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Concelho de Alcacer do Sal
Passeios no Sado

O Município de Alcácer do Sal, recuperou e equipou as embarcações “Amendoeira” e “Pinto Luísa” sendo hoje possível embarcar em viagens únicas pela Reserva Natural do Estuário do Sado.

Entre o canal de Alcácer do Sal e a baía de Setúbal, onde o Sado encontra o Oceano Atlântico, a Reserva apresenta, para além de uma beleza arrebatadora, uma grande diversidade de paisagens, uma riqueza natural única, servindo de refúgio a centenas de espécies animais que ali encontram segurança e alimento. Mas a presença humana há pelo menos cinco mil anos deixou também na região um relevante património construído, quer se fale do Palácio da Herdade do Pinheiro, dos Fornos Romanos, da Feitoria Fenícia de Abul, das cabanas de Colmo da Carrasqueira ou do Cais Palafitico aí construído e único na Europa.

Embarque nesta aventura. Venha navegar connosco!!!

Os passeios no Sado podem ser de dia inteiro ou de meio-dia, em grupo ou com inscrição a título individual. As saídas de dia inteiro correspondem a um passeio de aproximadamente oito horas, com partida e regresso à cidade de Alcácer. Sendo possível fazer breves paragens na cidade de Setúbal ou Tróia e ainda na Praia Verde (Península de Tróia) para mergulhos.

Já as saídas de meio-dia implicam um passeio de aproximadamente quatro horas igualmente com partida e regresso à cidade de Alcácer do Sal.


Passeios nos Galeões suspensos
Os passeios pelo rio Sado nos galeões do sal “Amendoeira” e “Pinto Luísa” encontram-se, de momento, suspensos.


Informações e reservas:

Sector do Turismo
Praça Pedro Nunes, n.º 1
7580 - 125 Alcácer do Sal
Tel.: 265610070
Fax: 265610079

Reserva Natural do Estuário do Sado

Representando uma área protegida de incomparável diversidade biológica, a Reserva Natural do Estuário do Sado compreende 23.160 ha, dos quais cerca de 13.500 ha são constituídos por zonas de estuário e os restantes, cerca de 9.500, se referem a zonas húmidas marginais convertidas e destinadas à salicultura, à piscicultura e à orizicultura, mas também por zonas de terra firme e pequenos cursos permanentes de água doce.

A importância da fauna e da flora desta reserva estende-se desde a vegetação de água salgada que margina o estuário, ao sapal, aos lodos que, juntamente com a dinâmica das marés, são abrigo das inúmeras espécies que aqui se pode encontrar: as cegonhas-brancas, as garças, os perna-longas, os colhereiros, os flamingos-rosa, as aves de rapina, os patos, os alfaiates e ainda a lontra europeia, os saca-rabos, os gamos e os golfinhos entre outras.
A fertilidade e riqueza da região abrangida pela Reserva justificam a sua ocupação pelo homem desde o Neolítico. Populações que viviam, essencialmente, da pesca e da recolha de marisco, estabeleceram por aqui, há cerca de cinco mil anos, as suas aldeias, assentes em línguas de areia que o Atlântico ainda banhava.

Também da presença romana restam vestígios que podem ser admirados, por exemplo, na herdade do Pinheiro, onde se encontram fornos que fizeram parte de uma importante indústria de olaria que ali prosperou entre os sécs. I e IV d.C.
Forma agradável de observar este magnífico património natural são os passeios de balão ou de barco ao longo das águas calmas do rio Sado.

A faixa do Litoral Alentejano, na margem Sul do Sado, avança pela EN 253 até ao entroncamento com a EN 253-1, na povoação da Comporta. Segue depois por esta estrada nacional, no sentido noroeste, até ao entroncamento com o caminho de acesso à ETAR de Tróia (limite sul de um eucaliptal), por onde continua até à ligação com o canal da Comporta. Segue finalmente por uma linha recta, definida por este ponto e pelo ponto inicial da EN 10-4, fechando o respectivo limite.

 
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Concelho de Alcochete
Patrimonio Arqueológico

Testemunhos Arqueológicos
A ocupação humana no território de Alcochete remonta ao Paleolítico. De entre os vários sítios deste período, o destaque vai para o sítio da Conceição, um acampamento com 28 000 anos, detectado e estudado aquando dos trabalhos de construção da Ponte Vasco da Gama. Nesta altura, o Homem escolheu estes terrenos junto ao rio para viver daquilo que a caça e a pesca lhe oferecia. Esta dependência directa dos recursos naturais implicava constantes deslocações das populações, em busca do seu alimento, sendo a maioria destes sítios ocupados temporariamente. »

Igreja de Santa Maria de Sabonha
Templo do século XIII, recuperado no século XVI com a construção anexa de um convento franciscano, ganhando a nova designação de Nossa Senhora do Socorro, e vendido em hasta pública e destruído após a extinção das ordens religiosas, em 1834, tendo-se perdido a sua localização. »

Porto dos Cacos
Sítio localizado na margem direita da ribeira das Enguias, cujas escavações arqueológicas permitiram identificar um centro oleiro especialmente vocacionado para o fabrico de ânforas. »

Quinta da Praia
Virado para os terrenos pantanosos das Salinas do Samouco, sobre um pequeno terraço suave e arenoso, identificou-se a única estação do Neolítico do concelho, durante a elaboração da respectiva Carta Arqueológica. O seu contributo poderá enriquecer a caracterização de um período ainda mal representado na região. »

Sítio da Conceição
Estação arqueológica do Paleolítico Médio, situado sob as áreas de serviço da Ponte Vasco da Gama. Ocupa um pequeno terraço, na época banhado pelo rio Tejo. Os trabalhos arqueológicos decorridos durante os Estudos de Impacte Ambiental da mesma ponte, permitiram atribuir uma datação do sítio de há 28 000 anos. »


Patrimonio Religioso

Ermida de Nossa Senhora da Conceição dos Matos
Situada junto à Estrada Municipal 501, que liga Alcochete ao Samouco, a ermida foi construída na segunda metade do século XVI. »

Ermida de Santo António da Ussa
A Ermida de Santo António da Ussa, proposta pelo Plano Director Municipal (PDM) como monumento de Interesse Histórico e Artístico de âmbito local – Diário da Republica de 22 de Agosto de 1997. »

Igreja Matriz de Alcochete
A Igreja de São João Baptista, Matriz de Alcochete foi declarada Monumento Nacional por decreto de 16 de Junho de 1910. »

Igreja da Misericórdia
A Igreja da Misericórdia, classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº2/96 de 6 de Março de 1996, apresenta um porte imponente com uma localização importante no contexto urbano, sendo ponto de confluência de duas linhas fundamentais à estruturação original do espaço urbano da vila – a linha da margem do Tejo e a linha para o interior (Rua Direita) que conduz à Igreja Matriz. »

Igreja de Nossa Senhora da Vida
A Igreja de Nossa Senhora da Vida, classificada como Imóvel de Interesse Público pelo Decreto nº 2/96, de 6 de Março de 1996, encontra-se adossada a edifícios nos lados sul e nascente. »

Igreja de São Brás
A Igreja de São Brás, situada na vila de Samouco, proposto pelo Plano Director Municipal (PDM) como Monumento de Interesse Histórico e Artístico de âmbito Local – Diário da República de 22 de Agosto de 1997. »

Pórtico do Extinto Convento de São Francisco
O Pórtico do Convento de S. Francisco ou de Nossa Senhora do Socorro classificado como Imóvel de Valor Concelhio pelo decreto nº2/96 de 6 de Março de 1996 é o que resta de um convento do século XVI. »


Património Natural


Reserva Natural do Estuário do Tejo
O Concelho de Alcochete apresenta uma das zonas húmidas mais extensas do país classificada como Reserva Natural, um estatuto que lhe foi atribuído devido à diversidade de aves migratórias que por ali passam.
Em alturas de migração, a Reserva Natural do Estuário do Tejo é local de abrigo para mais de 120.000 aves, com destaque para a comunidade de flamingos que, durante todo o ano, embelezam e dão cor a este local.
Para além da comunidade de avifauna, a Reserva Natural é ainda caracterizada pela existência de vestígios que remetem para actividades tradicionais do Concelho. Um bom exemplo são as Salinas do Samouco que revelam a todos os visitantes vestígios da actividade salineira, outrora considerada uma das maiores actividades económicas do Concelho.
Numa extensão até Vila Franca de Xira, a Reserva Natural do Estuário do Tejo é ainda constituída por uma zona de lezírias, onde são criados toiros e cavalos para a lide taurina.
Rica em diversidade, a Reserva Natural é uma área que está à espera de ser explorada, seja de bicicleta, de carro, num passeio pedestre do Alcochet’Aventura e, porque não, na embarcação tradicional “Alcatejo” que permite ao visitante adquirir uma visão completamente diferente desta área.
Para mais informações deverá consultar o portal do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade


Salinas

Salicultura na Rota de Alcochete
Situadas na margem do rio Tejo, as Salinas constituem ainda um exemplo vivo daquela que foi, durante muito tempo, a principal actividade económica de Alcochete – a salicultura. Depois de ser extraído dos enormes tanques, ainda visíveis no Estuário do Tejo, o sal era, posteriormente, transportado para o cais de Lisboa e exportado para o estrangeiro.
O enfraquecimento da navegação à vela, a auto-suficiência dos países tradicionalmente consumidores de sal, o aparecimento dos sistemas de refrigeração e a sua implementação nos navios de pesca do bacalhau foram alguns dos factores que enfraqueceram a produção do sal e, consequentemente, a sua perda económica. Perante este cenário, raras foram as salinas que conseguiram resistir à nova conjuntura. Alcochete também não fugiu à regra.

Salinas do Brito
As salinas da Fundação João Gonçalves Júnior são, actualmente, as únicas que se encontram em actividade contínua, não deixando cair em esquecimento uma das actividades que em muito contribuiu para a formação da identidade cultural da população deste Concelho. Além de manter viva a tradição de Alcochete, as salinas são cada vez mais reconhecidas pela sua importância ecológica, visto serem um local de abrigo e refúgio para muitas aves aquáticas, contribuindo para a sua conservação e preservação.
No Inverno, as salinas assumem-se como um importante local, onde as aves vão procurar abrigo e alimentos alternativos aos espaços que já se encontram cobertos de água. No Verão, as salinas são um local privilegiado de nidificação, nomeadamente para o perna-longa Himantopus himantopus.

Fundação das Salinas do Samouco
Constituído por uma área de 410 hectares, o Complexo de Salinas de Samouco é um local de refúgio e de nidificação para espécies como a chilreta, o pernilongo e o borrelho-de-coleira-interrompida.
Actualmente, as salinas de Samouco apresentam-se como o salgado com a maior riqueza e abundância de aves durante o período de preia-mar de todo o Tejo. A sua importância crescente deve-se, essencialmente, a dois aspectos: em primeiro lugar tem sido alvo de manutenção constante desde 1995 e, em segundo lugar, os outros salgados encontram-se ao abandono e são explorados para captura de camarinha, o que faz com que os níveis de água sejam inadequados para utilização, por parte das aves limícolas.
Em contraste com o seu enfraquecimento económico, verifica-se que a riqueza ecológica das salinas tem sido cada vez mais valorizada e reconhecida. Inseridas nos sapais das zonas húmidas, as salinas constituem um óptimo local de abrigo para muitas aves aquáticas que, antes de hibernarem, encontram nos extensos campos de lama, um óptimo local para se alimentarem. Já na época de nidificação, as salinas transformam-se igualmente no principal habitat de espécies diversificadas.







 
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Serra de Montejunto

Património natural

É a Serra de Montejunto o mirante natural mais alto da Estremadura; linha de cumeadas divisória de zonas climatéricas diferentes; acidente geográfico que, pela sua altitude e dimensão, polariza toda a paisagem que a envolve; estrutura geológica rica em algares, grutas e lagoas residuais; santuário de nidificação de uma avi-fauna invulgar e preciosa; reduto e refúgio de pequenos mamíferos; parque natural de uma flora de transição mediterrânico-atlântica.
Localizada no extremo Sul do Concelho do Cadaval e a Norte do Concelho de Alenquer, orientada de Este para Oeste, e Serra de Montejunto eleva-se a 666 metros acima do nível médio do mar. A Serra é constituída por um maciço calcário onde predominam altas escarpas e gargantas apertadas.
Destacamos neste maciço os cabeços de S. João, Moinho do Céu, Penha do Meio-Dia, Espigão, Bicha e Monfarinho.
Devido à sua orientação quase concordante com a linha da Costa Atlântica e ao seu revestimento vegetal, a Serra constitui, no eixo Montejunto-Estrela, uma importante fronteira climatérica que separa, meteorologicamente, o Norte-Sul do País. Os seus valores médios anuais de temperatura do ar variam entre 12,5º C e 16º C e a insolação na Serra varia de 2 400 a 2 600 horas/ano. A sua pluviosidade é de 800 a 1 000 mm/ano com um total de 75 a 100 dias/ano de precipitação igual ou superior a 10 mm.
Em relação à singularidade da sua estrutura orográfica já no século XVI Frei Luís de Sousa a descreve como um só monte de pedra, ou uma só pedra antes que Serra. Porque o nome de Serra compreende montes de penedias e rochedos encadeados e continuados com vales e subidas; e esta consta de uma só pedra, ou monte que igualmente cresce e sobe em meio de terras lavradias.
Na linguagem actual, os geólogos referem a Serra como um maciço calcário de formação jurássica assinalada por diversas zonas de falhas que assinalam as suas escarpas, os seus vales e os seus planaltos, as suas grutas e algares. Também é rica do ponto de vista paleontológico com importantes jazidas de amonites, turritelas e outros fósseis de interesse científico.
Nela estão referenciados quase uma centena de algares e grutas de grande valor biológico, geológico e mesmo arqueológico, entre as quais citamos: Gruta das Fontaínhas, Gruta da Salvé-Rainha, Algar das Gralhas, Buracos Mineiros, Gruta da Rocha-Forte, Lapa da Maria Pia e Algar do Bom Santo.

Ainda não suficientemente estudado, o revestimento vegetal da Serra de Montejunto é essencialmente constituido por manchas de espécies arbóreas de castanheiros, sobreiros, carvalho e pinheiros, intercaladas com áreas de cultivo e pastoreio; disseminado um pouco por toda a parte, um manto de espécies arbustivas constitui a mancha predominante da Serra, rica pela variedade das espécies que apresenta, algumas delas bastante raras como é o caso da orquídea silvestre. Modernamente, e após os grandes fogos, a Serra está a ser invadida por uma espécie exótica - o eucalipto.
Esta Serra, que se apresenta como ilha biológica que emerge em meio de terras lavradias contém uma fauna notavelmente rica quando comparada com a das regiões limítrofes.
A pirâmide ecológica reflecte o ecossistema da montanha e dela constam mais de uma centena de espécies de aves nidificantes e migradoras, cerca de vinte e cinco espécies de mamíferos e vinte de répteis e anfíbios, constituindo, no seu todo, um dos ecossistemas mais prósperos do centro do país.

A título de justificação desta riqueza faunística citamos alguns mamíferos como o manguço (Herpestes ichneumon), o gato bravo (Felis silvestris), a gineta (Genetta, genneta), o texugo (Meles, meles), e a raposa (Vulpes, vulpes) e bastantes aves entre as quais destacamos a gralha preta (Corvus corone), o corvo (Corvus corax), o mocho galego (Athene noctua), o peneireiro de dorso malhado (Falco tinnunculus), a águia de asa redonda (Buteo, buteo), a águia de Bonelli (Hieraatus fasciatus), o falcão peregrino (Falco peregrinus), a coruja das torres (Tyto alba), o bufo real (Bubo, bubo), superpredador já extremamente raro na fauna europeia e o quase extinto peneireiro cinzento (Elanus Caeruleus) já apenas existente em Portugal e Espanha.
As riquezas da serra do Montejunto estão defendidas através da criação institucional da figura jurídica de Área de Paisagem Protegida da Serra de Montejunto.


 
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Concelho de Almada
Conhecer Almada

Almada convida-o a conhecer um concelho que tem muito para oferecer. Ponto de encontro entre o Tejo e o Atlântico, Almada é centro de cultura e desporto, de parques naturais e espaços públicos qualificados.
Visite os museus, que contam a passagem de vários povos por este território há milhares de anos, mas que valorizam e mantêm viva a história dos homens e mulheres que lutaram por uma Almada livre, associativista e solidária. Assista a um espectáculo no fantástico exemplar de arquitectura que é oTeatro Municipal, venha aos nosso festivais internacionais ou vá apenas até à biblioteca e entre em Almada a partir dos livros, que pode folhear numa das soalheiras esplanadas da Praça da Liberdade.
Quando desejar descansar do ambiente cosmopolita e simplesmente contemplar a natureza, aproveite a Mata Nacional dos Medos, a pérola do património natural do concelho, ou dê uma escapadela até um dos muitos jardins que pontilham o concelho de verde, sem perder o Parque da Paz onde, mesmo ao lado da cidade, tem à sua disposição 60 hectares de área natural.
Para quem o desporto é um prazer, Almada oferece uma vasta e variada rede de equipamentos desportivos, com piscinas, courts de ténis, uma pista de atletismo, campos de golfe ou um Complexo Municipal dos Desportos onde pode praticar as mais variadas modalidades.
Atreva-se a conhecer a cidade de uma forma diferente, calcorreando os vários percursos que sugerimos ou surpreendendo-se com os recantos e encantos que Almada revela a quem nos visita.

Convento dos Capuchos

As linhas elegantes do Convento dos Capuchos estabelecem o ponto de equilíbrio com a magnífica vista alcançada a partir do seu miradouro. Com uma localização privilegiada sobre o Atlântico, a partir do Convento dos Capuchos é possível contemplar Lisboa, a Serra de Sintra, a baía de Cascais, o Bugio, a Torre de S. Julião, até à Serra da Arrábida e ao Cabo Espichel.
A simplicidade e o despojamento do edifício reflectem os princípios dos frades franciscanos, para quem este local de culto foi construído no século XVI.
Mais de 400 anos depois, o Convento dos Capuchos mantém a paz, propícia à meditação e ao isolamento procurados pelos seus primeiros habitantes.
Totalmente restaurado pela Câmara Municipal de Almada, o edifício mantém a traça original conjugada com a criação das melhores condições para ser um moderno espaço de cultura, vocacionado particularmente para a área da música.
Todo o ambiente envolvente, com vista sobre o mar, rodeado de agradáveis jardins, afastado do bulício dos grandes centros, mas a poucos minutos de Lisboa, faz do Convento dos Capuchos um local de visita obrigatória para os amantes do património e da natureza.


Cristo Rei

Erguido 215 metros acima do nível do mar e oferecendo uma panorâmica de 360 graus sobre as duas margens do Rio Tejo, o Cristo Rei é um dos pontos de visita obrigatória, um monumento indissociável da imagem de Almada.
Inaugurado em 1959, o Cristo Rei foi construído como agradecimento por Portugal não ter entrado na II Guerra Mundial.
Milhares de pessoas visitam este santuário que, conjuntamente com Fátima e Santiago de Compostela, forma o triângulo de ouro dos peregrinos na Península Ibérica.
Na entrada do recinto existe um edifício de acolhimento, em frente ergue-se a estátua do Redentor, voltado para Lisboa por uma razão simbólica: ao estar de braços abertos para a capital, todo o mundo português estaria dentro do abraço de Deus.
Na sua construção foram utilizadas 40 mil toneladas de betão armado e custou aos fiéis mais de 100 mil euros.
O arquitecto António Lino e o engenheiro D. Francisco de Mello e Castro assinaram este monumento, que depois de construído foi esculpido à mão num trabalho de minúcia, desenvolvido a mais de cem metros do chão, da responsabilidade do mestre Francisco Franco. Até as barbas de Jesus Cristo foram suavemente esculpidas no seu rosto.
Na base do monumento está a capela de Nª. Sr.ª. da Paz, onde se destaca a Imagem de Nossa Senhora de Fátima, criada pelo famoso escultor Leopoldo de Almeida.

 

 
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Concelho de Amadora

Município da Amadora

Criado em 11 de Setembro de 1979, o Município da Amadora estende-se por uma área de 23,79Km2, onde vivem 175 872 habitantes, segundo os dados definitivos dos Censos de 2001.

Este Município foi o primeiro a ser criado após o 25 de Abril de 1974, deixando de ser nessa data uma freguesia do Concelho de Oeiras, ao qual pertencia desde 1916.

O Município da Amadora inscreve-se na área geográfica da AMLN (Área Metropolitana de Lisboa Norte), fazendo fronteira terrestre com os Municípios de Lisboa, Odivelas, Sintra e Oeiras.

Na altura da sua criação, o Município dividia-se em 8 freguesias: Alfragide, Brandoa, Buraca, Damaia, Falagueira-Venda Nova, Mina, Reboleira e Venteira.

Já em 1997, este número elevou-se para 11 freguesias, com a criação das novas freguesias de Alfornelos e São Brás, tendo a freguesia da Falagueira-Venda Nova se dividido em duas: Falagueira e Venda Nova.


A 11 de Setembro de 1979 foi finalmente criado o Município da Amadora, e sete dias mais tarde, a Cidade da Amadora.

Este Município foi o primeiro a ser criado após o 25 de Abril de 1974, deixando de ser nessa data, uma freguesia do Concelho de Oeiras, ao qual pertencia desde 1916.

Outrora considerada um dormitório, a Amadora passou por um processo de autonomização em relação à Capital, que culminou na criação gradual de uma vida própria.

Actualmente, o Município encontra-se dotado de diversos equipamentos culturais, desportivos e serviços públicos ao dispor da população.

Os investimentos na habitação, na educação e na rede viária do Município são pólos de desenvolvimento e de investimento no futuro desta jovem cidade, cujos objectivos se prendem com a melhoria do bem-estar e das condições de vida da população que escolheu esta Cidade para viver e trabalhar.

 



Pioneiros da Aviação Portuguesa

A História da aviação nacional começa precisamente na Amadora, e de uma forma algo sui generis. Em 1912, após a euforia da proclamação da República, a Amadora atravessava uma época de desenvolvimento sócio-cultural muito particular. Um ano antes, havia recebido a visita de Brito Camacho, membro do Governo, e nesse ano de 1912 era inaugurado o edifício dos Recreios Desportivos, acontecimento de relevo na vida social e cultural amadorense.

A 7 de Julho de 1912 realizou-se o famoso “Concurso de Papagaios”, evento que iria marcar o início da aventura aeronáutica. Organizado pelos Recreios Desportivos nos terrenos do Casal do Borel, a prova contou com a participação de destacadas figuras da sociedade de então, sendo o nome de Aprígio Gomes talvez o mais conhecido. E para atestar a seriedade da iniciativa, note-se que faziam parte do júri dois membros do Aero-Clube de Portugal, que avaliaram provas de altitude, estabilidade, levantamento de pesos, ângulo e tracção.

Foi em 26 de Janeiro de 1913 que se avistou o primeiro avião a cruzar os céus da Amadora. Numa iniciativa da Liga de Melhoramentos da Amadora, o francês Alexandre Théophile Sallés parte do hipódromo de Belém e aterra nos terrenos do Casal do Borel, partindo parte considerável do aeroplano, bem como o hélice, na aterragem, perante uma considerável multidão. Nada que fizesse desmobilizar o entusiasmo da população. Com o apoio da fábrica de espartilhos Santos Mattos, ao fim de oito dias o aeroplano estava pronto a levantar voo.

Em 1917, realiza-se na Amadora o 1.º Festival Aéreo e em 1919, o Grupo de Esquadrilhas de Aviação República (GEAR) instala-se na Amadora, nos terrenos onde funciona actualmente a Academia Militar. Durante cerca de um quarto de século, é da Freguesia da Amadora que partem algumas das mais importantes viagens da aviação nacional. Destas, há a destacar a tentativa de ligação à Ilha da Madeira, por Sarmento Beires e Brito Pais, em 1920; a viagem do Pátria a Macau, com Brito Pais, Sarmento Beires e Manuel Gouveia, em 1924; o voo a Goa, com Moreira Cardoso e Sarmento Pimentel, em 1930; o voo de Carlos Bleck e Humberto da Cruz à Guiné e Angola, em 1931 e a viagem de ida e volta do Dilly, a Timor, com Humberto da Cruz e António Lobato, em 1934.

Após anos de entusiasmo pelo pioneirismo da aviação, e de avanços tecnológicos importantes ao nível dos aparelhos, termina finalmente em 1938 a ligação da Amadora à aviação nacional. Razões de organização da Aeronáutica Militar, a par com a exiguidade e deficiências da pista de terra batida ali existente, determinaram a extinção do Grupo de Aviação de Informação n.º 1 – como passara a ser designado o GEAR – cujo pessoal e material seriam transferidos para Tancos.

Fonte: Homens e Aviões na História da Amadora, M. Lemos Peixoto, Ed. CMA


 
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Concelho de Arruda dos Vinhos
Igreja Matriz de Arruda dos Vinhos


Orago: Nossa Senhora da Salvação
Festa anual: 6 a 18 de Agosto - Procissão a 15 de Agosto

A Igreja de Nossa Senhora da Salvação ergue-se no centro da povoação, na zona antiga da vila, em amplo adro calcetado.
Após a reconquista da vila por D. Afonso Henriques, a Ordem de Santiago edificou ou reconstruiu a igreja, então pertença do padroado real e doada ao prior do Convento de São Vicente de Fora.
Já no século XIII, D. Sancho I doou-a à Ordem de Santiago, ficando integrada no bispado de Lisboa com as igrejas de Óbidos.
No século XVI, D. Manuel terá mandado reconstruir a igreja (bastante danificada por terramotos), na sequência da sua estada em Arruda, fugindo da peste. Essa recuperação viria a decorrer entre 1525 e 1531, já no reinado de D. João III. Por desejo de D. Manuel e em Acção de Graças, a invocação passou de Santa Maria de Arruda para Nossa Senhora da Salvação, celebrando-se festejos em sua honra a 15 de Agosto, tradição que se tem mantido até aos nossos dias.
Com base em diversos estudos que descrevem a imagem de Nossa Senhora da Salvação, julga-se que a imagem actualmente venerada seja anterior ao Século XVI, tendo sido objecto de embelezamento durante as obras de reconstrução da igreja, ordenadas por D. Manuel. De cinco palmos e meio de altura, rematada por elegante coroa de prata, a imagem da Virgem com o Menino, tem sido objecto de muita veneração ao longo dos tempos. Segundo a tradição “António de Sande e Castro, natural de Arruda, quando partiu para a Índia, para onde fora nomeado governador, tão devoto era de Nossa Senhora da Salvação, que levou clandestinamente consigo uma das mãos da sagrada imagem, revelando assim a sua profunda devoção”.
A igreja, de planta longitudinal de influência mendicante, divide-se em três naves separadas por bem proporcionadas arcarias. A capela-mor apresenta um imponente retábulo de talha dourada barroca, rodeando a imagem de Nossa Senhora da Salvação. Observam-se ainda seis apreciáveis pinturas quinhentistas que enobrecem as paredes laterais sobre azulejos do século XVIII.
Do vasto conjunto de azulejaria desta igreja, refiram-se os azulejos policromos do tipo ponta de diamante do século XVII e outros setecentistas azuis e brancos que revestem as paredes, inserindo-se neles painéis com figuras de santos. Merecem especial atenção o de São Cristóvão e o de São Jorge.
Abre para a nave do evangelho uma capela que foi dedicada a São Francisco de Assis e pertenceu à Ordem Terceira Franciscana, tendo sido mais tarde, feita capela do Santíssimo Sacramento. Nesta capela, pode ser também apreciado um retábulo de talha dourada e verde. Ornam o sacrário um conjunto de pinturas seiscentistas. As paredes retratam momentos da vida de São Francisco em painéis de azulejos policromos setecentistas.
No exterior da igreja eleva-se torre sineira quinhentista rematada por coruchéu. A fachada ostenta também um belo portal manuelino, ladeado por pilastras com imagens em alto-relevo (duas figuras humanas). A decoração baseia-se em elementos ornamentais próprios da arquitectura religiosa manuelina, inspirados em gravuras, na arte popular e decorações efémeras.


Chafariz


É poca de Construção: séc. XVIII - 1789


Definido um amplo largo no centro da vila, o chafariz pombalino de Arruda impõe-se, hoje, mais pelo seu aparato cenográfico que marca decisivamente a malha urbana, do que pelas razões utilitárias que, em 1789, estiveram na origem da sua edificação. Na verdade, o século XVIII dedicou especial atenção à questão do abastecimento da água às populações, sendo que as construções decorrentes desta preocupação, por parte da coroa, dos municípios ou dos nobres e eclesiásticos era, simultaneamente, uma forma de reforço do seu poder, ao qual não deixavam de associar a sua própria imagem, habitualmente através da exibição de brasões.
Assim, a pedra de armas de Portugal no coroamento do chafariz de Arruda dos Vinhos, denuncia uma mais que possível iniciativa ou colaboração régia na sua edificação.
O espaldar é seccionado por pilastras, encimadas por fogaréus assentes sobre bases piramidais. O remate contracurvado dos três panos converge, ao centro, no arco canopial que coroa e faz destacar o eixo do monumento. Este, é formado pela bacia e respectivas bicas, a que se segue um motivo vegetalista relevado ligando-se à pedra de armas, e terminando com a urna que remata o arco.
Acede-se à plataforma das bicas através de duas escadas nos extremos do chafariz, abrindo-se, entre elas, um amplo tanque rectangular, antecedido, no alçado frontal, por um conjunto de pilares. A água que o abastece jorra de uma bica que se liga directamente à bacia superior.
A sua construção, já do final do século XVIII, denota a influência pombalina na depuração das linhas, mas revela ainda o dinamismo barroco em determinados pormenores, como os fogaréus que rematam as pilastras.


Palácio do Morgado


O Palácio do Morgado fica situada na Rua Cândido dos Reis, no centro de Arruda dos Vinhos.
É actualmente propriedade do Município de Arruda dos Vinhos.
Após várias obras de requalificação que tiveram lugar entre 2001 e 2007, o Palácio é hoje o "Centro Cultural do Morgado", integrando, a Biblioteca Municipal Irene Lisboa, o Espaço Internet, o Auditório Municipal, a Galeria Municipal, o Posto de Turismo e o Jardim do Morgado.

Arquitectura
Trata-se de um palacete setecentista de andar alto com frontaria aristocrática, rasgada por sete janelas de varanda, com Brasão de Armas, sobre a janela central. No seu alinhamento em anexo, uma linda capela com data de 1781, ocupando um terço da frontaria virada a nascente e confinando com a Rua Cândido dos Reis.
Estendem-se para sul, um vasto e bonito jardim e uma casa de âmbito rural, que confina com o chafariz, virado a nascente, e que data de 1789. Na fachada Sul do Palácio, apresenta-se uma delicada escadaria rasgada, em leque, de um só vão, com acesso a um terraço resguardado com murete e bancos forrados a azulejo policromado da época. Neste nível cinco janelas, duas das quais de sacada, em alternância e equidistantes.
A capela adjacente completa este verdadeiro espaço de representação social, o que resume o ideal de vida da nobreza setecentista. Esta capela é sem dúvida grande demais para Capela de Palácio, pressupondo uma utilização menos privada.
O trabalho de risco e orientação de construção do Palácio do Morgado atribui-se a Mateus Vicente de Oliveira, arquitecto português que nasceu em Barcarena em 1706 e morreu em Lisboa em 1785.
Originalmente o solar “Palácio do Morgado” era essencialmente dividido em dois andares: o 1.º andar para residência do proprietário e rés-do-chão para serviços de apoio à casa e propriedade agrícola, o que é indicador de uma unidade sociológica, que o solar constituia.
No andar nobre, com acesso através de uma escadaria interior, interligando átrio e pequeno vestíbulo, deparamo-nos com três zonas distintas.
A primeira trata-se de uma zona social, composta por sala de leitura, salão e sala de jantar de pé direito alto; na segunda zona encontramos a cozinha, sala de refeições, despensas, corredor e acesso ao piso superior; a terceira compreende: quartos de dormir, quartos de despir e duas casas de banho de construção posterior.
Este belo solar, que foi em tempos de gente nobre e “fina”, serviu concerteza de palco para belas festas, encontros de negócios, enfim... serviu de pano de fundo ao dia a dia de muita gente, alguns dos quais não passaram despercebidos aos olhos do “mundo”.


 

 
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Concelho de Azambuja
Conhecer o Património

O património edificado e de interesse histórico-cultural é uma das grandes heranças legadas pela história. Entre monumentos e sítios classificados ou referidos como de interesse patrimonial, histórico, artístico ou cultural.

Azambuja soube preservar o seu património numa perspectiva de desenvolvimento sustentável e responsável ao nível natural, social, cultural e económico. Por isso, aqui, a evolução é natural

Sítio Arqueológico


Castro de Vila Nova de São Pedro

Classificado como monumento nacional desde 1971, este povoado do calcolítico estremenho, ou do final do neolítico, data 3500ac, denuncia o mais antigo testemunho da presença humana no Concelho de Azambuja.

Dotado de excelente situação estratégica, que lhe garantia condições de defesa, domina o vale de Almoster, através do qual comunicava com o Tejo, principal via de comunicação para os habitantes do Castro.

Apresenta um recinto principal e duas linhas defensivas, de onde foram recolhidos inúmeros achados arqueológicos que permitiram a reconstituição de aspectos da vida material e espiritual dos ocupantes desta fortificação.

O que fazer... descobrir Azambuja

Descobrir Azambuja é o que lhe propomos. Usufrua de um leque de produtos turísticos diferenciados, adequados às suas motivações, que, com certeza, se traduzem num conjunto de experiências inesquecíveis.

- Rota dos Mouchões _ Azambuja

Passeio fluvial pelo Tejo. Embarque no varino Vala Real e descubra um património natural e cultural inigualável. Por si esperam as garças, as fataças, os cavalos lusitanos, deixe-se envolver pela beleza paisagística das margens do rio e dos mouchões. Delicie-se com um almoço típico numa Aldeia Avieira e regresse embalado pelas águas do Tejo.

Estes percursos realizam-se de Abril a Outubro, com duração de 1 ou ½ dia, em qualquer dia da semana. Obrigatório reserva antecipada

- Percurso Pedestre “Terras de Pão” – PR1 _ Maçussa

Por caminhos rurais e tradicionais, encontra um percurso sinalizado de 13km com dificuldade média, assente na riqueza da fauna e flora da Ribeira da Maçussa. A partir da Junta de Freguesia, com o moinho lá no alto a olhar por e para si… descubra esta aldeia encantadora. No final, vá até ao restaurante/ galeria “O Baile”, um espaço aconchegado, e prove os produtos locais como o famoso queijo da Maçussa….

Disponível para individuais ou grupos, qualquer época do ano, sem custos.

Reservas para grupos com provas gastronómicas.

 

 
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Concelho de Barreiro
A oferta turística no Barreiro divide-se entre pontos de interesse histórico, equipamentos culturais e desportivos. Há ainda um conjunto de serviços que permitem usufruir dos recursos naturais que o concelho tem para oferecer.
Sem esquecer o passado industrial que proporcionou ao Barreiro um forte desenvolvimento económico e social, o Concelho continua a afirmar-se dentro da Área Metropolitana de Lisboa enquanto pólo de atracção de serviços e populações. Para esse facto muito contribui a sua localização privilegiada, na margem sul do estuário do Tejo.
Promover as potencialidades turísticas de um Município que cresça quantitativa e qualitativamente é o desafio do século XXI.
O Concelho possui uma extensa frente ribeirinha com potencialidades para o incremento da economia local e desenvolvimento de actividades económicas na vertente turística e de lazer, numa óptica de um turismo de qualidade. Está a ser desenvolvida a recuperação de uma vasta área de frente ribeirinha, a coberto do programa Polis e de outros, que se traduz num conjunto de intervenções urbanísticas e ambientais visando melhorar a atractividade e competitividade do nosso concelho.

Existem variados pontos de interesse turístico que contribuirão para este desenvolvimento.

Está hoje disponível uma oferta múltipla e diversificada que justifica a visita e a aposta no investimento local:

Museu Industrial
Reservas Museológicas Visitáveis
Casa Museu Alfredo da Silva
Sala Museu do Fuzileiro
Igreja Nª Sª da Graça (Portal - Monumento Nacional)
Igreja Matriz de Santa Cruz
Igreja de Nossa Senhora do Rosário
Convento da Madre de Deus da Verderena
Campo Arqueológico da Mata Nacional da Machada

Moagens:
Desde os finais do Século XV que a presença de moinhos de maré está assinalada em todo o Concelho. Os moinhos de vento são mais tardios ( séculos XVIII e XIX ) e constituem um dos ex-líbris do Barreiro. Ainda são visíveis 5 moinhos de maré e 4 moinhos de vento.

Monumentos

Campo Arqueológico de Coina - Real Fábrica de Vidros Cristalinos (1719 - 1747).
A Real Fábrica de Vidros Cristalinos de Coina foi uma importante manufactura real mandada construir por D. João V. A sua história decorre entre 1719 e 1747, altura em que foi transferida pelo administrador irlandês John Beare para junto do Pinhal de Leiria, na Marinha Grande.
A fábrica de vidros de Coina constituiu, na política manufactureira joanina, um importante empreendimento industrial no que se refere à área de implantação (cerca de 4000 m2), à capacidade produtiva para a época e à natureza e originalidade dos seus produtos.
Fabricou, em três fornos de fusão, vidro branco, vidro verde e chapa de vidro para vidraça e espelho. O vidro cristalino já não invejava o de Veneza.
A frascaria diversa quer comum, quer de laboratório, a garrafaria (entre a qual se encontraram garrafas de tipo inglês para o Vinho do Porto) e o vidro plano pelo processo francês de moldagem em mesa (introduzido pela Saint-Gobain) permitem testemunhar o real significado desta manufactura à qual se prende o desenvolvimento moderno do vidro português. (...)

Convento Madre de Deus da Verderena
A construção do Mosteiro da Verderena, o décimo sétimo da Província de Santa Maria da Arrábida, teve o seu início formal a 18 de Dezembro de 1591, dia consagrado pela Igreja Católica à expectação do parto de Nossa Senhora e daí a designação do orago: Nossa Senhora da Madre de Deus.
O edifício só ficaria concluído 18 anos depois, em 1609. A fundadora do Convento, Dona Francisca de Azambuja, descendia de uma das mais ilustres famílias barreirenses, cujas referências datam de finais do século XV.
Com a morte de seu marido, Álvaro Mendes de Vasconcelos, na batalha de Alcácer Quibir, Dona Francisca que não voltou a casar nem teve descendentes, dedicou parte importante da sua vida e fortuna pessoal, a uma obra com a qual deixaria o seu nome ligado à história do Barreiro: o Convento da Verderena.
A tipologia deste Convento inseria-se perfeitamente no contexto das edificações dos Franciscanos Arrábidos, cujo rigor imposto pelos Estatutos da Província, enunciavam com precisão e minúcia, todas as características arquitectónicas que as mesmas deveriam possuir, que privilegiavam as fórmulas de simplicidade e austeridade, procurando conciliá-las com soluções utilitárias e económicas.
Ao longo dos séculos, o edifício sofreu profundas alterações que lhe modificaram, sensivelmente, a fisionomia.
Do convento concluído nos primeiros anos do Século XVII, poucos são os elementos presentes, para além do pórtico da fachada Sul; entrada principal do estabelecimento; algumas cantarias (porta de acesso ao coro alto e outra para o exterior da cela), e um conjunto bastante variado de fragmentos azulejísticos, bem representativos deste período.
No início do Século XVIII, o edifício conventual foi todo remodelado por D. João António de La Concha, Contratador Geral do Tabaco, nos anos de 1707/1708, construindo-se então a Capela do Senhor dos Passos ou Capela pequena, como ficou conhecida. Após a extinção das Ordens regulares masculinas, ocorrida em 1834, o Convento foi integrado nos Bens Nacionais e, depois de ter ido à praça por três vezes, foi arrematado em hasta pública em 1843, pelo Conselheiro Joaquim José de Araújo, por 965$00 rs. Muitos dos elementos do formulário decorativo religioso são «mascarados» e emparedados por forma a secularizar o antigo edifício monástico, e o convento é então adaptado a palacete, de modo a corresponder às suas novas funções: residência e veraneio.
O imóvel manteve-se na posse desta família até ao princípio do Século XX, transitando então, para Guilherme Nicola Covacich, industrial têxtil barreirense.
Em 1969, o Convento da Madre de Deus da Verderena é adquirido pelo município do Barreiro, já em estado de degradação. Depois de 25 de Abril de 1974, o Convento é utilizado para actividades de índole cultural.
Em 1995, a Câmara Municipal do Barreiro delibera a aprovação de obras de remodelação do Convento e integração paisagística dos terrenos circundantes, com vista à instalação no local de um espaço de múltiplas valências culturais. O projecto de restauro e recuperação do Convento da Madre de Deus da Verderena teve em consideração duas preocupações prioritárias – recuperar o traçado original do edifício e adaptá-lo a novas funcionalidades. Desse modo, procurou-se criar um espaço aberto e dinâmico onde se cruzam as actividades culturais, a informação e o lazer. Instalou-se um Pólo da Biblioteca Municipal que dispõe de um Núcleo Multimédia e espaço Infanto-Juvenil. O antigo Refeitório dos monges é agora o Restaurante do Convento, onde os visitantes e utilizadores podem desfrutar de uma refeição num ambiente calmo e agradável. O Auditório, antiga Capela, é um espaço destinado à realização de conferências, reuniões, espectáculos, exposições, etc.,. No exterior, os jardins convidam ao encontro, conversa e lazer. Refira-se, ainda, a existência de um núcleo museológico.
O Convento da Madre de Deus da Verderena pode ser visitado pela população, atendendo a marcação previa, através do número 21 214 87 65.

Igreja da Misericórdia
Fronteira à Matriz, foi fundada em 1569 pela Irmandade local de Misericórdia.
Trata-se de um pequeno templo de nave única, cujo interior está revestido de azulejos do séc. XVIII, de que se destacam dois painéis temáticos alusivos à vida de São João Baptista.
Na fachada da igreja, de recorte delicado, salienta-se o portal principal ao gosto maneirista, no qual se inscreve o nome de uma das suas protectoras, Isabel Pires de Azambuja.

Igreja de Nossa Senhora da Graça
Igreja dos sécs. XVI a XX. Foi erigida pelos moradores do lugar de Palhais pertencia à Ordem Militar de Santiago. Obra atribuída ao arquitecto/canteiro Afonso Pires.
Com estilo Manuelino, possui uma única nave rectangular, paredes de alvenaria e revestimento de azulejos enxaquetados verdes e brancos do séc. XVI. Apresenta duas capelas funerárias quinhentistas laterais, do lado Norte a Capela do Espírito Santo e do lado Sul a Capela de S. Miguel.
No séc. XVI sofreu obras de ampliação sendo construídos o baptistério e a sacristia. Ostenta um Portal Manuelino que foi classificado como Monumento Nacional em 1922. O Portal apresenta uma ornamentação com elementos vegetalistas e escudete com albarrada, símbolo da Consagração à Virgem da Graça.
Foi encerrada ao culto em 1910 reabrindo após restauro em 1959.

 
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Concelho de Cadaval
Serra de Montejunto
Um local pertinho de Lisboa...
No extremo Norte do distrito de Lisboa, localizada no extremo Sul do Concelho do Cadaval e a norte do Concelho de Alenquer, ergue-se majestosa e deslumbrante a Serra de Montejunto.
Apenas 65 km a separam da capital, a distância que facilmente se percorre utilizando a A8. Pode obtar-se também, pela A1 saíndo em Aveiras de Cima sempre na direcção do Cadaval. Ao chegar a Serra de Montejunto encontrará um local tranquilo, ideal para escapar à cidade e com muito para descobrir.
Situada na sequência do alinhamento montanhoso do maciço calcário da Estremadura, a Serra de Montejunto oferece um curioso contraste paisagístico e climatérico. A Norte, envoltas do azul do mar, as Berlengas e o sítio da Nazaré, a Sul o cinza das cristas da Serra de Sintra e para Este os verdes das Lezírias do Tejo e dos "Olivais de Santarém".
Não deixe de visitar o Miradouro da Cruz Salvé Rainha, onde os monóculos e leitores de paisagem lhe permitirão conhecer melhor esta Serra. A Serra de Montejunto é o miradouro natural mais alto da Estremadura, elevando-se a 666 Metros de altura acima do nível médio do mar. Esta estrutura geológica, com 15 kms de comprimento e 7 kms de largura, é rica em algares, grutas, lagoas residuais, necrópoles e fósseis pré-históricos.
Suba ao cume da Serra de Montejunto e desfrute da imensidão e beleza desta "varanda da Estremadura", área protegida de âmbito regional.

Gastronomia
A gastronomia da região é bastante rica e variada, com especial destaque para a doçaria. Quando vier visitar o Concelho de Cadaval não deixe de provar o pão-de-ló do Painho,o famoso doce das "vindimas" e o mel de Montejunto. Saboreie igualmente a pêra rocha da região, com as suas caracteristicas exclusivamente nacionais.


 
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Concelho de Cascais
O que fazer
Tarefa difícil será apresentar todas as potencialidades que o Concelho apresenta nesta matéria. Desde as suas praias convidativas à prática de desportos náuticos, ao seu riquíssimo património histórico / cultural, à paisagem majestosa do parque natural Sintra - Cascais, à azafama das noites que se tornam inesquecíveis, muitas são as opções e oportunidades de divertimento e lazer no Concelho.
Neste contexto destacamos:

Praias
Os cerca de 15 Km de extensão de praias e o clima ameno que se faz sentir durante todo o ano, faz deste Concelho um excelente local para a pratica de desportos náuticos e convida o turista a gozar alguns momentos à beira mar.
Vindo da capital e ao entrar do Concelho encontra a Praia de Carcavelos que assinala o fim do estuário do Tejo.
Prosseguindo em direcção a Cascais, encontra-se a pequena Praia da Parede reconhecida pelos seus efeitos terapêuticos devido às águas fortemente iodadas.
Ao chegar ao Estoril, estância caracterizada por uma atmosfera cosmopolita e sofisticada, destaca-se a Praia do Tamariz, praia situada no enfiamento da Alameda do Casino, ladeada por magníficos Palacetes.
Em Cascais, sede do Concelho, antiga e pitoresca vila de pescadores, com as suas pequenas praias urbanas poderá apreciar o movimento característico dos barcos de pescadores e das gaivotas que os rodeiam, promissoras de um bom dia de faina.
No limiar do Concelho e emoldurada pela belíssima paisagem do parque Natural Sintra - Cascais, encontram-se as praias mais ocidentais do concelho, sendo de destacar a Praia do Guincho. Trata-se de uma ampla praia caracterizada pelos seus fortes ventos vindos de oeste, razão pela qual constitui um dos cenários dos campeonatos da Europa de Windsurf.
Mais informações

Passeios
Poderá apreciar toda a beleza da orla costeira desfrutando de um passeio à "beira mar" ao longo do "paredão", percurso pedestre de aproximadamente 3 km de extensão, entre São João do Estoril e Cascais.
Se preferir um passeio de bicicleta, terá à sua disposição as famosas "Bicas", cedidas pela Câmara Municipal, e utilizar a ciclovia que se estende da Marina de Cascais até ao Guincho.
Actualmente, Cascais tem apenas duas ciclovias, uma que liga o Guincho à Marina de Cascais – CICLOVIA DO GUINCHO - , cuja adesão, principalmente ao fim-de-semana é bastante intensa e outra que liga o Guincho ao parque de campismo – CICLOVIA DA AREIA.
De momento estas duas ciclovias ainda não se encontram ligadas devido ao sistema dunar do Guincho. No entanto encontra-se em estudo a ligação das mesmas.
Até 2005, verificava-se, diariamente, que as biCas e outras bicicletas convencionais circulam desordenadamente na Vila de Cascais. Na tentativa de melhorar a segurança dos utilizadores das bicicletas que circulavam na vila, assim como garantir a acessibilidade ciclável aos principais equipamentos escolares e desportivos, definiram-se espaços próprios de circulação e/ou indução da circulação ciclável por determinadas vias designados por rede ciclável.
Consequentemente, existem situações em que apenas a circulação é:

- mista, onde a bicicleta tem de coabitar com os automóveis devido ao perfil da mesma ser deficitário para a criação de um canal específico;

- específica, no caso da criação de ciclovias inseridas nas vias de circulação automóvel quando o perfil é favorável, sem que se prejudique a circulação automóvel.

Assim, a freguesia de Cascais tem 9 Km’s de ciclovia de recreio e lazer e 3,8 Km’s de circuito ciclável.
Ao longo deste passeio, de onde se vislumbra o ponto mais ocidental da Europa, poderá ainda visitar a Boca do Inferno caracterizada pela sua imensa caverna aberta em terrenos com cerca de 150 milhões de anos, o Forte S. Jorge de Oitavos datado de 1641 e o Farol da Guia do século XVIII.
Se é adepto de zonas urbanas e comerciais não deixe de visitar o centro histórico de Cascais caracterizado pelas suas ruelas típicas e pitorescas. Do Largo 5 de Outubro, onde se encontra o antigo palácio dos Condes da Guarda hoje edifício dos Paços do Concelho, poderá admirar e apreciar a beleza da Baía de Cascais, ou iniciar um passeio até à marina passando pela Cidadela e pelo Centro Cultural antigo convento da Nª. Sra. da Piedade datado do Século. XVI.
Mais Equipamentos culturais

Desporto
A proximidade do mar e da montanha e o clima ameno que se faz sentir quase todo o ano, favorece a pratica dos mais variados desportos. De destacar os desportos Náutica, o Golf, o ténis e o hipismo. Para os adeptos dos desportos motorizados o Autódromo do Estoril proporciona-lhe a possibilidade de assistir a diversas competições de automobilismo e motociclismo.
Mais informações

...By night
Cascais é o local indicado para passar noites inesquecíveis, quer goste da intensa animação que caracteriza as discotecas ou prefira um bar com musica ao vivo ou uma esplanada ao ar livre. A atmosfera é sempre descontraída e são muitas as oportunidades de desfrutar de momentos agradáveis , seja qual for a sua escolha.
Destaque ainda para o Casino do Estoril, o maior da Europa, um centro polivalente de entretenimento e lazer de excepcional qualidade, considerado a "sala de visitas" do turismo português.


 
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Visitar Grândola
Seja bem-vindo ao concelho de Grândola. Nesta secção damos-lhe a conhecer informação básica sobre o porquê e o como visitar e desfrutar de Grândola como visitante.
Desde informações úteis sobre acessibilidades, alojamento, comércio e restauração, pode ainda encontrar os valores naturais e culturais, bem como os contactos essenciais de apoio para usufruir em pleno do concelho.

Praia e Campo

A costa do Alentejo apresenta-se hoje no continente europeu como um dos melhores exemplos de um litoral pouco intervencionado, mantendo praticamente em toda a sua extensão características biofísicas naturais.

Entre o oceano Atlântico e a planície alentejana, numa extensão de 45 km, desde o extremo da Península de Tróia até à praia de Melides, a costa do concelho de Grândola, é a maior extensão de praia do país, uma mancha contínua de areal. A paisagem litoral é caracterizada por uma costa baixa de extensas praias arenosas, constituídas por vezes pelos sedimentos avermelhados das escarpas arenosas recentes.

Melides

Praia onde terá naufragado uma noite Fernão Mendes Pinto, atacado por corsários franceses. Praia vigiada. Acessível por estrada até junto à praia, com estacionamento acessível para carros e autocarros.
Equipamentos: restaurantes, cafés, balneários, duche, bica com água, toldos para aluguer e serviço de emergências.
Desportos: rede de voleibol. A cerca de um km, existe um parque de campismo.

Aberta Nova

Praia Dourada – Galardão atribuído pelo Ministério do Ambiente e pelo Instituto da Água, que reconhece a qualidade ambiental das praias e da área envolvente. Praia que apresenta valores peculiares do ponto de vista geológico, florístico, faunístico ou patrimonial, com ambientes naturalizados e reduzido grau de infra-estruturação.
Praia vigiada, com apoio de bar. Acessível por estrada de terra. O acesso à praia é feito através de um passadiço de madeira com degraus.

Praia da Galé

Ponto da costa do concelho de Grândola onde se poderá apreciar a arriba fóssil, formações de idade plio-quaternária (idade inferior a 5 milhões de anos), constituídas por arenitos argilosos, geralmente pouco permeáveis.
O efeito erosivo das águas de escorrência promove o intenso ravinamento em toda a face da arriba, que lhe dá um aspecto único. O ponto mais alto junto à costa tem à cota 96, no local do vértice geodésico Malha Branca. Praia com vigilância e apoio de bar. Acessível por estrada até ao parque de campismo, que dá acesso à praia.

Pego

Praia com vigilância e apoio de restauração. Aluguer de toldos de praia. Acesso por estrada, com poucos estacionamentos.

Carvalhal

Acessível por estrada até junto à praia, estacionamento disponível para carros e autocarros.
Equipamentos: restaurante, café, aluguer de guarda-sol, balneários, vigilância.

Comporta

Deve o seu nome ao sistema de canais de irrigação do vale de arrozais que se estende até ao Carvalhal.
Possui apoios de restauração, balneários, vigilância e estacionamentos para carros e autocarros.

Atlântica (Soltróia)

Praia com acesso através da urbanização de Soltróia. Nadadores-salvadores e vigia. Apoio de restauração e bar. Acesso à praia através de passadiço de madeira. Aluguer de toldos de palha. Praia com bandeira azul.

Praia da Costa da Galé (junto às piscinas de Tróia)

Praia com vigilância (nadadores-salvadores e vigia), equipada com redes de voleibol, balizas de futebol e de râguebi. Aluguer de toldos de palha. Realizam-se actividades marítimas turísticas. Acessível por estrada, com estacionamentos.

Bico das Lulas

Praia vigiada (nadadores-salvadores e vigia), equipada com rede de voleibol, baliza de futebol e râguebi, toldos em palha para alugar. Acessível por estrada, com estacionamentos.

Troiamar

Praia vigiada, com bandeira azul. Equipada com restaurantes, bar, supermercado, equipamentos desportivos (rede de voleibol, baliza de futebol e râguebi). Toldos em palha para alugar. Acessível por estrada e ferry-boat a partir de Setúbal, estacionamento disponível para carros e autocarros.

Ponta do Adoxe (Tróia)

Praia fluvial sem vigilância. Acesso por estrada e ferry-boat a partir de Setúbal.

Serra de Grândola

Altitude: 325 metros.

Localização: percorre, no sentido norte-sul, os concelhos de Alcácer do Sal, Grândola (donde colheu o nome) e Santiago do Cacém, situando-se ao norte da serra do Cercal.

A serra de Grândola é uma área notável, pelo seu valor ecológico e paisagístico e pela forma tradicional como os seus recursos naturais têm vindo a ser explorados.

A serra de Grândola localiza-se nos concelhos de Grândola e Santiago do Cacém, com uma orientação nordeste/sudoeste e uma altitude máxima de 325 m. Surge como uma ilha de relevo por contraste com a planície envolvente, que, devido à proximidade do mar, cria condições ecológicas específicas.

O seu clima de influência atlântica é mais moderado do que o do Alentejo Central, para o qual a serra constitui uma barreira à passagem das massas de ar carregadas de humidade que vêm do mar. Devido às diferenças de temperatura e precipitação, a vegetação da serra de Grândola apresenta características próprias.

Toda a serra está coberta de sobreiros, que há muito representam a principal fonte de rendimento local. Densos sobreirais estendem-se por vales e encostas, sob os quais se desenvolve um matagal mediterrânico riquíssimo, onde aparecem medronheiros (arbutus unedo), aroeiras (pistacia lentiscus), pereiras bravas (pyrus bourgeana), roseiras bravas (rosa sp.), gilbardeiras (ruscus aculeatus), entre outros. De destacar o aparecimento do carvalho-português (quercus faginea) junto às linhas de água, o que revela a influência atlântica no clima. Aqui desenvolve-se uma densa vegetação ripícola, habitat de diversas espécies de aves e mamíferos. A lontra (lutra lutra) é o residente de honra.

Património Arquitectónico

Igreja Matriz de Grândola

Localização: Praça Marquês de Pombal, Grândola
Descrição: urbano em planície, isolada com adro e passeio a toda a volta, em largo desafogado. Arquitectura religiosa, barroca, neoclássica. Igreja de estilo chão, pela simplicidade e limpidez das formas, parcimónia de aberturas; interior barroco: talha de estilo nacional em altares laterais com colunas pseudo-salomónicas rematadas por arquivoltas concêntricas de meio-ponto e igual número de espirais. Retábulo-mor neoclássico.

Ermida da Nossa Senhora da Penha de França

Localização: serra de Grândola, Grândola

Descrição: edifício religioso do séc. XVIII, forrado com painéis de azulejos azuis e brancos e, na capela-mor, de azulejos historiados.

Época de construção: séc. XVII

Igreja de Nossa Senhora da Saúde

Localização: Santa Margarida da Serra

Descrição: igreja de tipo rural, com boa talha de estilo nacional. Neste templo, em que se destaca a excelente imaginária, há uma imagem indo-portuguesa de Nossa Senhora da Saúde. É também interessante a pintura maneirista existente no interior.

Igreja de São Pedro

Localização: Rua de Melides, Grândola

Descrição: Dedicada ao príncipe dos apóstolos, São Pedro, foi sede da Irmandade. Era, tal como as outras igrejas da vila de Grândola, um monumento religioso pobre. Apresenta uma capela lateral do estilo gótico alentejano, do séc. XVI. Junto à igreja ainda hoje existem as casas que serviram de recolhimento às freiras da Ordem do Carmo.

Capela de Nossa Senhora de Tróia

Localização: Tróia

Descrição: A visitação da Ermida de Nossa Senhora de Tróia, de 1510, feita pela Ordem de Santiago fala cdo recheio e de alfaias da capela (bastante volumoso) e do abandono em que caíra a mesma capela, nessa altura, consequentemente, há cinco séculos.

Património Arqueológico

Museu Mineiro do Lousal

Localização: Lousal

Horário: das 10h às 17h; encerra à segunda-feira

Preços: 1,5€ (individual); 0,75€ (pessoas com mais de 65 anos e grupos superiores a 10 pessoas); visitas organizadas por escolas e crianças até aos 10 anos não pagam.

Informações: visitas guiadas com marcações para o 269 508 160.

Pata do Cavalo

Localização: Azinheira de Barros

Descrição: rural, alto do outeiro, isolado. Domina as cercanias, junto a um eucaliptal. planta composta por galeria rectangular e cripta poligonal, atingindo seis metros de diâmetro, orientada segundo o eixo E. / O., com acesso a E. Galeria marcada por 4 esteios em travessão, de dimensões reduzidas, cripta por 8 esteios, alguns de enormes dimensões.

Necrópole das Casas Velhas

Localização: Melides

Descrição: conjunto de cistas assentes em plataformas com inclinação suave, em forma de favo, dispostas em recinto tumular, sem estrutura circundante. Sepulturas de planta rectangular ou trapezoidal, formadas por esteios colocados verticalmente, normalmente quatro, dois laterais maiores e dois menores nos topos.

Pedra Branca

Localização: Melides (Vale Figueira)

Descrição: planta composta por câmara poligonal e galeria trapezoidal bem diferenciado por septos parciais, orientado segundo um eixo este/oeste, com entrada a este; sete esteios na câmara, cinco no corredor, quatro septos; envolvido por estrutura tumular.

Monumento Megalítico do Lousal

Localização: Azinheira dos Barros

Descrição: planta longitudinal composta por galeria, rectangular, cripta principal poligonal e cripta secundária ou grande nicho, elíptica, separada da cripta principal por passagem com septos, orientado segundo um eixo este/oeste, com entrada a este. Galeria marcada por cinco esteios, dois de um lado, três do outro, um deles de grandes dimensões; cripta principal com 8 esteios, o maior com cerca de dois metros de altura; cripta secundária formada por nove esteios mais baixos.

Ruínas Romanas de Tróia

Localização: Carvalhal

Descrição: as ruínas do agregado populacional compreendem uma área habitacional, um balneário, quatro zonas de enterramento, um núcleo religioso, além de vários núcleos industriais.

Ruínas Romanas do Cerrado do Castelo

Localização: Grândola

Descrição: no primeiro núcleo foi descoberto, do período romano, um conjunto de estruturas,possivelmente antigas termas formando compartimentos entre si, com muros pavimentados em opus signium, formadas por 4 pequenos tanques, uma piscina e duas salas.


 
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Concelho de Lisboa
Lisboa é famosa pela sua luz mas também pelo ambiente e pelo clima que proporcionam passeios maravilhosos ao logo das várias zonas da cidade – siga os nossos percursos a pé ou de eléctrico.

Aproveite para fazer compras em Lisboa porque é uma experiência de diversidade e de prazer. Desde as lojas mais tradicionais aos grandes centros comerciais, desde as marcas portuguesas às marcas internacionais, tudo é possível adquirir em Lisboa. Não tenha pressa, os dias em Lisboa são para ser vividos com calma por entre um parque ou um miradouro, uma esplanada ou um café tradicional, desfrute do ambiente, das pessoas, do sol.

À noite a cidade transforma-se e zonas como o Bairro Alto, Santos, Docas e 24 de Julho, recomeçam numa animação de restaurantes, bares, discotecas que só acaba de manhã. E aí vai precisar outra vez da calma de uma esplanada ou de um miradouro para descansar.

CENTRO HISTORICO
Situados na sua maior parte no centro de Lisboa, os bairros históricos são destino obrigatório para quem se desloque à capital de Portugal. Pela cultura, pela história, pela arquitectura, pelas pessoas ou simplesmente para passear descontraidamente, é imperativo descobri-los. Fazendo parte estrutural da identidade lisboeta, estes bairros proporcionam, a quem os descobre, traçar um verdadeiro mapa pessoal. As possibilidades são imensas. Não as deixe passar ao lado.

O Bairro Alto é um dos bairros mais paradigmáticos e atraentes para viver a cidade. Típico e popular, o Bairro Alto possui imensos rasgos de modernidade, com lojas de roupa e de design e bares, muito bares. O encontro de pessoas, num ambiente ecléctico e multicultural, é uma das boas razões para passear pelo bairro. Calcá-lo, descobrir todas as ruas, as ruelas e os becos, é imprescindível. Bons restaurantes lado a lado com livrarias intimistas, em que sempre acontecem coisas, casas de chá emparelhadas com lojas de design e lojas de roupa de alguns dos mais conceituados artistas portugueses. É um bairro apaixonante, cheio de atracções, combinando arrojo e sofisticação com tradição e antiguidade. Passear no Bairro Alto é um acto irrepetível em qualquer outro ponto da cidade.

Depois do Bairro Alto, desça pelo Chiado, onde encontrará um ambiente ainda mais sofisticado. Ponto de encontro de jovens, artistas e intelectuais, o Chiado é a zona dos cafés emblemáticos, como “A Brasileira”, das escolas de arte, dos teatros e da história viva. Para além da beleza do local, são as pessoas que o fazem, com a sua actividade e atitude positiva.

A zona do Carmo, vizinha do Chiado, tem alguns pontos fascinantes da história da cidade, como o Convento e a Igreja do Carmo, que mantém a elegância e a imponência. Aí poderá visitar as ruínas, mas também o Museu Arqueológico do Carmo, que inclui um espólio de peças pré-históricas, romanas, medievais, manuelinas, renascentistas e barrocas. O Largo do Carmo é também um local emblemático da história nacional recente, tendo sido palco privilegiado da revolução dos cravos, em 25 de Abril de 1974. A ligação entre o Carmo e a Baixa é feita através de outro monumento fundamental da cidade, o irresistível Elevador de Santa Justa.

No topo deparamo-nos com uma belíssima vista sobre a Baixa Pombalina. Não perca a oportunidade de descer ou subir por este elevador centenário, o único elevador vertical que presta um serviço público e que foi concebido por um discípulo de Gustave Eiffel, mantendo por isso um estilo arquitectónico peculiar. Já na Baixa, por tradição o centro comercial da cidade, encontrará um forte pólo de concentração de lojas e um local único para passear. Um acolhimento personalizado torna as compras ainda mais prazenteiras. A Rua Augusta é a artéria principal da Baixa Pombalina, unindo o Terreiro do Paço, aberto para o rio e símbolo de poder, à belíssima Praça do Rossio (D. Pedro V). Acima do Rossio, descubra a Avenida da Liberdade. Um passeio naquela que já foi, em pleno século XIX, o “Passeio Público” da cidade e onde as elites se juntavam para caminhar diletantemente. Hoje, encontram-se na Avenida as lojas de grandes marcas, onde se realizam as compras mais cosmopolitas e mais internacionais da cidade.

Se foi no Castelo que tudo começou, a história encontra-se em toda a cidade. Com mil anos de história, Lisboa está repleta de monumentos de grande importância, que traduzem alguns dos momentos mais fundamentais da história nacional. Capital de Império, Lisboa teve o seu expoente máximo de riqueza na época dos Descobrimentos, assegurando um património único de uma beleza rara.

Bem perto do Castelo, na Graça, encontra-se a Igreja e Mosteiro de S.Vicente de Fora, um dos mais imponentes e notáveis monumentos religiosos da cidade. Construído logo a seguir à conquista da cidade aos mouros, foi o resultado de um voto do rei D.Afonso Henriques a S.Vicente durante o cerco à cidade em 1143. Bem perto, podemos dar de caras, se for terça-feira ou sábado, como uma das mais populares e concorridas feiras da cidade, a Feira da Ladra. Com tudo e mais alguma coisa, descobrem-se as coisas mais inúteis e velhas, mas a maior parte das vezes irresistíveis, assim como antiguidades preciosas. É um verdadeiro passeio cultural.

Descendo até Santa Apolónia e percorrendo essa zona ribeirinha, encontramos um original edifício, a Casa dos Bicos (século XVI). Os tais bicos que lhe dão o nome vêm da sua fachada talhada em ponta de diamante. À peculiaridade estética do edifício, com influências italianas aliadas a elementos de estilo manuelino, juntase a importância histórica de ter pertencido a Afonso de Albuquerque, vice-rei da Índia, e por terem sido encontrados vestígios arqueológicos romanos.

BELÉM
Continuando pela zona ribeirinha, chegará àquele que é o bairro mais paradigmático em termos de património relacionado com os descobrimentos: Belém. Foi da sua praia, que partiram as naus do navegador Vasco da Gama à descoberta do caminho marítimo para a Índia e em todo o lado se respira a grandeza do outrora império. Como num dos ex-libris da cidade, o Mosteiro dos Jerónimos, mandado construir em 1501 por iniciativa do rei D.Manuel I e que só cem anos mais tarde viria a estar concluído. Implantado na grandiosa Praça do Império, o monumento integra elementos arquitectónicos e decorativos do gótico tardio e do renascimento, constituindo-se como um dos mais belos e grandiosos monumentos da capital. A estes elementos arquitectónicos juntaram-se motivos régios, religiosos, naturalistas e náuticos, fundando-se um edifício considerado a jóia do estilo manuelino, exclusivamente português. A excelência arquitectónica é evidente, tendo sido reconhecido como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO. Hoje, nas alas do antigo mosteiro, estão instalados o Museu da Marinha, fundamental para conhecer um pouco da história náutica portuguesa, e o Museu de Arqueologia. A igreja do mosteiro, a Igreja de Santa Maria de Belém, é um templo magnífico de três naves sustentadas por elegantes pilares que se articulam com uma abóbada ogivada, bela e única. A luminosidade, pelos filtros que os vitrais fazem dos raios solares, é extraordinária, tendo um carácter quase irreal. Os túmulos de Vasco da Gama e do poeta épico Luís de Camões encontram-se aí. O visitante sente-se simplesmente ultrapassado pela beleza e grandeza associadas à história, à fé, mas também pelo conhecimento e determinação que moveu a cultura portuguesa.

Também em Belém, junto ao rio, encontrará outro maravilhoso monumento do manuelino, classificado igualmente como Património Mundial pela UNESCO, a Torre de Belém. Concebida no século XVI por Francisco Arruda, a Torre de Belém é constituída por uma torre quadrangular com baluarte poligonal orientada para o eixo do rio Tejo. A decoração exterior abunda com fachadas que evidenciam influências árabes e venezianas nos balcões e varandins, contrastando com o interior, bastante mais austero na sua decoração. Os elementos orgânicos do estilo manuelino estão aqui amplamente representados, ostentando a Torre de Belém a primeira representação escultórica de um animal africano, neste caso um rinoceronte.

Muito mais recente, mas invocando ainda a grandeza da época dos Descobrimentos, encontra-se em Belém o Padrão dos Descobrimentos. O monumento, de 1960, celebra o quinto centenário da morte do Infante D.Henrique, homenageando este impulsionador dos Descobrimentos mas também os navegadores portugueses mais fundamentais. Belém construiu, sem dúvida, a sua singularidade como símbolo da “idade de ouro” dos Descobrimentos. Mas a modernidade e animação cultural estão igualmente presentes no CCB – Centro Cultural de Belém. Para passear pelos jardins extensos e de perder de vista, para admirar o rio ou simplesmente para descontrair-se com um delicioso pastel de nata, Belém é fundamental.

Belém, na zona ribeirinha, está muito ligado à época dos Descobrimentos, pois era dali que as naus partiam à aventura. Hoje, é uma área espaçosa, com amplos jardins, e imponentes monumentos, como o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, a Torre de Belém, além do Centro Cultural de Belém e da Rua Vieira Portuense.


PARQUE DAS NAÇÕES

A imensa área onde se realizou a Exposição Mundial de 1998 foi concebida como um espaço de fruição pública. O conceito subjacente ao projecto da zona oriental de Lisboa incluiu um amplo e diversificado conjunto de equipamentos urbanos que permanecem à disposição da cidade na era pós-Expo. O novo Parque das Nações disponibiliza uma gama de infra-estruturas vocacionadas para actividades lúdicas, comerciais e de natureza cultural. Para um melhor acesso ao recinto foram abertas duas novas portas e mantidas as quatro que funcionaram no tempo da Expo’98. O Parque das Nações conta com a notável herança de um conjunto de equipamentos cuja concentração no mesmo espaço o torna único. www.portaldasnacoes.pt


Oceanário de Lisboa

Uma visita ao maior Oceanário da Europa é um constante desafio ao conhecimento. Povoado por 15.000 animais e plantas de mais de 450 espécies, numa reconstituição dos vários ecossistemas dos Oceanos, constitui uma experiência única e de rara beleza.
Horário
Verão - 10:00 às 19:00
Inverno - 10:00 às 18:00
www.oceanario.pt


Torre Vasco da Gama
Com mais de 140 metros de altura, um restaurante e um terraço panorâmico, proporciona uma vista surpreendente sobre o Parque das Nações, o rio Tejo e Lisboa.


Teleférico

Uma das melhores formas de apreciar a mais deslumbrante e abrangente vista do Parque das Nações e do rio Tejo, ao longo de um percurso de mais de mil metros.

Pavilhão do Conhecimento – Ciência Viva

Centro Interactivo de Ciência e Tecnologia apresenta regularmente várias exposições, permitindo ao visitante um contacto directo com as mais diversificadas experiências científicas e tecnológicas.
Horário
Dias úteis: 10:00 - 18:00.
Fins-de-semana: 11:00 - 19:00.
Encerra à 2ª feira e dias 25 de Dezembro e 1 de Janeiro.
www.pavconhecimento.pt

(in:www.visitlisboa.com)

 
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Concelho de Loures
Loures - Uma zona de turismo surpreendente.

A articulação entre a herança saloia, o património paisagístico e construído, as festividades e os equipamentos de lazer fazem da «Zona de Turismo de Loures» (criada em 1999) um destino irresistível.

Conheça a riqueza etnográfica, paisagística, histórica, arqueológica e cultural que Loures tem para lhe oferecer.

Síntese de um passado essencialmente rural e de um presente dominado quer pelo desenvolvimento económico quer pelo crescimento demográfico e requalificação do território, Loures foi evoluindo como um concelho de contrastes.

Paisagens urbanas e industriais, recortadas por uma rede viária moderna, marcam a zona oriental.

Aldeias e vilas saloias, terrenos agrícolas e zonas verdes selvagens, por sua vez, pintam de outras tonalidades a parte norte.

Loures é, então, a soma desta coexistência equilibrada, com as tradições e identidade de um povo de raízes saloias e com as acções de valorização do nosso património.

Turismo em Loures

Por considerar fundamental a aposta no turismo, este executivo assumiu a necessidade de reorientar a política municipal com vista à definição de objectivos estratégicos neste domínio. Ler mais

Tudo isto faz o encanto próprio do Turismo em Loures.

 
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Concelho de Lourinhã
Concelho do litoral da Região Oeste, com 146 km2 e cerca de 23.000 habitantes, distribuídos por 11 Freguesias, está hoje servido de excelentes acessibilidades relativamente às principais cidades do país e a Lisboa, da qual dista 63 Kms.

O surgimento do nome Lourinhã está, segundo algumas versões ligado à existência de uma povoação romana. No Século XII, já em plena reconquista, foi D. Afonso Henriques quem concedeu ao fidalgo francês D. Jordan as terras hoje conhecidas por Lourinhã pelos valorosos serviços prestados por este na conquista de Lisboa aos mouros.

O primeiro foral da Lourinhã, dado por D. Jordan, não possui data certa, embora alguns historiadores o remetam para o ano de 1160, tendo sido sucessivamente confirmado por D. Sancho I, em Santarém, no ano de 1218 e por D.Afonso III, no ano de 1251. Um novo foral foi concedido por D. Manuel I, em 1512.

Os seus 12 quilómetros de costa, onde se combinam belas praias, penhascos recortados e tranquilas baías, numa rota que o sol percorre, quente e luminoso, durante todo o ano, são de uma riqueza paisagística única.

Estas condições naturais convidam à prática de diversos desportos náuticos, pesca desportiva, caça submarina, fotografia subaquática, surf ou, entre outros, o jet ski.

O interior do concelho, caracterizado pela ruralidade da paisagem e harmonia das suas cores, dispõe de excelentes condições para umas férias tranquilas e repousantes. Aí se encontram vários estabelecimentos de turismo em espaço rural, onde se pode estabelecer um contacto directo com a natureza, com a vida agrícola e praticar diversas actividades como a equitação, ténis, BTT, caça, mini-golf, karting, ou simplesmente descansar.

No seu património salienta-se a Igreja de Nª Srª da Anunciação ( também conhecida por Igreja de Santa Maria do Castelo), a Igreja da Misericórdia , o Convento e Igreja de Santo António, o Forte de Paimogo, o Parque da Fonte Lima, o Museu da Lourinhã ou ainda ,entre outros, o Padrão Comemorativo da Batalha do Vimeiro, onde o exército Anglo-Luso venceu as tropas napoleónicas comandadas pelo general Junot em 21 de Agosto de 1808 durante a 1ª Invasão Francesa.

Moinhos de Vento

O concelho da Lourinhã é um dos mais representativos no que diz respeito à existência de moinhos de vento, que apesar de já não constituírem a actividade económica de outros tempos, são sem dúvida um importante testemunho das tradições centenárias do nosso povo.

Por todo o concelho existem moinhos de vento mas é numa elevação da freguesia da Moita dos Ferreiros, a 9 km da vila da Lourinhã, que se encontra um conjunto de cinco moinhos em perfeito estado de conservação, permitindo ainda desfrutar de uma bela paisagem de campos cultivados e arvoredo.

A transformação de um dos moinhos em bar de apoio com esplanada e a existência no local de fornos tradicionais de fabrico de pão dotou o conjunto de um novo atractivo.

Praias

Areal
Descrição: Palco de eventos nacionais de surf, esta praia possui as condições ideais para a prática da modalidade. Tal como o seu nome indica possui um extenso areal que permite usufruir de uma enorme tranquilidade, mesmo em plena época alta.
Freguesia: Lourinhã



Areia Branca
Descrição: Ponto de referência no turismo da região, possui todas as condições necessárias para proporcionar longos momentos de lazer. Com um leque variado de opções que vão desde mini – golfe a aulas de surf e bodyboard, é o local ideal para quem procura animação e divertimento. Restaurantes, bares e esplanadas complementam a oferta turística.
Freguesia: Lourinhã



Caniçal
Descrição: A sul da Praia de Paimogo é o local ideal para todos aqueles que pretendem usufruir de longos momentos de contacto com a natureza, sendo também um local privilegiado para a pesca.
Freguesia: Lourinhã



Paimogo
Descrição: Esta baía, cercada de beleza natural e protegida pelo Forte de Paimogo, do Séc. XVII, possui um pequeno areal onde as suas águas calmas convidam a um mergulho refrescante. Praia ideal para a prática de exploração sub – aquática, caça submarina ou pesca desportiva é ainda hoje um local de pesca artesanal, sendo a sua baía o porto de abrigo de muitas embarcações. A maré vazia descobre os antigos viveiros, testemunho de uma actividade já extinta.
Freguesia: Lourinhã



Peralta
Descrição: A beleza natural do seu acesso esconde um ainda mais belo e extenso areal, que convida a longos passeios à beira mar. Foi aqui que naufragou o Galeão São Nicolau comandado pelo General Tristão de Mendonça em 1642, atribuindo a esta praia um importante marco histórico.
Freguesia: Atalaia



Porto das Barcas
Descrição: Nesta praia dotada de uma localização singular e mar geralmente calmo ainda é possível ver as pequenas embarcações de pesca artesanal ou de recreio em plena actividade. Porto da Barcas possui ainda uma das maiores concentrações de viveiros da Europa.
Freguesia: Atalaia


Monumentos



 Igreja do Castelo
 Igreja e Convento de Santo António
 Forte de Paimogo
 Igreja de Nossa Senhora da Conceição - Moita dos Ferreiros
 Capela de Nossa Senhora da Misericórdia - Moita dos Ferreiros
 Santa Casa da Misericórdia da Lourinhã
 Monumento Comemorativo da Batalha do Vimeiro




Museu da Lourinhã

O Museu da Lourinhã, está situado bem no centro da vila da Lourinhã desde a sua fundação em 1984 pelo G.E.A.L. - Grupo de Etnologia e Arqueologia da Lourinhã, associação não governamental e sem fins lucrativos.

O seu espólio, oriundo de dádivas da população e de trabalhos de campo, é composto por quatro secções: Arqueologia, Arte Sacra, Etnografia e Paleontologia distribuídas por dois pisos.

Este Museu possui a maior colecção ibérica de fósseis de dinossauros do Jurássico Superior e uma das mais importantes a nível mundial, naquele que já foi considerado “o melhor pequeno Museu do Mundo para o financiamento que recebe” (Neil Clark, Revista Expresso 1997).

Entre estes fósseis com 150 milhões de anos encontram-se vários vestígios de dinossauros carnívoros como o Lourinhanosaurus antunesi, dos gigantescos herbívoros como o Dinheirosaurus lourinhanensis ou dos vários ovos fósseis de dinossauro carnívoro contendo os mais antigos embriões de dinossauro de todo mundo e o segundo maior ninho conhecido, com mais de 100 ovos.

O Museu expõe um série de dinossauros que são os únicos exemplares conhecidos destas espécies. Também é possível observar fósseis diferentes invertebrados, peixes, crocodilos, pterossauros, tartarugas, mamíferos, etc. de diversas idades geológicas .

A este museu deslocam-se, por ano, 16.000 visitantes e várias dezenas de cientistas de todo o mundo.

O Museu da Lourinhã também possui o maior espólio etnográfico da Região Oeste com a representação de profissões antigas como o correiro, segeiro, pitrolino, amolador, tanoeiro, etc. sendo uma valiosa herança da cultura regional e nacional.

Entre as diversas peças da colecção de Arte Sacra destaca-se uma maquete do séc. XIX de uma magnífica basílica nunca construída.

Morada:
Museu da Lourinhã
Rua João Luís de Moura
2530 - 157 Lourinhã

Horário:
10h00 - 12h30 / 14h30 - 18h30
Encerra à Segunda-feira

Preçario:
Crianças, escolas e reformados: 2,00 € (Visita guiada: 3,00 €)
Adultos: 4,00 € (Visita guiada 5,00 €)

Telefone:
261 414003 - Exposição e visitas
261 413995 - Administração

Fax:
261 423887

Sítio:
http://www.museulourinha.org

 



 
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Concelho de Mafra
LOCAIS DE INTERESSE TURÍSTICO

A actual diversidade de recursos naturais, arquitectónicos e arqueológicos dispersos pelas 17 freguesias do Concelho de Mafra resulta de um longo passado sucessivamente ocupado por diferentes povos, que foram deixando as suas marcas na paisagem.
Descubra os principais pontos de interesse turístico do Concelho de Mafra:

PALÁCIO NACIONAL DE MAFRA

Um dos mais importantes monumentos do Barroco em Portugal, o Palácio Nacional de Mafra é um símbolo do reinado absolutista de D. João V. Das suas 1200 divisões, realce para a Biblioteca, uma das mais importantes do século XVIII, com um acervo de cerca de 35 mil volumes, para o Convento, que constitui um património religioso ímpar no nosso país, para a Basílica, obra-prima da arquitectura setecentista, e para os famosos Carrilhões, conjunto único no mundo pelas suas dimensões e beleza do seu mecanismo.

Localização:
Palácio Nacional de Mafra
Terreiro D. João V
2640-492 Mafra

Horário:
10h00 às 17h00 (sendo a última entrada às 16h30)
Dia de encerramento: terça-feira
Feriados nos quais está encerrado: Dia de Ano Novo; 25 de Dezembro; Domingo de Páscoa; 1 de Maio; Dia da Espiga.
Preço por pessoa: € 5,00 (ver preçário detalhado)

Contactos:
Tel.: 261 817 550
Fax: 261 811 947

TAPADA NACIONAL DE MAFRA

Criada no reinado de D. João V, após a construção do Convento de Mafra, como parque de lazer para o Rei e a sua corte, a Tapada Nacional de Mafra possui 819 hectares integralmente protegidos por um muro histórico com 21 km. A floresta ocupa quase a totalidade do espaço e nela vivem em total liberdade populações de gamos, veados, javalis e diversas espécies de fauna selvagem.

Localização:
Portão do Codeçal
2640-602 Mafra

Contactos:
Tel.: 261 817 050/ 261 814 240 (fins-de-semana e feriados)
Fax: 261 814 984
Web: www.tapadademafra.pt

JARDIM DO CERCO

Construído e traçado entre o Palácio-Convento de Mafra, a maior construção barroca do país, e a Tapada de Mafra, a maior zona murada a nível nacional, este jardim tem o potencial único de articular estes dois valores – arquitectónico e ecológico – e juntar as duas peças da mais forte afirmação cultural da época barroca em Portugal.
Como jardim barroco, destacam-se os jogos de água e lagos, bem como os caminhos largos propícios à conversa e à contemplação


PRAIAS
A zona litoral do concelho de Mafra é formada por arribas rochosas. No entanto, é justamente nas pequenas baías, que se formam ao longo da costa, que podemos encontrar as suas famosas praias, na sua maioria localizadas na freguesia da Ericeira, pitoresca vila piscatória. Associando a beleza natural à forte concentração de iodo, 11 km de costa fazem desta zona um destino turístico por excelência, que se distingue também pela realização de importantes provas de surf e bodyboard.

Descubra as Praias do Concelho de Mafra:

Praia da Calada
Praia de São Lourenço
Praia dos Coxos
Praia de Ribeira D'Ilhas
Praia da Orelheira
Praia da Empa
Praia do Matadouro
Praia de São Sebastião
Praia do Norte ou do Algodio
Praia do Peixe ou dos Pescadores
Praia do Sul
Praia da Foz do Lizandro
Praia de São Julião




OUTROS LOCAIS DE INTERESSE:
Igreja de Santo André - Mafra
Igreja da Misericórdia - Ericeira
Igreja de N.ª Sr.ª da Encarnação
Igreja de N.ª Sra. do Reclamador - Cheleiros Capela de St.ª Marta - Ericeira
Aldeia Típica de José Franco - Sobreiro
Centro de Recuperação do Lobo Ibérico - Picão (Malveira) Casa do Poeta - Sobreiro
Penedo do Lexim
Vale do Arquitecto - Mafra
Feira da Malveira
Jardim Natural de Aves

 
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Concelho de Moita
Locais de interesse
Neste concelho que nasceu e se desenvolveu em estreita relação com o rio Tejo, vale a pena vir à descoberta da sua zona ribeirinha. Da Baixa da Banheira a Sarilhos Pequenos, a paisagem é diversa mas o Tejo, esse é comum. São 20Km de margens, alternando entre as zonas verdes tratadas, sapais e antigas salinas, cais e estaleiros navais, praia fluvial, além da animação desportiva e cultural a cargo das associações locais e das autarquias.


Também a riqueza do património religioso e civil faz com que valha a pena uma visita mais demorada ao Município da Moita.

Na Baixa da Banheira, deixe a EN11 e vire em direcção ao Parque da Zona Ribeirinha. Estacione o automóvel, se for o caso, e faça uma caminhada ao longo do Parque que acompanha o recorte natural das margens do Tejo. Pode também subir ao miradouro e apreciar uma outra perspectiva do vasto parque ribeirinho, construído para reaproximar esta vila operária do seu rio.
Já em direcção à Moita, visite, à entrada da antiga vila de Alhos Vedros, o Parque das Salinas, cuja concepção segue a mesma filosofia do anterior. Também aqui a área verde de lazer foi "ganha" ao rio, através da recuperação das antigas salinas desactivadas e vazadouros. Virada para o Parque das Salinas, está a Igreja Matriz de S. Lourenço de fundação medieval.
Com as suas interessantes capelas, esta é uma das mais importantes peças do conjunto patrimonial desta vila.
Chegado à Moita, meta pela Rua do Rosário, no fim da Avenida Marginal, em direcção à característica localidade do Gaio. Aí procure a indicação "Estaleiro Naval" ou "Parque das Canoas", cujo nome não poderia ser mais apropriado.
Construído junto ao antigo Estaleiro Naval de barcos tradicionais do Tejo, este parque é o local ideal para passar um fim de tarde no sossego da beira-Tejo.

Antigas salinas e avifauna

Entre Sarilhos Pequenos e Alhos Vedros, vários são locais onde são ainda visíveis os restos de antigas salinas, junto aos sapais e outras zonas naturalizadas. Destacamos, pela sua acessibilidade, a zona da antiga Quinta do Esteiro Furado, para ver da estrada municipal entre Sarilhos e Rosário (trata-se de propriedade particular) e as antigas salinas junto à estrada entre o Gaio e a Moita, à chegada a esta vila.
Entre as várias espécies de aves aquáticas que aqui se podem observar, contam-se os flamingos, visíveis durante quase todo o ano na baixa-mar (com mais facilidade, na Caldeira da Moita), sobretudo a partir do fim do Verão até ao Inverno, época em que o Tejo chega a albergar vários milhares de indivíduos dispersos por todo o estuário.

Cais e estaleiros navais

O Cais do Descarregador em Alhos Vedros é uma paragem obrigatória para quem se interessa pela história e pelas actividades tradicionais ligadas ao rio.
Junto ao Cais, encontra-se o Moinho de Maré e a sede da Associação de Desportos Náuticos "Amigos do Mar".
Na Moita, o antigo cais, construído no séc. XVIII, testemunhou o vaivém dos barcos do Tejo, carregando e descarregando produtos agrícolas e passageiros entre esta margem e capital. O Centro Náutico Moitense situa-se igualmente nas imediações. Em Sarilhos Pequenos, no Esteiro da Elisa, pode visitar o estaleiro naval, propriedade de Jaime Ferreira da Costa & Filhos. Aqui, apesar das técnicas de construção terem acompanhado a evolução tecnológica, a vocação dos barcos do Tejo e o enquadramento na paisagem conferem-lhe características únicas. E, mais uma vez, o clube náutico local – Associação Naval SariIhense – não se encontra longe, embora o caminho até lá justifique uma volta mais atenta pela povoação de antigos marítimos, onde são conhecidos os excelentes artesãos de miniaturas de barcos típicos do Tejo.

Praia Fluvial do Rosário

Durante o Verão, sugerimos um dia passado na Praia do Rosário, descansando nas calmas areias salpicadas por conchas das famosas ostras do Tejo (cuja apanha constituiu outrora o único sustento de muitas famílias), ou petiscando no agradável parque de merendas ou, ainda, deliciando-se com uma caldeirada à fragateiro num dos restaurantes locais. Se for dia de largada de touros na praia, previna-se contra as investidas mas não deixe de apreciar a particular luminosidade do fim de tarde no adro da capela manuelina alcandorada sobre o Mar da Palha que apaixona, até hoje, fotógrafos, realizadores de cinema e publicitários, para já não falar dos próprios rosarenses.

Património Religioso

Igreja Matriz de S. Lourenço
Largo da Igreja, Alhos Vedros

Esta igreja remonta provavelmente ao final do séc. XIII, mas sofreu várias alterações. Destaca-se: na capela de S. Sebastião (sec.XV), classificada como imóvel de interesse público, o único túmulo de estátua jacente do distrito de Setúbal, onde jaz o cavaleiro Fernão do Casal; a escultura em pedra de Nª Sr.ª dos Anjos (sec. XVI), na capela com o mesmo nome; painel de azulejos hispano-árabes, na capela de S. João Batista (séc. XVI); tecto em caixotão, com cenas do martírio de S. Lourenço; talha dourada de estilo nacional e revestimento de azulejos setecentistas nas paredes laterais da capela-mor.

Igreja da Misericórdia
Largo da Misericórdia, Alhos Vedros

Esta igreja, construída provavelmente no ano de 1587, reflecte as novas exigências litúrgicas da época, profundamente marcada pela pregação. O púlpito está por isso colocado ao meio da nave. Destaque para a talha dourada do altar-mor (fim do séc. XVII) e para a azulejaria que reveste as paredes, da primeira metade do século XVIII.

Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Boa Viagem
Largo da Igreja, Moita

Datado de 1631, este edifício foi construído a expensas da população para que a Virgem protegesse os marítimos e os viajantes. É composto por uma só nave, de estilo “Chão”, despojada de elementos decorativos, fria e funcional, típica entre o final do séc. XVI e meados do séc. XVI. Na primeira metade do séc. XVIII, foi enriquecida com painéis de azulejos azuis e brancos, relatando a vida da Virgem, talhas douradas em estilo nacional e tecto em caixotão com pinturas sobre madeira.

Altar de Nossa Srª da Piedade
Travessa de Nossa Sr.ª da Piedade, Moita

Segundo fontes orais, foi mandado erigir pelos marítimos que ali iam pedir protecção antes de iniciarem as viagens. Hoje, há quem continue a colocar velas de promessas, imagens de santos, representações de partes do corpo em cera e rosários, entre outros objectos, para pedir intervenção divina. O altar é composto por um conjunto de azulejos, representando a Nossa Senhora com o filho morto nos braços, uma réplica do painel original, possivelmente do século XVIII.

Capela do Rosário
Largo das Forças Armadas, Rosário

Do outro lado, os telhados da capital, as chaminés das zonas industriais vizinhas, a base aérea do Montijo e o metal das Pontes 25 de Abril e Vasco da Gama. Deste lado, a cadência calma do Rosário e a serenidade do rio. É esta a paisagem a partir desta capela, mandada erigir, em 1532, por Cosme Bernardes de Macedo, fidalgo da Casa Real. De destacar o portal manuelino, o arco triunfal de volta perfeita, com características do mesmo estilo e os painéis de azulejos azuis e brancos (séc. XVIII) com cenas da Senhora com o Menino. A Capela está classificada como imóvel de interesse público.


Património Civil

Pelourinho de Alhos Vedros
Largo da Misericórdia, Alhos Vedros

Classificado como monumento de interesse público, este pelourinho manuelino, do século XVI, constitui um símbolo do poder municipal da vila de Alhos Vedros sobre as terras vizinhas, após lhe ter sido concedido o foral, por D. Manuel I. Daí a esfera armilar em ferro forjado, símbolo do Rei Venturoso.

Moinho de Maré de Alhos Vedros
Largo do Descarregador, Alhos Vedros

A farinha obtida neste moinho, construído no século XVII, abastecia a população local e a própria cidade de Lisboa, sendo também usada pela fábrica de Vale do Zebro na produção de biscoitos que, por serem cozidos a altas temperaturas, resistiam nas viagens marítimas dos Descobrimentos. Propriedade da família de Tristão Mendonça Furtado (os fidalgos da “Casa da Cova”), deixou de laborar em 1940, sendo actualmente propriedade da Câmara Municipal da Moita. Recuperado recentemente pela autarquia, o Moinho de Maré de Alhos Vedros é um pólo cultural da freguesia, recebendo com regularidade diferentes exposições.

Porta Manuelina
Travessa do Alferes-Mor, Moita

Trata-se de um portal manuelino bastante simples, o único que chegou até hoje na construção civil. As cantarias em vão, manuelinas pelo recorte e arco conopial, são alguns dos elementos que atestam a tipologia deste elemento que remonta aos séculos XV/XVI.

Poço “Mourisco”
Largo da Estação, Alhos Vedros

Apesar do seu nome, trata-se de um poço quinhentista e não de origem árabe, decorado com elementos naturalistas: ramo de oliveira com azeitona, flor de lis e cabaça. Diz a lenda que quem conseguir partir a cabaça, com a cabeça, recebe um tesouro em meados de ouro que aí está por reclamar.

Colecção Régia
Salão Nobre dos Paços do Concelho, Praça da República, Moita

São 26 retratos dos reis de Portugal que constituem esta série de quadros, 24 dos quais da autoria de Miguel António do Amaral, pintor e professor de desenho do século XVIII. A encomenda foi feita pelo Mosteiro de Alcobaça mas, com a supressão das ordens religiosas (1834), a colecção é transferida para a Academia Real de Belas Artes de Lisboa. O ministro Fontes Pereira de Melo acaba por ceder as telas à Câmara Municipal da Moita para “adornar as salas dos Paços do Concelho”.

 
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Concelho de Montijo
ROTAS E DESTINOS

Rota do Montijo
MONTIJO, sede do concelho, ao longo da sua história tem sabido receber e acolher pessoas oriundas das mais diversas zonas do País. E não foi por acaso, pois está estrategicamente localizado junto ao Rio Tejo. Situação privilegiada, uma vez que o Rio foi e continuará a ser o maior meio de comunicabilidade entre os povos. A proximidade da grande metrópole, capital do País, não fez perder a sua identidade, cultura e tradições.

Dos Templos – testemunho vivo da fé do nosso povo, às Casas Senhoriais – que indicam o poder económico, requinte e bom gosto dos seus proprietários/fundadores, e o regresso às origens com os Moinhos - que fazem parte do passado, presente, e futuro. Enfim ... a nossa História!

Apareça e siga a nossa Rota!
(...)



Rota da Mala-Posta do Alentejo
Travessia de passageiros e mercadorias na vila de Aldêa-Galega-do-RibaTejo, em direcção à nossa capital, por aqui passaram viajantes, nobres e vários monarcas.

Dada a excelente localização, em 1533, no reinado de D. João III, a vila foi escolhida para sede da principal Posta do Sul (transporte de correio a cavalo), pelo correio mor do Reino, Luís Afonso.
No século XIX, esta funcionalidade, ampliada, dá origem à Mala Posta do Alentejo, que partia de Aldeia Gallega em carruagens que transportavam o correio e passageiros.
Com origem em Lisboa, o percurso fazia-se atravessando o Tejo até Aldeia Gallega, com destino ao Alentejo ou a Espanha.
Ao longo do trajecto, de 26 horas, existiam estações de muda de animais que, mais tarde, permitiram aos passageiros aí cear e pernoitar.

(...)

Rota dos Trilhos de Canha
Esta antiga vila medieval, situada na margem esquerda da Ribeira de Canha ou Ribeira de Almansor, cujos vestígios remontam ao século XII, que em 1852 foi integrada no concelho da então Aldeia Galega, é a freguesia mais distante do concelho de Montijo.
De características rurais, é dotada de uma beleza natural e paisagística de grande atractividade. Para visitar a vila, sugere-se um conjunto de locais, que vão do património religioso ao natural, onde se encontram traços de arquitectura de assinalável interesse.

(...)


Rota de Entre Vinhos e Pipas
Esta rota vai proporcionar aos apreciadores e interessados pela temática do vinho, a possibilidade de visitarem as diversas adegas e outros estabelecimentos.

Enoturismo, conceito relativamente recente, é um segmento da actividade turística que se fundamenta na viagem motivada pela apreciação do sabor e aroma dos vinhos e das tradições e tipicidade das localidades que produzem esta bebida. O Enoturismo constitui um dos principais produtos turísticos da região de Setúbal e as Rotas constituem instrumentos privilegiados na divulgação deste produto turístico.
O Turismo vitivinícola é o principal objectivo de um dos grandes instrumentos ao serviço do Enoturismo – as Rotas de Vinho.

A Rota dos Vinhos da Península de Setúbal pretende desenvolver o conceito de Enoturismo, atribuindo novas dimensões a este inigualável produto - o vinho aliando-o às potencialidades turísticas de cada região.

A Associação da Rota dos Vinhos, fundada em 2003, tem a sua sede na Casa Mãe da Rota dos Vinhos, em Palmela, edifício que foi uma antiga adega recuperada para o efeito.
A Câmara Municipal de Montijo é um dos associados.

Viva os encantos desta rota. Experiências que vão enriquecer o seu conhecimento, a sua vida e, certamente, aumentar o seu gosto pelos vinhos da Península de Setúbal.

(...)



Rota da Atalaia
Pretende-se com este percurso divulgar o património arquitectónico e cultural da freguesia da Atalaia, com particular ênfase para a valiosa herança religiosa que aqui podemos encontrar.

Procurando aliar estes aspectos ao património etnográfico, que também ele pauta e caracteriza a génese destas gentes, achamos poder contribuir para preservar aquilo que jamais se poderá perder – a identidade e a tradição.

Segundo o historiador Rui de Azevedo, em 1249 já haveria uma referência à “carreira da Atalaia” ou caminho de carros, pelo que por esta altura a Atalaia seria apenas um lugar de passagem para o Alentejo.

Relativamente ao Santuário da Atalaia é facto assente que este já existiria anteriormente a 1470, sendo uma então ermida dedicada a Santa Maria da Atalaia.

Quanto à romaria teve o seu início, provavelmente em 1507, aquando de uma terrível peste que grassou na capital.

Nesse cenário de devastação e doença, um grupo de oficiais da Alfândega de Lisboa dispõem-se a formar um círio que após ter passado o rio, desembarcaram em Aldeia galega, daqui saindo em procissão para o Santuário da Atalaia, onde rogaram a Santa Maria da Atalaia que os livrasse da peste.

O seu rogo foi atendido e a partir daí organizados numa confraria, iniciaram uma peregrinação anual ao santuário, que nos chegou até aos nossos dias.

A Festa Grande assim chamavam à “Romaria de Nossa Senhora da Atalaia”, era efectivamente a maior festa que se realizava naquela época.

A Atalaia é pois um local de remota peregrinação popular, exaltada pela fé e religiosidade das populações locais e arredores que, já no início do século XVI, se deslocavam a este local, em peregrinação.
O ponto alto da devoção ainda se cumpre anualmente no último domingo do mês de Agosto.

(...)



 
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Concelho de Odivelas
Breve História do Concelho

A origem do nome Odivelas está como o nome de tantas outras freguesias e concelhos de Portugal, envolto numa lenda que perdura pelos séculos.

A propósito do nome desta cidade, conta-se que D. Dinis tinha o hábito de deslocar-se à noite a Odivelas onde se encontrava regularmente com raparigas do seu agrado. Certa noite, sabendo a rainha do que se passava resolveu esperá-lo e quando o rei fazia o seu percurso para o encontro, a rainha interpelou-o e eis que proferiu as seguintes palavras:

"- Ide vê-las senhor....."

Afirma-se que de "Ide vê-las", por evolução, teria surgido o nome Odivelas.

Os filólogos dão porém, outra explicação: a palavra compõem-se de dois elementos: "Odi" e "Velas". A primeira é de origem árabe e significa "curso de água". A segunda é de origem latina e refere-se às velas dos moinhos de vento, que existiram nos outeiros próximos e dos quais podemos ainda ver vestígios. O curso de água ainda se mantém hoje.

Os dólmens das Pedras Grandes e das Batalhas, na Freguesia de Caneças, o Castro da Amoreira na Freguesia da Ramada, os vestígios romanos encontrados na Póvoa de Santo Adrião, os achados árabes no subsolo da Paiã, na Freguesia da Pontinha, confirmam o território como uma zona fértil e agradável, onde, ao longo dos séculos, o Homem sempre se comprazeu em viver.

Mas o «motor de arranque» do desenvolvimento da região parece ter sido o Rei

D. Dinis, ao decidir erguer, em Odivelas, um Mosteiro, onde uma plêiade de cultas freiras se fez ouvir para além das grades, quer pelos seus célebres Outeiros, quer pelos livros que escreveu, ou ainda atraindo, ao Mosteiro e às suas imediações, reis, príncipes e artistas.

É no Paço de Odivelas, em 1415, que D. Filipa de Lencastre, já no leito de morte, abençoa os três filhos mais velhos (D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique) que partem dali, a cavalo, em direção ao Restelo, onde embarcam para Ceuta.

É no Convento que se representa pela primeira vez, em 1534, o «Auto da Cananeia», de Gil Vicente, encomendado pela abadessa Violante, irmã de Pedro Álvares Cabral.

Enquanto isso multiplicam-se férteis quintas na Pontinha (na Paiã chegou a haver um cais para escoar os víveres para Lisboa), na Póvoa de Santo Adrião, em Caneças. Os seus proprietários, de uma forma ou de outra, surgem amiúdes ligados à cultura. É o caso do pintor Vieira Lusitano que foi o centro de uma romântica e atribulada história de amor com uma das filhas dos donos da Quinta dos Falcões, na Pontinha.

Anos depois, será a Póvoa de Santo Adrião a ter como proprietário de uma das suas quintas, o pintor Pedro Alexandrino que não só deixou algumas obras na igreja local, como as espalhou por Lisboa - na Sé, no Palácio de Queluz, no Museu dos Coches.

O Padre António Vieira fez um dos seus sermões no Convento de Odivelas, a 22 de junho de 1668. Almeida Garrett ocupa o preâmbulo da «Lírica de João Mínimo» com uma descrição de um passeio ao Convento, entrecortada por várias dissertações sobre poesia.

Um roubo na Igreja de Odivelas a 11 de maio 1671 dá origem a um belo monumento, o «Senhor Roubado», que alguns

descrevem como a primeira banda desenhada portuguesa, e que levanta muitas pistas sobre a forte presença da Inquisição na região.

Os missionários cansados e doentes que regressam da Ásia ou da África acolhem-se ao Convento de Rilhafoles, na Paiã.

Em 1723, entra no Convento de Odivelas uma freira brasileira que algumas madres julgam judia. Nem mesmo o inquérito de um cardeal inquisidor as demove da suspeita, o que as leva a exigir a expulsão da “herege”. Em procissão, lá vão a caminho de Lisboa para se queixarem ao rei, que não as recebe.

À força, soldados pegam-lhes ao colo e metem-nas em carruagens, devolvendo-as ao Convento.

Pouco tempo depois, entra no Convento, a célebre Madre Paula, por quem o Rei

D. João V, 30 anos mais velho do que ela, ficará completamente perdido de amores. A relação dura até à morte do monarca, que lhe deixa em testamento uma mesada.

Em 1731, D. João V decreta o início da construção do Aqueduto das Águas Livres, com origem na Fonte das Águas Livres, perto de Carenque, indo desaguar no depósito das Amoreiras, cuja Mãe d'Água foi acabada em 1834. A Mãe d'Água nas Amoreiras, além de ser um bonito espaço, é um depósito com capacidade para 5 500 000 litros. A partir das Mães d'Água a água seguia, através de túneis subterrâneos, que a levavam até às numerosas fontes de Lisboa.

O Aqueduto das Águas Livres nunca foi totalmente eficaz porque fornecia água impura e em pequena quantidade e, neste momento, não é mais do que um monumento histórico que resistiu ao Terramoto de 1755.

Não se sabe a data concreta da construção dos aquedutos de Caneças, mas situa-se por volta da segunda metade do século XVIII. Estes são quatro: o do Olival do Santíssimo, o do Poço da Bomba, o do Vale da Moura e o do Carvalheiro.

O terramoto de 1755 causa grandes estragos na região mas leva também a que muitos lisboetas se venham fixar na zona, à procura de ares mais saudáveis.

Mais tarde, em 1833, é construído, na Quinta da Pentieira (Freguesia da Pontinha), um cemitério para sepultar as vítimas da cólera.

Até meados do século XIX, Lisboa era uma cidade suja, afetada por numerosas epidemias. Os cidadãos ricos pagavam aos Aguadeiros, entre os quais os de Caneças, para lhes levarem água a casa. Caneças e as suas águas eram, então, muito

apreciadas pela sua qualidade. Situam-se na freguesia de Caneças um conjunto de Fontes, que comercializaram água e que constituem um marco de uma época e de modos de vida caraterísticos da freguesia, e em sentido mais lato do concelho. A venda da água de Caneças fazia-se através de carroças ou galeras, que transportavam para Lisboa e arredores a água em bilhas de barro, juntamente com as trouxas de roupa das lavadeiras e produtos hortícolas.

Com a extinção das ordens religiosas, a terra perde algum do seu fulgor. No início do séc. XX era, contudo, uma terra procurada para os prazeres do Verão, pelos senhores de Lisboa.

É por essa altura que a vida municipal local começa a desenvolver-se. As freguesias de Odivelas e Pontinha fazem parte do Município de Belém, na altura em que este é presidido pelo escritor Alexandre Herculano. As duas freguesias passam, a integrar o Município dos Olivais em 1885. No ano seguinte, é instituído o Município de Loures, de que fazem parte algumas freguesias que hoje pertencem ao Concelho de Odivelas. Em 1915 é criada a Freguesia de Caneças.

Começa a surgir um outro tipo de desenvolvimento, já não assente na agricultura mas na construção de bairros sociais em várias freguesias. A ligação por estrada a Lisboa, leva alguns grupos económicos a comprar na região grandes propriedades, enquanto a alta burguesia compra terrenos que transforma em quintas de férias.

É na Pontinha que, a 25 de abril de 1974, se instala o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas que instaurará um regime democrático em Portugal. atualmente, este quartel integra um Núcleo Museológico, criado através de um protocolo estabelecido entre o Regimento de Engenharia N.º 1 e a então Comissão Instaladora do Município de Odivelas.

Na região intensifica-se, a partir de então, o movimento de loteamento de terrenos que modificará profundamente a paisagem local. Nos 25 anos seguintes, aparecem 85 bairros clandestinos. Simultaneamente, com a falta de habitação a preços acessíveis em Lisboa, verifica-se uma explosão da construção civil, surgindo em todas as freguesias do concelho, à exceção da de Famões, grandes urbanizações que se traduzem numa subida relâmpago do número de habitantes, com formas de estar na vida diferentes e mais exigentes daquelas que tinham até aí os habitantes da região.

O Poder político tenta responder a essas aspirações criando as Freguesias da Pontinha (1984), de Olival Basto, da Ramada e de Famões (1989). A Póvoa de Santo Adrião passa a vila em 1986, Odivelas é elevada a cidade em 1990, a Pontinha sobe a vila (1991), o mesmo acontecendo ao Olival Basto em 1997. Neste mesmo ano, um grupo de cidadãos, defendendo um desenvolvimento próprio para a região, cria o «Movimento Odivelas a Concelho».

No dia 19 de novembro de 1998, com o voto unânime dos Deputados de todas as forças políticas, a Assembleia da República votava, na especialidade, e em votação final global, o Projeto de Lei da Criação do Município de Odivelas. Ficando este dia, estipulado como Feriado Municipal.

No dia 14 de dezembro de 1998, é publicado no Diário da República, a Lei n.º 84/98, da criação do Município de Odivelas referindo o seu Artigo 1º: "Através do presente diploma é criado o Município de Odivelas, com sede na Cidade de Odivelas, que fica a pertencer ao Distrito de Lisboa".

Em 20 de janeiro de 1999, a Comissão Instaladora do Município de Odivelas é empossada pelo então Ministro do Equipamento, Planeamento e Administração do Território, Dr. João Cravinho.

Depois de 3 anos de administração, a Comissão Instaladora cessa funções, e no seguimento das eleições autárquicas de dezembro de 2001, toma posse, no dia 4 de janeiro de 2002, a primeira Câmara Municipal de Odivelas.

 
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Concelho de Oeiras
Seja por mar ou por terra, quem chega a Oeiras descobre um concelho que reúne condições de qualidade a nível ambiental, cultural, turístico e empresarial, que agradam a quem visita e dão qualidade de vida a quem reside.

O concelho de Oeiras encontra-se integrado na Área Metropolitana de Lisboa, a poente da Capital, Lisboa, e tem o Rio Tejo como fronteira natural a sul.

Nos seus 46 Km2, Oeiras oferece ambiente. A par das inúmeras praias, que se estendem ao longo de 10 Km de orla marítima, os caminhantes podem também usufruir de um passeio marítimo, com 3 Km, durante todo o ano, não fosse o clima local aprazível nos doze meses do calendário.

Com cerca de 125 Ha de zonas verdes e parques públicos, os apelos ao contacto com a natureza e à prática desportiva são uma constante. Pelas condições que apresenta, Oeiras é palco de eventos desportivos de grande projecção nacional e internacional, de onde sobressaem o Estoril Open, em ténis, a Final da Taça de Portugal, em futebol e a Corrida do Tejo, em atletismo, entre outros, que fazem deste um dos concelhos mais dinâmicos a este nível. Caminhadas, canoagem, vela, passeios em BTT e provas de orientação fazem parte do vasto rol de oferta para a prática desportiva.

De entre as suas zonas verdes, destaque-se o Parque dos Poetas, ex-libris de Oeiras. Muito mais do que um jardim, trata-se de um museu ao ar livre, onde espaços de lazer e destinados à prática desportiva surgem associados à componente cultural.


Em sintonia com a paisagem, Oeiras dispõe de um riquíssimo património arquitectónico, onde a modernidade e a história convivem em perfeita sintonia. A par de grandes quintas e palácios (que aqui nasceram nos séculos XVII e XVIII, então local de veraneio), onde se lê a história desta terra e das suas gentes, em Oeiras encontram-se grandes pólos residenciais, modernos, e empresariais, que fazem deste concelho um dos mais desenvolvidos e procurados pelo mundo empresarial nacional e internacional. Pela qualidade, rede de acessos e infraestruturas aqui reunidos, o concelho de Oeiras acolhe uma vasta rede empresarial constituída por empresas ligadas, essencialmente, às Tecnologias de Informação, Biotecnologias, tecnologias da saúde e terciário superior.

Como locais a visitar, destaca-se ainda a Fábrica da Pólvora Negra, em Barcarena, a Exposição Monográfica do Povoado Pré-Histórico de Leceia e o Aquário Vasco da Gama.

A oferta de espectáculos é grande. Ao longo de todo o ano passam por Oeiras grandes nomes do teatro, da música e da literatura nacional e internacional, que oferecem momentos de prazer para todos os gostos e idades.

Junho é um mês privilegiado em Oeiras, que realiza as suas festas anuais, que reúnem várias actividades de âmbito cultural e desportivo e se celebra o Dia do Município (7 de Junho).

O comércio é outro factor de atracção para quem nos visita. A par do comércio tradicional existem grandes superfícies com uma grande oferta de produtos e serviços.

A mobilidade, quer a nível concelhio quer nas relações inter-concelhos é privilegiada não apenas devido à existência de uma auto-estrada (A5) e da Av. Marginal que unem Oeiras a outros concelhos, mas pela rede de transportes públicos de qualidade que aqui operam, que incluem a linha ferroviária de Cascais (Lisboa-Cascais). A proximidade ao Aeroporto Internacional de Lisboa (a cerca de 15 Km) é outra mais valia.

A não perder

O Porto de Recreio é um dos novos marcos do concelho de Oeiras. Recentemente inaugurado, este abrigo oferece as condições necessárias aos que nele ancoram e aos que o procuram para lazer. A par dos serviços às embarcações, esta infraestrutura engloba uma área comercial, onde prevalece a restauração.

Integrada no mesmo complexo de lazer que o Porto de Recreio está a Piscina Oceânica, que convida quem passa a desfrutar, com qualidade, da época balnear. Desta Piscina, de água salgada, avista-se o mar, ali mesmo em frente. Um paraíso para o milhar e meio de banhistas que a visitam diariamente.

Ainda nesta zona do litoral oeirense, os caminhantes podem usufruir de um Passeio Marítimo, desfrutando do clima local, aprazível ao longo de todo o ano.

A história das gentes deste concelho é contada em inúmeros marcos históricos nas várias freguesias. No centro da vila de Oeiras, encontramos o Palácio e os Jardins do Marquês de Pombal (Conde de Oeiras).

A construção desta quinta de recreio da família Pombal teve lugar na segunda metade do século XVIII e é um projecto de Carlos Mardel, arquitecto húngaro que teve um papel privilegiado na reconstrução pombalina de Lisboa, após o terramoto de 1755.

O interior do palácio apresenta um dos melhores conjuntos decorativos do período pombalino, em especial de estuques e azulejos.

Os jardins são representativos da arte do paisagismo em Portugal, apresentando uma concepção do século XVIII europeu, mas mantendo-se no entanto, e apesar de tudo, fiel a uma tradição portuguesa que produz a partir do século XVI as Quintas de Regalo.

Também a não perder é o Parque dos Poetas, em Oeiras, que, muito mais que um jardim, é um verdadeiro museu ao ar livre, de arte escultórica, onde espaços de lazer e de prática desportiva se associam à componente cultural. Trata-se de um marco da Área Metropolitana de Lisboa mas também uma referência a nível nacional.

Em Barcarena sugere-se uma visita à Fábrica da Pólvora, que constitui uma importante peça da arqueologia industrial de grande interesse histórico-cultural. Trata-se de uma unidade fabril cujas origens são remetidas para o século XV, quando D. Manuel instalou junto à ribeira local engenhos de pilões para o fabrico de pólvora.

Os apreciadores de arte portuguesa da segunda metade do século XX encontram em Algés, no Palácio Anjos, o Centro Cultural – Colecção Manuel de Brito, um pólo de referência no âmbito do circuito cultural nacional.

Oeiras é também modernidade. É aqui que se concentram grandes pólos empresariais, que fazem deste concelho um dos mais procurados a nível nacional pelo mundo empresarial (nacional e estrangeiro) sendo as áreas de tecnologias de informação, de biotecnologias, de tecnologias de saúde e do terciário superior as mais relevantes. Os parques tecnológicos - Taguspark, Lagoas Parque, Quinta da Fonte, entre outros -, são já pontos de referência no mundo tecnológico empresarial.

Quem visita Oeiras não pode deixar de experimentar o famoso Vinho de Carcavelos, de renome internacional e de tradição secular, com qualidades reconhecidas e confirmadas, em 18 de Setembro de 1908, por carta de lei. Trata-se de um vinho generoso, bem marcado pelas características naturais da região.


 
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Onde Ir


Cadernos de Viagens

Aldeia de Quinta do Anjo
Percurso pedestre pelo Centro Histórico de Palmela
Do Poceirão à Marateca
Percurso pela Reserva Ecológica Nacional
Pinhal Novo
Passeios nas Serras do Louro e São Luís
Vestígios arqueológicos do concelho



Golfe, Karting e Reserva Natural do Estuário do Sado
combinação perfeita para um dia único. São inúmeras as potencialidades turísticas do concelho de Palmela, que se destacam quer pelo património natural quer pelos diversos pontos de atracção ao nível do recreio e lazer. Aqui sugerimos-lhe um percurso diferente que contemple, para além da natureza e gastronomia, alguns dos empreendimentos que fazem do concelho de Palmela um local agradável para viver.

Dedique a manhã a uma prática desportiva que carece de alguma paciência e conhecimento, mas em que vale a pena arriscar: o golfe. O Clube de Golfe do Montado, inserido na paisagem alentejana de Montado que dá o seu nome ao Clube, é um local acolhedor, situado a 10 minutos de Palmela e apenas a 40 minutos de Lisboa. O campo, cujo lay-out é do arquitecto Duarte Sotto-Mayor, possui 18 buracos "par 72" e tem 6000 metros de extensão. Se nunca experimentou é chegada a altura de confiar na sua pontaria e, sobretudo, na sorte de principiante – se for este o seu caso.

Depois da jogada de mestre que certamente fez é altura de recuperar forças, provando a gastronomia do concelho no Restaurante do Clube de Golfe do Montado. Em Palmela predominam as características da gastronomia alentejana: a sopa e o tamboril com poejos, o coelho com feijão à moda de Palmela e as peras cozida em vinho Moscatel, bem como os excelentes vinhos e queijos de Azeitão – os petiscos mais genuínos do concelho.


No período da tarde e porque tirou o dia para experimentar coisas novas, aceite um outro desafio: o Karting. O KIP – Kartódromo Internacional de Palmela –, que fica na Herdade de Algeruz e bem próximo do Clube de Golfe do Montado, distingue-se por um conjunto de características verdadeiramente excepcionais, com especial destaque para os 1.270 metros de perímetro e dez metros de largura constantes da pista, bem como para os 1.500 metros quadrados de área correspondente às infra-estruturas de apoio. A Herdade de Algeruz é uma quinta com cerca de 200 hectares e que, ainda hoje, conta com um importante volume de produção ao nível da agricultura e pecuária. O KIP está inserido numa agradável zona de beleza natural em que é interessante o contraste com os edifícios agrícolas que lhe são contíguos.

Ao entardecer, e depois de tanta aventura e emoção, propomos-lhe momentos bem mais sossegados. Visite a Reserva Natural do Estuário do Sado, na parte que confina com o concelho de Palmela, e fique impressionado com a paisagem que vai encontrar: a frente ribeirinha do concelho de Palmela para o Estuário do Sado, desconhecida para muitos, vai desde a foz da ribeira da Marateca até à foz da ribeira de Vale de Cão, conhecida como Ribeira de Sachola, no extremo sul do concelho. Os seus olhos vão ficar admirados com as áreas de sapal, salinas, pisciculturas, arrozais e a extensa zona florestal do Zambujal. Para terminar, e se ainda tiver forças, suba ao Outeiro Alto, o ponto mais alto do concelho de Palmela incluído na Reserva Natural do Estuário do Sado, e veja as cores do pôr do sol projectadas em toda esta área protegida.

Por Terras do Queijo, Pão e Vinho
Conhecida como terra de bom queijo, pão e vinho, a Quinta do Anjo é um importante pólo de desenvolvimento no Concelho de Palmela, conciliando um conjunto de empreendimentos industriais de grande dimensão com uma tradição rural de elevada expressão na produção de vinho, queijo de ovelha amanteigado (Queijo de Azeitão) e doces regionais.


Mais do que um percurso, este é um desafio ao seu paladar. Aceite algumas sugestões.

Queijo de Azeitão
É na Quinta do Anjo que se encontra a maior parte dos produtores do queijo de Azeitão. Foi por volta de 1830 que Gaspar Henriques de Paiva, nado e criado na Beira Baixa, veio para Azeitão e passou a dedicar-se à agricultura. Para povoar as suas terras mandou vir ovelhas leiteiras, de lã preta e raça bordaleira. Em todos os anos mandava vir um queijeiro da sua terra natal, só para lhe fabricar queijos do tipo "Serra". Foi esse queijeiro que ensinou os segredos da arte a um dos pastores, que deles não fez segredo. Foi então transmitido a sucessivas gerações de queijeiros artesãos que, desde então, nos têm oferecido um queijo com uma tipicidade ímpar.
Há mais de uma década que se tomaram medidas para proteger a tipicidade deste queijo, surgindo a Região Demarcada do Queijo de Azeitão. A "ARCOLSA" é a entidade que faz o controlo de qualidade dos Queijos de Azeitão e que emite os selos de garantia travando, assim, o aparecimento de produtos falsificados que nada têm a ver com o verdadeiro sabor deste queijo.
O Queijo de Azeitão é produzido de Novembro a Maio, em queijarias tradicionais, onde o pote de barro vidrado espera, junto à lareira, a coagulação do leite e, posteriormente, onde a francela (mesa queijeira) recebe a coalhada que é trabalhada dentro dos cinchos com as sábias mãos dos queijeiros, que vão separando pacientemente o soro da massa.
Com uma produção artesanal, cuja duração média é de 45 dias, o Queijo de Azeitão chega-nos à mesa com um paladar requintado e único, que nem todos sabem explorar. A melhor maneira de servir o Queijo de Azeitão é cortá-lo de forma transversal em duas metades circulares iguais ou abrir um orificio na parte superior e retirar o queijo amanteigado com uma colher.

Adegas típicas
Aproveite também este passeio para adquirir o famoso vinho tinto produzido nesta região. Se está a pensar em enriquecer a sua garrafeira, propomos-lhe uma visita às adegas integradas na Rota dos Vinhos, um projecto conjunto da Câmara Municipal de Palmela, da Região de Turismo da Costa Azul e da Comissão Vitivinícola Regional da Península de Setúbal, que pretende divulgar a história e os produtos vinícolas da região.

Queijarias tradicionais
Visite uma das queijarias tradicionais da Quinta do Anjo, onde é produzido o famoso queijo de Azeitão. Aqui, poderá conhecer os métodos tradicionais da sua produção, bem como adquirir manteiga de Ovelha, queijo seco ou queijo de Azeitão.
Para além dos sabores e paladares aproveite para deliciar o olhar noutras atracções que a Quinta do Anjo oferece, como a Igreja, a Sociedade de Instrução Musical (fundada em 1921, apresenta no seu interior paredes pintadas em estilo romântico), as Sepulturas Colectivas pré-históricas e a Serra do Louro com os seus característicos moinhos, entre outros.
Desde há sete anos que, em Abril, se realiza na Quinta do Anjo o Festival do Queijo, Pão e Vinho, uma das melhores montras a nível nacional que reúne a excelência dos produtos regionais.
Se visitar o evento nos seus três dias, poderá provar todo o tipo de queijo – amanteigados ou secos –, a soberba manteiga de ovelha, vinhos e uma grande diversidade de bolos caseiros, num certame que conjuga o esforço de produtores com as entidades da região

Passeios intemporais pelo Castelo de Palmela
A posição geográfica do núcleo fortificado do castelo permite-lhe uma visualização estratégica de parte do estuário sadino, de uma vertente da cordilheira da Arrábida e, também, das planícies envolventes que a separam do Tejo – o que, noutros tempos, se revestia da maior importância pelas ligações e possibilidades de comunicação que se estabeleciam com os castelos circundantes das linhas do Tejo e do Sado.

Dentro das muralhas do Castelo encontrará: a Pousada Histórica de Palmela situada no antigo convento; a Igreja de Santiago - monumento nacional; as ruínas da Igreja de Sta. Maria - a sacristia foi recuperada para albergar o Gabinete de Estudos da Ordem de Santiago; um Posto de Turismo; um auditório; loja de artesanato e loja de produtos regionais.

Integrado no Museu Municipal encontram-se vários espaços de arqueologia, um espaço de transmissões militares e a reserva visitável de escultura de São Tiago.

Da importância adquirida ao longo dos tempos (ver percurso histórico), o castelo chega aos nossos dias revitalizado e reabilitado arquitectonicamente, oferecendo uma nova dinâmica cultural e turística.

Descubra os contornos da paisagem e um conjunto de espaços que lhe sugerem prolongados e inesquecíveis passeios intemporais.

 
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Concelho de Seixal
Descubra o Seixal, terra de pescadores e corticeiros, a sua gastronomia, os artesãos, as quintas senhoriais, o património náutico e desfrute da Baía Natural do Seixal.

Aproveite os circuitos turísticos, os passeios no Tejo que decorrem todo o ano, a bordo do Bote de Fragata Baía do Seixal, conheça os passeios pedestres em zona da Rede Natura 2000, as caminhadas pelos núcleos urbanos antigos e utilize os Serviços On-line para se inscrever nas iniciativas.

Consulte as apresentações e os artigos realizados durante a segunda edição do Seminário Internacional de Náutica de Recreio e Desenvolvimento Local, que decorreu nos dias 25, 26 e 27 de Setembro, no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal.



LOCAIS DE INTERESSE

Neste espaço tem a possibilidade de conhecer um pouco melhor nosso concelho, passando pelo património natural, industrial e náutico. As quintas senhoriais, os núcleos urbanos antigos e as igrejas fazem igualmente parte da história e da cultura do concelho do Seixal, sem esquecer, claro, as festas e as romarias que se comemoram por todo o concelho.

Património Natural

O Património Natural no concelho do Seixal é marcado essencialmente pela ocupação de cerca de 10% do seu território por Reserva Ecológica Nacional, onde se integra o Sapal de Corroios, o Sapal de Coina e o Sapal do Talaminho. A Baía do Seixal é o ex-libris do Concelho, que pela sua singularidade tem condições naturais para a realização de diversas práticas desportivas e de lazer, oferecendo uma paisagem privilegiada. É de salientar a riqueza ornitológica e a fauna aquática existentes, em particular no Sapal de Corroios. Este local serve de pouso temporário para muitas aves migratórias como o flamingo, o alfaiate, o perna-longa, a garça e o pato-bravo, que aqui procuram alimento e abrigo. O Sapal de Corroios funciona também como uma “maternidade” e “creche” para diversas espécies de moluscos, crustáceos e peixes. Ao longo das margens da Baía do Seixal, é possível, por vezes, observar as aves a alimentarem-se, sendo as mais emblemáticas as garças, reais e esporadicamente colónias de flamingos.

Moinho de Maré de Corroios

O Moinho de Maré de Corroios foi mandado construir em 1403 por D. Nuno Álvares Pereira, proprietário de uma grande parte das terras situadas em redor do Seixal. Em 1404, o Condestável doou-o, assim como aos bens que tinha nesta região, ao Convento do Carmo, ordem religiosa de que era Mestre. Já no início do século XVIII foi ampliado, mas não tardou a sofrer novamente obras, pois o terramoto de 1755 causou-lhe grandes estragos. Este Moinho, conhecido também por Moinho do Castelo, mantém-se em condições de funcionamento até aos nossos dias. Em 1980 foi adquirido pela Autarquia. Durante 6 anos sofreu obras de restauro e em 1986 abriu ao público, como núcleo do Ecomuseu Municipal do Seixal. Neste momento, devido a obras de conservação e requalificação, este núcleo encontra-se encerrado ao público.

Fábrica de Cortiça Mundet

Em 1906, estabeleceu-se no Seixal a firma L. Mundet & Sons. Esta fábrica, que se tornaria a maior empresa do sector corticeiro do País e durante algum tempo do mundo, reconhecida também pelo seu papel inovador na área da política social, viria, a partir de meados da década de 1950, fruto do aparecimento de novos materiais como o plástico, a entrar num lento processo de decadência.

Em 1988, após um longo período de lutas sociais e de várias tentativas de viabilização económica, a fábrica é definitivamente encerrada.

Em 1996, é adquirida pela Câmara Municipal do Seixal, que musealizou dois edifícios da Fábrica – Edifícios das Caldeiras de Babcock e o Edifício das Caldeiras de Cozer. Nestes dois espaços, é possível visitar exposições temporárias relativas ao Património Industrial do Concelho. A Mundet apresenta-se hoje como um lugar carregado de história e de vida de algumas gerações de Seixalenses.

Horários de Inverno (Outubro-Maio):
De 3ª a 6ª feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Sábados e Domingos, das 14h às 17h

Horários de Verão (Junho-Setembro):
De 3ª a 6ª feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Sábados e domingos, das 14.30h às 18.30h

Encerramento: 2 as feiras, feriados nacionais e municipal

Morada : Largo 1º de Maio – Seixal

Núcleo Naval de Arrentela

No Núcleo Naval visitamos a oficina de construção artesanal de modelos de barcos do Tejo. Neste local, dois artífices ocupam-se quotidianamente da construção e da reparação de modelos, executados à escala, a partir da reprodução de planos adquiridos no Museu de Marinha, bem como de planos originais de embarcações do Tejo.

Neste núcleo está patente uma exposição permanente, onde se tem a oportunidade de ver e ouvir as imagens e os sons da construção naval, de forma a transmitir a memória dos antigos estaleiros navais do Rio Judeu. Neste local estão expostos vários modelos de embarcações tradicionais do Tejo, que podem ser interpretadas através dos diversos apoios audiovisuais.

Horários de Inverno (Outubro-Maio):
De 3.ª a 6.ª feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Sábados e domingos, das 14h às 17h

Horários de Verão (Junho-Setembro):
De 3.ª a 6.ª feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h
Sábados e domingos, das 14.30h às 18.30h

Encerramento: 2. as feiras, feriados nacionais e municipal

Morada: Av. da República - Arrentela

Quinta da Trindade

A origem da Quinta remonta aos finais do século XIV, aquando da fundação de um convento pela ordem religioso-militar da Santíssima Trindade, que também fundou no mesmo espaço uma ermida denominada da Boa Viagem.

Com o terramoto de 1755, não só a ermida mas também o convento ficaram destruídos. A reconstrução do edifício apalaçado ficou a cargo de um indivíduo de apelido Martins (alcunhado de Rei do Lixo), que para além do edifício construiu um outro mais pequeno de planta quadrada, rematado por merlões, assemelhando-se a um pequeno castelo.

No interior do edifício, bem como no exterior - nos muros que o cercam -, podemos encontrar restos de azulejos figurativos e geométricos e estatuetas de conventos, mosteiros e igrejas que ficaram abandonados após a extinção das Ordens Religiosas em 1834, e que habilmente foram recolhidas por Martins, que depois aqui os veio aplicar.

Ao percorrer os dois andares do edifício principal da Quinta da Trindade, obtém-se uma panorâmica geral da história do azulejo em Portugal, visto existirem exemplares representativos dos mais diversos géneros e tendências decorativas. Para se visitar a Quinta da Trindade, é necessário efectuar marcação junto do Serviço Educativo do Ecomuseu Municipal do Seixal.

Acesso condicionado

Visitas – Serviço Educativo do Ecomuseu: 21 227 62 90

Morada: Av. M.U.D. Juvenil, Azinheira, Seixal

Quinta da Fidalga

A Quinta da Fidalga, cuja fundação remonta ao século XV, teve sempre funções agrícolas e de lazer, surgindo associada a Paulo da Gama, irmão de Vasco da Gama, o qual se teria fixado nas terras do Seixal para assistir à construção de caravelas destinadas à descoberta do caminho marítimo para a Índia. Já no século XVIII, destacava-se pelos seus excelentes pomares de citrinos, com ruas cobertas de árvores silvestres e parreiras postas em latadas e pelo seu sofisticado sistema de rega.

Distingue-se também pelo magnífico Lago de Maré, que constitui um monumento raro ou quase único na arquitectura hidráulica portuguesa. Possui ainda uma capela que foi integrada no palacete em meados do século XX, em substituição de outra mais antiga. As paredes interiores do actual templo estão revestidas de azulejos do século XVIII e de reproduções também deste período.

Em 1952, o palacete e os arruamentos da Quinta tiveram intervenções arquitectónicas dirigidas pelo Arquitecto Raul Lino, tendo distribuído azulejos, de várias épocas, nomeadamente hispano-árabes, por vários pontos da propriedade.

A Quinta da Fidalga é propriedade da Câmara Municipal do Seixal desde 2001, e, de entre os vários projectos previstos para este espaço, destaca-se o Centro Internacional de Medalha Contemporânea do Seixal.

Horários de Inverno (Outubro-Abril):
De 3.ª a domingo, das 10.15h às 17.45h
Horários de Verão (Maio-Setembro):

De 3.ª a domingo, das 10.15h às 19.45h

Encerramento : 2. as feiras

Morada : Av. da República - Arrentela

Igreja de Nossa Senhora da Consolação, Arrentela

A Igreja Matriz de Arrentela, dedicada a Nossa Senhora da Consolação, remonta aos finais do séc. XV ou princípios do séc. XVI, e está classificada como Imóvel Classificado de Interesse Público. O estilo decorativo predominante é o barroco, resultante das grandes obras que a igreja sofreu após o terramoto de 1755. O seu interior, de uma só nave, é revestido por uma série de painéis de azulejos representando cenas da vida da Virgem Maria. O altar-mor, em talha dourada, anterior ao terramoto, possui um conjunto de colunas salomónicas, um minucioso sacrário e uma pintura figurando a Adoração do Santíssimo Sacramento. Na cobertura da nave pode-se observar um magnífico trabalho de estuque em relevo, de várias cores, onde se destaca uma imagem da Padroeira, com a muleta - barco de pesca típico desta região - a seus pés, rodeada de pescadores, fidalgos e dos quatro evangelistas.

Morada: Largo do Agro, Calçada da Boa-Hora, Arrentela

Igreja de Nossa Senhora da Graça, Corroios

A Igreja Paroquial de Corroios, consagrada a Nossa Senhora da Graça, data do séc. XIV. No entanto, a edificação primitiva ruiu com o terramoto de 1755, tendo a população, que rondava os 170 habitantes, procedido de imediato à sua reconstrução.

Esteve abandonada e encerrada ao culto desde 1852 até ao início do século XX, tendo os seus bens sido entregues à Irmandade do Santíssimo Sacramento de Amora e ao Seminário Patriarcal. Em meados do século XX, sofreu grandes obras de restauro e só em 15 de Setembro de 1973 voltou a ser reintegrada na sua função de Igreja Paroquial.

Sítio com vestígios arqueológicos soterrados, nomeadamente sepulturas do Período Medieval-Moderno: séculos XV-XVI.

Morada: Rua de Nossa Senhora da Graça, Corroios

Igreja de Nossa Senhora da Conceição, Seixal

À antiga ermida do século XVI sucedeu a actual igreja de Nossa Senhora da Conceição, que foi concluída em 1728, no entanto, com o terramoto de 1755 ficou bastante danificada, tendo sido restaurada em 1858 e em 1904. A fachada principal e respectiva torre sineira estão revestidas a azulejos azuis e brancos do século XIX. No interior podemos observar um magnífico tecto com pinturas sobre madeira de Pereira Cão, figurando no medalhão central a Padroeira, Nossa Senhora da Conceição, e outros dois mais pequenos com os bustos de S. Pedro e S. Paulo. As paredes da capela-mor estão revestidas a estuque marmoreado e talha dourada, do século XVIII, encontrando-se ainda quatro painéis sobre tela representando a Anunciação , a Visitação , S. João Evangelista e a Aparição do Anjo a S. Pedro . Esta igreja é Imóvel Classificado de Interesse Concelhio.

Morada: Largo da Igreja, Seixal

Igreja de Nossa Senhora da Anunciada, Aldeia de Paio Pires

Inicialmente este local de culto era somente uma pequena capela, com um telhado de duas águas, onde existia um pequeno altar e se venerava N. Sr.ª da Anunciada. Diz-se mesmo que D. Paio Peres Correia (cavaleiro das hostes de D. Afonso Henriques, ao qual a localidade deve o seu nome), quando aqui acampou com as suas tropas já encontrou esta capela e que prestou culto aos pés desta santa.

Em 1850, um filho da terra, proprietário de uma livraria em Lisboa (na Rua do Ouro), de seu nome José António Rodrigues, contactou com várias personalidades e conseguiu a verba suficiente para transformar a Igreja Matriz. Esta obra contou também com o apoio da família Lima que era bastante devota a esta Santa. A obra foi terminada em 1851, precisamente no 1.º domingo de Agosto para as festas da N. Sr.ª da Anunciada. Para além da imagem de Nossa Senhora da Anunciada, podemos ver também imagens de S. Francisco Xavier, S. Sebastião, Santo António, Imaculada Conceição, Nossa Senhora da Consolação, Sagrado Coração de Jesus e S. José.

Morada: Largo Alfredo José Almeida Lima, Aldeia de Paio Pires

Igreja de Nossa Senhora do Monte Sião, Amora

A imagem da N. Sr.ª do Monte Sião, segundo Frei Agostinho de Sta. Maria, única na Europa, apareceu na Amora (Monte Sião), onde se edificou em sua memória a primeira ermida, pouco depois da tomada de Lisboa aos Mouros por D. Afonso Henriques, no ano de 1147.

Com o contributo dos devotos, a ermida existente passou rapidamente a ser uma igreja de uma só nave, com alpendre e com a porta principal virada a poente. Para além do altar-mor podemos ver as duas capelas colaterais, a do Evangelho, dedicada a N. Sr.ª do Rosário, e a da Epístola, dedicada às almas com a imagem de S. Miguel. Para além da imagem da Santa Padroeira, podemos ainda apreciar imagens de Santa Teresinha, Nossa Senhora de Fátima, Santa Filomena, Nossa Senhora das Dores e o Sagrado Coração de Jesus.

Morada: Largo da Igreja, Amora

Núcleos Urbanos Antigos

No concelho do Seixal existem 5 Núcleos Urbanos Antigos definidos: Seixal, Arrentela, Amora de Cima, Amora de Baixo e Aldeia de Paio Pires.

Os Núcleos Urbanos Antigos do concelho do Seixal, para além das suas particularidades específicas, têm características comuns, nomeadamente uma malha urbana que se desenvolveu espontaneamente, consoante as necessidades demográficas. A existência de unidades fabris e das profissões, presentes no início do século XX em cada uma das localidades, foi também factor de grande influência no crescimento e desenvolvimento das ruas e da toponímia existente até aos dias de hoje.

 
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Praias
Lagoa de Albufeira
A Lagoa de Albufeira integra desde 1987 a Reserva Ecológica Nacional (decreto-lei n.º 230/87 de 11 de Junho). Oferece condições excelentes para a prática de vela, windsurf, kitesurf e canoagem. É também um local perfeito para passeios pedestres e observação de várias espécies de aves aquáticas. A Lagoa-mar é bastante procurada por praticantes de surf e bodyboard. »

Praia do Ouro
Localizada na zona poente da vila de Sesimbra, a Praia do Ouro distingue-se pelo seu extenso areal e pelo mar calmo. Nos últimos anos tem recebido o galardão Bandeira Azul e em 2006 foi considerada Praia Acessível, apresentando condições para receber veraneantes com mobilidade reduzida. Possui uma série de equipamentos de apoio aos banhistas, uma biblioteca de Praia, um espaço para fitness e campo de jogos. É uma praia ideal para famílias. »

Praia do Moinho de Baixo
Nesta praia, localizada no Meco, ainda é possível observar a tradição da Arte Xávega, uma das mais antigas formas de pesca. No seu limite sul, as argilas possibilitam tratamentos de beleza naturais. »

Praia da Califórnia
Localizada na zona nascente da vila de Sesimbra, a praia da Califórnia recebe um grande número de banhistas durante o Verão. É abrigada, tem bons acessos ao areal e vários equipamentos de apoio, entre os quais uma Biblioteca de Praia. As suas águas são calmas. »

Praia das Bicas
A praia das Bicas é uma das mais procuradas da costa ocidental. Localiza-se a sul do Moinho de Baixo está enquadrada numa área de grande beleza natural proporcionada pelas arribas de dunas fossilizadas. A Praia das Bicas é escolhida pelos amantes de desportos radicais para a prática de surf e o bobyboard. »

Praia do Rio da Prata
A Praia do Rio da Prata foi uma das primeiras praias de nudismo em Portugal. Localizada na zona do Meco, esta praia naturista tem um areal extenso, rodeado pelo pinhal e arriba. A sul encontram-se algumas das famosas argilas medicinais da envolvente. »

Praia dos Lagosteiros
A Praia dos Lagosteiros situa-se junto ao santuário do Cabo Espichel. É uma praia de difícil acesso, mas que nos compensa com um cenário de grande beleza. »

Praia do Ribeiro de Cavalo
Um enorme rochedo com a forma da cabeça de um cavalo, deu o nome àquela que é considerada a praia mais bonita da região e um dos principais postais turísticos de Sesimbra. »

Praia da Foz
A Praia da Foz é uma pequena enseada rodeada pelas falésias da zona do Cabo Espichel, que a abrigam do vento. É um lugar onde se pode desfrutar da proximidade com a natureza. Nos últimos anos, apesar de não ter qualquer concessionário, a Praia da Foz tem tido nadadores-salvadores contratados pela Câmara Municipal, que garantem a segurança dos banhistas. »

ACTIVIDADES

Todo-o-terreno

BTT
Os sinuosos caminhos de terra batida existentes junto à costa são ideais para o BTT. »

Windsurf e kitesurf
As óptimas condições de vento e as águas espelhadas fazem da Lagoa de Albufeira um local muito procurado por praticantes de

Vela

Turismo aéreo


Surf e bodyboard


Passeios pedestres


Passeios de barco


Mergulho


Yoga, tai chi e massagem


 
(voltar)
Distrito de Setúbal
     
     
ALCACER DO SAL ODIVELAS  
ALCOCHETE OEIRAS  
ALENQUER PALMELA  
ALMADA SEIXAL  
AMADORA SESIMBRA  
ARRUDA DOS VINHOS SETÚBAL  
AZAMBUJA SINTRA  
BARREIRO SOBRAL DE MONTE AGRAÇO  
CADAVAL TORRES VEDRAS  
CASCAIS VILA FRANCA DE XIRA  
GRANDOLA    
LISBOA    
LOURES    
LOURINHÃ    
MAFRA    
MOITA    
MONTIJO    
Concelho de Setúbal

Setúbal concilia, de forma harmoniosa, as exigências de uma cidade moderna com a diversidade de um concelho que navega, em segurança, entre o urbano e o rural, deixando-se abraçar pelo Sado e pela Arrábida, os seus tesouros mais preciosos, elevados ao estatuto de áreas protegidas.

Esta feliz coincidência permitiu a Setúbal entrar no exclusivo e invejado Clube das Mais Belas Baías do Mundo, a que pertencem apenas três dezenas de enseadas oceânicas, como S. Francisco, nos Estados Unidos, e Mindelo, em Cabo Verde.

Com esta distinção, é reforçada a qualidade das praias de areias finas e águas límpidas e azuis, com excelentes condições para a prática de desportos náuticos, como canoagem, vela, windsurf, ski, pesca desportiva e mergulho.

Quem visita Setúbal fica apaixonado por esta paisagem de rara beleza, simultaneamente imponente e delicada, repartida por oito freguesias distintas, ora ribeirinhas, ora interiores, que compõem um quadro de cores alegres.

Com uma orla marítima de excepcional riqueza piscícola, a identidade gastronómica da região afirma-se nos pratos de peixe, de que merecem especial referência a caldeirada, a feijoada de choco, a espetada de tamboril, o choco frito e a sopa do mar. Sem esquecer a variedade de pratos de peixe assado – da sardinha e do carapau ao linguado e ao salmonete –, nem a amêijoa, o camarão e a santola, iguarias que podem ser encontradas em esplanadas solarengas.

Na doçaria, as tortas, os queijinhos doces e os esses de Azeitão gozam, igualmente, de justa fama. É também destas paragens um dos grandes queijos portugueses: o queijo de Azeitão.

Na região de Setúbal também são produzidos bons vinhos, com relevo para o tinto proveniente da casta periquita (castelão), com acentuado sabor a fruta. O néctar mais conhecido é, porém, o Moscatel de Setúbal, intitulado por um enólogo francês como “du véritable soleil en bouteille”.

O concelho dispõe de um conjunto de equipamentos, como o Fórum Municipal Luísa Todi, o Museu do Trabalho Michel Giacometti ou o Museu Sebastião da Gama, em Azeitão, que promovem uma oferta cultural permanente e diversificada.

Neste âmbito, destaque para o Festroia – Festival Internacional de Cinema de Setúbal, uma das mais importantes manifestações culturais.

Outra iniciativa de relevo em Setúbal é a Feira de Sant’Iago, que, com mais de quatro séculos de existência, continua a ser o principal certame do género na região, juntando o artesanato aos divertimentos, sem esquecer os espectáculos musicais.

 

CLUBE DAS MAIS BELAS BAÍAS DO MUNDO

A Baía de Setúbal, com todas as qualidades e valores patrimoniais, ambientais e culturais que possui, passou a pertencer ao Clube das Mais Belas Baías do Mundo em 14 de Novembro de 2002.

Depois da entrega formal da candidatura, durante uma reunião, em Maio de 2002, em Puerto Vallarta, no México, a entrada para o clube, do qual fazem parte 29 baías de todo o mundo, foi formalizada em Paris.

Constituindo o mais importante habitat natural para a conservação do roaz-corvineiro, que preenche um dos requisitos naturais exigidos pela UNESCO, a Baía de Setúbal vai beneficiar de mais valias, principalmente na projecção da cidade a nível internacional.

Esta é, também, uma forma de, a nível nacional, reforçar o alerta para alguns problemas com que a baía se debate, nomeadamente em matéria de poluição e da devolução da cidade ao rio.

Enquadrada pelo estuário do Sado, pela serra da Arrábida e pela península de Tróia, a baía é fortemente beneficiada com a intervenção do programa Polis, que abrange uma área de 70 hectares, cujos objectivos principais são a ligação da cidade ao rio e a valorização ambiental.

Site: www.world-bays.com
E-mail: [email protected]

PEDRA FURADA (Monumento situado na estrada da Graça)

A Pedra Furada, geomonumento, integrada num dos pólos do Museu Nacional de História Natural, foi inaugurada, oficialmente, como tal em 6 de Janeiro de 2003.

O monumento, considerado como património municipal desde 20 de Agosto de 1996, é uma raridade à escala mundial, devido às estruturas colunares correspondentes a tubos de arenito mais endurecido, que, no interior, contêm areia solta.

O grande rochedo, com cerca de 18 metros de altura e 12 de base, saliente de um terreno arenoso que o rodeia, resultou da consolidação das areias por hidróxido de ferro, a mesma substância de que é feita a ferrugem.

O local foi alvo de arranjos na área envolvente ao monumento, com o objectivo de devolver-lhe o aspecto primitivo, restituindo-lhe o ambiente natural, antes da intervenção humana que o poluiu e degradou.

A Pedra Furada, localizada na estrada da Graça, representa um grande valor geológico devido à raridade, em todo o mundo, deste tipo de formações rochosas.

Mas a Pedra Furada é igualmente um marco etnológico da cultura de Setúbal. A população mais idosa associa-lhe histórias, lendas e tradições.


Origens
A Pedra Furada, interessante e enigmática ocorrência geológica, testemunho de um passado com dois ou três milhões de anos, ficou, a partir do início do século passado, envolvida por construções fabris destinadas à produção de conservas de peixe. Nas paredes de muitas daquelas edificações, hoje em ruínas, podem ser vistos fragmentos do próprio arenito, ali utilizado como material de construção.

Foi o barão Von Eschwege que, em 1837, primeiro descreveu a Pedra
Furada. Os tubos que a formam teriam sido originados, na descrição do barão, por “vegetais que foram envolvidos nas dissoluções ferruginosas à roda deles”.

Em 1916, o coronel Marques da Costa descreveu o monumento geológico com grande pormenor, convicto de que estaria em presença de afloramentos vestigiais de uma estrutura anteriormente mais ampla, parte dos quais poderiam também vir a desaparecer. Marques da Costa propôs, ainda, uma hipótese explicativa para a origem da estrutura, segundo a qual os tubos que a constituem ter-se-iam gerado em fendas resultantes de movimentos orogénicos e teriam tomado a “forma de uma série de agulheiros de secções muito variadas”, através dos quais as águas do sub-solo “repuxaram em virtude da lei do equilíbrio de um líquido em vasos comunicantes”, afiançou o coronel.

Novos conhecimentos geológicos, sempre em progresso, e o avanço das tecnologias experimentais acabarão, certamente, por levantar a indeterminação quanto à génese de tão curioso e enigmático fenómeno geológico.

No entanto, o que hoje se conhece e, sobretudo, o que ainda carece ser explicado, é suficiente para justificar a preservação e enquadramento museológico daquela valiosa estrutura, quer do ponto de vista do património natural, neste caso geológico, quer do ponto de vista do património cultural, além do grande valor estético da sua beleza insólita.

PARQUE NATURAL DA ARRÁBIDA

O Parque Natural da Arrábida (PNA) estende-se por uma área de 10.800 hectares, abrangendo os concelhos de Setúbal, Sesimbra e Palmela.

Por motivos de ordem científica, cultural, histórica e paisagística, que fazem da serra da Arrábida uma zona a proteger, o PNA foi criado em 1976, pelo decreto-lei nº 622/76, de 28 de Julho.

O PNA foi criado pela urgência de preservação de valores naturais, históricos e económicos, apresentando-se como uma área de revitalização dos espaços rurais e actividades tradicionais, onde o fabrico do queijo de Azeitão e vinhos de mesa são mostras de perfeita integração da população no meio.

A Câmara Municipal, em colaboração com outras entidades, encontra-se a promover o processo de candidatura da Arrábida a Património Mundial Natural da Humanidade, pela UNESCO.

O conjunto de acidentes de relevo, que constituem a cadeia Arrábida, inclui elevações como as serras de S. Luís, Gaiteiros, S. Francisco e Louro.

O ponto mais alto é a serra da Arrábida, de constituição calcária.

Com características mediterrânicas, o clima da região é temperado.

RESERVA NATURAL DO ESTUÁRIO DO SADO

A Reserva Natural do Estuário do Sado (RNES) estende-se por uma área de 23.160 hectares, dos quais, cerca de 13.500 são de área estuarina.

Os restantes hectares são constituídos por zonas húmidas, marginais, convertidas para salinicultura, piscicultura e orizicultura, por áreas terrestres e por pequenos cursos de água doce.

A RNES foi criada, pelo decreto-lei nº 430/80, de 1 de Outubro, porque o estuário, além de estar afectado pela agressividade de poluentes, apresenta um elevado valor ecológico, científico e económico, que urge defender.

Este é um local de nidificação, repouso ou invernagem para a avifauna, e de desova, desenvolvimento e crescimento de muitas espécies de peixes.


Fauna
Na RNES estão registadas 261 espécies de vertebrados, das quais, oito de anfíbios, 11 de répteis, 211 de aves e 31 de mamíferos.

A zona estuarina constitui um “viveiro” ou área de crescimento de espécies de peixes, como o charroco, o sargo, o garrento, a raia-riscada e o linguado.

Berbigão, búzios, amêijoas, camarão e caranguejo são crustáceos que podem ser observados, além de moluscos como choco, polvo e lula.

O roaz-corvineiro é uma das espécies de golfinhos que vive junto ao litoral, mas, também, em águas oceânicas, tal como o boto, que é igualmente um cetáceo, mas que não pertence à família dos golfinhos.


Flora
Das inúmeras espécies de flora que se podem encontrar nas várias áreas da RNES, como sapais e dunas, salientam-se a giesta, dedaleira, lírio, feto, camarinha, tomilho, santolina, cardo rolador e bocas de lobo.

PRAIAS

As praias são uma das grandes atracções turísticas de Setúbal. Banhadas por águas límpidas e azuis, com areias finas, recortam-se numa paisagem deslumbrante, com excelentes condições para a prática de desportos náuticos, como canoagem, vela, windsurf, ski, pesca desportiva e mergulho.


Portinho da Arrábida
Uma das mais belas praias portuguesas onde a areia branca e fina e as águas transparentes e luminosas estabelecem um fantástico contraste com a imponente austeridade da serra da Arrábida.

Tipo de praia: marítima
Nível de ocupação: elevada
Ondulação: tranquila
Extensão (maré alta): 250mx20m
Tipo de areia: branca e fina
Qualidade das águas: boa
Equipamentos e serviços: estacionamento, restaurante, vigilância, toldos e jogos


Praia de Galapos
Uma faixa de areia dourada entre a Arrábida e um mar magnífico, azul e calmo.

Tipo de praia: marítima
Nível de ocupação: elevada
Ondulação: tranquila
Extensão (maré alta): 550mx50m
Tipo de areia: branca e fina
Qualidade das águas: boa
Equipamentos e serviços: restaurante, vigilância e toldos


Praia da Figueirinha
O mar calmo e a beleza da paisagem envolvente fazem com que a Figueirinha seja uma das mais conhecidas praias da região e, por isso, muito concorrida durante a época estival.
Um longo banco de areia emerge durante a maré baixa.

Tipo de praia: marítima
Nível de ocupação: elevada
Ondulação: tranquila
Extensão (maré alta): 1100mx300m
Tipo de areia: branca e fina
Qualidade das águas: boa
Equipamentos e serviços: estacionamento; restaurante; vigilância; toldos; jogos

Azeitão

Conhecer Azeitão é descobrir toda uma região que, desde tempos imemoriais, sempre atraiu o Homem.

Dominada pela cordilheira da Arrábida, Azeitão dispõe de condições naturais que há milhares de anos a tornam um local atractivo. Os mais antigos indícios da presença humana nesta área remontam ao Paleolítico.
De grande importância foi a ocupação romana, que se desenvolveu, fundamentalmente, em duas áreas: no estuário do Sado (Arrábida, Setúbal, Tróia) com uma actividade industrial ligada à salga e conservação de peixe, e em Azeitão, com actividades agrícolas.
Da presença árabe não se encontraram vestígios arqueológicos. Porém, para vários autores, essa presença é certa e manifesta-se nos nomes das terras e nas actividades tradicionais, como refere Jaime Cortesão: Arrábida, a serra em cujas faldas assentam Azeitão e Aldeia (dos Irmãos) e donde manam as Ribeiras de Alcube e da Azenha, outros tantos nomes e traços da vida e cultura moçárabe, leva-nos a crer que este arrabalde já fora, durante a Idade Média, fresco lugar de recreio e vilegiatura de senhores árabes.
Mas é, sobretudo, a partir do século XV que Azeitão ganha prestígio, quando a nobreza descobre o clima ameno, a beleza e tranquilidade destas terras, abundantes em caça e pesca, e aqui constrói palacetes e quintas brasonadas, verdadeiros centros de lazer onde passava longas temporadas.


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Mapa de Azeitão


PATRIMÓNIO CULTURAL E EDIFICADO

Palácio dos Duques de Aveiro
Apesar do seu estado de degradação, é a construção mais monumental e a que melhor simboliza o passado aristocrático das terras de Azeitão.
Foi construído em meados do século XVI por ordem de D. João de Lencastre (primeiro Duque de Aveiro), em terrenos que lhe foram cedidos pelos frades do Convento de S. Domingos.
Neste palácio foi preso o Duque de Palmela e toda a sua família, por alegada participação numa conjura contra o Rei D. José.
Sobre o portal ainda é visível o brasão de armas ducais, picado por ordem do Marquês de Pombal.
Após a prisão do duque, foi saqueado, tendo desaparecido todo o seu recheio. Mais tarde o edifício foi cedido pelo Marquês de Pombal a um industrial para a instalação da primeira fábrica de chitas existente em Portugal e que funcionou de 1755 a 1846.É um solar severo e majestoso, em estilo maneirista.

Convento de S. Domingos
Construído em 1434, ruiu por ocasião do terramoto de 1755. Dele subsistem apenas a entrada nobre com cantarias (séc. XV-XVI).

Museu Sebastião da Gama
Dedicado à memória do "poeta da Arrábida".

Património artístico: artigo relacionado


Igreja de S. Lourenço
A actual construção remonta ao século XVI mas, no local, já existia um templo desde o século XIV, do qual nada subsiste.
É uma igreja de volumetria simples e fachadas rectilíneas, que merece ser visitada pelo seu interior rico em azulejos: os da cúpula (século XVII), os da capela-mor, atribuíveis à oficina de mestre António Oliveira Bernardes (século XVIII) e os do baptistério (época pombalina). Dignos de referência são também a pia baptismal e púlpito (quinhentistas, em brecha da Arrábida) e o painel, em alto relevo (de faiança esmaltada), representando a Virgem e o Menino (século XVI, proveniente do convento dominicano).


Fonte dos Pasmados
Imponente construção, mandada erigir no século XVIII pelo juiz Machado de Faria.
Em estilo barroco, com influência das obras de Carlos Mardel, em Lisboa, é composto por uma bacia polilobada em mármore rosa, encostada ao pano central, do qual corre a água por bicas abertas em duas carrancas.
O conjunto decorativo é completado com um vaso de flores e as armas reais.
LENDA: quem desta água beber ficará para sempre ligado a Azeitão.

Caves José Maria da Fonseca
Instaladas num edifício do século XIX. Albergam um pequeno museu com fotografias, troféus e maquinaria antiga.
Um jardim interior dá acesso às caves de envelhecimento, uma das quais ocupa o Armazém dos Teares da antiga Fábrica de Chitas.


Fonte da Aldeia Rica
Construída no século XVI, recebeu obras de beneficiação no século XVIII, tendo-lhe sido aplicado o belíssimo baixo-relevo maneirista.
Pensa-se que este painel fazia parte de um conjunto de três que decoravam o Palácio dos Aveiros (os outros dois encontram-se na posse de coleccionadores particulares).


Fonte de Oleiros
Decorada com duas "figuras de convite" envergando fardamento militar, adoptado após a reorganização do exército português feita pelo Conde de Lippe (1762).


Quinta das Torres
Um dos principais e mais belos conjuntos arquitectónicos da Renascença em Portugal.
Construída em 1570, por iniciativa de D. Diogo d'Eça, um adepto das novas ideias do Humanismo Renascentista.
Desenvolve-se à volta de um pátio central quadrado, para o qual dá a fachada nobre. Nos ângulos da casa estão as torres que dão o nome à quinta. Sobre o pórtico da entrada podem ser vistos dois torreões em forma de pirâmide, característicos do Renascimento.
A fachada norte dá para os jardins e lago, no centro do qual se ergue um pequeno tiempetto assente em 12 colunas.
No interior da casa há salas com tectos em madeira, portas à romana e painéis de azulejo. Na sala que dá para o lago, que, na opinião de Santos Simões, teria sido originalmente uma galeria aberta semelhante às "Casas de Fresco" da Quinta da Bacalhoa, podem observar-se dois notáveis painéis de majólica italiana, provavelmente da oficina de mestre Orazio Fontana de Urbino, representando cenas mitológicas.
Todo o conjunto é enquadrado por um belíssimo arvoredo que cria um ambiente idílico.

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Quinta da Bacalhoa
A Quinta recebeu, ao longo da história, várias designações: "Ville Fraiche", "Quinta da Condestablessa" ou "Quinta do Paraíso".O nome de "Bacalhoa" só surge a partir do século XVII, quando a Quinta entra na posse de D. Maria de Mendonça, casada com D. Jerónimo Manuel, que tinha por alcunha "O Bacalhau".
É a mais famosa quinta da região devido ao seu rico património azulejar dos séculos XV e XVI.
Primitivamente (1427), existiria neste local um pavilhão de caça pertencente ao infante D. João, Mestre de Santiago. Sua filha, D. Brites, herdou a propriedade tendo erigido o palácio e as cercas com cubelos de cúpulas gomadas.
A actual construção data de 1528, sendo obra de Braz de Albuquerque, filho de Afonso de Albuquerque.
A nova construção manteve alguns elementos dos edifícios anteriores (as abóbadas de ogiva, as torres com cúpulas de gomos incorporadas no palácio e dispersas pela quinta), mas segue já os ensinamentos do renascimento, tanto pela planta em L, pela simplicidade das linhas direitas e pelos ritmos e equilíbrio da construção, como pelas loggias que se abrem nas fachadas.
O jardim, que se desenvolve em volta de uma fonte, presenteia-nos com um conjunto de buxos de desenho geométrico, seguindo o modelo do jardim renascentista, de que é percursor no nosso país, sendo mesmo considerado um dos mais notáveis monumentos da nossa arquitectura paisagística.
São, contudo, os azulejos que decoram o palácio, canteiros, bancos de jardim e a Casa do Lago que mais contribuem para a fama deste palácio.
Em variadíssimos padrões geométricos de técnicas de aresta e corda seca, os azulejos sevilhanos da primeira metade do século XVI enriquecem de cor a Casa de Fresco que dá para o lago. Trata-se de azulejos de majólica, alegóricos e simbólicos, inspirados em gravuras flamengas ou com motivos naturalistas.
Surgem, ainda, revestimentos de azulejos lisos monocromáticos colocados na diagonal, criando o padrão xadrez tão usual da época.

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Igreja de S. Simão
A primitiva capela dedicada a S. Simão é de origem muito antiga, sabendo-se apenas que já existia no século XVI.
Em 1569, Afonso de Albuquerque oferece uma imagem da Sra. da Saúde e o seu filho compromete-se a construir uma igreja para fundar a freguesia de S. Simão. O templo foi bastante afectado pelo terramoto que destruiu três das suas quatro torres.
O aspecto mais notável desta igreja é o revestimento azulejar que cobre totalmente as paredes. Trata-se de azulejos característicos do século XVII, de tipo "tapete", em azul, branco e amarelo onde se inscrevem pequenos painéis figurativos.

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Convento da Arrábida
Tem origem numa lenda que nos conta que um mercador inglês que se dirigia a Lisboa teria sido surpreendido por uma forte tempestade que partiu o mastro do seu barco, que ficou à deriva. Temendo o pior, a tripulação procurou a ajuda de uma imagem da Virgem que se encontrava num oratório, mas ela havia desaparecido. Nesse mesmo momento, vislumbraram uma luz que brilhava ao fundo e, de imediato, a tempestade acalmou.
Assim que amanheceu, subiram à serra para procurar a origem daquela estranha luz e, surpreendidos, encontraram a imagem desaparecida. Atribuindo a salvação a um milagre, alguns dos homens decidiram ficar para sempre neste lugar, dando origem ao primeiro ermitério.
A fundação do convento resultou de um encontro que D. João de Lencastre (primeiro duque de Aveiro) teve, em Espanha, com frei Martinho, um religioso castelhano, que lhe terá confessado o seu desejo de fazer uma vida eremita dedicada exclusivamente a Nossa Senhora. O duque indicou-lhe a Arrábida, onde já existia uma ermida em que se venerava Nossa Senhora da Arrábida.
A primeira comunidade, constituída por frei Martinho e três outros religiosos, instalou-se, em 1539, junto da ermida da Memória, já então centro de grandes romarias. Durante dois anos viveram em celas escavadas nas rochas. Estas celas e as capelas que se encontram na parte mais elevada da serra constituem o que é designado por Convento Velho.
Porque as condições de vida eram duríssimas, uma nova comunidade funda em 1542 o Convento Novo, constituído por igreja, capelas, celas minúsculas, fontes, cozinha e refeitório e biblioteca, num jogo de volumes e desníveis que constitui um belíssimo exemplo de integração da arquitectura na paisagem. Na sacristia, ex-votos lembram a grande devoção das nossas gentes pela Senhora da Arrábida.
Na fachada da Igreja pode-se ver uma curiosa escultura de grandes dimensões de frei Martinho, onde o religioso surge com os braços abertos, os olhos vendados e a boca fechada por um cadeado. Nas mãos empunha um círio e um cilício e tem os pés assentes sobre um dragão e a esfera do mundo. Junto do Convento, no Santuário do Bom Jesus existe uma interessante construção de meados do século XVII, com um pequeno jardim.

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Forte da Arrábida
Foi construído em 1676, após a Guerra da Restauração, com os objectivos de reforçar a defesa da costa e de proteger o convento.
Actualmente encontram-se aí instalados o Museu Oceanográfico (aquários com espécies da fauna e flora do litoral da Arrábida) e um Centro de Biologia Marinha.

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PATRIMÓNIO NATURAL

A costa Sul da península de Setúbal é constituída por uma faixa montanhosa de natureza calcária que, numa sucessão de estratos, desce até ao mar lembrando uma gigantesca escadaria.
A natureza na serra da Arrábida, além do relevo que a caracteriza, está essencialmente representada pela vegetação, que nos surpreende pela sua raridade e exuberância, mas também pela sua resistência às condições ecológicas tão particulares. Memória de um passado longínquo, a vegetação, que ainda hoje reveste grande parte da Serra, é o único vestígio da floresta mediterrânica do período Pré-Glassiárico sul europeu. O valor científico e a necessidade de preservação deste património natural, levaram à classificação desta área como Parque Natural e à sua inclusão na Rede Europeia de Reservas Bioenergéticas.


Reservas
A vertente Sul da Arrábida, virada para o mar, pelas suas condições de protecção, humidade e temperatura propicia condições para a conservação das espécies vegetais, de tal forma que, nos vales mais cavados e nas encostas abrigadas, espécies arbustivas como o folhado, a murta, a aroeira, o medronheiro, o carrasco, a azinheira, o zambujeiro ou o carvalho-cerquinho atingem dimensões verdadeiramente invulgares.
Todas estas espécies, com as estevas, rosmaninhos, alecrins e madressilvas, formam matas quase impenetráveis e de uma indescritível exuberância.
Para que se preservem estas áreas onde a vegetação conserva características mais próximas das originais, três zonas - Mata do Vidal, Mata do Solitário e Mata Coberta - foram classificadas como reservas integrais. Aí, o acesso é interdito, destinando-se apenas à observação e estudos científicos.


Falésias
É na serra do Risco que se encontra um dos acidentes orográficos mais impressionantes da costa portuguesa. Depois de atingir os 380 metros de altitude no sítio do Píncaro, a encosta cai, abruptamente, sobre o mar, formando as mais altas falésias de Portugal (que alguns afirmam serem também as maiores da Europa).

Praias
Na base das arribas encontram-se pequenas enseadas e praias de areias brancas, águas cristalinas e tranquilas, abrigadas do vento norte e envolvidas pela magnífica vegetação da Arrábida.

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Anicha
Testemunho do avanço do continente, é hoje um rochedo miocénico. Em seu torno, e no canal que a divide, existem diversas espécies de algas. A fauna marinha é também abundante pelo que esta área está declarada como Reserva Marinha.

Actividades de ar livre
A natureza, com os seus muitos contrastes, oferece-nos condições para a realização de inúmeras actividades de ar livre, como percursos pedestres e de orientação, cicloturismo, actividades equestres, desportos náuticos (natação, mergulho, remo, canagem, vela, windsurf) e desportos aéreos (asa delta, parapente, balonismo).

 
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Concelho de Sintra
CLIMA E PAISAGENS


Ambiente - Caracterização da Paisagem
A Paisagem do Concelho ao Longo dos Tempos

A paisagem do concelho de Sintra tem sofrido alterações mais ou menos profundas ao longo dos séculos. Assim, em tempos remotos, as árvores dominantes eram os carvalhos. Nas zonas mais húmidas corria o Carvalho-alvarinho ou o Carvalho-cerquinho, enquanto nas áreas mais soalheiras evidenciava-se o Sobreiro, em solos siliciosos, ou o Carrasco e o Zambujeiro, em solos calcários.

A destruição do coberto vegetal iniciou-se na época pré-romana, dando lugar a uma estrutura agrária muito parcelada resultando num mosaico de culturas, terrenos baldios, pastagens, matos, etc., delimitados por muros de pedra solta. Nas zonas mais pedregosas como a própria Serra, a destruição da Floresta climática deu lugar a uma vegetação composta por matos expontâneos que abrigavam uma diversificada e rica fauna. Estes foram os locais mais procurados para a realização de montarias e outras caçadas.

Mais recentemente operaram-se duas mudanças radicais que marcaram profundamente esta área:

· a primeira deu-se no século passado e consistiu na florestação da Serra com o aproveitamento de muitas árvores autóctones e a introdução de outras vindas dos mais diversos pontos do globo;

· a segunda é bastante próxima e tem tido resultados desastrosos para o património natural deste concelho - a explosão urbanística e demográfica.

A Serra de Sintra, que tomou corpo no Cretácico, há mais de noventa milhões de anos, é o acidente geomorfológico mais importante de toda esta região. De origem eruptiva (granitos e rochas afins) atinge o seu ponto mais elevado na Cruz Alta (528 metros) e sobressai da paisagem circundante, mais ou menos plana a monótona com uma altitude média que ronda os 150 metros, assente em calcários e arenitos do Jurássico e Cretácico. No Noroeste da autarquia encontranos pequenas bolsas de terrenos de aluvião (Plistocénico e Holocénico) e, na zona do Banzão, dunas e areias eólicas do Holocénico. Existem ainda pequenas zonas de basaltos na área de Montelavar.


Condições Climáticas

Dois factores contribuem decisivamente para as condições climáticas que se fazem sentir na região sintrense:

· o primeiro tem a ver com a situação do concelho em relação ao Oceano Atlântico;

· o segundo com a barreira de condensação que a Serra de Sintra constitui.

Desta maneira podemos observar que os níveis de radiação diminuem de Sudeste para Noroeste, isto é, à medida que nos aproximamos da costa. A insolação apresenta o mesmo tipo de variação mas, na zona da Serra registam-se valores tão baixos como aqueles que se verificam na Assafora e território adjacente, o que se deve à nublosidade aí existente. Quanto à temperatura, ela tem os seus valores mais baixos na zona da Serra e no extremo Nordeste do concelho; no primeiro caso devido à altitude e no segundo às condições de relativa continentalidade. Finalmente, quanto à precipitação, verificam-se duas situações bem diferenciadas: uma mais seca, junto ao litoral, e outra mais húmida, que abrange a zona de influência directa da Serra (onde a precipitação atinge o seu máximo) e toda a área oriental do concelho.

Os diferentes tipos de solos estão intimamente com as características litológicas e geográficas já referidas. Podemos classificá-los em 3 grandes grupos:

· os solos derivados das rochas eruptivas;

· os solos derivados das rochas sedimentares;

· os que estão ligados às formações arenosas.

A ocupação do solo, foi condicionada tanto pela sua génese como pelos factores de natureza orográfica e climática. Assim, os solos agricultados são fundamentalmente aqueles ligados aos calcários, em terrenos mais ao menos planos. Na Serra encontramos a área florestal por excelência enquanto as areias são ocupadas pela única vegetação arbórea capaz de crescer em substractos pouco consolidados - as matas de pinheiros.

A posição geográfica do concelho de Sintra aliada às características físicas anteriormente referidas faz prevalecer duas influências fundamentais que determinam os ambientes ecológicos aqui existentes: a inserção da região no bioma Mediterrânico e a proximidade do Oceano Atlântico. Pequenas variações locais das condições climatéricas, orográficas e litológicas podem originar o domínio duma ou doutra destas influências ou, ainda, criar uma mistura de várias situações. Na figura 5 constata-se a existência de 4 áreas ecologicamente diferenciáveis:

· Uma área de ocorrência natural/potencial de árvores como o Carvalho-negral, o Bidoeiro e o Teixo, onde aparecem ainda o Carvalho-alvarinho, o Carvalho-cerquinho, o Sobreiro, o Castanheiro, o Pinheiro-manso e o Pinheiro-bravo (AS.MA.AM)

· Um área onde potencialmente ocorrem o Carvalho-alvarinho, o Carvalho-cerquinho, o Sobreiro, a Oliveira, o Castanheiro e os pinheiros (MA.AM)

· Uma área de pinhal (pMA)

· Uma área onde o Carvalho-alvarinho deixa de ocorrer e que abrange a maior parte do concelho (AM).


Três Grandes Zonas: a Faixa Costeira, a Serra de Sintra, a Área Agrícola

Para facilitar a abordagem do Património Natural consideramos três grandes Zonas de acordo com a sua fisionomia própria: a Faixa Costeira, a Serra de Sintra e a Área Agrícola. As duas primeiras integram-se na Área de Paisagem Protegida Sintra-Cascais, criada com o objectivo de preservar os valores paisagísticos, geológicos e biológicos que esta parte do concelho encerra.


A Faixa Costeira

Estendendo-se desde a Foz do Falcão (a Norte) até à Biscaia (a Sul) esta faixa, com uma largura média de cerca de 3 Kms, faz a transição entre dois meios completamente diferentes - o Meio Marinho e o Meio Terrestre - sofrendo, por isso, influências de ambos.

O mar, com uma acção fortemente erosiva, vai modelando a linha de costa quer por desgaste físico provocado pela força das águas, quer por ataque químico a algumas rochas (e.g. calcários) quer, por deposição e remoção contínua do sedimento arenoso. Também os organismos marinhos que vão colonizando a zona de marés ajudam s desagregar o substrato alterando a sua micro-estrutura. Por outro lado, os ventos são igualmente um agente de erosão através do transporte activo das areias que chegam a ser depositadas a longas distâncias. A deslocação de massas de ar carregadas de partículas de água salgada em suspensão produz o efeito da salsugem que faz incidir a influência marinha muito para além dos seus limites físicos.

O meio terrestre exerce a sua influência sobre a Faixa Costeira fundamentalmente pela mão do Homem que desbravou a vegetação natural para a substituir pelas suas culturas e para permitir a criação de gado. Mais recentemente, a pressão sobre o litoral revestiu-se de novas formas com expansão das áreas urbanas e do turismo.

Por tudo isto não é de estranhar que numa área relativamente restrita se possam identificar inúmeras situações ecológicas que podem ser agrupadas em conjuntos minimamente homogéneos:

· o mar - que não fazendo propriamente parte do concelho é responsável por muitos factores que o condicionam directamente;

· a costa rochosa - como antigas muralhas de uma imensa fortaleza de há muito destroçada, as escarpas e falésias altas, extremamente recortadas, por vezes formando pequenas ilhotas, delimitam a maior parte da costa deste concelho e atingem no Cabo da Roca o ponto mais ocidental do subcontinente europeu;

· a costa arenosa - para Norte do Cabo da Roca e alterando com zonas de costa rochosa vão-nos aparecendo algumas manchas de areal, por vezes para a frente das arribas, entre estas e o oceano, outras vezes em pequenas enseadas de existência precária, encaixadas entre falésias ou associadas à foz de pequenos cursos de água;

· os matos costeiros - do ponto de vista estrutural, os matos que ocupam o planalto costeiro e algumas vertentes entre falésias constituem uma vegetação mais ou menos rala com arbustos rasteiros mas muito densos (capazes de resistir à fustigação dos ventos marítimos) a que vulgarmente se chama charneca;

· as zonas de maior intervenção humana - mais para interior, confinando com a Área Agrícola na sua maior parte, vamos encontrara uma zona bastante heterogénea, onde o homem transformou completamente os ambientes naturais para diferentes utilizações do solo.


A Serra de Sintra

Quem esteja familiarizado com este maciço já se apercebeu que existem aqui duas situações bem distintas:

· uma em que a vegetação é luxuriante, as árvores estão copo com copa formando um manto com várias tonalidades de verde, irregular e muito denso - o Grande Jardim;

· e outra, mais monótona, com matas de resinosas alterando com clareiras arbustivas, por vezes de grandes dimensões de onde sobressaem blocos rochosos - a Serra Brava.

A orientação perpendicular da Serra em relação à costa e as direcções predominantes dos ventos nesta região (Norte e Noroeste) levam a que se verifiquem alguns fenómenos interessantes que têm uma influência directa sobre as condições microclimáticas.

No flanco ocidental assiste-se a uma deflexão dos ventos que aqui sopram com grande velocidade que são desviados para o oceano. Mais afastado da costa, o flanco oriental recebe ventos relativamente brandos que envolvem a serra contornando-a para a sua vertente Sul. Alguns vales, com orientação concordante com a dos ventos, canalizam o fluxo fazendo-o adquirir uma forte aceleração. Um destes vales (a nascente do monge) divide o maciço segundo uma linha Noroeste-Sudeste. Grosso modo podemos considerar que a zona mais arborizada se situa para o interior desta linha enquanto no terço mais ocidental se verifica uma maior monotonia da paisagem.


A Área Agrícola

Abrangendo cerca de três quartos da superfície total do concelho, esta área é a mais densamente povoada e aquela onde a paisagem foi mais afectada. Ela sofreu alterações tão profundas que do provável sobreiral primitivo apenas restam algumas árvores dispersas. O seu relevo suave e os seus solos favoráveis às actividades agrícolas levaram à progressiva substituição do coberto natural por pastagens e terrenos agrícultados.

O Homem foi criando um ambiente cada vez mais favorável à sua própria instalação e, por isso, povoados, aldeias e vilas multiplicaram-se. Assim, quando o desenvolvimento industrial e a explosão demográfica de verificaram, esta zona, bastante próxima da capital em rápido crescimento, tinha todas as condições para que nela viessem implantar autênticas "cidade dormitório", como são hoje o Cacém, Queluz, Mem Martins, etc.

Refira-se ainda uma outra actividade económica famosa neste concelho e com impacte bem marcado na paisagem - trata-se da extracção de mármores que se verifica em zonas como a de Pero Pinheiro, sendo realizada em pedreiras a céu aberto esventradas por completo.

O rápido desenvolvimento da sociedade moderna, com a abertura de novas oportunidades de emprego, a especulação fundiária e a expansão da urbe, implicou a descaracterização do próprio meio rural já de si profundamente humanizado e do qual apenas restam algumas formas típicas a Norte e Nordeste do concelho.

Intimamente ligadas à evolução desta área, as suas formas de vida selvagem foram se modificando e adaptando às novas situações criadas que, grosso modo, podem ser encaradas dentro de 5 tipos biológicos diferentes:

· o meio rural é, sobretudo, caracterizado pelas extensões de campos de sequeiro que ocupam grande parte do limite Norte do concelho, nomeadamente na região situada entre Negrais e Almocrim, em que as culturas cerealíferas são o resultado da "domesticação" de certas espécies vegetais que substituíram completamente o coberto primitivo;

· as zonas florestadas foram implantadas pelo homem quer sob a forma de matas de protecção das encostas mais íngremes e em terrenos desabrigados e ventosos (pinhais), quer sob a forma de matas de produção (pinhais e eucaliptais), quer ainda, de origem mais antiga, as que têm como finalidade o embelezamento paisagístico ou a criação de espaços lúdicos (quintas, parques, campos de golf, etc.);

· os carrascais, também conhecidos por garrigues, são as únicas formações naturais ou semi-naturais e demarcam-se de toda a paisagem circundante pela sua fisionomia e estrutura, restando apenas algumas pequenas "ilhas" (Serra da Carregueira) em zonas com muitos afloramentos rochosos;

· os cursos de água - dos vários que percorrem esta Área existe um que pelo seu envolvimento paisagístico e pela sua relativa "pureza" merece a pena destacar: a Ribeira de Cheleiros, que limita o concelho de Sintra a Norte, atravessando uma zona tipicamente rural.


 
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Concelho de Sobral de Monte Agraço
Praça Dr. Eugénio Dias

Praça de traça pombalina, sala de visitas da vila. No edifício onde está instalada a Câmara Municipal, salienta-se a lápide alusiva à mercê do senhorio, concedida por D. José a Joaquim Inácio da Cruz Sobral, que viria a ordenar a construção da casa nobre da família Sobral, do chafariz e do edifício onde se encontra instalada a Câmara Municipal. É também aqui que se localiza a Igreja de Nossa Senhora da Vida.
No centro da praça destaca-se um interessante coreto, e também a estátua do médico Eugénio Dias, que no século XX deu nome à praça.

Igreja de Santo Quintino

É um belo templo de três naves, certamente o último de fundação manuelina (1520). Muito curiosa a porta principal, híbrida de elementos manuelinos e renascentistas, e datada, numa cartela, na pilastra do lado direito, de 1530. S. Quintino é um documento da fase final da arquitectura manuelina e um autêntico museu do azulejo, em que figuram padrões únicos. As três naves são de cinco tramos, divididas por colunas cilíndricas, com capitéis decorados de volutas e palmetas que sustentam ábacos quadrados, sobre os quais assentam os grandes arcos redondos, decorados por azulejos de tapete de padrão largo.
Os tectos de cada nave são de madeira e as paredes forradas de alto a baixo com azulejos do séc. XVII, em grandes painéis de tapete, sendo porém o silhar inferior já do século XVIII, com um característico motivo de albarradas. A meio da nave, à esquerda, invulgar púlpito de pedra, quinhentista, que conserva ainda uma interessante decoração pictural com a representação dos evangelistas.
A cabeceira é constituída pela capela-mor e duas capelas colaterais, todas de muito interesse e dotadas de abóbadas de cruzaria com bonitos bocetes.
A do lado da Epístola, dedicada a S. Quintino e revestida de azulejos do séc. XVIII, com cenas do seu martírio, mantém a pintura seiscentista na abóbada. No altar, as boas imagens da Virgem com o menino e o orago, esta datada de 1532.

Moinho do Sobral

Este Moinho de Vento fica situado em plena vila de Sobral de Monte Agraço, devidamente sinalizado, com boas acessibilidades pela Rua do Moinho.
Actualmente é considerado um dos cartões de visita por ser o mais representativo e o único ainda em funcionamento permanentemente, em todo o Concelho.
É uma estrutura de médias dimensões, pintado de azul e branco e o seu bom estado de conservação deve-se à recuperação e dinamização por parte do seu proprietário: a Câmara Municipal.

Igreja de Nª Sª da Vida


Templo reconstruído sobre a anterior capela da mesma invocação e que hoje substitui a velha matriz da antiga vila, então situada no local chamado Salvador. Exteriormente, a fachada de duas torres apresenta-se com certa imponência. A nave da igreja é alta e bem iluminada, com monumental arco triunfal e grande coro de três arcos. A sua melhor alfaia é uma riquíssima custódia, depositada no Patriarcado de Lisboa, pertencente aos condes de Sobral.

Quinta Nova de Nossa Senhora

Desempenhou papel de certo relevo durante as Invasões Francesas, pois esteve aí instalado em 1810,o quartel-general de William Carr Beresford, general inglês que, durante largo período, foi comandante-chefe do exército português. A comemorar o facto, mandou avisadamente a Comissão de História Militar, em 1931, colocar ali uma inscrição. Sobre o portão de entrada,registo de azulejos da época (datado de 1805), representando S. Francisco, Nossa Senhora da Conceição e S. Marçal.

Quinta dos Freixos


A quinta dos Freixos, durante o período das Invasões Francesas, concretamente em 1810, funcionou como Quartel-General do Duque de Wellington.

 
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Concelho de Torres Vedras
O Concelho de Torres Vedras possui mais de 20 km de costa marítima onde pontificam praias de rara beleza.

Santa Cruz

Entre pequenas praias tranquilas e largos areais cosmopolitas existem diversas alternativas para o lazer ou para a prática desportiva, nomeadamente, natação, surf, bodyboard, pesca, etc.
O clima é ameno, permitindo até a frequência das praias fora da época habitual.
As mais conhecidas praias são as de Sta. Rita, Porto Novo, Assenta e, de modo particular Sta. Cruz (antiga praia de Sta. Cruz de Ribamar) que sobressai das restantes pela extensão, largura e brancura do seu areal, bem como pelo seu cosmopolitismo.
Mais sobre Santa Cruz

Porto Novo e Sta. Rita
A praia de Porto Novo, onde desagua o Rio Alcabrichel, encontra-se no limiar de um vale paradisíaco, entre escarpas de vegetação luxuriante, onde se encontram grutas com vestígios pré-históricos.
Antigo porto piscatório, esta praia é também conhecida por ter sido o local de desembarque das tropas britânicas que viriam a combater na batalha do Vimeiro, aquando da primeira invasão francesa.
Com um areal mais extenso, a praia de Santa Rita é também muito procurada.
Estas praias situam-se na periferia do complexo termal do Vimeiro 1, usufruindo de diversos atractivos complementares como um campo de golfe, um centro hípico e uma piscina de água aquecida.

Assenta
Situada no extremo Sul do concelho, junto à estrada para a Ericeira, pertence à Freguesia de S. Pedro da Cadeira.
É uma praia tranquila e acolhedora, num recanto abrigado por altas falésias que a circundam.
É o sítio ideal para quem ambiciona por umas férias sossegadas, conjugando a praia com uma ruralidade genuína que caracteriza a zona.
Embora dissipando-se com o tempo ainda são visíveis as marcas de quem fazia da pesca o seu principal modo de vida. Ainda hoje, os polvos de Cambelas, antiga aldeia piscatória próxima são famosos.
Alojamento: não existindo unidades hoteleiras próximas, é habitual o aluguer de casas e anexos durante o período balnear.

PRAIA ACESSÍVEL - PRAIA PARA TODOS

A praia de Santa Cruz - Centro e a praia de Santa Rita Norte, candidataram-se ao galardão Praia Acessível. Na praia Centro, é o terceiro ano consecutivo que a praia recebe o galardão, enquanto que em Santa Rita Norte, a época balnear de 2007 é o segundo ano em que é considerada Praia Acessível.
A Bandeira do Projecto "Praia Acessível, Praia para Todos!" foi hasteada no dia 20 de Junho, na Praia de Santa Cruz-Centro e na Praia de Santa Rita Norte, o que comprova o facto de cumprirem os requisitos necessários para receber utentes com mobilidade condicionada.
Este projecto é promovido pelo Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiências (SNRIPD), entre outras entidades como:
Direcção Geral de Turismo (DGT);
Instituto da Água (INAG);
Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE
Critérios definidos para a atribuição da bandeira "Praia Acessível"
Para merecerem a designação de praias acessíveis, com direito ao galardão indicativo de acessibilidade total, há que satisfazer um conjunto de seis imperativos, designadamente:
acesso pedonal;
estacionamento ordenado;
acesso à zona de banhos;
passadeira no areal;
sanitários adaptados;
acesso ao posto de socorros.
Como factores facultativos consideram-se, ainda, o acesso a bares e restaurantes e a existência de apoios anfíbios para o banho.


Monumentos

Castelo Medieval
Aqueduto
Forte de S. Vicente
Centro Histórico
Igreja de Santa Maria
Igreja de S. Pedro
Igreja de Santiago
Igreja da Misericórdia
Chafariz dos Canos
Convento do Barro
Convento do Varatojo
Convento da Graça
Linhas de Torres
Paços do Concelho

 
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Concelho de Vila Franca de Xira


Em terras de Vila Franca, na zona rural ou em cada um dos núcleos urbanos do Concelho, temos um tempo certo e definido para trabalhos e tarefas, mas também uma altura própria e adequada para pausas e diversões. De Janeiro a Dezembro – em Alhandra como em Vialonga, na Póvoa de Santa Iria ou em Alverca, em S. João dos Montes e no Sobralinho, na Castanheira, no Forte da Casa, em Calhandriz ou nas Cachoeiras, não esquecendo a cidade-mãe, há festas locais e iniciativas de grande escala, onde convivemos com gosto e recebemos de braços abertos.

Integrados nessa vivência sociocultural, os certames do Turismo Municipal cumprem igualmente a importante função de apelar à presença e participação de visitantes ocasionais e amigos de sempre, seja no renovado Parque Urbano para a nova Feira de Outubro, no Cabo da Lezíria para a Festa de Campo, nas ruas e na Palha Blanco, em Vila Franca de Xira, por alturas do Colete Encarnado, nas Campanhas de Gastronomia de Março e de Novembro, em exposições de raiz popular, na Corrida das Lezírias, e por aí fora ao longo de todo o ano.

Em nome da Câmara Municipal, sejam bem-vindos!

PATRIMÓNIO

O Sector de Património tem por missão o estudo e inventário do património arquitectónico, arqueológico e artístico do concelho, bem como o desenvolvimento de acções de protecção e preservação do património edificado do concelho, a colaboração com o Departamento de Planeamento, Gestão e Qualificação Urbana, nomeadamente, na elaboração de propostas e pareceres de classificação de património.

Desenvolve programas de salvaguarda patrimonial que abrangem várias áreas, desde a arqueologia à arquitectura rural, tradicional e urbana e ao património móvel.

Como exemplos de projectos em curso estão a preservação e conservação das fontes históricas do concelho e pelourinhos, a revisão do Plano Director Municipal e a elaboração das cartas de património.

O Sector de Património presta também um serviço regular de consultadoria aos párocos do concelho, no domínio da conservação do património religioso, através de um programa de apoio ao restauro e conservação.

 

 
 
 
Turismo, Portugal, Restaurantes, Hotéis, Património, Praias, Monumentos, castelos, Conventos, Mosteiros
Tourism, Portugal, restaurants, hotels, heritage, beaches, monuments, castles, convents, monasteries
Tourisme, le Portugal, les restaurants, les hôtels, le patrimoine, plages, monuments, châteaux, couvents, monastères
Turismo, Portugal, restaurantes, hoteles, patrimonio, playas, castillos, Turismo Rural, Aventura, Parajes Naturales
Turismo, Portogallo, ristoranti, alberghi, il patrimonio, le spiagge, monumenti, castelli, conventi, monasteri
Tourismus, Portugal, Restaurants, Hotels, Erbe, Strände, Sehenswürdigkeiten, Schlösser, Klöster, in den Bergen