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Concelho de Angra do Heroismo
Angra do Heroísmo, sede do bispado desde 1534, ano em que foi elevada a cidade, está situada a sul da Ilha Terceira junto da pequena baía que lhe deu o nome.

A situação geográfica da ilha, a sua forma arredondada, facilitando as comunicações entre todos os pontos da sua periferia, a riqueza do solo, abundante em pastagens para criação de gados e aptidão para outras culturas, a relativa segurança na baía, fizeram de Angra o porto militar dos Açores, onde as armadas da Índia se reabasteciam na volta e que navios de outras proveniências demandavam com intuitos comerciais. Nestas condições rápido foi o desenvolvimento do pequeno burgo que era Vila desde 1474.

Poucas cidades portuguesas têm desempenhado tão importante papel na história nacional como Angra, que exerceu uma acção decisiva nos destinos do país. A sua heróica resistência ao domínio castelhano, a sua fidelidade ao partido de D. António Prior do Crato, que nela estabeleceu o seu governo desde 5 de Agosto de 1580 a 6 de Agosto de 1582, a forma como expulsou os espanhóis em 1641, valeram-lhe o título de sempre leal cidade, que D. João IV lhe conferiu.

Mais tarde residência de D. Afonso VI, preso no Castelo de São João Baptista do Monte Brasil de 21 de Junho de 1669 a 30 de Agosto de 1684, capital da província, sede do governo geral e residência dos capitães generais, por decreto de 30 de Agosto de 1766, sede da Academia Militar de 1810 a 1832, Angra foi o centro e a alma do movimento liberal.

Tendo abraçado a causa do constitucionalismo nela se estabeleceu em 1828 a Junta Provisória, em nome da Rainha D. Maria II. É nomeada a capital do reino por Decreto de 15 de Março de 1830. Em Angra organizou D. Pedro IV a expedição ao Mindelo e promulgou alguns dos mais importantes decretos do novo regime, como o que criou novas atribuições às Câmaras Municipais, o que organizou o exército, o que aboliu as sisas e outros impostos, o que extinguiu os morgados e capelas e o que proclamou a liberdade de ensino.

Para galardoar tantos e tão assinalados serviços, o decreto de 12 de Janeiro de 1837, conferiu à cidade o título de mui nobre, leal e sempre constante cidade de Angra do Heroísmo e condecorou-a com a Grã-Cruz da Torre e Espada. A associação de Angra aos descobrimentos marítimos dos sécs. XV e XVI através do seu porto, que foi escala obrigatória das frotas de África e das Índias, e de ser um exemplo da criação de uma cidade ligada à função marítima, levou a UNESCO a inscrever, a 7 de Dezembro 1983, Angra do Heroísmo na lista do Património Mundial.

A cidade resistiu ao grande sismo que a abalou em 1980, mantendo a traça da sua planta do século XV e a arquitectura dos seus monumentos e edifícios.

 
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Concelho de Calheta
História
A vila da Calheta é uma das mais antigas povoações da ilha de São Jorge, depois da sua fundação em 1483 rapidamente cresceu graças a possuir um porto que lhe facilitava bastante a comunicação com a ilha Terceira, próxima.


Vista parcial da Calheta, ilha de São Jorge.Foi elevada a vila em 3 de Junho de 1534, por carta régia de D. João III. (Arquivo dos Açores, Vol. V, pág. 141) A 12 de Maio de 1718, autorização da fundação do convento da vila da Calheta. Em 1732, tem início da reedificação da sua Igreja Matriz.

É sede de um município com 126,51 km² de área e 4 069 habitantes (2001), subdividido em 5 freguesias. O concelho é limitado a noroeste pelo concelho de Velas, sendo banhado pelo Oceano Atlântico em todas as outras direcções.

O seu núcleo populacional à medida que foi crescendo foi também irradiando para as localidades próximas; foi o caso da Fajã Grande, Ribeira Seca, Relvinha, Biscoitos e Norte Pequeno. O seu crescimento justificou que no ano de 1534 fosse desanexada do Concelho de Velas e elevada a Vila.


Interior da Baía da Calheta, Vila da Calheta, ilha de São Jorge.Ao longo da sua história esta localidade foi por diversas vezes atacada e saqueada por piratas e corsários. Só no ano de 1597 a população conseguir repelir um ataque, chegando ao ponto de se apoderarem da bandeira dos piratas.

Arrasada pelo grande terramoto de 9 de Julho de 1757, que ficou conhecido na história como o Mandado de Deus ao que "ficou sem casa onde se recolhesse o Santíssimo Sacramento", foi atingida em 1945, a 4 de Outubro, por grande Levante do Mar.


Falésias da Costa norte da ilha de São Jorge junto à Vila da Calheta, ilha de São Jorge.Esta vila possui monumentos e edifícios de interesse público e arquitectónico, seja pela arquitectura utilizada seja pela sua imponência ou características próprias. Exemplo deste caso é a Igreja de Santa Catarina cuja construção é posterior a 1639, pois a 8 de Janeiro desse ano, um grande incêndio destruiu a primeira que remontava ao século XVI.

O desenvolvimento humano da localidade foi progredindo ao longo dos séculos. Sendo que uma das maiores manifestações populares organizativas são as filarmónicas que existem desde 1868. Além dos recentes festivais musicais organizados pela Câmara Municipal da Calheta e as actividades desenvolvidas pela Escola de Ensino Complementar "Padre Manuel de Azevedo da Cunha".


Vista parcial da Igreja da Calheta, ilha de São Jorge.Duas unidades fabris destinadas à transformação do Atum, uma das quais, localizada na Fajã Grande e outra próxima do Porto da Calheta trouxeram um surto económico à localidade. Com a queda da quantidade de pescado no Atlântico a actividade destas unidades foi suspensa. A Fabrica localizada junto ao Porto da Calheta e que se enquadra numa excelente baía deverá ser convertida numa estalagem com vista a apoiar o desenvolvimento do sector do turismo.

Em tempos idos no Porto da Calheta chagaram a ser construídos navios que faziam a rota de Gibraltar e da América do Norte. A primeira plataforma portuária digna deste nome e que substituiu o pequeno cais então existente foi construído em 1755, no entanto só lhe foi colocado um farolim de sinalização em 1873.


Antiga fabrica de conservas na Baía da Calheta para onde está projectado um hotel, ilha de São Jorge.Nesta localidade existem vários balcões bancários e comerciais. Em 1980 foi fundado pela população a Corporação de Bombeiros Voluntários que juntamente como a Irmandade da Santa Casa da Misericórdia da Calheta prestam apoio social a doentes e necessitados.

Junto à Igreja de Santa Catarina foi construído um Império do Divino Espírito Santo, as instalações da Junta de Freguesia e, um pouco mais afastado, o jardim com o palanque para a música e o busto do maestro Francisco de Lacerda.

Facto curioso e histórico foi construído em lugar alto, destacado e bastante visível a partir do mar, sobre a vila da Calheta uma forca que durou até 1666. Nunca foi utilizada como tal. Esta forca tinha por finalidade servir de aviso à ameaça representada pelos piratas e corsários que se aproximassem da povoação.

Nesta vila existe ainda uma igreja dedicada à evocação de Santo António que se encontra na Rua de Baixo, estrada de ligação com a Ribeira Seca. Igreja de Santo António foi concluída em 1816. é ainda de mencionar nesta vila um fontanário cuja construção recua a 1878.

Esta localidade tem um Parque de Campismo que foi Inaugurado no dia 3 de Julho de 1993. A sua localização foi pensada de forma aproveitar as características excepcionais do local que o transformou num ponto privilegiado para o lazer e prática da natação e pesca. Encontra-se próximo da costa, junto às Poças de Vicente Dias e à Baía de Simão Dias.

in: wikipedia

 
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Concelho do Corvo

O "Caldeirão": Uma enorme cratera do extinto vulcão que deu origem à ilha coberta com uma lagoa de onde emergem pequenas ilhotas.

Muito interessante será uma viagem à volta da Ilha onde poderá apreciar a ponta do Marco (formações rochosas de origem basáltica que "lembram" a imagem de um cavaleiro sentado no seu cavalo).


Vila do Corvo

Moinhos de Vento: Conjunto de três moinhos de vento, situados a Sul da Vila, junto ao Porto Novo.

Igreja de Nª Srª dos Milagres: Construção datada de 1795, nela se encontra a imagem da padroeira da Ilha, Nossa Senhora dos Milagres, Uma imagem valiosa, cuja origem remonta ao principio do séc. XVI, e uma escultura flamenga de Malines.

Covas de Junça: Utilizadas para armazenamento de cereais, junto à Delegação do Posto Marítimo.

Miradouro do Portão: Local de onde se obtém uma vista sobre toda a Vila

 
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Concelho da Horta
(informação em breve)
 
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Concelho da Lagoa
Locais de Interesse

O Concelho de Lagoa proporciona aos amantes da natureza uma excelente oferta paisagística, constituindo no seu todo, um óptimo cartão de visita, impressionando todos os que por aqui passam.
O ex-libris turístico do Concelho é constituído pelo lugar da Caloura. Vinhedos entre muros de pedra negra, o típico porto protegido pela alta falésia de rochas vulcânicas e o conventinho caiado de branco, fazem as delícias dos seus visitantes. Não se trata de uma praia, mas sim de um porto, com uma piscina natural e vários acessos ao mar por escadas e cobiçada pelas suas águas límpidas. O fundo do mar é coberto por cascalho e alguma areia. Mesmo ao lado existe um pequeno porto de pesca artesanal, com uma moderna rampa de varagem e câmara frigorífica e apresenta sempre um aspecto muito limpo, por se tratar de uma obra recente. Nesta zona, existe um bar com esplanada, que serve refeições, e dois balneários.
Beneficiando de um microclima favorável, a Caloura é um lugar de veraneio muito procurado. Oferece a oportunidade de um refrescante banho de mar nas águas transparentes do seu porto, galardoadas com o Programa Bandeira Azul. Daí ser considerada um paraíso junto ao mar.
O acesso é feito por uma estrada regional, tendo estacionamento com capacidade para 100 veículos. Aqui, realizam-se diversas actividades culturais durante o ano, sendo a mais relevante a Festa do Pescador, que atrai milhares de forasteiros à Caloura. Esta festa inclui festival de folclore e várias actividades náuticas.
O serviço de apoio no Porto da Caloura é composto por um nadador salvador e um vigilante, diversos equipamentos de salvamento, um pequeno porto com rampa de acesso para actividades náuticas (barcos e motas), contentores e papeleiras de lixo.
Ainda em Água de Pau, no Pico da Figueira, temos o Miradouro do Monte Santo, onde se pode desfrutar de um belíssimo panorama das redondezas. Mais acima, na Estrada Regional entre esta Vila e a freguesia da Ribeira Chã, encontra-se o Miradouro do Pisão, que oferece uma linda panorâmica sobre a região da Caloura e a costa sul da ilha de São Miguel.
Em Água de Pau, pode ainda passar pelo Jardim dos Anjos. Inicialmente construído nos anos sessenta, este tem passado por diversas remodelações, tendo sido a última em 1991. Situa-se em frente à Igreja Paroquial desta Vila.
A freguesia de Santa Cruz abriga o parque florestal Chã da Macela, com uma extensa área onde crescem várias espécies vegetais, umas endémicas (louro, queiró, urze, cedro do mato, uva da serra), outras introduzidas (araucárias, criptomérias, cedros, acácias, pinheiros).
Aqui, além da exuberante vegetação, pode admirar os animais que aí habitam e aproveitar para descansar nos verdejantes espaços de lazer. O Jardim do Convento dos Franciscanos é um dos mais importantes pontos turísticos da freguesia de Santa Cruz.
No Rosário, no Largo do Porto dos Carneiros, situa-se a baía onde aportavam os primeiros barcos de pesca da Lagoa. Foi na zona do actual porto que antes do início do povoamento foi lançado gado na ilha, de modo a alimentar os futuros povoadores, daí o nome de Porto dos Carneiros.
Este local, que recentemente foi alvo de obras de beneficiação, apresenta uma arquitectura muito interessante, onde se destaca o bonito edifício “Mercado de Peixe”, actual Lota. É uma bonita zona de lazer com excelentes restaurantes.
Ainda no Rosário, aprecie um dos melhores complexos de piscinas da ilha de São Miguel – Complexo Municipal de Piscinas de Lagoa. Situado na Rua Cidade de New Bedford, este complexo surge como um verdadeiro “monumento” em homenagem a todos os que gostam do sol e do mar. Além de uma piscina coberta, possui piscinas naturais, uma piscina semi-olímpica, piscinas para crianças e excelentes infra-estruturas de apoio, como bar com esplanada, vestiários, sanitários e parque de estacionamento.
Trata-se de um conjunto de baixios que se estendem de forma irregular por cerca de 150 metros, numa zona em que a costa se apresenta bastante recortada e em que se fez o seu aproveitamento para espaço de lazer. É de salientar que esta não é uma obra de hoje. No local que deu origem ao actual Complexo de Piscinas já existia anteriormente a chamada Piscina Municipal, mas que em virtude do temporal a 26 de Dezembro de 1996, que causou avultados prejuízos, houve necessidade de se proceder a obras de recuperação. Este Complexo goza de uma adequada integração paisagística, possui excelentes condições técnicas e preserva as excepcionais condições costeiras, nomeadamente a qualidade das suas águas, que por isso mesmo tem alcançado ano após ano a Bandeira Azul. Por tudo isto, pode-se dizer que o Complexo Municipal de Piscinas na Lagoa usufrui de condições únicas, para que os amantes do sol e do mar possam passar os seus dias de férias de forma inesquecível. Ao sol, associa-se o cheiro da maresia, um céu azul, águas límpidas e transparentes que permitem um horizonte de emoções e pensamentos, num espaço que é rico em convívio e boa disposição.
A Praça de Nossa Senhora da Graça também é uma área de agradável permanência e lazer, existindo um anfiteatro ao ar livre, destinado a manifestações de âmbito cultural e recreativo.
Largo de Ville Sainte Thérèse, na Freguesia do Rosário, advém de um protocolo, realizado no ano de 1996, entre o Concelho da Lagoa e a Ville de Sainte Thérèse, no Canadá. Este largo simboliza a amizade existente entre as duas comunidades.

Gastronomia

A gastronomia do Concelho de Lagoa, baseada nos produtos da terra e do mar, satisfaz as delícias do apreciador de boa mesa. O “caldo verde”, a “sopa de feijão”, os “torresmos de molho de fígado”, as “lapas de molho Afonso” e a “caldeirada de peixe” são pratos tradicionais da Lagoa. O pão de trigo ou de milho, de fabrico caseiro, ou o “bolo de sertã” servem para acompanhar o prato principal.
Os doces têm cariz popular e destaca-se a típica “massa sovada”, o “arroz doce” e as “malassadas”.
 
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Concelho de Lajes do Pico
São João

Casas Rurais
Situam-se na Canada do Almance, em São João. É um conjunto constituído por um núcleo de habitações rurais e respectivos anexos de apoio à actividade agrícola. São, possivelmente, as casas mais antigas da freguesia, construídas no século XVIII.

Igreja de São João Baptista
Situa-se na Rua da Igreja, em São João. É uma igreja de três naves, do século XIX. Foi completamente recuperada, em 2008, incluindo o seu órgão de tubos.

Império da Companhia de Cima
Situa-se na Estrada Regional, em São João. É uma construção do século XX e encontra-se em bom estado de conservação. Dentro de uma cartela circular tem a seguinte inscrição: 1911/ IMPERIO/ UNIAO E CARIDADE.

Império de São João
Situa-se na Rua da Igreja, em São João. É uma construção do século XX e o seu estado de conservação é bom. Perto do império situa-se a copeira, imóvel sem interesse arquitectónico que tem as inscrições IRMANDADE/ DO/ ESPIRITO/ SANTO e 1877/1954.

Moinho de Vento
Situa-se junto à Canada do Alferes Pereira, em São João. É um moinho de vento giratório, do século XX e o seu estado de conservação é bom. O seu interior ainda conserva todo o mecanismo.

Poço de Maré
Situa-se no Caminho do Verdoso, em São João. É um poço de maré com muro de protecção quadrangular. É uma construção do século XVIII e o seu estado de conservação é razoável.

Lajes do Pico

Caminho do Poço
Situa-se junto ao Caminho do Poço, na Ribeira do Meio, Lajes do Pico. É um caminho e levada para escoamento de água, pavimentos em pedra, em diferentes níveis. É uma construção do século XIX e o seu estado de conservação é razoável. Nas imediações situa-se um poço de maré, que servia os lavadouros públicos existentes no local. Tem uma cartela circular com a inscrição Câmara Municipal/1942.

Capela de Santa Catarina
Situa-se no alto de uma colina no tardoz da Sede da Associação dos Bombeiros Voluntários, nas Lajes do Pico. É um edifício de arquitectura religiosa, do século XVII/XVIII e o seu estado de conservação é razoável.

Casa de Habitação
Situa-se na Rua Capitão-Mor Garcia Gonçalves Madruga, nas Lajes do Pico. É um edifício do século XV/ XVII e encontra-se recuperada.

Casa de Habitação
Situa-se na Rua Capitão-Mor Garcia Gonçalves Madruga, nas Lajes do Pico. É um conjunto constituído por três edifícios, do século XVIII e o seu estado de conservação é bom. Actualmente funcionam como habitação e serviços.

Casa de Habitação
Situa-se na Rua Capitão-Mor Garcia Gonçalves Madruga, nas Lajes do Pico. É um edifício de dois pisos, no qual se encontra a seguinte inscrição1854. Foi construído no século XIX e o seu estado de conservação é razoável. Actualmente funciona como Sede da Filarmónica Liberdade Lajense.

Casa de Habitação com Passo de Procissão
Situa-se no cruzamento da Rua de Olivença com a Rua Machado Serpa, nas Lajes do Pico. O passo de procissão é um nicho inserido na parede do imóvel, do século XVII/ XVIII.

Casa de Habitação com Torre
Situa-se na Rua Padre Manuel José Lopes, nas Lajes do Pico. É um conjunto constituído por duas casas do século XIX e o seu estado de conservação é bom.

Casa dos Morgados
Situa-se na Rua Capitão-Mor Garcia Gonçalves Madruga, nas Lajes do Pico. É uma casa senhorial de dois pisos e torre. É uma construção do século XVIII (tem inscrita a data “1794”) e o seu estado de conservação é bom (recuperação dos últimos 3 anos).

Casas de Habitação
Situam-se na Rua Capitão-Mor Garcia Gonçalves Madruga, nas Lajes do Pico. É um conjunto de quatro casas de dois pisos, do século XIX e o seu estado de conservação é bom.

Casas de Habitação
Situam-se na Rua Capitão-Mor Garcia Gonçalves Madruga, nas Lajes do Pico. É um conjunto de treze edifícios implantados em continuidade no mesmo lado da rua, formando uma frente urbana coerente. São construções do século XIX e o seu estado de conservação é razoável. Actualmente funcionam como habitação, comércio e serviços.

Casas de Habitação
Situam-se na Rua Padre Manuel José Lopes, nas Lajes do Pico. É um conjunto de dois edifícios do século XIX, e o seu estado de conservação é bom.

Casas de Habitação
Situam-se na Rua Capitão-Mor Garcia Gonçalves Madruga e Rua Manuel Paulino de Azevedo e Castro, nas Lajes do Pico. É um conjunto constituído por seis edifícios de fachadas seguidas e um edifício contíguo na Rua Manuel Paulino de Azevedo e Castro, que corresponde a um dos mais antigos núcleos da vila e revela, enquanto frente urbana, uma forte coesão. É uma construção do século XV/ XVII e o seu estado de conservação é bom.

Casas dos Botes Baleeiros das Armações Baleeiras
Situam-se debaixo da Rua de São Francisco, junto ao mar, nas Lajes do Pico. É um conjunto de edifícios constituído por cinco casas destinadas à guarda de botes baleeiros e respectiva rampa de acesso ao mar. É uma construção do século XIX e o seu estado de conservação é razoável. Muito em breve todo o conjunto vai ser adaptado como nova Sede do Clube Naval das Lajes do Pico.

Chaminés
Situam-se entre a Rua do Castelo e a Estrada Regional, próximo da Ribeira da Burra, nas Lajes do Pico. São chaminés de uma antiga fábrica de conservas de peixe, do século XX e o seu estado de conservação é bom.

Convento dos Franciscanos e Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Situa-se na Estrada Regional, nas Lajes do Pico. É um antigo Convento Franciscano com Igreja anexa, do século XVII/ XVIII e o seu estado de conservação é razoável. O Convento e a Igreja situam-se num plano superior em relação à estrada, sendo o acesso ao adro feito por escadas. Acolhem os serviços da Câmara Municipal, PSP e Finanças.

Ermida de São Pedro e Casas de Habitação
Situa-se na Rua de São Pedro, nas Lajes do Pico. É um conjunto constituído pela Ermida de São Pedro e por três casas de habitação, do século XV/ XVII, e encontra-se em bom estado de conservação. Na Ermida encontra-se numa lápide na fachada a seguinte inscrição: IGREJA DE S. PEDRO/ CONSTRUÍRAM-NA OS PRIMEIROS/ POVOADORES E DEDICARAM-NA AO APOSTOLO/ S. PEDRO NOMEADO

Fábrica da Baleia SIBIL- Actual Centro de Artes e de Ciências do Mar
A SIBIL (Sociedade de Indústria Baleeira Insular, Lda) foi constituída em 1948. A fábrica iniciou a sua laboração em Junho de 1955, exportando um pouco para todo o mundo óleos, farinhas e o valioso âmbar. Encerrou a sua actividade no início dos anos oitenta. Em 2005 o Município das Lajes do Pico iniciou um projecto de recuperação e adaptação: a preservação da memória da indústria baleeira, mantendo a estrutura fabril e recuperando os equipamentos existentes; a criação de uma área de investigação em ciências do mar e de uma vertente artística e cultural.

Em 27 de Janeiro de 2008 abriu as portas ao público o Centro de Artes e de Ciências do Mar, com uma instalação escultórica de José Nuno da Câmara Pereira.

Agora, de Segunda a Domingo, das 10 às 19 horas, estão disponíveis para o público a exposição permanente Gigantes do Mar (sobre a ecologia e biologia dos grandes cetáceos), dispositivos multimédia sobre a fábrica e os processos de transformação, área de eventos, bar, Loja, esplanada e serviços.

Depois de um período essencialmente marcado pela recepção dos visitantes (cerca 7 mil em 9 meses) o Centro iniciou a partir de Outubro de 2008 um vasto e diversificado Programa permanente de animação, com eventos culturais e artísticos, e de animação e pedagogia.

Forte de Santa Catarina
O Forte de Santa Catarina – também conhecido por Castelo de Santo António – foi uma antiga fortificação de defesa de costa e remonta ao século XVIII. Além de modificações de menor monta, nos finais do século XIX foi introduzido um forno de cal.

Em finais de 2004, o Município das Lajes do Pico recupera o Forte e a zona envolvente. Mantém-se uma respiração do passado, um pouco da ambiência oitocentista. Para a sua nova funcionalidade – Posto de Turismo e Zona de Lazer – o “castelo”, como é popularmente conhecido, abre-se de novo ao Atlântico, mas agora como pura fruição. A recuperação interveio principalmente na casa edificada com chaminé adjacente, torre de vigia e muro de frente oceânica e antiga “praça de armas”. Complementarmente: Jardim, acessos, estacionamento e serviços sanitários.

O Forte de Santa Catarina abre-se agora ao visitante como um espaço privilegiado de fruição do imenso panorama oceânico. Primeiro Posto de Turismo das Lajes (e principal pólo de turismo a partir do qual se articulam outras componentes da mesma ordem) é pensado para cumprir em pleno a sua vocação de espaço de turismo, com acolhimento e orientação dos visitantes. Tem igualmente uma Loja onde se vendem livros, artesanato, produtos locais e diverso merchandising.

Em complemento natural desta principal actividade, oferece uma valência cultural e social: o terraço enquanto espaço de convívio, onde ocorrem espectáculos de animação.

Igreja da Santíssima Trindade
Situa-se no Largo General Francisco Soares de Lacerda Machado, nas Lajes do Pico. É uma igreja de arquitectura religiosa do século XIX e o seu estado de conservação é razoável. Actualmente funciona como Igreja Matriz.

Igreja de São Bartolomeu
Situa-se junto à Estrada Regional na Silveira, Lajes do Pico. É uma igreja do século XIX e o seu estado de conservação é razoável. No frontão tem a seguinte inscrição: “IGREJA/ DE/ S: BARTOLOMEU/ FEITA POR ESMOLAS DO POVO/ COMEÇADA EM 1878/ CONCLUIDA EM 1888”.

Império da Silveira
Situa-se na Estrada Regional na Silveira, Lajes do Pico. É um Império do Espírito Santo do século XX e encontra-se em bom estado de conservação.

Museu dos Baleeiros
Situa-se na Rua da Pesqueira, nas Lajes do Pico e é um edifício de arquitectura pública civil. Foi construído no século XIX e encontra-se num bom estado de conservação. É constituído por um conjunto de três casas de botes baleeiros, uma tenda de ferreiro e um corpo construído expressamente para a instalação do museu. Parte da tenda de ferreiro foi integrada na construção recente, mantendo-se intacta no interior do museu e conservando as ferramentas e os utensílios ligados à actividade. Foi ampliado no fim do Verão de 2008.

Passo de Procissão
Situa-se na Rua Padre Manuel José Lopes, nas Lajes do Pico. É um passo de procissão inserido num muro, do século XVIII /XIX e num estado de conservação razoável. Na vila das Lajes existem vários outros passos de procissão.

Poço de Maré
Situa-se na zona da maré, junto à Rua Engenheiro Arantes Oliveira, nas Lajes do Pico. É um poço de maré do século XVII/XVIII e encontra-se em razoável estado de conservação. Junto encontra-se um lavadouro feito num monobloco de pedra.

Poço de Maré
Situa-se na Avenida dos Baleeiros, nas Lajes do Pico. É um poço de maré do século XIX e o seu estado de conservação é bom. Por motivos de segurança o poço está coberto com uma placa de betão armado.

Pontes
Situam-se na Ribeira da Burra, na Ribeira do Meio, nas Lajes do Pico. São duas pontes de épocas distintas, uma delas mais pequena, de construção arcaica, do século XVII. Num dos muros encontra-se a seguinte inscrição ºP/1877. A ponte de pedra primitiva está integrada no que resta do antigo caminho de acesso à vila das Lajes. Junto situam-se os vestígios de um imóvel, que consta ter sido uma das primeiras casas construídas na ilha.

Unidade Paisagística
Situa-se na Ladeira da Vila, entre o mar e os terrenos acima do caminho da cadeia e a zona da queimada, nas Lajes do Pico. É uma extensa unidade paisagística formada por cerrados de pasto e cultivo, caminhos e infra-estruturas agrícolas, com algumas casas de habitação. A época inicial de construção remonta ao século XVII/ XVIII e encontra-se em razoável estado de conservação.


Ribeiras

Apiário Fixista
Situa-se no Caminho de Baixo, nas Ribeiras. É um Apiário Fixista, constituído por um recinto murado e edifício de dois pisos, do século XIX e com um estado de conservação razoável. Na verga da porta da entrada tem a seguinte inscrição 18 jsj 57. O acesso ao edifício faz-se através de muros de pedra.

Casa de Habitação
Situa-se no Caminho de Baixo, nas Ribeiras. É uma casa tipo “chalet” do século XX e encontra-se num bom estado de conservação. Segundo informação local, a construção deste imóvel foi iniciada no ano 1922 e terminada em 1925.

Ermida de Nossa Senhora do Socorro
Situa-se na Rua do Socorro, nas Ribeiras. É uma ermida de planta rectangular, do século XV/XVII e encontra-se em razoável estado de conservação. De acordo com a tradição, esta ermida é a mais antiga da freguesia (1590) e terá sido uma das primeiras da ilha, possivelmente a segunda.

Império de Santa Cruz
Situa-se no Largo do Império, Santa Cruz, nas Ribeiras. É um império do Espírito Santo de planta rectangular, do século XX e encontra-se em bom estado. No império tem a seguinte inscrição DIVINO ESPÍRITO SANTO 1934.

Moinho de Água
Situa-se na Ribeira de Santa Bárbara, nas Ribeiras. Moinho de água do século XIX construído na Ribeira de Santa Bárbara e em razoável estado de conservação. O moinho conserva todo o mecanismo, estando apto a funcionar.

Tenda de Ferreiro
Situa-se no Caminho de Cima, Terreiro, nas Ribeiras. É uma tenda de ferreiro de um só piso, do século XIX e em razoável estado de conservação. No interior ainda se conservam as ferramentas e os utensílios ligados à actividade, nomeadamente o fole.

Vigia de Baleias
Situa-se junto à Ladeira das Lajes, nas Ribeiras. É uma vigia de baleias de planta hexagonal, do século XX e em razoável estado de conservação.

Calheta de Nesquim

Canadas
Situam-se na Calheta de Nesquim e fazem parte de uma unidade paisagística marcada por uma extensa malha de muros de pedra que formam currais de vinha com as respectivas infra-estruturas de apoio. A sua época inicial de construção remonta ao século XVII/ XVIII e o seu estado de conservação é razoável. Actualmente funciona lá o cultivo de vinha, adegas e habitação sazonal.

Casa dos Botes Baleeiros
Situa-se junto ao Porto da Calheta de Nesquim e é um edifício do século XX constituído por dois grandes corpos contíguos. O seu estado de conservação é bom e apesar da inserção de elementos construídos fora do contexto da construção tradicional, este imóvel mantém a sua expressão e contribui para a qualificação do ambiente portuário.

Largo do Terreiro
Largo do Capitão Anselmo na Calheta de Nesquim. É um conjunto formado por cinco imóveis localizados no centro da freguesia, quatro casas de habitação e uma igreja. A sua época inicial de construção é do século XIX/XX e o seu estado de conservação é bom.

Moinho de Vento
Situa-se no Monte do Outeiro, na Calheta. É um moinho de vento fixo com corpo troncocónico e já não possui a cobertura móvel, que era de madeira. É um moinho do século XX e encontra-se em bom estado.

Morricão
É uma unidade paisagística construída do século XVIII/XIX e marcada por uma extensa malha de muros de pedra que formam currais de vinha longitudinais. Existem várias adegas dispersas pelo terreno. O seu estado de conservação é bom e actualmente tem como função o cultivo de vinha e outras culturas e adegas. Integra uma recuperada zona balnear e de lazer.

Unidade Paisagística Construída
Situa-se na Canada do Morro, Feteira de Cima, na Calheta de Nesquim. É uma unidade paisagística constituída por um conjunto de casas de habitação, atafonas, duas eiras e terrenos de pasto e de cultivo. Foi construída no século XVIII/ XIX e o seu estado de conservação é razoável. Actualmente funciona como terrenos de cultivo e de pasto, infra-estruturas agrícolas e habitação.

Piedade

Abrigos de Barcos de Pesca
Situam-se no Caminho do Calhau, junto ao porto do Calhau, na Piedade. É um Núcleo de infra-estruturas para guarda de barcos de pesca constituída por dois edifícios do século XIX e o seu estado de conservação é razoável. Actualmente funcionam como armazéns e arrumos.

Ermida de Nossa Senhora da Conceição da Rocha
Situa-se no cimo da Rocha, Calhau, na Piedade. É um edifício de arquitectura religiosa do século XIX e encontra-se em ruínas. A ermida é composta por um corpo principal e sacristia contígua à fachada lateral direita. No frontão existe uma cartela com a inscrição NSCR-1854.

Farol da Manhenha
Situa-se na Ponta da Ilha, Manhenha, na Piedade. É um edifício de arquitectura pública civil do século XX e encontra-se em bom estado de conservação. É o farol mais recente dos Açores, construído em 1946.

Igreja de Nossa Senhora da Piedade
Situa-se no Largo da Igreja, na Piedade. É um edifício de arquitectura religiosa do século XIX, com três naves com sacristias nos lados do evangelho e da epístola e baptistério no lado da epístola, e o seu estado de conservação é bom.

Junta de Freguesia da Piedade
Situa-se no Largo Capitão Silva Mendes, na Piedade. É um edifício de arquitectura pública civil do século XIX e o seu estado de conservação é razoável. Funcionava inicialmente como escola primária e actualmente funciona lá a Sede da Junta de Freguesia e da Casa do Povo da Piedade.

Moinho de Vento
Situa-se na Canada do Miguel, na Piedade. É um moinho de vento fixo com cúpula giratória em madeira, do século XX e o seu estado de conservação é razoável. Tem no seu interior o mecanismo em razoável estado de conservação.

Parque Matos Souto
Situa-se na Piedade e é um Centro de Formação Agrícola. O parque é formado por jardins, viveiros, cerrados de cultivo e pasto e um edifício de dois pisos. A sua construção é do século XX e o seu estado de conservação é bom.

Passo de Procissão
Situa-se no Caminho da Ponta da Ilha, na Piedade. É um Passo de Procissão em cantaria e embutido num muro de pedra, do século XVIII/ XIX e o seu estado de conservação é razoável. Este é o único exemplar que sobreviveu de três passos que existiam na freguesia da Piedade.

Suporte para Mastro de Bandeira
Situa-se no Largo Capitão Silva Mendes, na Piedade. É um Suporte para mastro de bandeira constituído por três pedras embutidas numa parede, do século XVIII/ XIX e o seu estado de conservação é razoável.

Ribeirinha

Carpintaria
Situa-se no Largo da Igreja, na Ribeirinha. É uma construção do século XX, de arquitectura industrial e o seu estado de conservação é razoável. O edifício mantém-se com as funções iniciais e possui no seu interior maquinaria, entre a qual uma plaina e serra unidas por correias accionadas por um motor eléctrico.

Fábrica do Paul
Situa-se junto à Lagoa do Paul, Ribeirinha. É uma Fábrica de Lacticínios do século XX, de arquitectura industrial e encontra-se em ruínas.

Porto da Baixa
Situa-se na Baixa da Ribeirinha e é um conjunto de edifícios e outras construções do século XVIII/XIX. É constituído por um cais para pequenas embarcações e oito edifícios utilizados como armazéns e apoio à actividade piscatória. O seu estado de conservação é razoável e funciona actualmente como zona balnear. É o único acesso à freguesia por mar.

 


 
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Concelho da Lajes das Flores
O Concelho de Lajes das Flores situa-se no extremo ocidental da Europa, sendo o Ilhéu do Monchique o marco natural de referência ao largo da freguesia da Fajã Grande, que é o mais ocidental povoado da Ilha das Flores e da REGIÃO AUTÓNOMA dos Açores. Este ilhéu, localizado a uma Longitude Oeste de 31 graus 16 minutos e 30 segundos e a uma Latitude Norte 39 graus 29 minutos e 40 segundos, já no tempo da navegação astronómica foi tido como indicador para acerto de rotas e verificação de instrumentos.


Os transportes de e para a Ilha das Flores fazem-se de avião pela Companhia Aérea Regional SATA, em vôos programados sazonalmente . Actualmente há viagens de e para as Flores todos os dias, embora no período de inverno não esteja contemplado o Domingo.
No verão as ligações marítimas de passageiros são efectuadas por "ferry" que tornam as viagens mais acessíveis económicamente.
O abastecimento e as exportações fazem-se por barcos de carga através do porto situado na sede de concelho. Esse porto, que ultimamente tem tido grande procura por parte de iatistas de todo o mundo é assim um fulcro importante no desenvolvimento económico e turístico de toda a ilha.
As ligações internas estão asseguradas por um serviço de autocarros ao cuidado da Federação dos Municípios, instituição que engloba os dois concelhos da ilha e que os transportes colectivos das Flores.
 
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Concelho de Madalena

Montanha do Pico

Com 2,351 metros de altitude domina a paisagem, sendo a mais alta elevação de Portugal. Culmina na cratera do Pico Grande, onde se ergue o Pico Pequeno ou Piquinho, de cuja base emanam lumarolas.
Coberta de espesso arvoredo até 1,500 m, a partir desta altitude reduz-se a vegetação rasteira, chegando o cimo a cobrir-se de neve no Inverno.
Classiflcada camo Reserva Natural, a subida à Montanha do Pico, embora fatigante, é recompensada com a magnífica vista que se desfruta sobre as ilhas do Pico, Faial, São Jorge, Graciosa e Terceira.
Aconselha-se o início da caminhada antes do amanhecer ou entardecer, conforme desejar contemplar o nascer ou pôr-do-Sol.
Recomenda-se o acompanhamento de um guia.


Ilhéus da Madalena

Curiosos ilhéus, em frente à vila do mesmo nome, designados "Deitado" e "Em Pé".
Aqui nidilicam inúmeras aves marinhas. Estes dois ilhéus apresentam-se fortemente degradados pela acção erosiva marinha,constituindo os resquícios de um cone vulcânico associado a erupções submarinas.

Maroiços

Pequenas construções de pedrra vulcânica orientadas para o sol e dispostas em pirâmide, que se enconlram em alguns locais da concelho da Madalena.
Crê-se que foram construídas pelos povoadores, com as pedras provenientes da limpeza e arranjo dos terrenos limítrofes, para plantação da vinha que deu origem ao célebre "verdelho".

Cavidades no Subsolo

O arrelecimento das lavas e a fuga de gases vulcânicos originaram o aparecimento de cavidades no subsolo, que tomaram a lorma de grutas ou de extensos corredores que se entranham na terra, revestidas de estalactites e estalagmites vulcânicas que pode percorrer com equipamento adequado e acompanhado de um guia.


Furna de Frei Matias

Situada na vertente oeste da Montanha do Pico, é um túnel de lava com cerca de 650 metros de comprimento, onde diversos paços de luz permitem a prolileração de variadas briófitas. Percorrê-la, com equipamento adequado e acompanhado de um guia, constitui uma emocionante experiência.


Gruta das Torres

Localizada na freguesia da Criação Velha passui cerca de 4,5 km de extensão, sendo uma das maiores grutas dos Açores. Classificada como "Monumento Natural Regional", esta gruta desenvolve-se numa importante escoada basáltica do tipo "pahoehoe".
A exploração desta tuba de lava exige a presença de um guia e de equipamento apropriado.


Arcos do Cachorro

Próximos da freguesia das Bandeiras, são um impressionante conjunto onde o mar penetra em turbilhão por túneis e arcas formados na rocha. Em virtude da forte acção do arrebatamento do mar, aqui foi construída uma central eléctrica que funciona com a energia resultante da força das ondas.


Quinta das Rosas

Situada nos arredores da vila da Madalena, é um parque arborizado com várias espécies exóticas. No miradouro aqui existente pode-se observar o horizonte recortado pelo oceano abraçado às ilhas do triângulo.

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Concelho de Nordeste
Durante muitos anos o nosso concelho foi ignorado e esquecido. Os que têm idade para lembrar, sabem como tudo mudou.
Hoje, resultado das transformações profundas operadas pela Autonomia Regional e pelo Poder Local Democrático, tudo é diferente e para melhor.
Os censos de 2001 provam uma realidade indesmentível de que o desenvolvimento está também a acontecer na nossa terra.
Nos últimos anos fizemos muito e vamos continuar a construir o futuro, com investimentos em todas as freguesias e localidades.
Vamos construir novas estradas, mais hotelaria, mais unidades para receber o turismo, melhorar o Parque de Campismo, reabilitar o Parque Natural da Ribeira dos Caldeirões, abrir novos acessos ao mar, construir o novo Pavilhão Desportivo, recuperar o parque habitacional, construir o novo Museu e a Biblioteca, alindar o nosso concelho, ver crescer o Parque Industrial.
É este o desafio que nos move - a construção do progresso e do bem-estar dos que aqui vivem, transmitindo aos que nos visitam a emoção de estar numa terra que preserva a sua melhor herança para o seu acolhimento.
Aos que nos visitam, tudo faremos para que guardem a imagem de uma terra e de um povo que valem um segundo olhar!


Locais

Como diz o Dr. José Carlos Carreiro, "Viajar pelo Nordeste é antes de mais penetrar no mais íntimo de uma terra feita de paz, tranquilidade e belezas inesquecíveis." É nesse sentido que aqui ficam algumas sugestões para essa viajem entre o mar e a serra.
Para mais informações, consulte o Posto de Turismo - Tel.: 296 488 432

INSTALAÇÕES BALNEARES
Foz da Ribeira do Guilherme
Com piscina servida por água do mar (acesso automóvel pela Vila do Nordeste)
Praia do Lombo Gordo
Distinguida com Bandeira Azul

CAMPISMO
Parque de Campismo da Feira
Situado na margem da Ribeira do Guilherme, com acessos pela Vila do Nordeste e Fazenda
Tel. 296 488 680
MIRADOUROS
Salto do Cavalo - Salga
Salto da Farinha - Salga
Adro da Igreja - Achada
Pesqueiro - Feteira Grande
Vigia das Baleias - Algarvia
Despe-te-que-Suas - Algarvia
Boca da Ribeira - Vila
Ponta do Arnel - Vila
Vista dos Barcos - Vila
Ponta do Sossego - Pedreira
Ponta da Madrugada - Pedreira
Tronqueira - Vila
Pico Bartolomeu – Pedreira


PARQUES E JARDINS
Parque de Campismo da Feira
Parque Endémico - Fazenda
Jardim da Boca da Rua - Vila
Jardim do Viaduto - Vila
Centro Histórico da Vila do Nordeste - Vila
Jardim Botânico - Vila e Fazenda
Parque Florestal - Vila
Parque Florestal do Mato da Pedreira

RESERVAS BOTÂNICAS
Pico da Vara
Graminhais
Habitates naturais do Priôlo, ave rara, existente apenas nesta zona de S. Miguel. As Reservas possuem várias espécies endémicas, das quais se destacam o Cedro do Mato, o Pau-Branco, o Sanguinho, o Folhado, o Vinhático e a Urze.


MUSEU DO NORDESTE
Rua D. Maria do Rosário - Vila do Nordeste Tel. 296480060

BIBLIOTECA MUNICIPAL DO NORDESTE
Rua Prior Graça, 1 - Vila do Nordeste
ESPAÇOS
Rés-do chão:
- Bibliotaca da Fundação Calouste Gulbenkian, com cerca de 19.000 livros.
- Biblioteca Municipal com 5.000 livros.
1º Andar:
- Auditório Municipal
2º Andar:
- Sala de Audio-visuais
HORÁRIO
- De 2ª a 6ª das 8:30 às 16:30


 
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Concelho de Ponta Delgada

Ponta Delgada foi elevada a cidade, no reinado de D. João III, conforme reza a carta régia de 2 de Abril de 1546, depois da primeira capital da ilha - Vila Franca do Campo - ter sido devastada pelo terrível terramato de 1522.

A historiografia celebra o século XIX como a época áurea da cidade de Ponta Delgada e da ilha de S.Miguel, pela prosperidade económica, graças à exportação de citrinos para o Reino Unido, e pelo cosmopolitismo, graças à fixação de numerosos comerciantes estrangeiros, nomeadamente de inúmeras famílias judaicas, a partir de 1818. A imitação do gosto inglês ficou, então, patente na plantação de jardins ao gosto romântico - como os de António Borges, José do Canto, Jácome Correia e Visconde Porto Formoso (actual Universidade dos Açores) -, na construção de belíssimos palacetes e no "embelezamento" progressivo da urbe, com a proibição da deambulação de animais nas ruas, a abertura de novas ruas, a localização do cemitério público no extremo Norte da cidade e a periferização dos mercados do peixe, do gado e das frutas.

Graças à importância da actividade mercantil, Ponta Delgada era, então, considerada a terceira cidade do país, em riqueza e em número de habitantes. Recorde-se, por exemplo, a surpresa do poeta Bulhão Pato, traduzida nas suas Cartas, com a extraordinária riqueza dos proprietários das quintas de laranja - os gentlemen farmers - senhores da terra e da especulação do solo urbano, exportadores de laranja e de milho, banqueiros e usurários, industriais e armadores - que faziam do investimento emblemático e simbólico do espaço, uma forma privilegiada de afirmação económica e de estratégia de reprodução social.

No início do século XX, Ponta Delgada ainda se encontrava em oitava posição no seio do universo urbano português. No decurso das últimas décadas, porém, o crescimento urbano em Portugal, por força da acelerada industrialização e da perda de importância da economia rural - à semelhança do se tinha verificado no mundo desenvolvido, desde os inícios de oitocentos -, veio contribuir para que não só crescesse o número de cidades, como aumentasse a população urbanizada a nível nacional, e, nesse sentido, Ponta Delgada, tomando por base o critério do número de habitantes, com os seus menos de cinquenta mil habitantes, foi "atirada" para o ranking das pequenas cidades portuguesas.

Ponta Delgada, contudo, nunca deixou de ser a primeira do arquipélago pela riqueza gerada, pelo número dos seus habitantes, pelo seu inestimável património, pela sua importância cultural e pelo seu cosmopolitismo.

 
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Concelho de Povoação

A Povoação é um concelho cada vez mais desenvolvido e este facto deve-se à aposta verdadeiramente notória que tem sido feita na área do Turismo.
A recuperação de alguns trilhos surge como uma mais valia quer para os turistas, quer para a população local. Se, por um lado, se proporciona aos visitantes magníficos momentos em contacto com a Natureza, aos habitantes do concelho permite-se, além de novamente terem acesso às suas propriedades, reviver a história, uma vez que os trilhos em questão representam um macro indiscutível em termos culturais. Não esquecendo também que estamos a promover os serviços, os produtos locais e a divulgar as freguesias em questão.
Já se procedeu à homologação de todos os trilhos recuperados. Convidamo-lo a percorrer os trilhos recuperados de forma a desvendar o ambiente bucólico simplesmente fascinante que os envolve. De mão dada com as paisagens verdejantes estão os vales, as ribeiras, as quedas de águas e muito mais… um cenário verdadeiramente encantador!
Atente na caracterização geral dos trilhos acima citados e aventure-se.


O descobrimento dos Açores envolve alguma controvérsia, pelo que nos vamos limitar à versão defendida pela maioria dos historiadores. Os mais recentes estudos apontam para a probabilidade do Arquipélago dos Açores ter sido descoberto por Diogo de Silves, a mando do Infante D. Henrique, em 1427.
Crê-se que a ilha de S. Miguel, à semelhança de outras ilhas, foi baptizada com nome de um Santo, fruto do espírito religioso vivido na época.
Os descobridores aportaram, pela primeira vez, na então chamada Povoação Velha – actual Concelho da Povoação. “Chegando aqui às ilhas os novos descobridores tomaram terra no lugar onde agora se chama a Povoação Velha pelo que fizeram depois […] e, desembarcando entre duas frescas ribeiras de claras, doces e frias águas, (a Ribeira de Além e a Ribeira de Pelames) entre rochas e terras altas, (Morro de Santa Bárbara e Lomba dos Pós) todas cobertas de espesso arvoredo de cedros, louros, ginjas e faias, e outras diversas”. Desde logo, o local impressionou os descobridores pois era abundante em vegetação, facto que indicava tratar-se de uma terra fértil. Procedeu-se então ao povoamento da Ilha, transportando para a mesma gado, sementes de trigo, legumes e algumas alfaias agrícolas.
O Concelho da Povoação, com área de 110.30 km2 aproximadamente, situa-se na zona oriental da costa sul da ilha, distando 60 Km da cidade de Ponta Delgada. É delimitado pelos Municípios de V. Franca (Poente), Ribeira Grande (Norte) e de Nordeste (Nascente). O Concelho é constituído por seis freguesias (Povoação, Furnas, Nossa Senhora dos Remédios, Ribeira Quente, Água Retorta e Faial da Terra) e tem cerca de 7000 habitantes.
Por todo o Concelho se usufrui de um conjunto magnífico de paisagens, parques, miradouros, praias (inclusive uma de água tépida). A Lagoa das Furnas é, por seu turno, outro recanto ao qual não ficará indiferente pela beleza e magia que o envolve.
Peremptoriamente, ao falarmos no Concelho da Povoação, não podemos deixar de realçar que no Vale das Furnas, de acordo com os especialistas na área, se encontra a nossa maior riqueza – os recursos hidrológicos, resultantes das manifestações de vulcanismo activo que se encontram patentes nas fumarolas e nos gaisers – manifestações únicas nos Açores. O Vale das Furnas detém 22 qualidades de águas minero-medicinais já classificadas, o que constitui em termos mundiais a maior hidrópole.
Os Povoacenses dispõem de um concelho cada vez mais desenvolvido e, consequentemente, atractivo. Este facto deve-se ao aproveitamento dos recursos naturais existentes por todo o concelho, mas também ao trabalho efectuado a diversos níveis, nomeadamente a nível cultural e turístico.
Deslocando-se ao nosso concelho, além das paisagens paradisíacas de que desfrutará, pode visitar a título de exemplo o Museu do Trigo, o núcleo Museológico da Ribeira Quente, o Parque Terra Nostra, ou ainda o Parque Zoológico da vila da Povoação. Se preferir caminhar e estar em permanente contacto com a Natureza, não deixe de percorrer os trilhos recuperados a pensar em si e, naturalmente, na sua segurança. Tratando-se de um concelho em íntima ligação com o mar, não podíamos deixar de lhe proporcionar e propor momentos inesquecíveis ligados à prática de desportos náuticos. Podendo ainda, em alternativa, aderir às actividades propostas por empresas ligadas ao turismo. Se, por outro lado, prefere estar constantemente ligado ao resto do mundo, frequente simplesmente os nossos centros de informática.
Aprecie impreterivelmente a nossa gastronomia e doces regionais comodamente instalado numa das unidades de restauração de que dispomos. Se resolver permanecer no concelho, saiba que temos à sua disposição hotéis, residenciais, turismo de habitação, e / ou apartamentos.
O Posto de Turismo de Furnas é outro local que vale a pena visitar, mais que não seja pela informação que lhe pode facultar. Dê início à sua visita e deixe-se deslumbrar!



Descrição do Trilho - Lagoa das Furnas
Este percurso inicia-se e termina na Freguesia das Furnas e tem a duração aproximada de 3h. O percurso inicia-se na Três Bicas e passa por dentro da localidade até que se começa a subir por uma estrada alcatroada que dá acesso à Lagoa das Furnas. Seguindo atentamente a sinalética chegará às Caldeiras da Lagoa cerca de 2,5 km após o início do percurso. Nessa zona encontram-se frequentemente turistas a observar os habitantes locais que aproveitam a elevada temperatura do solo para fazerem cozinhados tradicionais. De seguida o percurso segue sempre junto à Margem da Lagoa, contornando-a através de um caminho de terra batida muito acessível. Após caminhar cerca de 3 km encontrará a Ermida Nossa Senhora das Vitórias, construída no século XIX em estilo Gótico. Continue depois na berma da estrada regional em calçada de pedra cerca de 1,5 km até que encontrará um desvio à sua direita que desce para a Freguesia das Furnas. Seguindo sempre por esse caminho chegará ao final do trilho cerca de 30m depois.



Descrição do Trilho - Faial da Terra - Salto do Prego
Este trilho começa e termina na localidade do Faial da Terra e tem a duração de cerca de 1h30m. De início, segue junto à margem da ribeira, que se mantém com água durante todo o ano, e donde o trilho só se afasta, por um carreiro com inclinação elevada, até junto da primeira bifurcação. Nesta altura, deve prosseguir-se para o Salto do Prego, uma bonita cascata onde predomina a mata de incenso e de acácia. São desaconselhados os banhos na cascata devido à possibilidade de queda de troncos de árvore. Volta-se depois pelo mesmo caminho até chegar novamente à bifurcação, onde agora se vira à direita para o lugar do Sanguinho. Este lugar, que conta com cerca de vinte casas desabitadas em processo de recuperação, pensa-se que foi assim chamado pela forte presença da planta endémica da Madeira e dos Açores com esse nome: "sanguinho". Depois do lugar do Sanguinho o trilho progride por uma descida, até chegar novamente à localidade do Faial da Terra. Pede-se aos caminhantes que não apanhem fruta em nenhuma parte do percurso.

(entre muitos outros Trilhos)

 
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Concelho de Praia da Vitória
Breve história da Praia da Vitória

O concelho da Praia da Vitória – um dos dois em que está dividida a ilha Terceira, a mais populosa das ilhas do grupo central do arquipélago dos Açores – situa-se na parte oriental da ilha e tem uma área total de 163 Km2.
Está circundado pelo oceano Atlântico (norte - este) e pelo concelho de Angra do Heroísmo (sul - oeste), tendo como constante o mar, quase sempre à vista, e o seu ambiente natural enriquecido de verdes múltiplos e permanentes e por um povo laborioso mas dado também às festas tradicionais e ao gosto da hospitalidade.

Tem cerca de 20.500 habitantes, distribuídos pelas seguintes localidades:
• Praia da Vitória, a sede do concelho, constituída pelas freguesias de Santa Cruz e Cabo da Praia, fica a 20 km de Angra do Heroísmo.
• Agualva
• Biscoitos
• Fonte do Bastardo
• Fontinhas
• Lajes
• Quatro Ribeiras
• São Brás
• Vila Nova
• Porto Martins

Praia da Vitória (cidade)

Sede da capitania da Terceira nos primeiros anos do povoamento (nela se instalou, Jácome de Bruges primeiro Capitão Donatário, da ilha e como tal a sua primeira capital) o «lugar da Praia» (como simplesmente era então conhecido) foi feito Vila em 1480, ainda no tempo de Álvaro Martins Homem.
Por Carta Régia de 12 de Janeiro de 1837, foi-lhe concedido o titulo de «Muito Notável Vila da Praia da Vitória» corno apreço pela extraordinária vitória das tropas liberais (pelas quais tomou partido) contra a esquadra absolutista, em 11 de Agosto de 1829 «Foi na bahia grande e larga da muito notável vila da Praia da Vitória que se travou o ataque decisivo da campanha liberal nesse célebre dia 11 d’Agosto de 1829, derrotando nas suas águas a poderosa e arrogante esquadra miguelista, composta por 22 vasos de guerra» cf. Gervásio Lima, ir PATRIA AÇOREANA, 1989. pág. 78.
O Padre Jerónimo Emiliano de Andrade, que viveu em meados do século XIX refere: «Apenas o viajante sai da freguesia do Cabo da Praia tem logo à vista a magnífica e majestosa Vila da Praia da Vitória, que lhe fica m distância de pouco mais de um quarto de légua. (...)
Poucos lugares poderão oferecer ao observador um painel mais agradável e pitoresco e tantos assuntos de profundas reflexões. Sua localidade é a mais vantajosa que se podia desejar. Situada numa vasta planície é ladeada ao norte pela serra do Facho, que lhe apresenta uma brilhante perspectiva de terrenos declives vestidos de verdura e arvoredos: ao nascente é aformoseada pelo seu grande e memorável areal em forma de meia-lua (...) ao sul e ao poente a rodeiam vastas campinas agricultadas (...). O viajante contemplativo antes de nela entrar não pode deixar de admirar suas belezas e de revolver em seu espírito um sem número de recordações históricas. Aqueles campos como que lhe estão falando e anunciando os grandes acontecimentos de que têm sido testemunhas. Naquela Vila vê (...) o lugar, onde residiu o seu primeiro Donatário (...), nela vê o lugar, onde na ilha primeiro retumbou o grito da restauração a favor de el-rei D. João IV (...), nela vê enfim o teatro glorioso da sempre memorável Vitória que no dia 11 d’Agosto quebrou as armas do absolutismo.
O Dr. Silva Sampaio escreve: «A Vila Praia da Vitória constitui unia pequena cidade, com trinta e três ruas e travessas bem construídas e alinhadas, cinco praças ou largos, com excelentes habitações particulares e alguns edifícios públicos.» Pedro de Merelim, in FREGUESIAS DA PRAIA, pág. 325, 326 e 328.
O seu centro histórico apresenta casas seculares, com curiosos talos de pedra e interessantes janelas e varandas, bem como um notável património arquitectónico.
Implantada junto da maior baía dos Açores, onde hoje existe um excelente Porto Oceânico bem como o Parque Industrial da ilha, é ainda testemunha do desenvolvimento que a seu lado se processa decorrente de importantes instalações aeronáuticas e militares sediadas na Base das Lajes - importante centro estratégico nos últimos conflitos mundiais - desempenha assim importante papel na economia da região.
A Praia da Vitória deu à Terceira e ao país um dos seus mais notáveis escritores, Vitorino Nemésio, que deixou títulos como «Mau Tempo no Canal», «Festa Redonda», «Paço do Milhafre», entre outros.
O escritor fez ainda, durante muito tempo, um programa na R. T. P. que ficou para a história, por causa da sua qualidade e do seu sucesso «Se Bem Me Lembro».
Locais a visitar:

• Igreja Matriz – imóvel classificado, cuja fundação, devida a Jácome de Bruges, data de 1456, ou seja coeva da colonização. Foi sagrada a 24 de Maio de 1517, pelo Bispo D. Duarte.
Igreja rica e nobre, da invocação de Santa Cruz, tem três naves e apreciável obra de talha dourada na Capela - Mor e na do Santíssimo Sacramento. São dignas de registo as abóbadas manuelinas das capelas laterais bem como as portas e pilares de mármore.
“Os portais em estilo manuelino, que se admiram na face oeste e na face sul, enviou-os para a Terceira, nos fins do Séc. XVI, D. Manuel ou D. Sebastião.
A entrada principal deste templo tem urna aparência nitidamente gótica (...) semelhante às que, do Séc. XIII à primeira metade do Séc. XV resguardavam os portais nobres (...), evocando o conjunto dos portais célebres de 3. Francisco de Santarém e o Mosteiro da Batalha cf. Pedro de Merelim in FREGUESIAS DA PRAIA.
A pia baptismal de mármore foi também oferecida por D. Manuel ou por D. Sebastião.
O tesouro sacro alberga preciosas imagens e alfaias religiosas, entre as quais um Menino Jesus de alabastro em caixa de prata - o Menino Jesus do Agrado Real (Séc. XVII) proveniente do antigo Mosteiro de Jesus. Esta imagem chegou mesmo a ir a alguns nascimentos reais.
A caldeirinha de água benta tem grande valor pela sua grande antiguidade, supondo-se que vem do tempo da fundação.
Possui uma importante colecção de esculturas que remontam ao Séc. XVI.
São peças de destaque:
- a Custódia dos Anjos em prata dourada;
- a imagem de São Cosme; escultura flamenga do Séc. XVI que conquistou, em 1991, o primeiro lugar em peças de arte de influência flamenga, na exposição Europália, realizada na Bélgica.
Possui ainda uma rara escultura de marfim indo-português policromado do Séc. XVIII e valiosas peças de ourivesaria, algumas das quais executadas por ourives locais.
Das duas custódias existentes, uma é do ourives praiense Jácome Jerónimo de Lemos.
Na sacristia encontra-se uma mesa de mármore tendo como suporte urna base e capitel de antiga coluna.
Os dois sinos grandes são de 1473 o de menor dimensão data de 1857.
No adro ergue-se um padrão que assinala a proclamação, pela primeira vez nos Açores, da restauração de Portugal por Francisco Ornelas da Câmara em XXIV- III- MDCXLL.

• Igreja do Senhor Santo Cristo das Misericórdias - é um templo do século XVI, da invocação do Senhor Santo Cristo, reedificado no nosso século após um incêndio que a destruiu quase completamente. E um edifício de duas naves, separadas por uma colunata, formando duas igrejas com as respectivas capelas - mor.
Aqui existia uma imagem de grande devoção em toda a ilha e que, segundo a tradição teria aparecido, um dia, dentro de um caixão que boiava no mar, não se sabendo de onde provinha.
Foi restaurado após o terramoto de 1980, altura em que foi descoberta a existência de duas sepulturas: a de Pedro de Barcelos e a de Dona Leonor Pacheco de Meio.
O Senhor Santo Crista é festejado solenemente no dia 1 de Janeiro de cada ano.

• Hospital da Misericórdia - existe desde 1499 sendo por isso uma das mais antigas instituições do país.

Ermidas - Existem na cidade da Praia da Vitória as ermidas de : Nossa Senhora dos Remédios de São Salvador e de São Lázaro:
• Ermida dos Remédios - fundada no Séc. XVII, tem uma janela sobre a porta larga da entrada, duas janelas laterais e urna porta para a Rua dos Remédios.
• Ermida de S. Salvador - construída em 1560 é , actualmente , pertença da Matriz
• Ermida de S. Lázaro - dos séculos XVI- XVII, fazia parte do hospital do mesmo nome e nela eram acolhidas pessoas que sofriam lepra. Foi paroquial da vila após o terramoto de 1614, enquanto a Matriz se erguia dos escombros.

Paços do Concelho – imóvel classificado, edifício de traça característica, relativamente amplo, com escadaria externa larga e bem lançada, com alpendre e torre sineira. É um exemplar arquitectónico dos princípios do século XVI que sobre a porta de entrada para a torre sineira tem gravada a data de 1596 - eventualmente o ano da sua conclusão.
Na base da torre está inscrita a legenda: «Esta é a Câmara de/Diogo de Teive /Álv° Martins Homem / Pero de Barcelos /Que aqui povoaram / e daqui abriram / à Europa os mares / do Oeste - 1964 Ano do Infante,»

Lar D. Pedro V - criado por alvará de 1861 com a designação de Asilo da Mendicidade D. Pedro V, está localizado em parte do antigo Convento da Luz.

Casa da Alfândega - mandada reedificar em 1844 por José Silvestre Ribeiro, nela se instalou a Alfandega em 1632 ano da sua criação na Praia da Vitória.

Casa onde nasceu Vitorino Nemésio - edifício do século XVII, situado na rua de S. Paulo, com alterações do século XIX, molduras de cantaria e alvenarias rebocadas e caiadas.
Nesta casa podem ainda ser visitados:
- a cozinha tradicional
- a exposição permanente de uma Oficina de Carpintaria / Marcenaria « testemunho de uma época e de uma arte, para uns recordação, para outros escola.» Como a seu propósito referem Ramiro Botelho e Luís Bettencourt, responsáveis pela inventariação e montagem da mesma.
- o quintal, onde se podem apreciar bonitos trabalhos em cantaria.

Casa das Tias - construção do século XVIII, situada junto à Igreja do Senhor Santo Cristo. Foi reconstruída no século XIX, após o sismo de 1841. Nela habitaram as Tias de Vitorino Nemésio e foi aqui que o ilustre escritor açoriano passou parte da sua infância e juventude.

Casa da Roda - Pequeno edifício dos séc. XVIII/ XIX, onde as mães solteiras na época deixavam os filhos indesejados.

Forno da Telha da Boa Vista - remonta aos séculos XVI/ XVII. Terá sido construído durante a ocupação Espanhola. De salientar as suas molduras e chaminés de cantaria e alvenaria rebocadas e caiadas.

Estátua da Liberdade - no centro da Praça Francisco Ornelas da Câmara, é uma homenagem aos heróis da Batalha do 11 de Agosto.

Estátua de José Silvestre Ribeiro no centro do Jardim Municipal, é uma homenagem ao antigo Governador que tomou a seu cargo a reedificação da Praia da Vitória, após o terramoto de 1841.

Busto de Vitorino Nemésio - junto à Casa das Tias, foi inaugurado a 17 de Dezembro de 1994. Da autoria do escultor Álvaro Raposo França, destina-se a assinalar a passagem do 50º aniversário da publicação do romance «Mau Tempo no Canal».

Miradouro do Facho - autêntica «Varanda da Cidade», está situado junto à Serra de Santiago e oferece uma óptima panorâmica sobre a cidade da Praia.

Serra do Cume - proporciona uma das mais completas panorâmicas do Concelho e da ilha. De um lado a baía da Praia da Vitória e a planície das Lajes, do outro a vasta área do interior da ilha até à Serra da Ribeirinha.

 
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CALHETA (SÃO JORGE)  
CORVO  
HORTA (FAIAL)  
LAGOA (S. MIGUEL)  
LAJES DO PICO  
LAJES DAS FLORES  
MADALENA (PICO)  
NORDESTE (S. MIGUEL)  
PONTA DELGADA (S. MIGUEL)  
POVOAÇÃO (S. MIGUEL)  
PRAIA DA VITÓRIA (TERCEIRA)  
RIBEIRA GRANDE (S. MIGUEL)  
SANTA CRUZ DA GRACIOSA  
SANTA CRUZ DAS FLORES  
SÃO ROQUE DO PICO  
VELAS (SÃO JORGE)  
VILA FRANCA DO CAMPO (S. MIGUEL)  
VILA DO PORTO (STA. MARIA)  
Concelho de Ribeira Grande

(informação em breve)

 
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Concelho de Santa Cruz da Graciosa

CONCELHO DE SANTA CRUZ DA GRACIOSA

Santa Cruz, com uma área total de 61,66 Km2, constitui o único concelho da Ilha Graciosa

O Arquipélago dos Açores situa-se em pleno Oceano Atlântico, entre a Europa e a América do Norte, é constituído por nove ilhas, sendo a Graciosa a mais setentrional.

A data da descoberta da Graciosa é incerta, pensa-se que os primeiros que aqui chegaram foram mareantes da vizinha Ilha Terceira, cerca de 1450. Um dos seus primeiros povoadores foi Vasco Gil Sodré.

A prosperidade económica da Ilha Graciosa, baseada essencialmente no comércio agrícola, levou a que Santa Cruz fosse elevada a Vila em 1486 e a Praia perdeu essa categoria, devido à sua limitação em termos de rendimentos.

No final do séc. XVI e prolongando-se pelo séc. XVII, a Graciosa enfrenta um período difícil, causado pelo ataque de piratas e corsários. Esta situação obrigou à construção de fortificações ao longo da ilha para sua defesa.

Ao longo dos séculos Santa Cruz foi visitada por ilustres viajantes. O primeiro foi o padre Jesuíta António Vieira, que aqui veio parar em 1654, depois do naufrágio do barco em que regressava a Lisboa vindo do Brasil. Seguiu-se-lhe o escritor francês Chateaubrian, em 1791, quando seguia de França para a América, fugindo dos horrores da Revolução Francesa. Em 1814, o jovem Almeida Garret escreveu aqui os seus primeiros versos, já então reveladores do seu talento de escritor. Finalmente em 1879, o príncipe Alberto de Mónaco, que se distinguiu pelos seus trabalhos hidrográficos e estudos da vida marinha, aporta à Graciosa e visita a Furna do Enxofre. Foi dos primeiros a descer a furna com uma escada de corda.

A construção do Porto da Praia e do aeródromo quebraram parte do isolamento da Graciosa, sem lhe fazer perder as características de ilha rural e pacata em que a agricultura, a pecuária e os lacticínios são os suportes da sua economia e progresso.

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Visita Obrigatória

Furna do Enxofre
Fenómeno vulcanológico raro, geologicamente único no Mundo.
No interior da caldeira, cratera de um antigo vulcão, abre-se um profundo túnel com cerca de 100m de profundidade. No fundo uma enorme gruta, com abóbada de 80m de altura, revestida de estalactites, com um lago subterrâneo, de água fria e sulfurosa, com cerca de 130m de diâmetro e 15m de profundidade máxima.

Ilhéu da Baleia

Constituído de rocha vulcânica, deve o seu nome à sua forma que, faz lembrar uma baleia.

Porto Afonso
Antigo porto de pesca.
Local a visitar pela sua beleza paisagística.
As grutas naturais são utilizadas para abrigar barcos de recreio

Praça Touros
A Praça de Touros Monte Nª Sª da Ajuda foi construída dentro de uma chaminé vulcânica.

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TERMAS DO CARAPACHO

Situado no sopé da Caldeira, fica o lugar do Carapacho e as Termas com o mesmo nome.
As termas são bastante concorridas por doentes que aproveitam os múltiplos benefícios das suas águas quentes.
Com origem na Furna do Enxofre, as suas águas – cloretadas, sódicas, sulfatadas e cálcicas – são aplicadas desde 1750 no tratamento do reumatismo, colites e doenças de pele.
Junto às termas, no lado do mar existe uma piscina natural, muito procurada na época balnear.

 

 

 
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Concelho de Santa Cruz das Flores
Reserva Florestal de Recreio Luís Paulo Camacho

Localiza-se no Lugar da Fazenda, na Freguesia e Concelho de Santa Cruz das Flores, possui uma área de 3 ha e situa-se a uma altitude de cerca de 250 m.

Breve História

Com o objectivo de haver repovoamento e manutenção das populações de trutas das seis lagoas e oito ribeiras da ilha, foi fundado o Posto Aquícola das Flores em 1968 neste local. Em 1984, o Eng. Técnico Agrário Luís Paulo da Silva Camacho torna-se responsável pelo Serviço Florestal de ilha, como chefe de divisão, e empenha-se desde logo na transformação do Posto num novo conceito, que pudesse agradar a toda a população.
Inicia-se, assim, a criação de um parque florestal de recreio e em 1986 este já está pronto a receber visitantes. Em 1989 surge a Reserva Florestal de Recreio da Fazenda de Santa Cruz, que engloba não só o hectare ocupado pelo parque como toda a área circundante. Durante treze anos foi esse o nome que imperou mas em 2002, é aprovada em Conselho de Governo a designação actual como justa homenagem ao impulsionador do projecto.


A Flora

Aqui é possível observar várias espécies de árvores e arbustos. Mais de 80 % são espécies introduzidas nos Açores e originárias de variadas partes do Mundo (América, Oceânia, Eurásia), como destaque para as plantas de origem asiática (cerca de 30 %), como camélias, hibiscos, criptoméria, hortênsia, conteira e azálea. Entre as espécies arbóreas dos Açores relevo para o pau-branco (Picconia azorica) e o cedro-do-mato (Juniperus brevifolia).


A Fauna

Tanto em semi-liberdade como em cativeiro, a Reserva possui uma variedade de aves exóticas, como galinhas, faisões, pintadas, pavões, codornizes e perus (da ordem dos Galliformes); patos e gansos (Anseriformes); e pequenas aves de gaiola (Psitaciformes, Passeriformes e Columbiformes).
De aves selvagens, cujos cantos e chamamentos se podem ouvir na Reserva, a destacar exemplares da avifauna açoriana (subespécies nativas) associadas a zonas arborizadas e respectivas clareiras: melro (Turdus merula azorensis), estrelinha (Regulus regulus inermis), tentilhão (Fringilla coelebs moreletti), lavandisca (Motacilla cinerea patriciae), canário-da-terra (Serinus canaria) e toutinegra (Sylvia atricapilla atlantis).
Para além de alguns coelhos e ovelhas, a Reserva possui igualmente um cercado com gamos (Dama dama).


Por fim, nos tanques, é possível observar trutas-arco-íris (Oncorhynchus mykiss) destinadas à reprodução e ao repovoamento dos cursos e lagoas de água doce da ilha.

Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição
Freguesia de Santa Cruz das Flores

Propriedade: Fábrica da Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceiçãoa da freguesia de Santa Cruz
Classificação: Imóvel de Interesse Público (Resolução n.º 220/98, de 5 de Novembro, publicado no Jornal Oficial , I Série, n.º 45)
- SÉC. XVIII / SÉC XIX -
Igreja de grandes dimensões situada num adro nivelado e elevado em relação à rua, acessível por cinco largos degraus pavimentados com calçada à portuguesa que, frente à fachada, têm uma configuração semicircular que amplia o adro. O espaço livre ao lado esquerdo da igreja, definido pela fachada lateral, pela torre esquerda e pela sacristia, é também pavimentado com calçada à portuguesa entre canteiros. As áreas que envolvem o edifício pelos lados direito e posterior são relvadas.
O edifício assume uma posição de destaque em Santa Cruz, sendo visível de praticamente toda a vila. É composto pelo corpo principal, rectangular, pelo corpo mais estreito da capela-mor, pelas duas torres sineiras e por dois corpos anexos de cada lado, nos ângulos formados pelo corpo principal e pela capela-mor, implantados perpendicularmente às respectivas paredes laterais (cada um destes anexos é constituído por um corpo rectangular mais antigo e por uma ampliação, em "L", que contorna o canto do corpo principal).
A fachada principal está dividida em três níveis por cornijas e em três secções verticais por meio de pilastras. No nível inferior, cada secção tem uma porta, correspondente a cada uma das naves. As molduras das portas têm lintel duplo e cornija e são ladeadas por colunas de fuste cónico com base e plinto muito pronunciados. Os capitéis das colunas integram-se na cornija da porta e parecem ser sucedâneos da ordem coríntia na porta central e da ordem jónica nas portas laterais. No primeiro lintel de cada porta há uma roseta em relevo. Por cima de cada capitel há um elemento bojudo que o une à cornija de separação dos níveis. Por cima da cornija há pináculos na vertical das colunas.
No nível intermédio, cada secção tem uma janela de guilhotina de duas folhas, alinhada pela porta que lhe é inferior, mas mais estreita. Cada janela tem uma moldura e um enquadramento que repete, em ponto mais pequeno, a moldura e o enquadramento das portas, mas com um avental almofadado entre os plintos das suas colunas. Em cada um destes plintos há uma inscrição em latim, sendo, da esquerda para a direita: "CONCEPTIONEM", "BEATÆ", "VIRGINIS", "MARIÆ", "CUMGAUDIO" e "RECOLAMUS". Acima dos capitéis das colunas das janelas, que são mais elaborados que os das portas, os elementos bojudos ligam a uma segunda cornija que, por sua vez, tem elementos de ligação à cornija de remate do segundo nível da fachada. Toda esta cornija apresenta zonas mais salientes no cruzamento com os elementos verticais da fachada.
O terceiro nível da fachada tem um remate superior semelhante a um frontão contracurvado. É encimado por uma cruz de ferro a eixo. As pilastras que dividem as secções da fachada terminam no nível correspondente à base do frontão com um capitel onde assenta um pináculo embutido. Na secção central há um óculo polilobado emoldurado por um quadrado que assenta na segunda cornija de divisão da fachada. A eixo, do lado superior do quadrado, há uma concha em relevo. Acima do quadrado há um segmento de cornija que suporta, a eixo, um segmento de pilastra encimado, já no tímpano do frontão, por um quadrado rodado a 45º e rematado por um elemento decorativo em forma de concha. Em cada uma das secções laterais há um óculo cego, quadrangular, rodado a 45º, com moldura dupla, encimado por uma pequena concha em relevo. Acima de cada concha há um segmento recto de cornija, encimado por um segmento de pilastra rematado por um capitel onde assenta um pináculo, com um grande plinto, que limita as volutas que compõem o remate contracurvado do frontão.
As torres sineiras estão implantadas à face da fachada, também divididas em três níveis pelo prolongamento das suas cornijas de tal modo que parecem constituir mais duas secções da mesma. O nível inferior tem uma janela de guilhotina com molduras simples cujas ombreiras, prolongadas superiormente, formam uma moldura rectangular rematada por uma cornija com uma roseta em relevo ao centro. O nível intermédio tem uma janela semelhante mas mais baixa pelo que a moldura superior, com um elemento decorativo concheado, é de maiores dimensões. Tem, também, uma cornija sob o peitoril, suportada por duas meias-volutas que definem um avental. No centro do avental tem uma cartela sem inscrições. O nível superior das torres tem um vão de sino em cada uma das três faces livres. Os vãos dos sinos são rematados em arco de volta-inteira peraltado, assente em impostas, e apoiam numa moldura horizontal situada acima da cornija do segundo nível. As torres são rematadas superiormente por uma cornija e encimadas por uma cúpula bulbosa octogonal assente num tambor e rematada por um pináculo.As portas das fachadas laterais têm molduras com lintel duplo e cornija, enquadradas por pilastras muito salientes assentes em plintos altos e moldurados. Há uma segunda cornija, separada da primeira por curtos prolongamentos das pilastras e rematada por um pináculo em cada extremo, onde assenta uma janela.

Das três portas de entrada da fachada principal, a axial está protegida no interior por um guarda-vento de madeira. O corpo principal está dividido em três naves, separadas por duas fiadas de cinco arcos de volta-inteira apoiados em pilares de secção quadrada, com base, plinto e capitéis salientes.
O coro-alto situa-se sobre a entrada, ocupando o primeiro tramo das naves, pelo que os arcos do primeiro tramo, que o sustentam, são mais baixos que os restantes e suportam paredes que dividem o coro em três secções. Os apoios da secção central são reforçados por quatro pilaretes em madeira, dois dos quais, de menores dimensões, ligados ao guarda-vento. A ligação entre as três secções faz-se através de portas. No coro há mais uma porta em cada parede lateral, de comunicação com as torres sineiras. Estas quatro portas têm molduras com as arestas boleadas e com duplo lintel encimado por cornija. Na secção central do coro há um órgão.
Sob o coro, do lado da epístola, há uma porta de ligação ao interior da torre onde se situa a escada de acesso ao coro. Em cada um dos pilares do primeiro tramo há uma pia de água-benta em forma de concha. Ainda sob o coro, do lado do evangelho, há um vão rematado em arco de volta-inteira assente em impostas, que acede ao baptistério. Este vão tem a bandeira raiada, em madeira trabalhada.
O baptistério, que corresponde ao aproveitamento do piso térreo da torre esquerda, tem o tecto em abóbada de berço, em cantaria à vista, assente numa cornija. As paredes são revestidas a azulejo relevado e policromado. Na parede do lado direito tem um nicho rectangular.
As portas laterais ficam na zona correspondente ao terceiro tramo. Ao lado direito da porta do lado do evangelho há uma pia de água-benta em forma de concha. Acima do nível das portas, em ambas as paredes, há quatro janelas situadas a diferentes alturas, cada uma correspondendo a um tramo.
No terceiro pilar a contar da entrada, do lado do evangelho, há um púlpito com consola de pedra em forma de grande mísula, acessível por uma escada em pedra que contorna o pilar no sentido da nave lateral para a central. O púlpito e a escada têm guarda de balaústres em madeira.
Na zona do quinto tramo, que tem o pavimento sobrelevado por um degrau, há uma porta em cada uma das paredes das naves laterais. A do lado do evangelho dá acesso à sacristia e a do lado da epístola e a uma pequena capela rectangular, actualmente utilizada como arrumo. Estas duas portas e a porta de acesso à torre têm molduras com duplo lintel e cornija encimada por uma concha em relevo ao centro e dois pináculos embutidos no alinhamento das ombreiras.
O arco triunfal é de volta-inteira, assente em impostas. De cada lado do arco, no topo das naves laterais, há um retábulo. Nas mesmas paredes de topo, acima das cornijas, há óculos circulares. Acima do arco triunfal, cujo fecho está ligado à cornija superior, podem-se ver, entre o arco e a cornija, dois elementos almofadados em cantaria em posição simétrica. Acima da cornija há um elemento decorativo em relevo ladeado por três estrelas de cada lado e encimado por uma janela quadrangular.
A capela-mor é profunda e da mesma largura da nave central. Na parede do lado do evangelho há uma porta de acesso a um compartimento de arrumos seguida por duas janelas altas. Do lado da epístola há uma composição simétrica mas com a porta emparedada. Ao fundo da capela-mor, numa zona mais elevada, há um retábulo. Este retábulo, assim como os das naves laterais, é em talha revivalista (dourada e pintada) de sabor vagamente neoclássico. As paredes e o tecto são pintados tendo painéis figurativos rodeados de motivos decorativos.
Os tectos das três naves, da capela-mor, da sacristia e da capela lateral (arrecadação) são em madeira a simular abóbadas de berço apoiadas em grandes cornijas. Os tectos das naves e da sacristia estão pintados de azul.
Na sacristia há um vão rematado em arco de volta-inteira assente em impostas/capitéis, com fecho saliente, hoje fechado com uma parede e uma porta em madeira, que daria acesso a um compartimento, muito alterado, onde ainda se vê um lavabo em pedra.
Todo o edifício é construído em alvenaria de pedra rebocada e pintada de branco, excepto o soco, os cunhais, as cornijas, as pilastras, as colunas, as molduras dos vãos, os pináculos e restantes elementos decorativos, os arcos, os pilares interiores e a consola do púlpito que são em cantaria à vista. As coberturas são de duas águas, em telha de meia cana com beiral simples. As coberturas das ampliações dos anexos/sacristias resultam do prolongamento das águas posteriores dos corpos rectangulares originais.

Igreja Nossa Senhora de Lourdes
Lugar da Fazenda - Freguesia de Santa Cruz das Flores

A primeira pedra desta Igreja foi lançada no dia 24 de Janeiro de 1897, tendo ficado concluída em 1909

Igreja de São Pedro
Freguesia de Ponta Delgada

Desconhece-se a data da sua edificação, mas nos finais de quinhentos possuía já Ermida.

Igreja de Nossa Senhora do Pilar
Freguesia dos Cedros

Data de 9 de Julho de 1693, posteriormente reconstruída em 22 de Maio de 1950.

Igreja de Nossa Senhora do Livramento
Freguesia da Caveira

Tendo sido a primeira pedra lançada a 13 de Junho de 1870.

 
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VILA FRANCA DO CAMPO (S. MIGUEL)  
VILA DO PORTO (STA. MARIA)  
Concelho de São Roque do Pico
O concelho de São Roque do Pico é um convite ao bem estar e descontracção.

Para os apreciadores das caminhadas pela natureza são ideais os passeios turísticos pelos caminhos antigos de Santa Luzia. Um percurso com início ao quilómetro onze da Estrada Regional Madalena – São Roque, do lado esquerdo, onde se encontra a devida sinalização com a informação necessária ao percurso. Segue por entre muros de pedra e desce ao Lagido para terminar num conjunto de ruínas de antigas casas dos habitantes da Rua de Cima. Salientando-se ainda a oportunidade de passar pela galeria “Casa Preta” e desfrutar do prazer da arte no meio da natureza.


A visita às lagoas constitui outro dos pontos de interesse do município. Na vulgarmente designada “estrada do mato” S. Roque – Lajes, passada a sinalização da “Reserva Natural da Montanha do Pico”, à direita encontramos a conhecida Lagoa do Capitão. Na mesma estrada, mas continuando pela esquerda, temos a partir do cruzamento de acesso à Lagoa do Caiado, percorrendo zonas cobertas de vegetação endémica, a Lagoa do Paul e outras pequenas lagoas ao longo do planalto central.

O concelho é propício na oferta de actividades ao ar livre, desde os passeios a pé ou de bicicleta, à natação, pesca de rocha ou submarina, passando pela caça e campismo possui todos os atractivos para inesquecíveis dias de lazer.


A diversidade de piscinas naturais, de águas límpidas, formadas por rochas vulcânicas, convidam à natação.

Os amantes da pesca de rocha encontram dezenas de diferentes espécies, entre elas o sargo, o carapau, a garoupa e o pargo. A riqueza


da flora e da fauna submarina, aliada a curiosas formações rochosas apelam à caça e observação submarinas. Além da possibilidade de observar cachalotes e golfinhos, recorrendo às empresas que se dedicam a essa prática.

Para os apreciadores da caça está aberta a do coelho durante todo o ano, sendo também permitido, mediante licença, caçar galinholas, perdizes e codornizes.

O Jardim Municipal constitui mais um recanto de natureza em plena vila, com espaços adequados ao divertimento dos mais novos e actuações de que são exemplo os Concertos de Verão. Os parques florestais de Santa Luzia e Prainha, dotados de zonas de lazer e equipamentos adequados à realização de agradáveis piqueniques, oferecem, também, bons momentos de descontracção. Para quem gosta de acampar, o Parque de Campismo Municipal da Furna é um local privilegiado e acolhedor, com uma agradável arborização, restaurante e demais equipamentos de apoio, mesmo em frente a uma zona balnear.


Além das actividades ao ar livre, o concelho oferece a possibilidade de visitar museus, como o da antiga Fábrica da Baleia, e as exposições sempre presentes no Centro Multimédia, visita ideal para quem deseja conjugar o contacto com a cultura local e a utilização da Internet num dos vários computadores de livre utilização disponíveis no local, ambos no Cais do Pico; e o Museu da Escola de Artesanato de Santo Amaro.

As festividades com base de cariz religioso são uma constante ao longo de todo o ano, destacando-se destas as festas de São Roque e da Nossa Senhora da Ajuda. Existe ainda o “Cais Agosto”, a maior festa do concelho, onde a animação diurna e nocturna está sempre garantida com acontecimentos desportivos, exposições e música, muita música, entre muitas outras actividades.


A diversidade de infra-estruturas de restauração e hotelaria é visível na oferta de vivendas particulares para aluguer e nos empreendimentos em expansão, como é o caso do Aldeamento Turístico Águas Cristalinas, situado junto à zona balnear natural das “Poças” em S. Roque, na Residencial Montanha com boas condições de acomodação e privacidade; e no turismo rural com habitações antigas de pedra restauradas, tal como oferece a Adegas do Pico.
A nível gastronómico, são diversos os pratos típicos, confeccionados com boa carne e peixe fresco. O “caldo de peixe”, o “polvo guisado com vinho de cheiro”, a “caçoila”, a “linguiça” ou os “torresmos com inhame”, a “morcela” e a “molha de carne”, acompanhados com pão ou bolo de milho de fabrico caseiro são alguns dos recomendados. Para os apreciadores de marisco não faltam os cavacos, lagostas, caranguejos de fundo e cracas. O “Queijo do Pico”, de massa macia e branca, ou o “Queijo de São João”, de casca amarelada, pasta mole e cheiro intenso caem sempre bem em qualquer mesa. A doçaria vem completar este saboroso quadro com os bolos ligados às Festas do Divino Espírito Santo: as “vésperas”, as “rosquilhas”, a “massa sovada” e o “arroz doce” e outros doces, como os “sonhos”, os “coscorões” e as “filhoses”. Tudo regado com o “vinho de cheiro” ou o bom branco, seco , leve e frutado – ideal para pratos de peixe ou marisco. Finalize com um copo de verdelho, uma aguardente de figo ou nêspera, ou a doce angelica.

O Concelho garante a quem o visita dias inesquecíveis de prazer e descontracção.

Locais de Interesse Turístico

Freguesia de Santa Luzia

Santa Luzia, elevada a freguesia em 1617, é um povoado característico, com os pitorescos lugares do Lagido, Arcos e Cabrito, junto ao mar. A Igreja Paroquial tem como orago Santa Luzia e já existia em 1723, possuindo um interessante altar-mor em talha dourada. Nos lugares à beira-mar podem-se visitar as ermidas da Senhora da Pureza (século XVII), de Nossa Senhora Rainha do Mundo e de São Mateus (séculos XVII / XVIII).

· Mistério de Santa Luzia, o primeiro resultado de uma erupção vulcânica do século XVI e o segundo da erupção de 1718, quando as lavas expelidas atingiram uma distância de cerca de nove quilómetros até atingirem o mar entre o porto do Cachorro e o Lajido.

· Zona da Cultura da Vinha da Ilha do Pico (Zona Norte): Unidade paisagística situada ao longo Lajido, Arcos, Cabrito e Santana marcada por uma extensa malha de muros de pedra que formam currais destinados à cultura da vinha (rectangulares e quadrangulares) e da figueira (semicirculares), atravessada por caminhos e pontuada por pequenos núcleos de edifícios construídos junto à costa, nascidos da necessidade de produção, armazenamento e escoamento do vinho e da aguardente. Os núcleos são constituídos por adegas, casa de alambiques, habitações sazonais, casas solarengas, poços de maré, portos, rampas de varadouro e ermidas.

· Lajido, Pequena povoação, maioritariamente constituída por antigas adegas situada junto à costa, circundada por terrenos utilizados no cultivo da vinha. Encontra-se pontualmente descaracterizada sendo, na generalidade, habitada sazonalmente.

· Ermida da Nossa Senhora da Pureza, situada no largo do lajido.

· Currais de figueira, junto à costa, a seguir ao Lajido, em direcção aos Arcos: Currais construídos em alvenaria de pedra seca, de forma semicircular, para protecção de figueiras. A abertura do semicírculo está orientada para sul.

· Solar dos Salgueiros, casa solarenga em redor da qual, envolvidos por um muro de alvenaria de pedra seca de considerável altura, existem locais de lazer, adega, casas de arrumos (de um piso), retrete e um poço de maré. O acesso a este recinto faz-se por dois portões: o principal e outro que dá para o largo onde se situa a Ermida de Nossa Senhora da Pureza. A fachada principal tem um balcão com dupla escadaria, simétrica, onde se localizam pedras salientes, com um orifício, destinadas à fixação de um mastro para bandeira. Também nesta escadaria existe um painel de azulejos com a inscrição "S0LAR DOS SALGUEIROS". O corpo da cozinha tem dois pisos e balcão. Tem também um forno de volume exterior e uma cisterna adossada.

· Poço de maré, com muro de protecção quadrangular, situado no meio do caminho, na zona do Lajido.

· Ermida de São Mateus, construída entre Séc.XVII/Séc.XVIII: Blocos de pedra talhada, decorados com baixos-relevos, na fachada principal.

Freguesia de Santo António

Santo António, que remonta aos finais do século XVII, tendo como padroeiro o santo que lhe empresta o nome, possui um pequeno templo, composto por uma única torre sineira, ao contrário do que acontece com a maior parte das igrejas da ilha, com um precioso retábulo de capela-mor todo dourado de fino corte, provavelmente um dos mais belos da ilha e dos Açores. Dignas de nota são, também, as imagens de assinalável dimensão de Santo António e do Coração de Jesus. As ermidas características dedicadas aos santos patronos de São Vicente e Santana colaboram para o imperativo desta visita.

· Vigia da Baleia, situada no Cabeço da Vigia em Santana data do sec. XX.

Construção de planta rectangular, com frente facetada, onde existe um rasgo horizontal encimado por uma pala de betão armado. O acesso faz-se por um caminho pedonal. Estas construções serviam, tal como o nome indica, para vigiar as baleias, denunciando através de foguetes para os baleeiros iniciarem a operação da caça a estas.

· Jardim das Furnas; anexa também parque infantil e parque de campismo.

Vila de São Roque

· Fábrica de Vitaminas, Óleos, Farinhas e Adubos (Fábrica da Indústria Baleeira): constituída por três corpos rectangulares, alinhados pela fachada, com cisterna acoplada. Este complexo integra ainda, como edifícios anexos: uma oficina de carpintaria naval (com prolongamento recente para instalação de uma serra mecânica vertical) e oficinas de tanoeiro e serralheiro. Num corpo posterior (com duas chaminés) encontram-se as oficinas de ferreiro e fundidor. No alinhamento destes edifícios, junto à Estrada Regional, situa-se ainda o edifício onde se instalava a administração e o laboratório da fábrica A fachada principal do edifício da fábrica tem quatro portões de madeira, pintada de amarelo, e vários janelões. A alvenaria é rebocada e pintada de branco. A cobertura é de duas águas em telha de meia-cana. Na frente da fábrica situam-se as máquinas do guincho e uma plataforma com rampa para o mar, por onde eram içados os cachalotes. Junto do edifício da fábrica situa-se uma grande chaminé em alvenaria de pedra. Está situada na Praceta dos Baleeiros, na zona do Cais.

· Homenagem ao Baleeiro, situada em frente da Fábrica da Industria Baleeira.

· Convento de São Pedro de Alcântara, construção que remonta ao século XVIII, oferece uma bela panorâmica da vila deitada sobre o mar. Edifício barroco, com torre sineira e arcos, guarda no seu interior valiosas talhas douradas, azulejos historiados na capela-mor e um imponente arcaz em jacarandá na sacristia. Este está situado na zona do Cais.

· Jardim dos Serviços Florestais; situado na estrada regional, Cais do pico, encontra-se um jardim com percursos pedonais, zonas de merenda, balneários e parque infantil. Tem uma grande variedade de árvores, arbustos e flores (a maior parte com identificação), entre as quais araucárias, dragoeiros, ciprestes, criptomérias, cameleiras, metrosideros, urzes, cardeais, roseiras, jarros, narcisos, etc. Junto ao mar existe uma zona balnear com piscinas naturais, estando os balneários de apoio localizados no interior do jardim. Numa das extremidades do jardim situam-se duas construções (habitação e instalações de serviços públicos) edificadas nos anos sessenta e uma outra mais recente.

· Estátua de El-Rei D. Dinis, plena de elegância, olhos postos no mar. Teve inauguração portentosa a 16 de Agosto de 1940. Um avião lançou do alto um extraordinário ramo de hortênsias, cingido por uma faixa que continha uma vibrante saudação ao povo de S. Roque.

· Igreja Matriz, reedificada em 1776 sobre um templo mais antigo, dedicada ao padroeiro São Roque, podem-se apreciar altares em talha dourada, assim como imagens do século XVI do santo patrono e do Século XVII de Santa Ana, uma estante de missal em madeira de jacarandá com embutidos de marfim e um lampadário em prata oferecido pelo Rei D. João V no século XVIII. Na mesma vila, o Museu da Antiga Fábrica das Armações Baleeiras permite a observação dos apetrechos e equipamentos utilizados na transformação daqueles cetáceos. Com umas impressionantes caldeiras e fornalhas é internacionalmente considerado um dos melhores museus industriais do seu género.

· Poças de S. Roque: zona balnear.

· Parque da Fonte: situado

· Ermida de São Miguel Arcanjo; situada ao cimo do Caminho Velho, São Miguel Arcanjo, de planta rectangular, com torre sineira do lado esquerdo da fachada. A fachada principal, que apresenta um portal e uma janela rectangular, é dividida em duas partes por uma cinta de pedra e rematada por uma cruz. Numa das fachadas laterais tem uma porta, uma janela e as escadas para a torre sineira. Na outra tem uma sacristia acoplada. As suas paredes são em alvenaria de pedra rebocada e caiada, sendo visível a pedra nos cunhais e nas molduras dos vãos. Na torre sineira existe a inscrição "R - 1960", referente ao penúltimo restauro a que foi sujeita. Ao lado da ermida existe um império de construção recente.

Freguesia da Prainha

A Prainha, segunda povoação construída na costa norte da ilha, é dividida pelos lugares Prainha de Cima, Prainha de Baixo e Canto da Areia.

· Parque Florestal da Prainha: Parque de grandes dimensões, onde se subdivide

em várias parte, nomeadamente, miradouro, zona de merendas, zona de diversões, campo polidesportivo e zona de acampamento.

· Baía das Canas: Unidade paisagística ligada ao cultivo da vinha, com adegas,

currais de vinha, caminhos e carreiros de acesso. Entre os muros dos currais de vinha existem vários caminhos, cujo pavimento é construído com calhaus rolados. Os muros que formam os currais de cultivo da vinha existem em grande densidade e atingem, por vezes, grande altura, consoante a quantidade de pedra existente no terreno que limitam. Existe também uma grande escadaria (trezentos sessenta e nove degraus), que constituiu em tempos a única ligação, por terra, a este lugar. As adegas são, na sua maior parte, reconstruídas ou construídas recentemente.

· Convento dos Frades: Baía de Canas, na Cerca dos Frades Pequeno convento constituído por uma ermida e um conjunto habitacional que era usado sazonalmente (vindimas) pelos frades. O conjunto integrava o adro/balcão da ermida, o refeitório, o dormitório, a cozinha, a retrete, os currais para animais, os terrenos com currais de vinha, os carreiros e os caminhos pavimentados com pedra. A ermida é de planta rectangular. Na fachada principal tem um portal e uma cinta de pedra encimada por um frontão ondulado. O campanário situa-se sobre o vão existente entre o cunhal da ermida e o cunhal do antigo refeitório. A ermida é construída em alvenaria de pedra rebocada e caiada. Os rebordos do frontão, cunhais e molduras dos vãos são em pedra à vista. Existem, em redor do convento, currais de vinha delimitados por um muro de propriedade.

· Igreja de Nossa Senhora da Ajuda: Planta em forma de falsa cruz latina, com a fachada principal ladeada por duas torres sineiras. O corpo da igreja é constituído pela nave principal, duas naves laterais e a cabeceira com o altar-mor. Tem coro alto. As naves laterais estão separadas da nave principal por cinco arcos de volta perfeita que se apoiam em pilares de secção quadrada. A cabeceira tem duas janelas de cada lado e um óculo circular. As naves laterais têm cada uma duas janelas rectangulares, uma janela de verga arqueada e três portas. O tecto é de madeira. As paredes são rebocadas e caiadas, sendo as molduras, arcos e pilares em pedra à vista.

· Zona de Lazer da Poça Branca: Piscina natural, churrasqueira e campo de volley de praia.

· Ermida de S. Pedro: Caminho de São Pedro, Prainha de Baixo Ermida de planta rectangular com cobertura de duas águas em telha de aba e canudo. É rebocada a argamassa de cimento e caiada. Os cunhais, as molduras e o soco da fachada principal são em pedra à vista. A fachada principal tem uma porta e um óculo rectangular com moldura em pedra serrada, recente. É rematada por uma cruz cuja base é um bloco de pedra com um rosto humano esculpido (de características arcaizantes). Esta fachada tem ainda uma cinta horizontal de blocos de pedra sobre a porta e um baixo-relevo com a mitra e as chaves de São Pedro sobre o óculo.

· Casa do Fio: No Caminho da Areia, junto ao mar Edifício de forma cúbica, com cobertura de perfil contracurvado e pináculo. Os cunhais, a moldura da porta, a cornija e o pináculo são de pedra à vista. As paredes e a cúpula são rebocadas a argamassa de cimento. Infra-estrutura de apoio a comunicações telegráficas

Freguesia de Santo Amaro

· Escola Regional de Santo Amaro: Rua do Mar. Conjunto de três corpos

edificados, dois dos quais constituíram uma habitação (corpo principal e cozinha). O terceiro é um acrescento recente sem interesse. O corpo principal tem dois pisos, com balcão. Tem pedra à vista nas molduras das portas, janelas e cunhais, recortada pelo reboco de cimento que reveste as paredes. A cobertura é em telha de meia-cana tradicional. O corpo da cozinha é em alvenaria de pedra e a cobertura em telha de meia-cana tradicional. Apresenta uma chaminé recente, rebocada a cimento.

· Estaleiro Naval dos Açores. Artífices experientes, usando ancestrais técnicas de construção, transformavam retorcidas peças de boas madeiras em botes e traineiras.

· Parque da Furada: situado no Canto em santo Amaro.

· Miradouro da Terra Alta: situado na estrada que circunda a ilha pelo

norte, situado sobre o mar entre Santo Amaro e Piedade, pode-se observar a Ilha de S. Jorge, assim como a paisagem que a riqueza florestal da Ilha do Pico nos oferece.

Outros Locais

· Lagoa do Capitão

· Lagoa do Caiado

· Lagoa Seca

· Lagoa do Peixinho

· A Reserva Natural da Montanha do Pico, montanha mais alta de Portugal,

com uma imponente altitude de 2351 m, de cujo cume se pode observar a magnífica paisagem do Pico e ilhas em redor, é uma das zonas naturais mais características de todo o arquipélago. Em redor as lagoas do Capitão, situada no planalto interior, e do Caiado, no planalto central, integrada num núcleo de pequenas lagoas, completam a beleza deste lugar repleto de vegetação endémica.

· Os mistérios da Prainha e de Santa Luzia, o primeiro resultado de uma

erupção vulcânica do século XVI e o segundo da erupção de 1718, quando as lavas expelidas atingiram uma distância de cerca de nove quilómetros até atingirem o mar entre o porto do Cachorro e o Lajido.

· Miradouro da Meia Encosta, seguindo pela estrada do mato na zona norte,

avista-se a ilha de S. Jorge e as freguesias de Santo Amaro e Prainha. No mesmo percurso podemos observar uma pedra de grandes dimensões à qual se designa Bomba Vulcânica, a maior até hoje encontrada.

 

 
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Concelho de Velas

Situado no Grupo Central dos Açores, na ilha de S. Jorge, o Município de Velas é um dos dois em que está dividida a ilha de S. Jorge. Tem 119 km2 de área e é composto por seis freguesias: Velas, Rosais, Santo Amaro, Urzelina, Manadas e Norte Grande.
Como chegar a S. Jorge?
Pode fazê-lo em qualquer altura do ano, diariamente, por avião através da SATA, que efectua voos a partir das ilhas Terceira e S. Miguel; ou fazê-lo também de barco a partir das ilhas do Pico e do Faial, através de ligações rápidas, diárias durante o período de Junho a Setembro.
Em S. Jorge encontrará múltiplos motivos de interesse, podendo optar pelo mar, pelos passeios a pé, pela pesca e caça, etc.. Encontrará ainda uma cultura e gastronomia ricas e diversas e um bom conjunto de equipamentos de apoio ao turismo, alojamento variado, aluguer de automóveis, passeios organizados e a inestimável hospitalidade dos jorgenses.

O MAR
O mar está sempre presente. Os amantes da pesca desportiva, nas suas diversas vertentes, têm em S. Jorge condições únicas para a prática deste desporto, variedade e abundância de espécies, na costa ou de barco.
Utilizando técnicas diversas fazem-se grandes pescarias. O mergulho e a observação de cetáceos podem também ser incluídos no seu roteiro pelos mares de S. Jorge.

ZONAS BALNEÁRES
S. Jorge dispõe de belíssimas zonas balneares, algumas com bandeira azul, com águas transparentes e com uma temperatura que no Verão oscila entre os 21 e os 24 graus; pequenos portos e piscinas naturais fazem as delícias dos banhistas. E não se esqueça que o anti–ciclone que traz o bom tempo à Europa, é dos Açores!

CULTURA
A Cultura tem o seu o momento mais alto na Semana Cultural das Velas, no início de Julho, mas também as festas de S. Jorge, em Abril, e as festas do Espírito Santo, constituem momentos marcantes do calendário cultural. No Verão pode ainda contar com as festas populares em todas as freguesias, e com regatas, concertos e animação nas ruas.

GASTRONOMIA
Esqueça as dietas! Coma peixe fresco, carne, lapas, lagosta, amêijoas e doces regionais, não esquecendo o famoso queijo de S. Jorge.

PASSEIOS A PÉ
Calce uns sapatos adequados e desfrute a natureza em toda a sua plenitude percorrendo alguns dos trilhos pedestres que percorrem o rendilhado da ilha de S. Jorge.

PAISAGEM
O visitante tem em S. Jorge a natureza em todo o seu esplendor. O permanente contraste de verdes e azuis, formado pelas montanhas pelo céu e pelo mar, transportam-no para o encantamento próprio dos locais únicos. As montanhas elevam-se acima dos 1000 m e delas desfrutam-se vistas inesquecíveis, sobre a ilha de S. Jorge, o mar que a rodeia e as restantes ilhas do Grupo Central. As Fajãs, são lugares únicos, característicos da geomorfologia desta Ilha, situados junto ao mar, criados pelos sucessivos abatimentos das encostas e onde podemos encontrar ecossistemas originais, de uma riqueza paisagística inestimável.
A todos estes locais pode chegar, umas vezes de carro, outras utilizando os inúmeros trilhos pedonais à sua disposição.

 

 
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Concelho de Vila Franca do Campo
Turismo


Se esta Vila, com os seus monumentos, seus belos jardins e ruas ensolaradas, todas elas traçadas na direcção dos quatro pontos cardeais, donde se espreita o mar a cada canto, com as suas belezas naturais, as suas praias amplas e limpas, ela torna-se um centro de atracção turística tanto para nacionais como estrangeiros, que correm o mundo a deliciar o espírito e à procura de novos motivos a colher na objectiva da máquina de filmar que os acompanha nas suas digressões.

Uma visita ao Ilhéu dá motivos para uma boa filmagem da sua piscina natural, da vista panorâmica que se goza do alto de qualquer das suas elevações que o compõem, nos diferentes aspectos que nos oferece, a cada passo, a volta ao Ilhéu. Aos amadores da pesca desportiva ou submarina é oferecido um largo campo de acção nas águas fundas do Ilhéu e até sobre a pedra, na pesca de cana. Hoje é uma reserva natural.

A nossa costa é fértil em pescaria de corrico, caniço ou linha, e, no alto mar, na pesca de albacora e de bonito.
À linha apanham-se chernes, matulas, lírios, gorazes, abróteas, pargos, etc., etc.. Na Ribeira da Praia há trutas de apreciáveis dimensões.
As praias de Vila Franca são amplas, limpas e bem defendidas. Aos sábados e domingos são povoadas por quem ama os prazeres de um reconfortante banho de mar ou de sol, acompanhados de um bom piquenique.

Neste concelho há duas das mais belas lagoas de São Miguel. A Lagoa do Fogo, de aspecto ainda rústico, donde se pode admirar um dos mais soberbos panoramas desta ilha, vendo-se do alto da Barrosa o mar da costa norte e da costa sul, na parte mais estreita e mais plana de toda ela. Temos ainda a Lagoa do Côngro, soturna, reflectindo um verde muito escuro, que lhe é transmitido pelas rochas alcantiladas dos montes que a cercam, a contrastar com a alacridade da sua vizinha Lagoa dos Nenúfares, de superfície quase totalmente coberta por essas formosíssimas flores.

Oferece ainda, Vila Franca aos seus visitantes um interessante museu etnográfico na Casa do Povo, o Museu Municipal e o fabrico da louça de barro, pelo processo mais primitivo da roda. Os oleiros da Vila são únicos na sua arte.

Fazem a delicia de quem por aqui passa, as célebres Queijadas da Vila que tiveram a sua origem na doçaria do Convento de Santo André e ainda hoje são fabricadas em segredo religiosamente mantido por duas famílias apenas.

As proporções arqueológicas levadas a efeito pelo Dr. Sousa Oliveira nalguns pontos da Vila soterrada em 1522 despertaram muito interesse por parte dos estudiosos, que as visitaram, admirando os achados que podem fazer luz sobre o valor e a importância da antiga Capital.

 
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Concelho de Vila do Porto
Seja bem vindo

Nesta terra moldada pelo homem, ao longo de cinco séculos, encontra motivos para passar umas férias agradáveis, num ambiente tranquilo.
Se é apreciador de praia pode encontrar nas zonas balneares dos Anjos, S. Lourenço, Maia e Praia Formosa, os locais ideais para uns dias bem passados à beira mar.
Se é amante da natureza percorra os trilhos pedestres e explore recantos únicos da Ilha.
Partilhe das vivências do povo mariense. Participe, com ele, nos Impérios e Jantares do Espírito Santo, testemunhe aqui um dos mais ricos legados da nossa identidade cultural.
Aprecie o nosso artesanato, a nossa gastronomia e o nosso folclore.


Em Agosto Santa Maria está em festa!


Se gosta de animação, neste período, pode participar nas mais diversas actividades, que passam pelo desporto automóvel com o rallye de Santa Maria, pelos concertos, por outros eventos que integram o Programa das Festas da Ilha e pelo Festival Maré de Agosto.
Ao longo do Verão pode, ainda, assistir às festas religiosas e profanas que ocorrem em diferentes locais da ilha.

Venha visitar-nos!

 

(mais informação em breve)

 
 
 
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