinhedos que se estendem entre as povoações do Travasso e Quinta do Valongo, ou ainda pela Adega Cooperativa da Mealhada e pelo antigo solar da Quinta do Carvalhinho, em Ventosa do Bairro, para ali tomar o gosto e o aroma com que se ama o vinho da Bairrada no berço dos aderentes do concelho.
Em plena Rota, haverá porventura sensação melhor que viajar pela candura da terra fértil, pela sombra dos pinhais frondosos, pela secularidade da mata do Buçaco que se abre em paisagens de suaves declives e vastos horizontes? Tudo nos sugere que deixemos o mundo correr e façamos uma pausa para desfrutar a natureza que aqui tão amplamente se manifesta... Aqui, onde o tempo, a riqueza e a diversidade geológica dos solos bairradinos, dão azo a que se produza uma tão grande variedade de vinhos, distintos entre si e os demais.
Sejam eles tranquilos ou espumantes, todos acompanham famosamente a culinária tradicional e merecem ser bebidos na região, para aí lhes tomar o gosto e conhecer a nobreza da personalidade.

Locais a visitar:
Posto de Atendimento da Rota do Vinho da Bairrada
Caves Messias
Quinta do Valdoeiro
Adega Cooperativa da Mealhada
Quinta do Carvalhinho
Área de vinhedos da Silvã, Casal Comba, Ventosa do Bairro.

TERMAS DO LUSO
O
Luso é uma estância termal e de férias situada no coração de Portugal.
A tecnologia, associada à acção fisiológica da água termal, bem como os tratamentos especializados, sempre sob o acompanhamento de médicos e técnicos de saúde competentes, garantem ao aquista uma qualidade superior na prestação de todos os serviços associados ao complexo das termas.
A água termal do Luso brota na parte central do balneário, situado em pleno centro da vila, com um caudal superior a 12.000 litros/hora e com uma temperatura de 27 graus centigrados.
É utilizada pela clínica médica das termas, quer em curas de diurese, estimulando a função renal e potenciando uma acção depuradora e desintoxicante, quer no tratamento de afecções crónicas do aparelho reno-urinário-litiase renal e insuficiência renal. É utilizada ainda em doenças metabólicas-endócrinas – hipertensão arterial, hipercolesterolémia, diabetes e gota; afecções respiratórias crónicas-bronquite e asma; doenças reumáticas e musculo-esqueléticas e patologia dérmica.
Reabilitação do aparelho locomotor, fisioterapia correctiva e recuperação da forma física, são outros serviços de elevada qualidade e eficiência oferecidos por um excelente bloco de fisioterapia.

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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ANADIA LEIRIA PENELA
ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
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COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
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Concelho de Mira
CONHECER O PATRIMÓNIO AMBIENTAL DE MIRA

O Concelho de Mira, com uma superfície aproximada 123 km², plana ou ligeiramente ondulada, é dominada por uma cobertura arenosa de origem sedimentar recente, designada por “Areias da Gândara” e encontra-se coberta por uma frondosa floresta de pinheiro-bravo.

Um pouco mais de metade do Concelho está classificado de Sítio Rede Natura 2000 – Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas, um estatuto ambiental ao nível europeu para a protecção de habitats e de espécies específicas associadas e que inclui dunas, pinhais, lagoas e ribeiras.
O canal de Mira, na área de sapal do Areão de Mira, pertence à Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro, uma salvaguarda para a biodiversidade e protecção da avifauna.

Assim, quem passeia e usufruir das terras de Mira, sobretudo pela pista ciclo-pedonal, com cerca de 25km de extensão, apercebe-se das diferentes paisagens que atravessa: desde a orla costeira e dunas à enorme mancha verde formada pela floresta, passando por retalhados campos agrícolas, cursos de água e pelas duas lagoas de água doce que, em conjunto, criam um agradável cenário paisagístico. Estas diferenças traduzem-se em habitats distintos que acolhem dezenas de populações impares, onde flora e fauna coexistem.

Nesta região estão inventariadas 198 espécies de aves, 12 de peixes, 13 de anfíbios, 12 de répteis e 22 de mamíferos. Nas plantas, entre herbáceas, arbustivas e arbóreas, podemos encontrar 402 espécies florísticas. São estes mundos de escala menor que o convidamos a explorar!

Desejamos-lhe um óptimo passeio na descoberta da natureza e sua biodiversidade, a par com o importante património cultural e arquitectónico que existe em Mira.

Património Edificado


Capela da Praia de Mira

Estátua da Mãe Gandaresa

Estátua do Infante D. Pedro

Estátua do Pescador

Igreja Matriz de Mira

Monumento aos Mortos da Grande Guerra

Museu Etnográfico da Praia de Mira

Pelourinho de Mira




 
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Concelho de Miranda do Corvo
Miranda do Corvo é uma vila sede de Concelho localizada no Distrito de Coimbra junto à Serra da Lousã. Trata-se de uma vila muito antiga com foral desde 1136, de D. Afonso Henriques.

Miranda desenvolveu-se em redor do morro do antigo castelo num emaranhado de ruas e escadas estreitas que fazem da zona histórica da vila uma das mais características do país.
Do alto do Calvário, junto à igreja matriz e à torre sineira, vislumbra-se uma panorâmica de toda a vila e das vertentes da serra da Lousã.
Neste local sugerimos uma visita à Igreja Matriz. Esta igreja tem por patrono o Salvador. D. Henrique e D. Teresa doaram a igreja à Sé de Coimbra, indirectamente, isto é, autorizaram o presbítero Árias a fundar a igreja, parecendo deduzir-se que foi em época anterior à incursão moura de 1116.
Em relação a construções anteriores à actual, há documentos comprovativos de uma nos finais do séc. XIV.
O actual edifício provém duma reconstrução do último quartel do séc. XVIII, substituindo a velha igreja do séc. XV, por esta se ter arruinado completamente a ponto de ser demolida em 1785. A data de 1786 na porta principal corresponde ao início dos trabalhos.
É um templo vasto e regularmente proporcionado. A frontaria segue o esquema neoclássico da igreja distrital usual à época: duas pilastras em cada lado, elevando-se a parte média; porta de cimalha e verga curvas, encimada pela janela do coro. O interior é de uma só nave, muito ampla. A cabeceira contém o retábulo principal e os colaterais datados do fim de setecentos.
Junto à igreja Matriz encontra-se a Torre Sineira. Pertencia ao desaparecido Castelo Medieval, que com a perda de importância estratégica se foi deteriorando, até ao seu completo desaparecimento.


A visita pode continuar com uma passagem no Calvário, local que, por impulso do pároco Fernando dos Santos Coimbra, foi aproveitado para a construção de um local aprazível e acolhedor, coroado por uma escultura do Cristo-Rei.
Neste local, na parte oposta à Igreja, encontra-se a Capela do Calvário, reformada e ampliada modernamente - 1899 na frontaria; 1932 no piso fronteiro. Conserva a porta antiga, elegante, de duas pilastras e mísulas complementares a suportarem o frontão. Os batentes são de almofadados em traçados curvos. Aquela e estes pertencem à segunda metade do séc. XVIII. No interior suspendem-se das paredes seis telas de J. F. Alvarinha, datadas de 1880. Representam passos da Paixão.
Dos cruzeiros que faziam parte da Via Crucis só é antigo o que fica em frente da capela: possui coluna sobre degraus circulares, do tipo seiscentista, mas coroado de uma cruz trevada, de 1871.


Deste local avista-se também a Capela de Nossa Senhora da Boa Morte. Encontra-se isolada num adro na vila. Anteriormente terá lá existido a capela de S. Cristóvão, de que subsiste documentação provando a sua existência em 1576. Houve igualmente, à sua frente, um adro com um cruzeiro com o nome do mesmo santo. Lá se enterravam os que, sendo de fora da freguesia, nela pereciam, o que levou a que chamassem àquele adro “pátria dos peregrinos”. As paredes laterais do corpo acusam, pela cornija, que foram reaproveitadas de uma obra do séc. XVII. Foi nesta capela que se instituiu, em 1732, a Irmandade de Nª. Sª. da Boa Morte.
A fachada é bem proporcionada, existindo pilastras nos cunhais, cimalha de cantaria que segue traçado mistilínio, porta e óculo quadrilobado, com molduras e formando uma só composição; duas janelas do coro, de aro moldurado, e abaixo, ao lado da porta, dois rótulos concheados. No interior existem três retábulos de gosto setecentista final.


Miranda do Corvo é também cheia de locais convidativos ao repouso como é o caso da Praça José Falcão, sala de visitas de Miranda do Corvo. Este magnífico jardim enquadra o edifício dos Paços do Concelho. No espaço fronteiro a este edifício encontra-se uma réplica do pelourinho quinhentista, construída no âmbito das comemorações dos 870 anos da Carta de Foral de Miranda do Corvo. O pelourinho original encontra-se abrigado no átrio do edifício dos Paços do Concelho. Data do primeiro quartel do séc. XVI e encontrava-se no local onde existia a antiga Casa da Câmara (actual Feira da Sardinha). É contemporâneo do foral de D. Manuel, datado de 1513 ou 1514


Em Miranda pode ainda visitar-se a Capela de São Sebastião e vários monumentos escultóricos, nomeadamente a estátua da liberdade, o monumento de homenagem ao oleiro, o monumento ao trabalho, a estátua de homenagem à mulher e o monumento de homenagem aos ferroviários.


Para além de uma história quase milenar, Miranda do Corvo tem para oferecer aos seus visitantes paisagens de uma beleza deslumbrante que vão desde as aprazíveis margens do rio Ceira até aos picos da serra. Mas, ainda antes de subir as vertentes da serra, vale a pena desfrutar da tranquilidade do Santuário da Nossa Senhora da Piedade de Tábuas. A fundação e o fundador da capela, Domingos Pires, estão envoltos numa curiosa lenda de aparições e anjos escultores. O lavrador, que era julgado de recuada época, veio o historiador Belisário Pimenta encontrá-lo bem identificado, com a mulher Leonor Eanes e as filhas Eva e Maria Martinho, nos meados do séc. XVI. Os restos artísticos mais antigos confirmam-no igualmente. O santuário foi sede de grande devoção e romaria.
A capela principal encontra-se disposta cenograficamente numa elevação – que teve o nome de Malhadinha – que se destaca numa garganta apertada da serra de Miranda. Como de costume, desenvolveu-se o santuário ao longo do caminho de acesso, por meio de motivos secundários, que formam um todo: capela de S. José, cruzeiro e capela de Santo Amaro, fonte, a capela propriamente dita, ao que juntaram nas vertentes próximas umas capelas nichos sem valor.
O edifício da capela da Piedade data da segunda metade do séc. XVI, com algumas reformas no séc. XVIII e adendas posteriores.


Subindo a serra, encontra-se o Gondramaz, uma aldeia de xisto onde o tempo parece ter parado. Chegados perto do cimo da montanha, ergue-se do solo a aldeia, o Gondramaz, que de uma forma envergonhada se vai mostrando através da vegetação.
A sensação é esmagadora. Todos os sentidos são estimulados. A visão é imaginária. Parece que estamos a caminhar sobre os telhados.
A sinalética indica-nos os pontos de referência da aldeia e dá-nos a conhecer os seus segredos. A audição é envolta de um som forte, de uma música, de uma pauta escrita pelo som emitido pelas asas das abelhas. O cheiro é extasiante, a um odor de verde da natureza. O sabor está envolto no gosto delicioso das castanhas que envolvem o chão.
Visitada a aldeia, convidamo-lo a percorrer a pé os caminhos da serra. Durante a subida, vamo-nos apercebendo de vários pontos de miragem sobre a vila e das encostas das montanhas, de uma beleza rara de vegetação que vai escorrendo e envolvendo a íngreme depressão até ao sopé, terminando numa euforia de verde.
A fauna, esconde-se no embrenhado da flora, mostrando-se aqui e ali de uma maneira tímida. Veados e javalis dividirão com o aventureiro os caminhos pedonais que se abrem diante dos nossos olhos e que nos guiam neste passeio pedestre.
Chegados à cumeeira, abre-se aos nossos olhos, uma pintura dos deuses. As elevações e as depressões, as várias tonalidades de verde, toda a paisagem parece não ter fim. Os olhos “enchem-se” de tanta beleza.
O percurso continua, sobre caminhos de terra batida, encaminhando-nos, em descida, à aldeia abandonada do Cadaval. Mais um exemplo magnifico da típica aldeia serrana.
Embora abandonada e vítima de um grande incêndio que a devorou, a aldeia ainda guarda o testemunho de ruelas e de paredes em xisto que encerravam as inúmeras casas. A paisagem convida ao descanso e à contemplação.
Para trás começa a ficar a aldeia do Cadaval, trazendo-nos ao ponto de partida.


Do alto da Freguesia de Vila Nova, junto ao parque eólico, se o tempo o permitir, os olhos alcançam o mar das praias da Figueira da Foz, a cidade de Coimbra e os campos do baixo Mondego. Com um pouco de sorte, será possível avistar veados ou corços.


O património do Concelho tem o seu expoente máximo no Mosteiro de Santa Maria de Semide. Mosteiro de monges beneditinos, fundado em 1154, na localidade de Semide. Passou a convento de freiras para receber as descendentes de Martim Anaia, o fundador.
Do que resta, a parte mais antiga é o claustro do séc. XVI, cerca de 1540. O incêndio de 1664 devorou a maior parte do edifício que foi reconstruído e inaugurado, com a actual igreja, em 1697.
De todo o conjunto salienta-se a Igreja, com um retábulo e cadeiral em madeira, dos finais do século XVII, azulejos policromáticos do séc. XVIII, esculturas dos séc. XVII e XVIII e altar-mor também do século XVII. O órgão da segunda metade do séc. XVIII.
Em Setembro de 2000 foi descoberta a fornalha de um primitivo fogão durante as obras efectuadas no refeitório do Mosteiro, supervisionadas pela direcção-geral dos Edifícios e Monumentos.
Trata-se de uma fornalha embutida no solo da antiga cantina, na qual a combustão se processaria através de um túnel construído em tijoleira que também foi posto a descoberto.
Este achado está preservado, servindo de testemunho da época de construção daquela parte do edifício que remota aos séc. XVII e XVIII.
Encerrado na altura da extinção das ordens religiosas, aí foi instalada uma escola Profissional de Agricultura, sob a égide da então Junta Distrital, por iniciativa do Dr. Bissaya Barreto.
Actualmente funciona nas instalações do Mosteiro uma residência da Cáritas e um Centro de Formação (CEARTE).
Devido às condições acústicas do local tem-se realizado anualmente o ENCONTRO DE COROS na Igreja do Mosteiro de Santa Maria de Semide que tem contado com coros nacionais como também internacionais.


No topo da vertente sobranceira ao Mosteiro de Semide encontra-se o Santuário do Senhor da Serra, palco de uma centenária peregrinação e um miradouro de excelência de onde se avista todo o maciço central da Serra da Lousã à Serra da Estrela.
Este Santuário, erigido e devotado ao Santo Cristo foi palco de uma das maiores romarias do país, antes do aparecimento do Santuário de Fátima.
A devoção começou num cruzeiro de caminho e, pouco a pouco, transformou-se numa grande romaria.
A Capela é só de uma nave. A torre ergue-se a meio da frontaria, rasgando-se na base o portal e rematando em pirâmide. A capela-mor, poligonal, é de tipo nitidamente romântico. O retábulo principal em madeira, flamejante, inspirado no da Sé Velha, é desenho de António Augusto Gonçalves e foi executado sob a direcção de João Machado, seu pai.
A imagem do Santo Cristo é um crucifixo de pedra, tipo setecentista, mostrando na base as indicações de “1704 e R(eforma) do 1862.”. O púlpito, seiscentista e torneado, veio da Sé Velha. Os vitrais e os azulejos exteriores (ex-votos) foram executados na escola Avelar Brotero, em Coimbra.


Antes de deixar a Freguesia de Semide, vale a pena descer até às margens do Ceira, rodeadas do verde da serra e visitar a Praia Fluvial de Segade.
No regresso a Miranda, ainda em Semide, vale a pena apreciar dois monumentos escultóricos que homenageiam os viveiristas e a chanfana. Terá sido em Semide que nasceu o expoente máximo da gastronomia do Concelho.


De seguida visite Rio de Vide: o nome provirá da existência de um rio (Rio Torto), cujas águas, consideradas curativas, eram bastante procuradas por pessoas doentes, nomeadamente gafos. A história desta freguesia anda, assim, ligada à gafaria de Coimbra. Foi esta leprosaria fundada e construída em execução do testamento de D. Sancho I, de 1210. Anteriormente, em 1201, já Rio de Vide recebera carta de foro ou povoamento, que D. João I confirmou em 1385.
A freguesia pertenceu, até 1839, ao concelho da Lousã. A partir de 1840 passou a fazer parte do concelho de Semide, entretanto extinto em 1853.


A visita poderá culminar com uma visita à paisagem calcária de Lamas onde abundam os vinhedos. À tradição das vindimas associa-se a arte da tanoaria que Miranda do Corvo perpetuou num museu localizado na Quinta da Paiva. Nesta freguesia produz-se um excelente e afamado vinho graças às suas encostas soalheiras.


Muito mais se pode visitar neste Concelho, mas, além do património natural e monumental, Miranda é berço de muitas tradições e uma terra de gente hospitaleira e solidária que fará o visitante sentir-se em casa.

 
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Distrito da Coimbra
     
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Concelho de Montemor-o-Velho

 

Castelo

Em 990, Almançor tomou o Castelo, reconquistado, em 1006, por Mendo Luz. Em 1088 ou 1095, foi reedificado por Afonso VI de Castela. Em 1109, D. Teresa e seu filho, D. Afonso Henriques, teriam ordenando novas reformas no Castelo. O Infante D. Pedro mandou-o ampliar. No século XIV, o Castelo deve ter tido uma reforma geral. No séc. XX, realizaram-se obras de reconstrução.

Planta irregular: castelejo, cerca principal, barbacã envolvente, cercado do lado Norte, reduto inferior a Este, torre de menagem, Igreja de Santa Maria da Alcáçova, Paço das Infantas, torre do relógio, Capela de S. João (extinta).

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O concelho é essencialmente plano, com altitudes que geralmente variam dos 0 aos 100 m (os montes mais altos são Santo Onofre/Tentúgal com 123 m e alto de Reveles/Abrunheira com 116 m). Há, no entanto, uma clara distinção entre os terrenos do campo, na margem esquerda do rio e que são fundamentalmente de cultivo de arroz e milho, e os terrenos do monte, mais arborizados, onde aparece a vinha, o olival e proliferam os pequenos aglomerados populacionais.

A paisagem dos campos do Mondego sofreu grandes transformações ao longo dos séculos. Desde que os homens se fixaram nestas paragens que o esforço se centrou no desbravamento dos campos e no desbaste da vegetação. Esse esforço foi particularmente intenso nos séculos XII, XIII e XIV com o arroteamento de terras, a secagem de pauis e a introdução, a partir do século XVI, da espécie que definitivamente marcará a paisagem, o milho maíz.

Algumas espécies de árvores típicas das proximidades dos rios, como são os salgueiros, choupos, freixos e ulmeiros, quase desapareceram, e outras, caso do eucalipto, foram introduzidas de forma desordenada e são hoje um elemento importante da paisagem.

Os pauis constituem os últimos vestígios da paisagem de outrora. São zonas húmidas, durante bastante tempo consideradas terras inúteis e por isso sujeitas à drenagem para posterior utilização agrícola. Actualmente são consideradas zonas ecológicas de primordial importância devido à sua enorme diversidade biológica: com uma flora constituída por caniçais, canaviais, juncos e nenúfares, são habitat de aves sedentárias e migradoras, local de desova e crescimento de peixes e anfíbios, habitat de mamíferos e répteis. Funcionam ainda como reservatório de água e fazem a depuração da mesma, contribuindo para a amenização do clima aumentando a humidade atmosférica.

Estas zonas são bastante frágeis e estão sujeitas a grande pressão por parte do Homem. Daí a necessidade da sua protecção, como aconteceu com a criação da Reserva Natural do Paul de Arzila e a criação de uma área protegida no Paul do Taipal.


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Roteiros Turisticos


Entre o rio e o monte
Montemor-o-Velho. Aqui o principal protagonista da paisagem continua a ser o Rio Mondego. São dele os verdes campos férteis, propícios aos arrozais que se estendem a perder de vista, outrora alagados pelo caudal devastador do rio.
Monte-Mayor dos trovadores medievais tem a coroá-lo as ameias do seu castelo, um dos mais belos de Portugal. Uma antiga Vila cujos vestígios remontam à pré-história e que teve desde sempre uma grande importância sob o ponto de vista estratégico e económico.

Tentúgal
Os edifícios vetustos da Vila de Tentúgal dão-lhe carácter e ostentam a sua antiguidade. É a povoação que conservou maior número de moradias construídas entre o século XVI e XVII.

Pereira
Na margem esquerda do Rio Mondego e na base de uma colina, fica a antiga e pitoresca Vila de Pereira. A sua fundação é plena de histórias e de lendas da época da reconquista, referindo-se que, como prémio pelos seus feitos heróicos, fora dada pelo 1º Rei de Portugal a um tal Capitão Pereiro.

 
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Distrito de Aveiro
     
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Concelho de Murtosa



Património Construído


Igreja Paroquial da Murtosa com o título de Nossa Senhora da Natividade. Data o actual edifício da primeira metade do século XVIII. "Cantaria em gneisse da região próxima." Fachada austera, onde se ergue uma torre à esquerda. "O retábulo principal veio duma igreja desafecta do sul do País; dotaram-no, aqui, do sacrário e de degraus do trono, em talhas a imitarem as antigas, e foi inteiramente dourado de novo. Data dos fins do século XVII, do barroco. Os dois altares dos flancos embutem-se nas paredes. Composições simples do meado do século XVIII; tendo só duas colunas e estas espiraladas, com grinaldas; pilastras, voltas e faixas carregam-se dos temas simples do tempo.
Os colaterais ao arco, posto de ângulo, datam dos fins do séc. XVIII, seguindo os traçados curvos setecentistas, mostrando contudo certas orientações da nova fase. Reservam vasto espaço destinado aos titulares, que é ladeado de duas colunas, completado de alta cabeceira recortada; as colunas enleiam-se duma grinalda, mas só de ligeiros festões pendentes no terço inferior."
"Colocaram nas paredes da capela-mor, seis grandes panos de azulejo, modernos, de cenas agiográficas, da antiga fábrica da Fonte Nova, de Aveiro."

GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981.

Igreja Paroquial de Pardelhas

Orago: S. Lourenço. O actual edifício foi concluído em 1939. Veio substituir uma antiga capela situada num dos lados da praça actual de Pardelhas. É uma igreja ampla com uma torre ao meio da fachada.

Quinta da Caneira

A Quinta da Caneira, propriedade ao longo dos séculos de duas ilustres famílias, principalmente após ter adquirido as suas actuais dimensões, foi sempre a maior propriedade agrícola do concelho. Como tal, todas as suas construções, edificadas em diferentes épocas, foram efectuadas de acordo com grande disponibilidade de meios. A quinta apresenta cerca de 10 hectares de área total.
Situa-se na R. Vasco da Gama, na Freguesia e Concelho da Murtosa.

A formação da Quinta tem como origem um complexo de bens foreiros ao convento portuense de Avé-Maria, no qual se tinha incorporado o de Vila Cova das Donas de Sandim, aparecendo como seus primeiros proprietários o capitão Manuel Henriques de Morais e mulher Joana de Oliveira (séc. XVII). Dos descendentes destes passou, por título oneroso, à família Velloso da Cruz, de Gaia, vindo por aliança familiar, ao Senhor Frederico de Clamouse Brown Van-Zeller. Na fachada da casa vêem-se as armas do Velloso da Cruz.

Hoje, pertence a Augusto Mariano Van-Zeller de Carvalho Ricca, residente em Vila Nova de Gaia.
A quinta com os limites e imóveis hoje existentes, tem como temporalidade os fins do séc. XVIII e século XIX.

Foi classificada, em reunião ordinária da Câmara Municipal da Murtosa, de 25 de Junho de 2002, como imóvel de interesse municipal, de acordo com a Lei nº. 107/2001, de 8 de Setembro.

GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981

Capela de S. Simão
Imóvel classificado como de interesse municipal.
Situada na freguesia do Bunheiro, concelho da Murtosa.
Capela erigida pelo Padre Simão Fernandes Ruela em 1609.
"Planta circular, cúpula hemisférica de tijolo, sem revestimento de telhas, só um ligeiro cordão a limitar a linha das paredes. A porta, rectangular, é ladeada de dois pequenos postigos."(...)"Levanta-se acima da cornija, para a direita da porta, o alto pano da sineira..."
GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981.

Igreja Paroquial do Bunheiro
Orago: S. Mateus.
A Igreja actual foi reedificada no segundo terço do século XVIII.
"Segue o plano costumado; torre à direita da fachada, porta principal de duas travessas; arcos cortados nas paredes e destinados a altares, sendo dois arcos colaterais ao arco-cruzeiro e dois nos flancos; duas janelas na capela-mor (estas posteriormente ampliadas) e seis no corpo, além das duas da fachada; sendo todas rectangulares."
GONÇALVES, António Nogueira - Inventário Artístico de Portugal. Lisboa: Academia Nacional de Belas Artes, 1981.


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Distrito de Leiria
     
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Concelho da Nazaré
Miradouros da Nazaré

Duração: 1 dia ou 2 meios-dias.
Distância: cerca de 6 km.
Transporte: a pé e de elevador.
Início do Percurso: Gare do Elevador, Travessa do Elevador.

Comece por subir ao Sítio no centenário Elevador. Não sendo um miradouro oferece uma inesquecível viagem panorâmica. Saindo da gare, desça pelo Largo Reitor Baptista para o Terreiro (ou Largo de Nossa Senhora da Nazaré). Em frente vai encontrar o Coreto e o Santuário de Nª Sra. da Nazaré (visita opcional). Continue, atravessando o Largo, e siga pela Estrada do Farol em direcção ao Forte de S. Miguel Arcanjo (onde está instalado o Farol). Aprecie a diversidade paisagística, à direita, sobre a Praia do Norte, e, à esquerda, sobre o mar e a Praia da Nazaré.
Ao chegar ao Forte (fechado ao público), desça pelo lado direito da barbacã. Na parte posterior, vai encontrar umas escadas metálicas que o convidam a descer até aos rochedos e a contemplar de perto a Pedra do Guilhim (rochedo batido pelo mar, mesmo em frente). Descendo as escadas e voltando à esquerda vai descobrir um pequeno varandim na rocha. Miradouro excepcional sobre o mar e a praia da Nazaré, este é também um belíssimo ponto de pesca desportiva (à linha). Descanse, desfrute da aprazível vista e regresse depois pela estrada ou pelo caminho da beira do promontório até ao Miradouro do Suberco. Este é considerado por muitos como o que oferece a mais bela paisagem marítima da costa portuguesa.
Ao lado do Miradouro do Suberco, à esquerda, encontra o Bico da Memória, o Padrão de Vasco da Gama e a pequena Ermida da Memória, locais seculares de milagre e peregrinação. Siga pelo passeio, do lado direito, e entre duas casas comerciais de artesanato vai descobrir umas escadinhas. Suba-as. Novo miradouro e nova perspectiva sobre a vila. Continue ao longo deste miradouro, observando a inteligente perpendicularidade do casario abaixo e antevendo a próxima visita às alturas da Pederneira e do Monte de S. Bartolomeu (S. Brás). Ao chegar perto da Gare do Elevador, por cima da linha, depara-se, no final do Miradouro, com a Ladeira do Sítio (escadas). Faça o seu regresso à praia por este caminho.
Aproveite a pausa para o almoço para se deliciar com um saboroso peixe fresco grelhado ou outra especialidade da Nazaré num dos muitos restaurantes que vai encontrar.
O Parque da Pedralva é a sua próxima paragem após o almoço. Entre no Parque e vá caminhando pela sua direita. A meio caminho vai vislumbrar uns degraus que deverá subir, estes levá-lo-ão até ao Miradouro do Monte Branco, e a um novo olhar sobre a vila. Desça de volta ao jardim da Pedralva e continue a caminhada, aproveitando os recantos de luz e sombra. Ao chegar ao topo do parque continue pelo passeio para entrar na Pederneira, miradouro natural de incomparável beleza, permite-lhe desfrutar dos muitos cambiantes da paisagem ao longo da subida até ao Largo da Misericórdia. É neste Largo, que acolhe a Igreja com o mesmo nome (de visita facultativa), que os horizontes se alargam e a Nazaré ganha uma nova dimensão totalitária.
O retorno à Praia deverá ser feito pela Rua Abel da Silva, admirando ao passar o Largo Bastião Fernandes; o Pelourinho e a Igreja de Nossa Senhora das Areias (Matriz). Uma vez chegado à E. N. 8-5, logo à saída da Pederneira, do lado esquerdo, vai encontrar a Ermida de Nossa Senhora dos Anjos. Na parte posterior do Parque, rente ao muro que o cerca, encontra umas escadas de largos degraus. Aproveite a “boleia” e por esse caminho, rapidamente, estará na E. N. 242, atravesse, vire à esquerda e desça depois a Avenida Vieira Guimarães em direcção ao mar.

Itinerário Pedestre na Nazaré

Duração: 1 dia ou 2 meios-dias.
Distância: cerca de 6Km.
Transporte: elevador e a pé.
Início do percurso: Posto de Turismo da Nazaré, Av. da República, nº 17.
Saindo do Posto de Turismo vá até à Praça Sousa Oliveira e, aí, volte à direita, siga pela Travessa do Elevador e suba ao Sítio da Nazaré no Ascensor; se preferir pode ir a pé pela Ladeira do Sítio, subindo pela Rua Dr. Rui Rosa e virando à esquerda na Rua Dr. José Laborinho Marques da Silveira, no topo da qual começa a Ladeira.
Chegado ao cimo comece por apreciar o magnifico panorama sobre a praia da Nazaré, o Porto de Pesca e Recreio da vila e ainda sobre a Pederneira e o Monte de S. Brás. Desça até ao Miradouro do Suberco e visite a Ermida da Memória. De seguida admire o secular Santuário de Nª Sra. da Nazaré e, na ala direita do mesmo, o Museu de Arte Sacra Reitor Luís Nési. Saia do Santuário pelo lado direito e, quase em frente, encontra o Teatro Chaby Pinheiro. Descendo a Rua D. Fuas Roupinho, descubra as tradições nazarenas no Museu Etnográfico e Arqueológico Dr. Joaquim Manso. Torne ao Largo de Nª Sra da Nazaré e desça pela Estrada do Farol até ao Forte de S. Miguel Arcanjo, onde os impressionantes horizontes que daqui se alcançam recompensam o esforço da descida.
Aqui, sugerem-se duas possibilidades: 1 - voltar ao Sítio para o almoço. 2 - trazer lanche e descer até à Praia do Norte, espreitar a Gruta natural do Forno d’Orca, almoçar e, depois, calmamente percorrer o areal até ao Norpark, voltando daí para o Sítio.
À tarde, regresso à Praia da Nazaré (de elevador ou a pé) para ir visitar a Pederneira. Suba a Rua Adrião Batalha para visitar a Casa-Museu do Pescador. Continue a subir, atravessando a E.N. 242, entre no Parque da Pedralva e contemple a Nazaré do Miradouro do Monte Branco. Siga pela E.N. 8-5 e vire à direita para entrar na Pederneira. Aqui aconselha-se a visita à Praça Bastião Fernandes, onde se situam os Antigos Paços do Concelho, o Pelourinho e a Igreja Paroquial de Nª Sra. das Areias (Matriz). Um pouco mais acima encontram-se a Igreja da Misericórdia e o Miradouro da Pederneira.
Novamente duas opções: 1 - Para os resistentes e amantes de longos passeios, propõe-se a ida até ao Monte de S. Bartolomeu (localmente mais conhecido por Monte de S. Brás). A subida até ao alto pode ser feita pelas vertentes Este (degraus escavados na terra) e Oeste (escada em cimento), devendo a descida ser feita pela vertente oposta. 2 – Para os menos aventureiros sugere-se voltar à Nazaré, deambular pelas ruas estreitas que vão dar ao mar e descobrir um modo de vida peculiar e ainda muito próprio.

 
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Distrito de Leiria
     
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Concelho de Óbidos

Resumo Histórico
Pela sua excelente localização junto ao mar e com os braços da Lagoa chegaram ao morro, estas terras desde sempre foram habitadas, o que se confirma pela estação do Paleolítico Inferior do Outeiro da Assenta. Aqui se formou um castro Celtibero, voltado a poente. Sabe-se que aqui comerciaram os fenícios, e hoje com mais propriedade que os Romanos aqui se estabeleceram, sendo provável que a torre sul do Facho, tenha tido a sua origem numa torre de atalaia de construção romana, como posto avançada da cidade de Eburobrittium, grande urbe urbana encontrada e em fase de trabalho arqueológicos.
Em 11 de Janeiro 1148, o primeiro rei, D. Afonso Henriques, apoiado por Gonçalo Mendes da Maia, tomou Óbidos aos árabes, após o cerco de Novembro anterior. O cruzeiro da memoria é um singelo monumento da época, mais tarde restaurado. Óbidos pertenceu ao pentágono defensivo (dos cinco castelos), do centro do reino, idealizado pelos Templários.
Com a oferta de Óbidos como prenda de casamento de D. Dinis a sua esposa D. Isabel, a Vila ficou pertença da Casa das Rainhas, só extinta em 1834, e por aqui passaram a maioria das rainhas de Portugal, deixando grandes benefícios. D. Catarina manda construir o aqueduto e chafarizes. A reforma administrativa de D. Manuel I dá a Óbidos em 1513 novo Foral, sendo esta época muito intensa em requalificações urbanas.
O terramoto de 1755 fez sentir-se com intensidade na Vila, derrubando partes da muralha, alguns templos e edifícios, alterando na construção, alguns templos e edifícios, alterando na construção, alguns aspectos do traçado e do casco árabe e medieval. Também Óbidos foi palco das lutas da Guerra Peninsular, tendo aqui sido a grande batalha da Roliça, que no tempo pertencia ao “termo” de Óbidos.
Mais recentemente a Vila foi palco da reunião preparatória da Revolta do 25 de Abril, ficando assim ligada ao corajoso e heróico movimento dos capitães.

Monumentos a Visitar

Castelo
Igreja de São João Baptista
Porta da Vila
Porta do Vale ou Sra. da Graça
Rua Direita
Igreja de São Pedro
Capela de São Martinho
Igreja da Misericórdia
Igreja de Santa Maria
Pelourinho e Telheiro
Igreja de São Tiago
Ermida de N.Sra. do Carmo
Ermida da Ordem
Terceira Aqueduto
Santuário do Sr. Jesus da Pedra




Campos de Golfe


Praia D’El Rey

Praia d’El Rey, à beira-mar e com vista para as ilhas das Berlengas, foi considerado o sétimo melhor percurso da Europa pela revista Golf World. Não se distraia com o espectacular cenário do Oceano Atlântico nos buracos 11 e 12 porque vai ter de se concentrar nos 570 metros que tem de passar para alcançar o buraco 17.

Localizado a apenas uma hora a norte de Lisboa, Portugal, ao longo das calmas praias de areia branca da costa oeste, o Praia D’El Rey Marriott Golf & Beach Resort possui um dos melhores campos de golfe da Europa. Desenhado pelo mundialmente conhecido arquitecto americano Cabell B. Robinson, o Campo de Golfe Praia D’El Rey é rico na sua diversidade, proporcionando um excelente teste, quer para o golfista com handicap alto quer para o jogador muito experiente.

www.praia-del-rey.com

BOM SUCESSO Design Resort,Leisure &Golf

O Campo de Golfe do BOM SUCESSO está inserido no projecto turístico do BOM SUCESSO-Design,Leisure,Golf & Spa,galardoado com diversos prémios internacionais,está classificado como um Aldeamento Turístico de 5 Estrelas e reconhecido como Projecto de Interesse Nacional (PIN) e de Utilidade Turística.

O campo ocupa uma área superior a 60 hectares sobre as margens da Lagoa de Óbidos e perto de Praia d'el Rey. Desenhado por Donald Steel,um dos nomes mais proeminentes a nível mundial na arquitectura golfística,o Golfe do BOM SUCESSO estende-se sobre um declive acidentado com vistas magníficas sobre a lagoa e o mar.

O Campo está feito para um tipo de jogador de handicap médio,mas ao longo dos 18 buracos há uma diversidade de circunstâncias que vão satisfazer todos os golfistas. É um par 72, com 6,234 metros. Entre as facilidades já em funcionamento está um driving range e um putting green,club house,loja,balneários,buggies e trolleys eléctricos.
O Golfe do BUM SUCESSO é membro da International Association of Golf Tour Operators.

www.bomsucesso.net

Características do Empreendimento:

. Campo de Golf das Oliveiras, 18 buracos,Par 72, desenhado por Donald Stell;
. Hotel 5 estrelas;
. Clube Náutico;
. Club house/heath club;
. 4 campos de ténis;
. 3 Piscinas;
. Área de lojas ( Shopping );
. 3 Aldeamentos turísticos de luxo;
. Campo de Futebol de 11 profissional;

Royal Óbidos - Spa & Golf Resort
A Região Oeste, mais propriamente Óbidos, foi o palco escolhido para o mais recente projecto do Grupo Oceânico e da MSF TUR.IM. Este projecto imobiliário inclui um campo de golfe de 18 buracos com a assinatura do antigo jogador profissional espanhol Severino Ballesteros. O Empreendimento Royal Óbidos foi classificado como projecto de potencial Interesse Nacional(PIN).

O Royal Óbidos contempla ainda a construção de infra -estruturas de lazer diversificadas como:
- academia de golfe;
- clube de ténis;
- spa e heath club;
- zona desportiva multiusos;
- country club com creche e sala de jogos infantis;
- cibercafé;
- biblioteca;
- aparthotel;
- restaurante;
- bar;
- zona comercial

www.royalobidos.com

Praias

Praia de Covões - Acesso ao extenso areal que se desenvolve da Lagoa de Óbidos até ao Baleal. Apenas frequentada por algumas pessoas que gostam de “praias selvagens”.


Praia d’El Rei - Extenso areal com os limites definidos por dunas. Integra-se no empreendimento de carácter turístico-imobiliário com o mesmo nome, já construído. Dispõe de equipamento de apoio e, previsivelmente, com o crescimento do alojamento, virá a integrar uma gama ampla de serviços.

Praia de Rei Cortiço - Uma pequena reentrância dá acesso à praia. Extenso areal limitado por curiosas falésias brancas (arenitos). Dispõe de nadador-salvador. Para sul estende-se o longo areal até ao Baleal (cerca de 11 quilómetros de comprimento) integrado nos concelhos de Óbidos e Peniche.

Praia do Bom Sucesso - Extenso areal nas margens da Lagoa de Óbidos, abrangendo até à saída para o mar. Fica em frente à Foz do Arelho e é dela separado por vários mouchões de areia para além da superfície de água da lagoa.

Dispõe de 2 parques de estacionamento (um alcatroado, outro em macadame) com capacidade para centenas de viaturas. Tem muita frequência, sobretudo de famílias com crianças. Perto, um miradouro com excelente vista sobre a Lagoa e Foz do Arelho (acesso de terra batida).

(...)

In Portal de Turismo de Óbidos

 
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Distrito de Aveiro
     
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Concelho de Oliveira de Azemeis
História do Município de OLIVEIRA AZEMÉIS
A primeira referência documental a OLIVEIRA AZEMÉIS data de 922, e trata-se de uma doação feita pelo rei Ordonho a um Bispo do Mosteiro de Crestuma. Dessa época existem hoje vestígios de ocupações proto-históricas e romanas.

Até ao séc. VII, o que marca OLIVEIRA AZEMÉIS é o cruzamento de rotas tradicionais para o interior e para o litoral, para o norte e para o sul, bem como o facto de ser ponte de ligação da via militar romana que liga Lisboa a Braga, que aqui tinha o seu tão conhecido Marco Miliário da Milha XII.

Do séc. VII ao X, é alcaria e arraial de moçarebes e berberes que aqui se fixaram e desmantelaram a vida institucional anterior, assim como topónimos da área, hábitos típicos e o próprio traje regional. O próprio topónimo Azeméis tem uma etimologia que apela não só para uma colónia de Almocreves, mas ainda para colonizadores árabes da família Azemede.

Do séc. X ao XV, OLIVEIRA AZEMÉIS é palco de lutas renhidas entre árabes e chefes militares leoneses e portucalenses, incluindo colonos adstritos aos mosteiros de Pedroso, Grijó e Cucujães, aos quais se deve o repovoamento e fundação das 19 freguesias, o aproveitamento dos cursos de água locais para a indústria de moagem e de irrigação das terras marginais, o desenvolvimento da já referida colónia de almocreves (Azemeles) e a instalação de uma acolhedora hospedaria para peregrinos e veraneantes que aqui vinham descansar, caçar ou pescar.

No período que vai do séc. XV ao XVIII, a história de OLIVEIRA AZEMÉIS ficou marcada pela implementação da Comenda Real da Ordem de Cristo, em 1517, e destinada a arregimentar milícias para a defesa do território e policiamento do trânsito regional.

Em 5 de Janeiro de 1799, foi elevada à categoria de Vila e tornou-se Sede do Concelho. Com Mouzinho da Silveira, OLIVEIRA AZEMÉIS passou a ser o Concelho que é hoje.

No dia 16 de Maio de 1984 é elevada a Cidade do distrito de Aveiro e diocese do Porto, mercê do seu notável progresso, densidade demográfica e categoria das suas estruturas urbanas.

OLIVEIRA AZEMÉIS é elevada à categoria de vila em 05 de Janeiro de 1779, pois era terra sem Foral, que apenas aproveitara do Foral da Feira, dado por D Manuel I, em Lisboa a 10 de Novembro de 1514. O Alvará de criação de vila foi ampliado em 24 de Outubro de 1779, criando-se o Concelho de OLIVEIRA AZEMÉIS, a que foram anexadas por decreto do Príncipe Regente de 27 de Setembro de 1801, as freguesias de Santa Maria de Arrifana e a de S. João da Madeira, para preencher o nº de 20 freguesias marcado no Alvará de 05 de Janeiro de 1779.

A Arrifana voltou ao seu antigo Concelho, que era o da Feira e S. João da Madeira tornou-se Concelho. Em 1855, extinto o Concelho do Pinheiro da Bemposta, as 5 freguesias que o constituíam, passaram para OLIVEIRA AZEMÉIS.

 
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Distrito de Aveiro
     
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COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
ESTARREJA OLIVEIRA DO BAIRRO  
     
     
Concelho de Oliveira do Bairro

Oliveira do Bairro é um concelho situado na Região Centro, no Baixo Vouga, pertencendo ao distrito de Aveiro. É limitado a Norte pelo município de Aveiro, a Nordeste pelo de Águeda, a Sueste pelo de Anadia, a Sul pelo de Cantanhede e a Oeste pelo de Vagos. O concelho ocupa 86.6 Km2 distribuídos por seis Freguesias: Oliveira do Bairro, Oiã, Bustos, Troviscal, Palhaça e Mamarrosa.

Património
Oliveira do Bairro é dona de uma natureza ímpar com as suas cegonhas-brancas na zona do Vale do Cértima. Vale a pena ver o espectáculo que estas aves dão, quer estejam a pairar no ar, quer estejam no ninho a cuidar das crias, quer estejam nas marinhas de arroz existentes a pescar. É também comum ver-se nas marinhas de arroz bandos de cegonhas-brancas juntamente com garças-reais, garças-brancas, garças-vermelhas, como se estivessem todas numa “amena cavaqueira”. É óbvio que em tamanha concentração tem de haver segurança. E existem águias-sapeiras e milhafres-pretos que pairam no ar como se estivessem alerta aos predadores típicos destas aves.
Aparte este espectáculo vivo, as marinhas de arroz, verdadeiros mantos verdejantes que ondulam ao sabor do vento, vinhas a perder de vista, matas e eucaliptais são outros atractivos da natureza. Existem também vários parques de merendas espalhados pelo concelho, cada um com a sua beleza e história, sempre integrados na natureza circundante.
Como esta é uma zona de agricultores, existem espalhados pelo concelho vários moínhos de água que serviam para moer vários tipos de cereiais, além dos lagares de azeite. A religião, fé e crenças estão muito presentes no concelho e têm forma nas várias igrejas, capelas e alminhas que existem. Realce para a Igreja Matriz da Mamarrosa, datada do séc. XVII, e a Igreja Matriz de Oiã, datada do séc. XIX, com a sua talhada dourada. Pelourinhos e cruzeiros de várias épocas também são visíveis nos caminhos do concelho.
Não esquecer o Museu de Arte Sacra de S. Pedro da Palhaça na antiga Igreja de S. Pedro da Palhaça, com um vasto espólio de Arte Sacra e Arquivo Histórico Regional. Há também, o Museu de Etnomúsica da Bairrada no Troviscal, com sua colecção de instrumentos, partituras, gravações, documentação variada e depoimentos sempre com o elo da música a unir a Bairrada.

 
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Distrito de Santarem
     
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ANSIÃO LOUSÃ PENICHE
ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
AVEIRO MEALHADA POMBAL
BATALHA MIRA PORTO DE MÓS
BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
CANTANHEDE MURTOSA SOURE
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COIMBRA ÓBIDOS VALE DE CAMBRA
CONDEIXA-A-NOVA OLIVEIRA AZEMÉIS  
ESTARREJA OLIVEIRA DO BAIRRO  
     
     
Concelho de Ourém

Ourém é a expressão viva de um concelho em movimento!

Os fitotopónimos (Matas e Olival), os hidrotopónimos (Ribeira do Fárrio e Rio de Couros), os hagiotopónimos (N.ª Sr.ª da Piedade e N.ª Sr.ª das Misericórdias), os arqueotopónimos (Urqueira e Vale das Antas) e outros mais topónimos espelham a diversidade Oureense.

Diversa é também a fisionomia do concelho, que se traduz num sul de calcários, árido e vincado, e num norte de arenitos e irrigado.

Há muito que ambas as esferas são povoadas; provam-no as estações arqueológicas inscritas em vários períodos e freguesias do concelho, como os sítios pré-históricos da Gruta do Papagaio (Fátima), Outeiro do Marco (Caxarias), Agroal (Formigais), as villas romanas de Olival, Arrochela (Espite), Rouquel (Rio de Couros) e Coinas (Atouguia), ou até as ocupações medievais de Freiria (Espite) e Abelheira (Cercal).

A história assume eminência num contexto nacional. Abdegas originalmente, a terra que acolhe o castelo passaria a designar-se Ourém em data incerta. Este topónimo aparece pela primeira vez documentado no séc. XII numa doação aos Templários do castelo de Ceras e seu termo, em cujos limites existia um local assinalado com o nome “Portum Ourens.” A tradição oral, essa insiste na ligação da mudança do topónimo à lenda da Moura Oureana, por sua vez associada à invasão árabe no séc. IX.

Ourém passa a integrar o domínio cristão quando tomada aos mouros em 1136 por D. Afonso Henrique; este Senhorio foi doado a sua filha, a rainha D. Teresa, que lhe atribui em 1180 o primeiro foral; nasce assim um dos primeiros concelhos do País (convencionou-se a data de 20 de Junho como data de atribuição do foral, data que se celebra localmente com o feriado Municipal). Sucede-lhe o foral de sentença de D. Manuel em 1515 e o foral concedido pelo regente D. Pedro em 1695.

D. Pedro I eleva Ourém à categoria de Condado, atribuindo o título a João Afonso Tello de Menezes; o 3º Conde seria Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável. Mas a história atinge o seu auge com D. Afonso, 4º Conde de Ourém, um ilustre do séc. XV, neto de Nuno Álvares e de D. João I, sendo que instala a corte em Ourém, deixando importantes marcas da sua vida e obra na zona histórica.

Ali repousa o Castelo de Ourém, com data de fundação imprecisa, mas certamente muito antiga porque em 1178 já se falava de um castelo com planta triangular. Este monumento nacional, exemplar no domínio territorial, seria a alma do burgo amuralhado e erguido no alto do morro de Ourém, por sua vez agraciado ainda com um Palácio, uma Igreja Colegiada e Cripta, Fonte Gótica, Pelourinho, ruas estreitas e paredes caiadas.

O terramoto de 1755 abateu-se fortemente sobre o velho burgo, arrasando-o quase por completo e as invasões francesas também não deixaram o concelho ileso. Mas o espírito dedicado e as mãos laboriosas do Oureense devolveram-lhe um semblante rejuvenescido.

Em 1841 a sede de concelho era transferida para o sopé do morro, que em 1991 recebeu o título de cidade juntamente com a antiga Ourém, passando ambas a constituir o «coração do concelho». Também Fátima, em virtude do fenómeno Mariano seria elevada a cidade em 1997.

Hoje Ourém é composto por duas cidades (Ourém e Fátima), três vilas (Caxarias, Freixianda e Vilar dos Prazeres), um total de 18 freguesias.



A visita ao Santuário de Fátima (Visite o Site Oficial do Santuário de Fátima)

Todo o recinto do Santuário é dominado pela Basílica cuja construção, em estilo neobarroco, se iniciou em 1928 segundo o projecto do arquitecto holandês G. Van Kriecken, vindo a ser sagrada em 1953. O altar-mor da Basílica tem um quadro que representa a Mensagem de Nossa Senhora aos Pastorinhos e os vitrais ilustram Cenas das Aparições. Nos quatro cantos da Basílica estão as estátuas dos Apóstolos do Imaculado Coração de Maria. Na Capela-mor vê-se o túmulo de D. José Alves Correia da Silva, Bispo de Leiria, e do lado nascente estão os túmulos dos Videntes já falecidos - Francisco e Jacinta Marto. O orgão monumental, datado de 1952, tem cerca de 12.000 tubos. Toda a colunata é decorada com quadros da Via Sacra, em cerâmica policromada e sobrepujada por estátuas de Santos das quais se destacam, junto ao corpo da Basílica, as dos quatro Santos portugueses - S. João de Deus, S. João de Brito, Santo António e Beato Nuno. A Capela das Aparições é considerada o coração de todo o Santuário, pois além de assinalar o local das primeiras Aparições de Nossa Senhora do Rosário aos Pastorinhos, alberga a Imagem de Nossa Senhora e foi o primeiro local de oração a ser edificado na Cova da Iria. A Azinheira Grande foi o local onde os Pastorinhos e os peregrinos rezaram o terço, antes da Segunda e da Terceira Aparição. O Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, em pleno centro do Santuário, cobre o poço de água que aqui brotou na Última Aparição. A Cruz Alta comemora o Ano Santo Universal aqui celebrado em 1951. O Centro Pastoral Papa Paulo Vl é um importante centro de Estudos Marianos e de Congressos, e foi inaugurado pelo Papa João Paulo II, em 13 de Maio de 1982. A Via Sacra é composta por 14 Capelinhas evocativas da Paixão do Senhor. Começa na Rotunda de Santa Teresa de Ourém, passa junto ao Monumento de Valinhos que assinala o local da Quarta Aparição, a 19 de Agosto de 1917, e termina no Calvário, um pouco acima da Loca do Anjo - o sítio onde os Três Pastorinhos receberam a Primeira e a Terceira visita do Anjo, durante a Primavera e Outono de 1916. As Casas dos Pastorinhos em Aljustrel, de Lúcia e da Família Marto, conservam todo o mobiliário e objectos de uso doméstico e pessoal dos Videntes. No quintal da Casa de Lúcia situa-se o poço onde o Anjo apareccu em 1916, pela segunda vez. Ainda no Santuário pode ser visto o Monumento ao Papa Paulo VI, o Monumento ao Papa Pio XII e o Monumento a D. José Alves Correia da Silva. Na Albergaria de Nª Srª das Dores é dada toda a assistência a peregrinos. (in Folheto Turístico da Região de Turismo)

 

Outros interesses no concelho (entre muitos outros)

Museus

Casa-Museu de Aljustrel (Aljustrel - Fátima)|
Museu da Vida de Cristo
Museu das Aparições|
Museu de Arte Sacra e Etnologia de Fátima|
Museu de Cera (cidade de Fátima)


Gastronomia

Doces Regionais
Bolinhos dos Santos|
Bolo-de-Arco de Ourém|

Pratos Típicos
Carneiro à Vale Travesso|
Coelho com couves à Conde de Ourém|
Friginada|
Friginada com Migas|
Migas à Serrador|
Sopa à Lavrador|
Sopa de Verde

 

 

 
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Distrito de Aveiro
     
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Concelho de Ovar

PATRIMÓNIO NATURAL

PRAIAS
No concelho de Ovar tem oportunidade de descobrir os múltiplos encantos das belas praias atlânticas, onde se confundem o azul do mar, o amarelo do sol e o verde dos pinhais. No sentido norte-sul temos as praias de Esmoriz (Praia da Barrinha), Cortegaça, Maceda (S. Pedro) e Ovar (Furadouro e Torrão do Lameiro), com convidativas extensões de areal e dunas, ligação às zonas florestais, constituindo uma das maiores áreas do género no litoral português. É ainda muito apreciada a praia fluvial do Areínho, situada em plena Ria, no braço que chega a Ovar até à Marina do Carregal.
No Verão, os turistas podem deliciar-se com a qualidade das águas e da areia, pernoitar nas unidades hoteleiras e nos parques de campismo dotados com bons equipamentos, nomeadamente desportivos, divertir-se nos eventos de animação – espectáculos e desporto. O ambiente nocturno e a gastronomia são sempre factores de atracção no concelho.

A RIA
A Ria de Aveiro estende-se, pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 47 km e com uma largura máxima de 11 km, no sentido Este-Oeste, desde Ovar até Mira, constituindo um excepcional acidente geográfico da costa, único em Portugal e na Península Ibérica, nela desaguando os rios Antuã, Vouga, Cértoma e Cáster, além de inúmeros ribeiros.
Desdobra-se em quatro importantes canais: Ria de Ovar, no extremo norte; Ria de Mira, no extremo sul; Ria da Murtosa, a nordeste e Ria de Ílhavo, a sudeste.
Ovar está fortemente ligado à Ria. As suas populações, durante séculos, exploraram os seus recursos naturais como fontes de rendimento: a apanha do moliço (fertilizante natural); a pesca e o transporte de mercadorias (entre Ovar e Aveiro), facilitou o crescimento do comércio de produtos como: o sal, arroz, vinho, peixe, etc.
O moliceiro é a embarcação característica da Ria de Aveiro, destacando-se a elegância das suas linhas e o colorido da sua decoração. Em Ovar irá encontrar estas embarcações no activo e poderá usufruir de passeios neste tipo de embarcações.


ZONA FLORESTAL
A zona florestal do Concelho de Ovar é composta por cerca de 1850 hectares, traduzindo-se numa das maiores manchas europeias de "Pinus Pinaster", espécie muito usada na fixação de solos arenosos da orla marítima, sujeitos a fenómenos erosivos.
Além da sua importância a nível ecológico, trata-se de um espaço convidativo para a prática de actividades ao ar livre, como desportos e passeios pedestres. Outra componente apreciada são os Parques de Merenda que existem no Carregal (Ovar), Buçaquinho (Cortegaça), Maceda, entre outros.

(Conheça ainda a beleza e elegancia dos Jardins Públicos...e o Património Construído deste concelho. )

 
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Distrito de Leiria
     
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Concelho de Pedrógão Grande

A autarquia de Pedrógão Grande aposta nas novas tecnologias para divulgação/ promoção da oferta turística do concelho e da região.
No CIT – Centro de Interpretação Turística de Pedrógão Grande - pode:
- Explorar novas formas de abordar a informação utilizando como recurso tecnologias interactivas.
- Explorar conteúdos sobre a região, recorrendo às possibilidades digitais como forma de facilitar a abordagem de determinados assuntos relacionados com o território.
- Possibilitar aos visitantes um conjunto de experiências inovadoras que dificilmente terão oportunidade de experimentar em outros ambientes, tornando-se desta forma, um elemento adicional de captação de potenciais visitantes.
- Criar um espaço de inovação tecnológica altamente diferenciador face à oferta de outras instituições semelhantes, que se possa assumir como uma referência neste meio.
Deixamos o convite.... Parta à Descoberta!

Praias Fluviais

PRAIA FLUVIAL DO MOSTEIRO

Inaugurada no dia 24 de Julho de 2005.

Localiza-se no Concelho de Pedrógão Grande, na povoação de Mosteiro, a linha de água que banha esta praia é a Ribeira de Pera.

Trata-se de uma praia rural, perfeitamente bem enquadrada na paisagem.
Nesta praia para além de desfrutar da boa qualidade do ar e da água, pode também contactar directamente com duas infra-estruturas que retratam um pouco do passado da história e do património cultural do concelho. Trata-se de um lagar de azeite, que foi recuperado respeitando a sua traça e que actualmente é o apoio de praia – Bar/ Restaurante - e um moinho de rodízio, recuperado no âmbito do Projecto de Promoção e Requalificação dos Ecossistemas Ribeirinhos de Pedrógão Grande.

Importante salientar que a industria de moagem teve grande peso no concelho de Pedrógão Grande, facto confirmado pela presença de pelo menos um moinho de rodízio, de 500 em 500 metros, ao longo da ribeira.

Esta praia fluvial está integrada na rede das praias fluviais do pinhal interior norte e tem a capacidade de oferecer aos seus visitantes um conjunto de actividades de cariz cultural e desportivo.


AÇUDE DE MEGA


Localiza-se no Concelho de Pedrógão Grande, no Lugar de Mega Fundeira, nunca será a praia fluvial maior do Concelho, até porque o espaço é agradavelmente pequeno para o efeito. Mas será possivelmente uma das mais acolhedoras pela sua localização, pela qualidade da água, pelo espaço museológico e até pela esplanada na sombra da latada de videiras em frente ao moinho, onde com tanta água até apetece beber outra coisa.

ALBUFEIRA DO CABRIL


A barragem Cabril foi construída em 1954 no rio Zêzere, forma uma albufeira com 55Km de comprimento. Esta albufeira apresenta dois braços, correspondentes aos rios Unhais e Zêzere, bem como alguns afluentes de pequena dimensão, no entanto é o Zêzere o principal “alimentador” desta albufeira.
Relativamente à ocupação marginal, verifica-se uma intensa produção florestal, em quase toda a extensão da albufeira, as margens são ocupadas por pinheiro bravo (Pinus pinaster) e eucalipto (Eucalipto globulus).
No que respeita aos usos, servem essencialmente abastecimento doméstico, produção de energia eléctrica e recreio.
Actualmente o uso desta albufeira para recreio balnear e lazer encontra-se em franca expansão quer devido à instalação de uma piscina flutuante, quer à prática de diversos desportos aquáticos, tanto de recreio como de competição.

ALBUFEIRA DA BOUÇA


A albufeira da Bouçã está implantada no rio Zêzere, compreendida entre as albufeiras do Cabril, a montante, e de Castelo de Bode a jusante. Possui uma área superficial de 500ha com uma profundidade média de 20 metros.
Trata-se de uma albufeira destinada essencialmente à produção de energia eléctrica. No entanto começa a ser procurada para diversas actividades de cariz desportivo como é o caso da pesca, canoagem, percursos pedestres, BTT e TT.
Também nesta albufeira serão implementados, ainda durante esta época balnear, parques de merendas que privilegiam o contacto com a natureza, o descanso e lazer.

ACTIVIDADES TURÍSTICAS

O concelho de Pedrógão Grande orgulha-se do património cultural, patrimonial e natural que possui… “Preservar o passado com olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e fadas de trabalho e de paz” (in Santos, 2006).
Embrenhe-se no nosso património natural e cultural, partilhe esta herança tão enriquecedora, sinta a miscelânea de cores, sons e ritmos que temos para lhe oferecer.

REMO E CANOAGEM
O concelho é atravessado por 3 importantes linhas de água: Rio Zêzere, que forma as albufeiras da Bouçã e Cabril; Ribeira de Pêra, cujo caudal permite a existência da praia fluvial do Mosteiro e Ribeira de Mega. Todos estes cursos de água são ideais para a prática destas modalidades.

PESCA DESPORTIVA
Nas albufeiras da Barragem do Cabril, na Barragem da Bouçã, nas Ribeiras de Pêra, Mega, Frades e Nodel, podem-se pescar as seguintes espécies (dentro dos meses de permissão de pesca para as espécies existentes):
- achigã
- barbo
- boga
- bordalo
- truta
- enguia
- carpa

PASSEIOS DE BARCO
Durante a Primavera e o Verão, nas albufeiras da Barragem do Cabril e da Bouçã, pode-se passear de barco e apreciar as maravilhosas paisagens que estas nos oferecem.

PASSEIO PEDESTRE (durante todo o ano)
Passeio Pedestres pela Ponte Filipina
O concelho de Pedrógão Grande está a implementar uma rede municipal de percursos pedestres e de descoberta da natureza. Actualmente encontram-se sinalizados e devidamente marcados três trilhos: PG3– “No Cabeço das Mós”, PG5– “Na Senda da Ribeira de Pêra” e PG6- “Rumando Contra a Corrente em Direcção ao Açude”. Em execução encontra-se o PG2– “Estrada Panorâmica do Cabril”, também conhecido como “Trilho dos Romanos”.

Note que todos estes percursos passam por locais de elevada qualidade cénica, ecológica e ambiental.

BTT
A distribuição espacial dos principais aglomerados populacionais bem como as características topográficas fazem do BTT/ Ciclo-turismo uma das melhores formas de conhecer o concelho de Pedrógão Grande.

SLIDE
A grande velocidade aventure-se no Zêzere. Esta actividade, com muita adrenalina transmite sensação de liberdade total e consiste numa descida rápida, onde o praticante desliza por um cabo de aço esticado com declive, utilizando como suporte algum equipamento de escalada.

ACTIVIDADE TRADICIONAL


Cozer da Broa

Após a moagem do milho no moinho de rodízio. O Cozer do pão constituía uma prática semanal.
Uma ou duas horas antes da cozedura, enchia-se o forno de chameiras e deixavam-se arder até as pedras do forno adquiriram a tonalidade esbranquiçada, sinal de que o calor absorvido era suficiente para efectuar a cozedura.
Após o preparo da massa (peneirada e amassada), misturava-se um pouco de fermento (resto de massa da cozedura anterior que ficava a fermentar durante alguns dias) e temperava-se com sal. Antes de tapar a masseira com uma manta, inscrevia-se uma cruz na massa e ao mesmo tempo a moleira recitava: “Deus te ajude e Deus te acrescente, que é para toda a gente!”. Volvidas duas horas, a massa era tendida e entigelada adquirindo o formato de uma pequena bola.
Limpo o forno com o rodo e o vassouro as bolas eram depositadas na pá de madeira previamente polvilhada com farinha e introduzido no lar do forno.
Uma hora depois as broas estavam cozidas e eram retiradas com ajuda da pá e depositadas na masseira.
Esta é uma das actividades que tentamos reviver e dar a conhecer a quem nos visita.

SAFARI TURÍSTICO
Actividade que consiste num passeio em veículo todo o terreno. Os participantes são convidados a conhecer locais de grande beleza mas de difícil acesso.

PAINTBALL

Jogo de estratégia, trabalho de equipa e muita, muita coordenação. Realiza-se ao ar livre, em espaço florestal normalmente junto á albufeira do Cabril num local conhecido por Ilha. Aqui para além do verde da floresta tem-se também como cenário de fundo o azul cintilante do Zêzere.
O objectivo deste jogo é conquista do campo do adversário, utilizando para o efeito marcadores de tinta, armas que, com o auxílio de ar comprimido, disparam pequenas bolas de tinta solúvel em água e biodegradável.

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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Concelho de Penacova
Não pretendemos mostrar-lhe o que de mais belo existe em Penacova, pois seria difícil, ou mesmo impossível, chegar a um consenso quanto ao que classificar de mais bonito. Queremos apenas que venha espreitar algumas das belezas com que Deus presenteou a princesa do Mondego, e conhecer um pouco daquela que tanto inspirou Vitorino Nemésio.

Situada a 22 km de Coimbra e


a 15 km do Luso/Buçaco, Penacova é

luz e penedia, com o querer que é de

pirenaico trazido às proporções da

ternura e rusticidade Portuguesa

(Vitorino Nemésio).

Em termos de diversidade de produtos Penacova tem actualmente uma diversidade turística capaz de satisfazer as diversas procuras.

A água límpida dos trechos não poluídos do Mondego e do Alva, correndo em curvas caprichosas entre montes escarpados, faculta ao turista a tranquilidade e a harmonia de uma paisagem primitiva. Ao longo dos rios e na grandiosa albufeira da Barragem da Aguieira pode-se praticar natação, pesca, canoagem, remo, vela, wind-surf e ski aquático. Nas margens do Mondego, em frente da vila de Penacova, e junto ao Parque de Campismo, todos os anos no Verão é montada uma praia fluvial que dispõe de um bar e de um abrigo para embarcações. Mesmo quem conhece Penacova, aprecia sempre percorrer as estradas pitorescas, ora talhadas nas escarpas sobre o rio, ora trepando ao cimo dos montes, onde poderá apreciar belos panoramas do alto dos seus mirantes: Pérgola Raúl Lino, Mirante Emgydio da Silva, Penedo de Castro, Capela de N. Sr.ª dos Remédios no Mont'Alto e as suas Serras do Buçaco, Roxo e Atalhada.

Não faltam motivos para agradáveis passeios: de S. Pedro de Alva por Laborins até às margens do Rio Alva, passando pela paradisíaca praia fluvial do Vimieiro, Cornicovo e Lapa. Ao passar por Penacova, poderá levar como recordação uma peça de artesanato. Temos os palitos de pá, flor e pestana, feitos em madeira trabalhada pelas mãos das paliteiras ou as lindíssimas barcas serranas e outros objectos que marcaram, e marcam ainda, a história da nossa região. Não descurando que o principal produto turístico do concelho é sem dúvida o turismo cultural, outros produtos estão neste momento a ser ou em condições de serem explorados.

No actual contexto das novas procuras turísticas, o turismo de natureza e ecoturismo encontram neste concelho condições óptimas para os praticantes que até aqui se desloquem.

No entanto a oferta não se fica por aqui. Novos produtos começam hoje a apresentar-se como apostas viáveis nomeadamente o turismo de aventura e o produto gastronomia e o segmento de fins-de-semana.

Desta forma a escolha para o tipo de férias a passar em Penacova parece ser difícil, mas, o melhor será experimentar tudo o que temos para oferecer.

 

(mais em breve)

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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Concelho de Penela

O que Visitar

Castelo de Penela-Monumento classificado
A sua construção data do séc. XI, apesar do que hoje se pode ver do Castelo remontar somente aos Séculos XIV e XV. No seu interior tem a Igreja de São Miguel, cujas primeiras origens se prendem ao séc. XII.

De salientar:
Além da Porta da Vila, tem uma outra porta, a que chamam, a da Traição ou dos Campos, que apresenta uma abertura dupla em cotovelo, integrada numa torre, o que denota a influência da tradição muçulmana na fortificação portuguesa dos fins da Idade Média.

Igreja de São Miguel
O Foral de 1137 refere já a existência de uma igreja. O templo que hoje se pode apreciar resulta de uma grande intervenção efectuada na segunda metade do séc. XVI.

De salientar:
A Capela-mor, toda ela revestida de talhas barrocas, na maioria do séc. XVII ou início do séc. XVIII. A imagem da Senhora com o Menino, esculpida por João de Ruão nos meados do séc. XVI (1530/1540).

Pelourinho de Penela - Monumento classificado
Este pelourinho remonta à época medieval e compõem-se de uma coluna de fuste oitavado, da pinha e de três degraus. Inicialmente colocado no meio da praça da vila, hoje encontra-se na Rua 25 de Abril.

De salientar:
O conjunto das quatro hastes de ferro que imitam serpentes e que suspendem da boca as argolas. Possui dois brasões semelhantes que representam, eventualmente, o brasão de armas do Concelho de Penela.

Igreja da Misericórdia
É uma igreja da segunda metade do séc. XVI, apesar de ter inscrito no seu portal o ano de 1616, no qual terá sido alvo de reforma

De salientar:
A qualidade da bandeira processional, composta por duas pinturas evocativas da Piedade e da Senhora da Misericórdia, da autoria de Ernesto Condeixa. A porta principal apresenta elementos do Período Manuelino, Renascentista e Maneirista.

Igreja de Stª Eufémia - Monumento classificado
Embora já hajam referências a esta igreja 1254, é sobretudo um templo do período renascentista, com um corpo de três naves, separadas por arcadas da ordem toscanas, cobertura em madeira e cabeceira tríplice.

De salientar:
Capela-mor abobada com retábulo barroco de talhas douradas. Capela dedicada ao Espírito Santo, onde existe um retábulo de pedra de Ançã, saído de uma oficina conimbricense em meados do séc. XVI, e uma escultura da Virgem com o Menino, gótica, dos finais do séc. XV, também de uma oficina coimbrã. Pia Baptismal de estilo manuelino.

Igreja Matriz de Podentes
O exterior desta Igreja é resultante de uma remodelação executada no Século XIX. No seu interior tem apenas uma nave e uma única capela na cabeceira, cujo altar-mor é oitocentista.

De salientar:
As duas capelas dos lados: a da esquerda do Século XVII e evocadora do Santíssimo Sacramento e a da direita dedicada à Nossa Sr.ª do Rosário, que exibe uma cúpula de pedra quinhentista.

Pelourinho de Podentes-Monumento classificado
É um pelourinho de estilo manuelino, com o fuste de mármore, provavelmente reaproveitado de um antigo edifício romano em ruínas. É o maior fuste de um só bloco, datável desta época, encontrado em Portugal.

De salientar:
O fuste de mármore eleva-se sobre uma base de quatro degraus. O capitel tem uma forma cúbica, ostentando nas suas faces a Cruz de Cristo, a esfera armilar, e nas outras faces dois escudos já gastos, um dos quais, esquartelado, dos Sousas de Arronches.

Igreja Matriz do Rabaçal
O edifício que hoje se vê é o resultado de diversas remodelações, tendo sido a mais representativa executada nos finais do Século XVIII. Esta igreja possui uma cabeceira composta por uma só nave e uma capela, de onde se destaca um retábulo oitocentista de talha com uma tela alusiva à sua patrona, Santa Maria Madalena.

De salientar:
A qualidade dos dois altares dos flancos, de talha e de gosto neoclássico dos finais do Século XVII. Nos seus nichos pode ver-se duas esculturas também setecentistas de São Domingos e Santa Teresa.

Villa Romana do Rabaçal
Situada a 12 Km de Conímbriga, a Villa Romana do Rabaçal encontra-se numa "meia-encosta" na Freguesia do Rabaçal, entre uma cumeada com arvoredo e um riacho, fazendo parte integrante do território da antiga civitas, junto da via romana que ligava Olisipo a Bracara Augusta.

Desta Villa Romana datada do século IV d.c. conhece-se a pars urbana (área residencial), balneum (Balneário), pars frumentária (área do pátio agrícola com alpendre), pars rustica (alojamento dos servos, armazéns, oficinas).

De salientar:
Os motivos figurativos dos mosaicos e algumas composições geométricas e vegetalistas não têm semelhança com o que existe em Portugal. No seu conjunto formam um grupo estilístico novo.

Vale do Rabaçal
O Vale do Rabaçal apresenta características muito particulares. Os seus solos são calcários, exibindo uma vegetação predominantemente rasteira, de onde se destaca a erva de Stª Maria que dá o sabor peculiar ao famoso Queijo Rabaçal. Por estas paisagens áridas facilmente se encontram rebanhos a pastar. A oliveira é também um elemento predominante nestas paragens. Ao passar no Vale do Rabaçal é indispensável uma visita às Ruínas Romanas do Rabaçal e ao Espaço Museu, assim como ao Castelo do Germanelo e à pequena aldeia de Chanca, de onde poderá desfrutar de toda a beleza do Vale.

Castelo do Germanelo
Erguido por D. Afonso Henriques, entre 1140-1142, este castelo típico do período Dali avista-se uma paisagem deslumbrante sobre o vale do Rabaçal.

De salientar:
Põe-se a hipótese de ter na sua origem um castro romanizado. De propriedade particular, deve-se a reconstrução hipotética da sua muralha norte ao Dr. Salvador Dias Arnaut.

Convento de Santo António - Monumento classificado
O convento foi fundado em 1578, contudo, o conjunto das construções (igreja, área residencial e anexos) datam do séc. XVIII. Nas mãos de particulares desde 1834, ano em que a Ordem Franciscana foi extinta, está hoje em elevado estado de degradação.

De salientar:
O retábulo da capela-mor, de estilo maneirista, apresenta um excelente traçado e boas talhas. De mencionar também o conjunto dos azulejos, setecentistas e de fabrico conimbricense, que apresentam painéis evocativos de passagens da vida de...

Monte de Vez
Com acesso por São Sebastião, do Monte de Vez desfruta-se de uma paisagem deslumbrante. A existência de uma Capela e de um moinho de vento reconstruído são dois elementos que emprestam ao local uma beleza muito própria. Daqui avista-se uma grande parte da área do Concelho, avistando-se para além das Vilas de Penela e Espinhal o Castelo de Germanelo, e as Serras do Espinhal e do Rabaçal.

Grutas Espeleologia
A espeleologia é uma das potencialidades do Concelho. Apesar de só começarem a ser divulgadas ao público, as grutas de Algarinho e Talismã têm sido exploradas por vários grupos espeleológicos e encontram-se ainda em fase de estudo.

Situadas a sul da nascente do Rio Dueça, e a escassos metros da EN 110, na zona de Taliscas, as Grutas de Algarinho e Talismã são
consideradas das maiores grutas do nosso país.

Igreja Matriz da Cumieira
Pensa-se que a Igreja já existiria no séc. XV. Invocando o mártir São Sebastião, este oráculo apresenta ainda vários elementos da época renascentista.

De salientar:
O sacrário barroco em talha dourada, que se encontra no altar de uma das capelas laterais, que apresenta duas tábuas pintadas com a representação do Ecce Homo.A abóbada renascentista da Capela do Sacramento, onde estão guardadas duas esculturas em calcário branco de Ançã, provenientes de oficinas coimbrãs, e que evocam a Senhora com o Menino e uma Santa Mártir.

São João do Deserto - Serra do Espinhal
" Com um bom binóculo e um pouco de imaginação, avistam-se dali cinco Distritos, além, evidentemente, do de Coimbra: os Distritos de Leiria, Castelo Branco, Guarda, Viseu e Aveiro. Subir alguns quilómetros para ver cinco Distritos, temos de reconhecer que vale a pena. E não se gasta nada, a não ser as botas."
Eugénio de Castro

Igreja Matriz do Espinhal
A sua origem remonta à segunda metade do séc. XV, e tem por patrono S. Sebastião.

De salientar:
A pintura barroca sobre o arco triunfal, evocativa do Aparecimento de Cristo à Virgem. As três naves que compõem o corpo interior da igreja, separadas por arcadas de colunas jónicas. A Capela-mor de abóbada de meio-canhão, com retábulos de talha dourada de estilo barroco. As capelas colaterais, cobertas por cúpulas de quartelas, têm no interior retábulos de pedra em estilo renascentista coimbrão.

Serra do Espinhal
A Serra do Espinhal oferece aos olhos de quem passa uma paisagem inigualável. Daqui se avista a bela Vila de Penela, encimada pelo seu Castelo. Dependendo da altura do ano, a serra cobre-se de tonalidades diversas, que vão desde o verde, ao azul, passando pelo cor de rosa e pelo amarelo, dependendo da imensa variedade de plantas e árvores que aqui se pode encontrar. De realçar a existência do Miradouro da Serra de Stª Maria onde existe um característico relógio de sol.

Represas Naturais da Louçainha - Serra do
Espinhal
A frescura, o verde das serras, a calma e a paz deste local, fazem das Represas Naturais da Louçainha um dos locais naturais mais aprazíveis do Concelho. Aqui poderá encontrar, para além, de piscinas naturais, um parque de merendas e um restaurante panorâmico.

Cascata da Pedra da Ferida - Espinhal
A Cascata da Pedra da Ferida localiza-se na Serra do Espinhal, e tem acesso inicial pelo caminho da Ribeira da Azenha. Para visitar este agradável local terá de deixar o carro a algumas centenas de metros e fazer um pequeno percurso pedonal.

Aldeias Típicas
O Concelho de Penela é rico em aldeias serranas com a sua arquitectura rural típica bem preservada. Destas destaca-se a Ferraria de S. João, na Freguesia da Cumieira.
Roteiro Turístico de Penela (.pdf)

Contactos
Câmara Municipal de Penela
Praça do Município, 3230-253 Penela
Tel. 239 560 120
Fax 239 569 400
Email: [email protected]
Url: www.cm-penela.pt

Posto de Turismo
Praça do Município, 3230-253 Penela
Tel. 239 561 132
Fax 239 569 400
Email: [email protected]
Horário de funcionamento:
Inverno - todos os dias das 10h00 às 17h30
Verão - todos os dias das 10h00 às 19h00

Espaço-Museu da Villa Romana do Rabaçal
Tel. 239 561 856
Email: museu.rabaç[email protected]

Parque de Campismo
Tel. 239 569 256

Equipamentos Desportivos
Piscina Municipal
Tel. 239 560 123

Pavilhão Multiusos
Tel. 239 560 124

 

 

 
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ARGANIL MARINHA GRANDE POIARES
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BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
CALDAS DA RAINHA MONTEMOR-O-VELHO SEVER DO VOUGA
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Concelho de Peniche
Locais a Visitar


FORTALEZA DE PENICHE

Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645
Fortaleza - Guarita
por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.
Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.

FONTE DO ROSÁRIO

Território tradicionalmente deficitário em água potável, a penínsu
Fonte do Rosário
la de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário. A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila. Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.

(ENCERRADO AO PÚBLICO)

GRUTA DA FURNINHA

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.
Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.
Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).
Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.

IGREJA DE S. PEDRO

A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.
Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.
Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho.

IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche.
Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo.

SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS

A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.
Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.
A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.
No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.


FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA
O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.
Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.
Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.

TOURIL - ATOUGUIA DA BALEIA

Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, ta
Touril
l como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.
Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.
O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.


IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA
A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII.
Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa.
Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões.
O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade.


IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA

A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II.

No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forama de concha.


FORTE DA CONSOLAÇÃO

O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração.

Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.



Gastronomia



Pela proximidade do mar, as gentes de Peniche desde sempre se dedicaram à pesca, pelo que não é de estranhar que a sua gastronomia seja predominantemente dominada pelos pratos de peixe e marisco.

Nos numerosos restaurantes existentes na cidade e nas principais estâncias balneares, podem-se encontrar as mais diversas especialidades gastronómicas da região, de onde sobressaem a "Caldeirada de Peniche" e a Sardinha assada. Igualmente deliciosa é a doçaria local de que os Pastéis de Peniche, os Amigos de Peniche, e uns biscoitos de amêndoa chamados "esses" são as principais especialidades.

A Avenida do Mar e o Largo da Ribeira são os dois locais da cidade onde se pode encontrar uma maior variedade de restaurantes e especialidades. No entanto, os restaurantes encontram-se espalhados por todo o concelho, fazendo da gastronomia um dos pontos altos e mais atractivos desta região.

 

 
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Concelho de Poiares

A Visitar



Igreja Matriz de Sta. Maria - Arrifana
(Séc. XVIII-XIX) Interior da Igreja Matriz de Sta. Maria
Arrifana

Igreja Matriz de S. Miguel
S. Miguel de Poiares
(Séc. XVII) Interior da Igreja Matriz de S. Miguel
S. Miguel de Poiares
(Séc. XVII)

Igreja Matriz de Lavegadas
Lavegadas Capela de Nossa Sra. das Necessidades
Vila Nova de Poiares
(Séc. XX)

Museu Etnográfico de Vila Nova de Poiares
Casa da Cultura Piscinas Naturais da Fraga
S. Miguel de Poiares

Capela de Sto. António
S. Miguel de Poiares
Moinho de Vento

Ponte de Mucela Monumento aos Aviadores
Serra do Carvalho

 
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BOMBARRAL MIRANDA DO CORVO SÃO JOÃO MADEIRA
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Concelho de Pombal

Circuitos Turísticos do Concelho de Pombal

Rota dos Templários e do Barroco

Em Pombal comece por ver o Largo do Cardal, o Museu Municipal no edifício dos Paços do Concelho (antigo convento de Santo António) e a Igreja de Nossa Senhora do Cardal. Depois siga até à Praça Marquês de Pombal onde está a Igreja Matriz, os edifícios Pombalinos, a antiga Cadeia, o Celeiro do Marquês de Pombal e o Solar dos Condes de Castelo Melhor. Daí suba pela rua do Castelo, veja a torre quatrocentista do Relógio Velho e visite o Castelo de Pombal.

De Pombal, rume até Abiúl pela IC8, para conhecer a Praça de Touros mais antiga de Portugal e o Paço dos Duques de Aveiro.

Regresse a Pombal pela mesma estrada. Continue pela EN1, direcção Norte, para visitar a vila Templária da Redinha. No caminho do Louriçal, cruze a auto-estrada. Passe por Almagreira e Paço até chegar à EN237 que cruza com o vasto Largo do Convento das Clarissas no Louriçal. Do Louriçal siga pela EN342 que percorre os arrozais da ribeira da Castelhana, até à EN109 no Carriço. Volte à esquerda para visitar na Guia a Ermida alpendrada. Pela 531-1 regressará a Pombal passando por Ilha e por Carnide.

Duração do Percurso - 1 dia
Distância do Percurso - 98 Km

Rota da Serra da Sicó e do Anços

Saia de Pombal pela IC8 e siga até ao cruzamento de Ramalhais. Volte à esquerda para a EM526 e, decorridos 3 Kms, volte de novo à esquerda para Ereiras. A estrada sobe a caminho do coração da Serra de Sicó entre campos e paisagens inesquecíveis.

Ereiras e Pousadas Vedras são aldeias serranas construídas em pedra. Fique a olhar a doçura dos campos divididos por pequenos muros de pedra e os cumes agrestes da Sicó. À saída de Pousadas Vedras, a estrada começa a descer a Serra em curvas sucessivas oferecendo belas paisagens da aldeia de Jagardo.

No termo da aldeia de Estrada de Anços nasce, num recanto idílico, o rio Anços e o seu magnifico vale. A estrada do vale passa por Anços e Caruncho até chegar à Redinha. Visite a vila, suba à aldeia da Arroteia e veja daí a paisagem.

Pela EN1 venha até à Pelariga. Cruze os pinhais de Água Travessa para conhecer as aldeias serranas de Monte Vérigo, Vérigo, Barrocal e Caseirinhos junto a Pombal.

Duração do Percurso - 1 dia
Distância do Percurso - 61 Km

Rota dos Pinhais e das Praias

Saindo de Pombal pela 237, tome a direcção do litoral através da EN237-1. Esta estrada segue entre pinhais até à beira dos belos arrozais da ribeira de Carnide e de Ratos. Adiante é Mata Mourisca e Guia.

Entre, à direita, na EN109 e siga para Norte até Carriço. Aqui volte à esquerda e cruze a linha férrea. Para diante, a estrada atravessa, durante 4 Km, os pinhais que rodeiam a Mata Nacional do Urso, que começam no cruzamento a seguir à Casa do Guarda do Norte. Neste cruzamento volte à direita e continue até à próxima estrada alcatroada, onde deve virar à esquerda. A estrada é toda em recta e ladeia as dunas que se elevam perpendicularmente à costa, devido à força do vento. No final surge a vastíssima e sossegada Praia Dourada do "Osso da Baleia". Aproveite o sol e a frescura do mar.

No regresso, ao final da tarde, venha por Alhais, Silveirinha Pequena e Vieirinhos, junto à EN109. Venha até ao Carriço e daí volte à esquerda para o Louriçal, regressando a Pombal pela EN237.

Duração do Percurso - 1 dia
Distância do Percurso - 87 Km

Rota do Vale dos Poios

De Pombal rume à Redinha pela EN1. Chegando à sede de freguesia suba em direcção ao seu ponto mais alto para visitar a Capela da Nossa Senhora da Estrela situada a 350 metros de altitude. Neste local poderá observar uma imagem monolítica medieval brasonada. Aqui a vista é de tirar o fôlego. Consegue fácilmente avistar o mar e a Serra da Boa Viagem.

Desça em direcção ao lugar de Poios e prepare-se para uma caminhada até ao Vale dos Poios. Vale bem a pena. Uma paisagem indescrítivel de extraordinária beleza espera por si. Aqui encontram-se vestigíos da primeira presença humana na região. Visite as grutas e aprecie indícios remanescentes do paleolítico.

Continue a visita em direcção à nascente do Rio Anços e deleite os sentidos com o murmurar do caudal de água que brota das pedras. Dirija-se em seguida à sede de freguesia, observe a ponte românica e visite a Quinta de Santana donde poderá observar a paisagem luxuriante do Vale do Rio Anços. Regresse a Pombal pela EN1.

Rota dos Dinossauros

De Pombal parta em direcção à freguesia de Santiago de Litém pela EN1.8. A poucos kilómetros da sede de freguesia vire à direita em direcção ao lugar de Andrés. Aqui se encontram as jazidas jurássicas onde foi descoberto um exemplar de "allosaurus fragilis" o primeiro dinossauro desta espécie, descoberto fora do território norte-americano. Enquanto passeia pela freguesia aproveite para contemplar a incrível paisagem do vale do Arunca e as vistas para a Serra da Sicó.

De seguida rume para Norte, em direcção à freguesia de Vila Cã. No centro da sede de freguesia, junto à Igreja Paroquial encontra-se um freixo de porte imenso com mais de 600 anos. Enquanto visita Vila Cã, aproveite para ver o único moinho de vento da freguesia e, em seguida, rume em direcção à Senhora das Virtudes. A capela, apesar das suas linhas simples, ostenta uma grande beleza.

Continue a viagem em direcção ao IC8, atravessando-o para visitar a aldeia mais antiga do concelho de Pombal. Construídas com a pedra da Serra da Sicó, as edificações da Aldeia do Vale são únicas no nosso concelho. Aproveite para subir um pouco a Serra e deitar uma vista de olhos entre as pedras espalhadas pela encosta. A quantidade de fósseis na encosta da Sicó é tão grande que talvez encontre um "tesouro" que testemunhe a história remota desta região. Regresse a Pombal pelo IC8 ainda a tempo de um bom jantar num dos muitos restaurantes da cidade.

Monumentos na cidade de Pombal

Castelo de Pombal
A memória mais antiga da Cidade. Foi mandado construir por Gualdim Pais. No século XVI passou a ser residência do alcaide-mor e com as invasões francesas foi arruinado. É hoje uma das mais bem preservadas fortalezas militares do país.

Celeiro do Marquês
Edifício de dois pisos. O primeiro é constituído por cinco portas de verga arqueada, apresentando a porta principal as ombreiras ligeiramente decoradas e encimadas pelo brasão do Marquês. No segundo Piso apresenta cinco janelas de lintel curvo diferenciadas entre si. De salientar o madeiramento do tecto, construído de forma a atenuar os efeitos sísmicos.

Igreja do Cardal
De estilo Barroco, apresenta uma planta cruxiforme. de notar a lápide evocativa da sepultura do Marquês de Pombal. Aqui descansaram os restos mortais do Marquês de Pombal até 1857.

Igreja do Carmo
Num dos extremos da Praça Marquês de Pombal, a Igreja do Carmo foi construída em 1760 em honra de Nossa Senhora do Carmo. No século XIX foi sede da confraria da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo.

Igreja de São Martinho
De fundação medieval, apresenta várias capelas de talha dourada, destacando-se a capela da Senhora da Piedade, encimada pelo brasão do capitão Jorge Botelho.

Torre do Relógio Velho
Mandada construir por D.Pedro para receber os tributos dos não cristãos em dia de São Martinho.

Cadeia
À direita da Igreja Matriz encontra-se a Cadeia mandada construir pelo Marquês de Pombal. O seu interior sofreu profundas alterações há alguns anos. O piso térreo teve algumas obras de beneficiação em 1875-77. De realçar a presença de uma pequena sineta que terá vindo da Torre do Relógio.

Solar da Quinta da Gramela
Cerca de 3 Km de Pombal, na estrada que liga o lugar de Estrada para a Aldeia dos Anjos, é hoje propriedade particular. Em 1759 era constituída por casas térreas. Posteriormente é feito o solar, edifício de dois pisos com uma capela adjacente, tem em anexo um duplo páteo que servia de residência aos criados, de arrumo de alfaias e depósito de produtos agrícolas.

Casa do Marquês
Casa onde o Marquês de Pombal passou os últimos anos da sua vida e foi sujeito a interrogatório pela sua acção enquanto estadista. Situa-se na Praça Marquês de Pombal junto à Igreja Matriz.

Outras Casas Brasonadas
Na rua António José Teixeira, uma casa modernizada contém um escudo esquartelado que veio da Quinta das Mondrarias e que se caracteriza por ter no primeiro quartel um leão circundado de outros animais. No segundo quartel possuie as armas dos Ataídes. No terceiro, as armas dos Sousas, e no quarto as armas dos Barros.

Casa Arte Nova
Edificada em 1930 segundo projecto de Ernesto Korrodi, com função inicial de habitação e comércio. Apresenta uma planta rectangular de volumes simples, cobertos por um telhado de quatro águas.

Hospedaria
Edificação situada em frente da Igreja de São Martinho.

Ponte sobre o Rio Arunca
Construída no século XVIII para a passagem da Estrada Real.

Largo do Pelourinho
O Pelourinho original encontra-se em fragmentos nos claustros do Convento do Cardal. No seu lugar encontra-se um moderno Pelourinho evocando os senhores de Pombal.

Busto do Marquês de Pombal
Situa-se no Jardim Municipal do Cardal. É uma estátua de bronze de Ernesto Korrodi com base em calcário da autoria de Fernandes de Sá. É a primeira estátua erigida ao Marquês em Portugal. Foi inaugurada em 1907.

Praça Marquês de Pombal
Aqui domina a Igreja Matriz de São Martinho ligada à paz de que foi obreira a Rainha Santa, dando também nome à comenda da Ordem de Cristo de que o Marquês foi senhor.

 

 

 
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Distrito de Leiria
     
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Concelho de Porto de Mós
Património Arquitectonico


Rossio – S. Pedro
Há 500 anos era apenas um descampado. Hoje em dia é uma das zonas mais desenvolvidas de Porto de Mós. Desde cafés e restaurantes a bancos e minimercados, a zona do Rossio conheceu ao longo dos anos um grande crescimento económico e urbanístico.
Os Frades Agostinhos Descalços, em 1676, encontraram neste local as condições necessárias para a construção do seu convento, assim como para a Igreja de S. Pedro, edificada em 1702, junto a uma chaminé vulcânica.
A permanência dos Frades até 1834 levou ao desenvolvimento de actividades agrícolas, lagares de azeite, azenhas e artesanatos diversos na zona do Rossio. Por aqui passaram ainda grandes acontecimentos sociais, políticos e económicos, nomeadamente as famosas feiras.
Já em 1904, João Barreiros mandou plantar plátanos numa extensão de mais de 100m de comprimento, dando origem à chamada “Ala dos Plátanos”, da qual já pouco resta.
Anos depois, a chaminé vulcânica foi demolida, assim como parte da Igreja de S. Pedro, com o objectivo de ali construir uma estrada para a Batalha.
Hoje em dia a zona do Rossio está bastante urbanizada, tendo como principal ponto de interesse o Monumento das Mós, uma rotunda que veio resolver o problema dos acidentes de trânsito.

Nicho de Santa Susana – Alcaria
O local de culto a Santa Susana foi construído em 1895, muito provavelmente com o objectivo de ali se realizar uma festa que rivalizasse com a da Nazaré, o que acabou por se verificar.
Os festejos, realizados no mês de Setembro, coincidiam com os de Nossa Senhora da Nazaré. Uma das atracções era a feira de gado, considerada a maior do Concelho, que se realizava junto à estrada velha de calçada romana.
A última festa, provavelmente em 1919, ficou marcada pela primeira passagem de um automóvel na freguesia.

Casa dos Gorjões – São João Baptista
A casa da família Gorjão, situada no Largo de São João em Porto de Mós, é actualmente de sede de serviços camarários. Das antigas construções seiscentistas resta apenas um vestígio: a escadaria interior.
O antigo edifício remonta ao século XI, altura em que os Gorjões se deslocaram de França para residirem em Portugal. Após a reconstrução no século IXX, apenas a escadaria de acesso ao piso superior se manteve com traços seiscentistas.
A casa, de estilo senhorial urbano, contém uma janela de sacada com um brasão de armas. Actualmente, o edifício é utilizado pela Câmara Municipal de Porto de Mós como sede dos Pelouros da Educação, Acção Social, Desporto, Urbanismo e Cultura.

Solar dos Britos – Juncal
O edifício já desabitado foi outrora uma das mais luxuosas habitações do Concelho.
Os dois pisos apresentam uma planta rectangular de linhas simples. As cantarias trabalhadas e os varandins de ferro forjado contribuem para o embelezamento do edifício, quebrando com a sobriedade que o caracteriza.

Cruzeiro – Mendiga
Situado junto ao Fontenário, o Cruzeiro da Mendiga data, segundo António Cacela, de 1890.
O Cruzeiro de pedra calcária assenta em base rectangular e possui uma coluna quadrangular com frisos salientes.


Património Historico

O Castelo

Construído sobre escombros de um posto de vigia Romano, o castelo apresenta uma imensa vista sobre a toda a vila, desde a povoação às montanhas que a encerram. Sobreviveu a dois terramotos e vários reis que foram, no entanto, deixando a sua marca, transformando-o numa obra arquitectónica singular.

Conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques, em 1148, o Castelo teve D. Fuas, o bravo cavaleiro, como seu primeiro alcaide.
Primeiramente ampliado pelos árabes, o castelo foi novamente remodelado, já em posse portuguesa por D. Sancho I e completamente restaurado, no século XIII, por D. Dinis.
D. Afonso, Marquês de Valença e Conde de Ourém voltou a transformar o monumento, em 1450. O castelo que foi parcialmente destruído por dois terramotos, vindo a ser restaurado em 1940.

A sua arquitectura é peculiar, cruzando um estilo quatrocentista com construções de inspiração romana. A sua planta apresenta quatro torreões entre as linhas das cachorradas. Na fachada principal, destaca-se um portal ogival e uma lógia com quatro arcos contra-curvados, abóbada artesoada e capitéis lavrados. As duas torres perfuraram os céus com os seus telhados pontiagudos de cerâmica verde. Das arcadas do castelo avistam-se o Vale do Lena e a Serra dos Candeeiros.

Pelourinho de Porto de Mós

Após o antigo pelourinho ter sido destruído (em 1985), a Câmara Municipal de Porto de Mós propôs-se a reconstrui-lo. O actual pelourinho, criado por Manuel Martins, baseia-se numa gravura de 1830. A referência mais antiga ao pelourinho é do século XVI, quando se menciona uma cruz que existiu no rossio de Porto de Mós, junto da qual era costume pronunciarem-se sentenças.
Actualmente, o monumento é constituído por uma coluna coríntia, encimada por uma cruz e assente em remate de folhagem com dois escudos portugueses.

Museu de História Natural de Porto de Mós
O Museu Municipal de Porto de Mós pretende reunir e salvaguardar o património histórico-cultural das várias regiões do distrito, partindo da pré-história até aos dias de hoje.
Construído ao longo de vários anos, o museu foi inaugurado em 29 de Junho de 1989, após um levantamento arqueológico e etnográfico do Concelho.

Campo Militar de S. Jorge – Calvaria de Cima
Construído no palco da Batalha de Aljubarrota, o campo militar de S. Jorge apresenta vários vestígios da disputa na qual os portugueses venceram os castelhanos. Constituído pela Capela de S. Jorge, o Museu Militar e a estação arqueológica, o campo é uma viagem ao passado histórico nacional.
Construído no local em que Nuno Álvares Pereira e as suas tropas derrotaram os castelhanos, o Museu Militar de S. Jorge dá a conhecer um pouco da história de Portugal.

Central Termoeléctrica de Porto de Mós – São Pedro

Uma Central que, nos anos 30, trouxe a electricidade pela primeira vez ao concelho e cuja sirene servia de relógio a muitos habitantes. A Central Termoeléctrica possuía também uma sala de cinema na qual o electricista chefe projectava filmes da época.
Entre 1930 e 1933 a Empresa Mineira do Lena criou a Central Termoeléctrica de Porto de Mós, cuja fonte de energia foi o carvão proveniente das Minas da Bezerra.

Cruzeiro de Porto de Mós – São João Baptista
Originário do século XVI, 1615 segundo inscrição, o cruzeiro de origem religiosa, apresenta em ambas as faces os motivos dos instrumentos da paixão de Cristo. A cruz latina, sem esculturas, é constituída por pedra calcária e é um importante marco religioso.

Forca – S. Pedro
Localizada na retaguarda do cemitério novo, a forca de Porto de Mós, já em ruínas, foi outrora um dos locais mais temidos do Concelho.
Bastava ser apanhado a roubar, em flagrante de delito, para a condenação à morte. O último “carrasco” da forca terá sido um homem de Alvados.
A construção triangular tem ainda, em cada um dos cantos, uma torreta arredondada.

Estrada Romana – Alqueidão da Serra
Em Alqueidão da Serra permanece até aos nossos dias o traçado da estrada Romana de Carreirancha. Foi este o caminho que conduziu Nuno Álvares Pereira ao Campo Militar na véspera da Batalha de 14 de Agosto de 1385.
A estrada com 100 metros de comprimento e quatro metros de largura máxima, terá sido construída entre os séculos I a.C. e o I d.C. Concebido para facilitar o escoamento de ferro explorado nos Vieiros na Figueirinha e Zambujal, o caminho deveria seguir para Tomar, via Bouceiros.
O traçado da via romana ligava Tomar a Paredes de Vitória (em Alcobaça) e Collipo (Leiria) a Conímbriga (Coimbra).

Imagem de Nossa Senhora dos Murtinhos – S. João Baptista
A imagem de Nossa Senhora dos Murtinhos provém da capela com o mesmo nome, a qual ficou completamente destruída aquando do terramoto de 1755.
A capela do século XVII localizava-se na Praça da República, junto ao Castelo. A imagem da santa, provavelmente da mesma época, encontra-se agora no Museu de História Natural de Porto de Mós.

Arco da Memória – Serra dos Candeeiros

Construído pelos monges de Cister para marcar os coutos doados por D. Afonso Henriques, o arco de 4 metros de altura, 3,62 metros de largura e 103 centímetros de espessura mantém-se até aos nossos dias para testemunhar as divisões administrativas de outrora.
O arco de volta perfeita não apresenta decorações, tendo apenas duas inscrições. A primeira, mais antiga, escrita em latim, testemunha a sua criação. Embora já não seja perceptível, há registos que testemunham que esta inscrição refere a criação do arco pelos monges de Alcobaça. Aqui se diz, também, que o arco demarcava os coutos doados por D. Afonso Henriques na sequência da vitória sobre Santarém, em 1147.

Padrão de Alqueidão da Serra/ Cruzeiro da Independência

O Padrão foi mandado construir, em 1940, pelo Padre Henrique Antunes Fernandes para comemorar o oitavo centenário da independência portuguesa.
Segundo inscrição, o cruzeiro da independência marca também o terceiro centenário da restauração do reino português, em 1640.
Além de uma cruz latina com duas espadas, gravadas em relevo, o padrão apresenta ainda uma coroa real.

Miradouro Jurássico – Alqueidão da Serra

O monumento, dedicado ao período jurássico, situa-se a 500 metros de altitude, num local onde a paisagem é deslumbrante, indo desde os castelos de Leiria e Porto de Mós, ao Mosteiro da Batalha, permitindo ainda que se aviste o mar.
O miradouro é composto por 15 blocos de calcário que representam as principais épocas do período jurássico. No local, faz-se também alusão à época de formação das rochas dominantes das Serras de Aire e Candeeiros.
Obra de Ester Vieira, Francisco Furriel, Manuel Gomes António e de vários trabalhadores das pedreiras locais, o miradouro reúne ainda dois grandes elementos de basalto, envolvidos pelo maciço calcário sedimentar.
O monumento é um elogio à época que tantos recursos naturais trouxe ao concelho – desde as rochas aos rios – e que lhe permitem hoje ter uma série de actividades industriais e turísticas.

 

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Concelho de S. João da Madeira

História

As origens de S. João da Madeira remontam a longínquos tempos, como comprovam os legados das civilizações celta, romana, árabe e visigótica. É, no entanto, em 1088 que aparece pela primeira vez, em fontes escritas, a menção a S. João da Madeira. A expressão “Uilla de Sancto Ioanne de Mateira” é a primeira referência documental e surge em duas cartas de venda, em pergaminho. A designação de Madeira prende-se, ao que tudo indica, com a abundância de matéria lenhosa desde sempre existente na região.

No século XIX, S. João da Madeira regista um intenso crescimento, fruto do desenvolvimento comercial e industrial, sobretudo com a indústria dos chapéus e dos lacticínios, transformando radicalmente a situação do povoado. A prosperidade adquirida – para a qual viria a contribuir decisivamente também a indústria do calçado - só foi possível pelo dinamismo e espírito de trabalho dos seus habitantes.

Com o progresso e modernização veio a alteração radical do panorama arquitectónico da povoação. Assim, a primitiva igreja foi demolida em 1883 e no ano seguinte iniciou-se a construção da igreja nova que, a 11 de Julho de1888, era benzida e inaugurada. Em 1908 El Rei D. Manuel II inaugurava o troço de linha de Caminho de Ferro do Vale do Vouga, contribuindo muito para o incremento das vias de comunicação paralelamente à construção de estradas e caminhos. Foi também criado o hospital, chegou a luz eléctrica e nasceu o Grupo Patriótico Sanjoanense que deu novo impulso ao progresso local.

O apogeu de todo este desenvolvimento viria com emancipação concelhia por decreto em de 11 de Outubro de 1926, sendo assim criado o concelho de S. João da Madeira. Este decreto considerava o novo concelho como o “centro industrial mais importante do distrito de Aveiro” e o seu desenvolvimento económico e social estava a ser “prejudicado, sufocado pela sua inferior categoria administrativa”. A elevação a cidade viria em 16 de Maio de 1984, como reconhecimento do intenso labor dos habitantes de S. João da Madeira, traduzido no desenvolvimento e progresso que hoje se pode atestar nas mais diversas realizações arquitectónicas, desportivas, sociais, culturais, urbanísticas.

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Concelho de Sever do Vouga

Cascata da Cabreia
Situada na freguesia de Silva Escura, onde abundam imensos cursos hídricos. A irregularidade do terreno, conjugado com enormes torrentes de água e com uma rica flora local, produziram espaços bucólicos, nos quais a poesia da natureza foi complementada pela vontade humana. Símbolo máximo do capricho da Natureza, surge a Cascata da Cabreia, onde as águas do Rio Mau ganham velocidade e força antes de se despenharem por uma rochosa encosta.
Indubitavelmente bela e relaxante, a Cascata da Cabreia consegue oferecer ao seu visitante de tudo um pouco: a frescura provocada pela queda de água na bacia fluvial, a vegetação densa e ordenada pela intervenção a que foi sujeita através de um projecto de recuperação, os recantos convidativos a sentimentos mais românticos, as mesas e bancos de apoio vindos ao encontro de quem quer associar ao descanso e gosto gastronómico.


Praia Fluvial da Quinta do Barco
Situada na freguesia de Paradela do Vouga, na margem esquerda do Rio Vouga e abrangendo a margem direita do mesmo, na freguesia de Pessegueiro do Vouga, junto a um dos mais vastos lençóis de água deste rio.
A praia fluvial está integrada num conjunto de equipamentos físicos de apoio e de valorizações várias dos espaços naturais, com zonas de lazer e desporto, parque infantil, mesas de merenda e zona de balneários. Para além do desfruto da actividade balnear, a praia fluvial destina-se à prática de canoagem e desportos radicais.

Miradouro de Santa Maria da Serra
Situado na freguesia de Talhadas, no lugar das Arcas onde se vislumbra a Costa Lagunar.

Miradouro da Nossa Senhora da Penha
Situado na freguesia de Silva Escura, no lugar do Espinheiro com vista para a Costa de Aveiro.

Miradouro do Poço de Santiago

Situado na freguesia de Pessegueiro do Vouga, com vista para o Rio Vouga.

 

 

 
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Distrito da Coimbra
     
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Concelho de Soure

ARTESANATO GASTRONOMIA CULTURA
Este certame, organizado pela Câmara Municipal de Soure, em estreita parceria com as doze Freguesias do Concelho, realiza-se em dois fins-de-semana,habitualmente, o último de Junho e o primeiro de Julho, no Parque da Várzea, em Soure, um espaço privilegiado pela sua beleza natural.

O “prato forte” é, naturalmente, a gastronomia diversificada das doze Freguesias, complementada pelos trabalhos apresentados pelos artesãos concelhios e pela riqueza cultural dos Grupos de Folclore, Filarmónicas e Grupos Musicais que mantêm intensa actividade nas doze Freguesias do Concelho.


FESTAS DE S. MATEUS - FATACIS
AS FESTAS DE S. MATEUS, organizadas pela Câmara Municipal de Soure, no fim de semana mais próximo do dia 21 de Setembro, Feriado Municipal Concelhio, constituem o maior cartaz turístico da Vila e do Concelho, conjuntamente com a FATACIS - Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio, Industria de Soure - um certame fundamental para a promoção e divulgação de um significativo conjunto de actividades económicas.

Este é o momento ideal, por excelência, em que se propicia o ansiado reencontro festivo de todos os Munícipes e demais Sourenses, onde participam activamente inúmeras Instituições do Concelho e em que muitos visitantes de fora são atraídos, quer pelo cartaz profano das festas, quer pela romaria a S. Mateus, cujos devotos vêm, por vezes de muito longe, pagar as suas promessas e fazer as suas orações.

REFERÊNCIA HISTÓRICA
Vem de longe a importância deste Concelho, quer no contexto regional, quer mesmo nacional.

Com os dados disponíveis não é possível procurar um marco que assinale o início da ocupação humana neste território. Porém, os vestígios arqueológicos, sobretudo do período neolítico e romano, aliados às condições naturais que desde cedo atraíram a ocupação humana, indicam que este espaço foi ocupado desde tempos imemoriais.

O documento escrito mais antigo que se conhece e se refere a Soure data de 1043 assinalando a doação, ao Convento da Vacariça, de um mosteiro que aqui possuíam os irmãos João, Sisnando, Ordonho e Soleima.

Em Julho de 1111 o Conde D. Henrique e a rainha D. Teresa concederam foral à vila de Soure. Este importante documento estipulava um conjunto de previlégios fiscais com o objectivo de atrair e fixar as populações.

Na Idade Média, mais concretamente no período da reconquista Cristã, Soure assume um papel de importância estratégica vital. O seu castelo é, até à conquista de Lisboa, uma praça fortificada, incluída na cintura de edificações militares da defesa de Coimbra definitivamente conquistada em 1064, (juntamente com os castelos de Montemor-o-Velho, Penela, Santa Olaia, Germanelo, Miranda do Corvo e Lousã).

Em 1128 D. Teresa doa o Castelo de Soure à ordem dos Templários, doação que veio a ser confirmada por D. Afonso Henriques em 1129.

Com o decorrer dos tempos, a função militar foi desaparecendo e Soure passou a caracterizar-se, a partir da Idade Média, por uma região marcadamente rural dada a apetência agrícola dos seus terrenos enriquecidos pela água dos rios Anços, Arunca e Pranto.

O Castelo de Soure tinha uma situação estratégica privilegiada, dada a sua posição de ligação entre os castelos e rotas que atravessavam os territórios de Coimbra e Montemor-o-Velho e a sua proximidade com a confluência dos rios Anços e Arunca que lhe servia de fosso natural.

Em 13 de Fevereiro de 1513, el-rei D. Manuel outorgou um novo Foral à vila de Soure. As alterações administrativas, que ao longo dos tempos foram sendo feitas, determinaram que tivesse havido permutas de freguesias entre concelhos adjacentes, sobretudo com o de Montemor-o-Velho e os extintos de Verride e Santo Varão. A partir de finais do século XIX, o concelho de Soure manteve a mesma estrutura administrativa, agrupando as doze freguesias que hoje conhecemos.

 

 
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Concelho de Vagos

O Município de Vagos é um concelho com assimetrias que o tornam único. Num olhar transversal, a trilogia Sol, Mar e Ria comanda o litoral oeste do Concelho. Mais para interior, o sistema florestal da Mata das Dunas de Vagos ocupa uma área aplanada e muito extensa, riquíssima em flora e fauna autóctone.

O concelho integra, ainda, a Região da Gândara onde as típicas Casas Gandarezas caracterizam a forte componente rural do concelho.

Mais para Este, surge o Rio Boco, com mistura de águas das várias nascentes com as águas salgadas da Ria de Aveiro. Ao longo das várias “veias” do rio, onde outrora navios navegavam, desfruta-se a paisagem única dos sinuosos vales e a flora típica de zonas húmidas.

Patrimonio

Igreja Matriz de Vagos - Capela dedicada a S. Tiago-maior apóstolo. Trata-se de um templo modesto, de uma só nave. A sua orientação é nascente-poente, para onde está voltada a porta principal. A grande reforma do edifício deu-se na segunda metade do séc. XVIII. O arco da capela do evangelho é do séc. XVII, da renascença decadente, com pendurados nas faces das pilastras e de querubins na volta, tendo brasão que a talha não deixa ver convenientemente. Foi a capela privativa dos Cardosos. Aqui encontra-se uma lápide que diz: “El-Rei D. Affonso V deu esta egreja ao Mosteiro de S. Marcos, ao qual está unida in perpetuo no espiritual e temporal. Em 1452”


Palacete Visconde de Valdemouro - Casa que pertenceu ao Visconde de Valdemouro, lisboeta de nascimento e radicado em Vagos. Vendeu a sua propriedade aos Administradores do Concelho que aí fixaram os serviços municipalizados. Constituída por um brasão com um escudo esquartelado.

Igreja Matriz de Soza - Na fachada das traseiras encontra-se a imagem de S. Miguel, padroeiro da freguesia, escultura de pedra (séc. XVII final). Nas proximidades encontra-se o Cruzeiro de tempete de 1659 com cúpula hemisférica (séc. XVII).

Casa Ducado Dão Lafões - Casa pertencente ao Duque de Lafões, último donatário da freguesia de Soza. Mantém a sua traça original com o respectivo Brasão.

Azenhas do Boco - As azenhas do Boco aproveitam, ainda, as quedas de água vindas de várias nascentes que afluem até ao Rio Boco.
Ainda se podem encontrar algumas azenhas em funcionamento.

Moinhos de S. Romão - Os moinhos de vento, outrora motores da moagem de cereais, através da força eólica fornecida pelos ventos marítimos, são hoje o ex-líbris do lugar de São Romão, freguesia de Santo André

Património Natural - Repleto de paisagens magníficas dotadas de grande beleza, o município de Vagos possui uma riqueza florística e faunística imensa, estando parte desta, classificada como Zona de Protecção Especial da Ria de Aveiro e Sítio Dunas de Mira, Gândara e Gafanhas, no âmbito da Rede Natura 2000, uma rede europeia de conservação de habitats e espécies nas suas áreas de distribuição.

 

 
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Distrito de Aveiro
     
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Concelho de Vale de Cambra

Localizado a Norte do distrito de Aveiro, Vale de Cambra foi elevado a Cidade no dia 20 de Maio de 1993. O Município ocupa uma área de 148, 5 Km2, onde habitam cerca de 25.000 habitantes e é constituído por nove freguesias: Arões, Cepelos, Codal, Junqueira, Macieira de Cambra, Rôge, Sâo Pedro de Castelões, Vila Chã e Vila Cova de Perrinho.

Hoje, Vale de Cambra é um município moderno que alia as suas fortes tradições e a paisagem rural ao arrojo de indústrias de áreas tão distintas como a metalomecânica, a madeira ou os lacticínios e que desenvolveram a economia, alargaram os horizontes e contribuíram para a dinâmica empresarial, social, cultural, desportiva e cívica.

O seu centro urbano assistiu recentemente à implementação de uma série de equipamentos públicos que conferem à cidade atractividade e asseguram a fixação da sua população.
A Biblioteca Municipal, o Museu Municipal e o Centro Cultural de Macieira de Cambra, aliam a Educação à Cultura; o Pavilhão e a Piscina Municipais valorizam a área Desportiva e Recreativa e, a nível da Saúde, a reactivação do Hospital foi um passo importantíssimo dado no sentido da qualidade de vida dos munícipes.

Quem passa por Vale de Cambra tem que provar os sabores gastronómicos da região. Destacam-se nesta área, alguns pratos que poderá encontrar nos diversos restaurantes do Município. É o caso da reconhecida vitela assada, do cozido à portuguesa, dos enchidos, do presunto ou do queijo.
Conhecido também pelo gosto único dos seus vinhos verdes, o nosso Concelho deve este reconhecimento ao seu vale fértil, constituído pelo rio Caima e afluentes, que abrigam extensas matas e vinhas.
A Adega Cooperativa é uma referencia na produção de vinho de Vale de Cambra, registando no seu vasto curriculum alguns troféus. Mais recentemente lançaram-se no mercado três produtores particulares com particular gosto pela cultura vinícola, também eles detentores de alguns prémios e de que o Município tanto se orgulha.

Em termos Artesanais, o Linho e a sua cultura identifica a tradição artesã local. Mas, hoje, a paixão do artesanato alarga-se aos mais jovens passando de geração em geração, sendo por isso vasto o inventário de produtos feitos pelas mãos habilidosas locais, desde o fabrico de velas, bonecas de trapos, instrumentos em madeira ou miniaturas.

São sobejamente reconhecidas as Praias Fluviais de Vale de Cambra, com especial destaque para a Praia Fluvial de Burgães. Localizada em S. Pedro de Castelões, a praia fluvial foi recentemente dotada de mais infraestruturas que permitirão aliar o lazer à educação e à cultura. Trata-se da recuperação dos moínhos de água em pedra que actualmente albergam uma sala de exposições.
Na Praia Fluvial de Burgães poderá passear, fazer desporto, levar as crianças ao parque infantil, deliciar-se com um dos petiscos que são servidos no bar ou simplesmente, apanhar sol e descansar no extenso areal.
Mas, se se deslocar para a zona alta do Concelho poderá descobrir os encantos das praias fluviais de Cabrum, Pontemieiro e Paço de Mato, equipadas com zona de lazer e espaço para merendas.

Aldeias Típicas

Felgueira

Terra de belos recantos, a aldeia da Felgueira, localizada na freguesia de Arões, encaixa entre a beleza verde da Serra da Freita e as águas límpidas e azuis do Rio Cabrum.
Quem chega pode passear por caminhos de pedras gastas e percursos antigos, onde casas rústicas contam a história de uma vida intensamente rural. A Felgueira faz parte do projecto "Aldeias de Portugal" estando já recuperados os moinhos da Sobrosa e aguardando recuperação a "Casa da Aldeia".
Já a caminho da cidade e de uma outra civilização, o visitante pode ainda familiarizar-se com os restantes locais da freguesia de Arões que estende as suas aldeias dispersas por 41Km2, entre a encosta da Serra da Gralheira e os limites dos concelhos de Sever do Vouga e Oliveira de Frades.

Lomba

Também na freguesia de Arões, na direcção dos lugares de Salgueira, Mouta Velha e Cabrum, pode encontrar a magnífica aldeia de Lomba.
Esta é uma aldeia típica em socalcos, situada aproximadamente a 10 km do centro da freguesia, com características celtas e casas em xisto envoltas numa paisagem bela e imponente.
Aqui ainda se produz o azeite à medida das necessidades, nos lagares de madeira.

Trebilhadouro

Na freguesia de Rôge localiza-se um dos tesouros paisagísticos do Município: a aldeia de Trebilhadouro, desabitada há cerca de 15 anos.
Encaixada nos socalcos da Serra da Freita, Trebilhadouro torna-se apetecível pelas suas casas antigas em pedra, pelos seus arruamentos desenhados entre esquinas e campos de cultivo, espigueiros, celeiros, a Casa do Forno e uma eira banhada pela luz natural nos dias primaveris.
Rodeada pela serra do Trebilhadouro e o Alto do Galinheiro, é zona de microclima, pois é abrigada dos ventos que sopram do Norte. Do alto destes montes avistam-se o mar e a ria de Aveiro, bem como outras cidades do Litoral, todo o Vale de Cambra e a Serra da Freita. É também aqui que nasce um ribeiro que desagua no rio Caima, cujas águas servem para regar os campos das aldeias vizinhas.

 
 
 
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